Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

The Following - 01x01 - Pilot (Series Premiere)


Vamos brincar de fazer arte nos corpos alheios dos coleguinhas?

Gente tô chocada!Achei que meu dia já tava emocionante e aí me deparo com essa beleza que é The Following. Em minha opinião isso aí vai dar o que falar. A história foi muito bem construída ao longo do piloto, tendo momentos de forte tensão e, provavelmente houve mais mortes no primeiro episódio de The Following do que em uma temporada inteira de 24 Horas. Além do enredo incrível e cativante que deixa qualquer um perturbado psicologicamente temos um elenco de matar,entre os melhores, temos: Kevin Bacon, James Purefoy, Jeananne Goossen (a hot Molly de Owens M.D.) e o meu favorito depois do Tio Kevin, Shawn Ashmore (ex-Smallvile). Enfim, com tudo isso não resta sombra de duvidas que The Following vai se consagrar.

A série mostra a história do ex Agente Ryan Hardy, que foi responsável por capturar o maior serial killer (e o que tem mais seguidores no Twitter e fora dele também) Joe Carrol. Porém como todo bom vilão, o cara consegue escapar para terminar o que começou, ou seja matar a garota que Ryan salvou. Então o ex agente é convocado para ajudar nessa procura pelo fugitivo Carrol, porém todos do FBI acreditam que Hardy é descontrolado por causa de tudo que aconteceu com ele, enquanto tentava prender Joe (coisas entre elas, ter levado uma facada no peito tentando salvar a garota, Sarah, há 4 anos atrás) então para ajudar Ryan, o FBI designa alguns agentes: Jennifer Mason (que não gosta nada de ter que trabalhar com Hardy) e Mike Weston (que admira o papel interpretado pelo tio Kevin) todos se unem então para capturar o serial.

Só que a situação é bem mais complexa do que se pensa, Carrol baseia suas mortes em Edgar Allan Poe e em seus livros, e sua marca é arrancar os olhos das vitimas (isso tudo é inveja por causa que ele tem olhos feios e tio Kevin tem olhos azuis sedutores, olha o recalque que chegou e parou) e o cara é barra pesada, ele é louco, piradinho da silva, e muito, mas muito esperto. O cara tem seguidores, ele é popular (imagina essa pessoa no Twitter) e mesmo após sair da cadeia e matar a garota Sarah (a qual o FBI não consegue salvar) ele ainda se entrega de novo a policia, com o objetivo de mostrar o seu joguinho, e deixar tudo mundo louquinho falando dos seus seguidores, que estão por aí e irão fazer tudo que ele não fez...

Pra completar Joe quer falar com sua ex mulher, Claire (que no passado andou se aproveitando do corpinho sedutor do Titio Kevin) e para que ele consiga falar com ela, sequestra o próprio filho como chantagem...enfim as coisas vão esquentar... E, realmente tenha cuidado, você pode estar sendo seguido por um dos amiguinho do Twitter do Carrol.

É isso meu povo,cuidado com quem vocês seguem no twitter e vamos ficar grudados em The Following.

P.S: Atenção para a tia que se esfaqueia no olho, medo daquilo, muito medo...
P.S 2: Pra quem perdeu algo: a babá, o suposto casal de gays e o policial seguem o Carrol no Twitter, então cuidado.
P.S 3: O que foi aquilo da música "Sweet Dreams" no final do episódio acompanhada do diálogo suculento entre o Ryan e Caroll? Deu arrepio.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

The Carrie Diaries - 01x01 - Pilot (Series Premiere)

O sonho de toda adolescente.

Já quero começar esse review falando que se a CW cancelar essa delicia, eu vou pessoalmente matar o idiota responsável por isso. Sou fofo. 2Bjs

Desde que saíram as primeiras informações sobre a série, eu já me interessei em ver, mesmo que não tinha visto nada sobre Sex and the City e posso dizer que não me arrependendo nem um pouco de ter dado uma chance pra ela.

A série se passa em 1984 e mostra a adolescente Carrie Bradshaw, que acabou de perder a mãe para o câncer. Como toda adolescente ela tem seus problemas, seus dramas, além de ter uma irmã mais nova que está na fase de total rebeldia, que no final das contas vão acabar virando melhores amigas.

Falando em amigos, Carrie não é muito popular na escola, ela só tem três amigos de verdade, a Stalker de namorado, o Gay enrustido e a Maria Sirene. Mas agora Carrie acaba de reencontrar um velho amigo que acaba de voltar para a escola, Sebastian Kydd, que também é o cara com que Carrie deu o primeiro beijo e será seu par romântico na série.

A história começa  a se desenvolver quando o pai de Carrie arruma um estagio em Manhattan pra ela. Carrie aproveita a chance e começa sua jornada na sua tão sonhada Manhattan. E por acaso conhece Larissa, uma mulher que trabalha na Interview Magazine, mas que adorar roubar uma loja. Só eu achei isso estranho? Mas voltando ao assunto, então Carrie finge uma vida nova, onde ela é adulta.

Por isso, a série  já foi comparada com Jane by Design (ainda #xatiado pelo cancelamento), mas eu acho que elas são bem diferentes uma da outra, mesmo que haja a questão de as duas protagonistas vão viver o melhor dos dois mundos e se fingirem de adultas, isso não as faz igual. As duas são lyndas e maravilhosas mas não tem nada igual.

Eu esperava menos do que foi apresentado no piloto e estou muito feliz de ter sido surpreendido. A série tem potencial parar ganhar mais temporadas, mas temos que torcer muuuuuuuuuuito, mas muito mesmo para que essa delicia não seja cancelada.

P.S. E aquela trilha sonora? Ainda estou com "Girls Just Wanna Have Fun" na cabeça. \o/

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O Canto da Sereia - Episódio 1 (Estreia)

Nunca saia de casa sem absorvente.

Brincadeiras a parte, queria começar falando que me surpreendi com o nível da história apresentada nesse primeiro episódio, só espero que saibam como terminá-la.

A história começa de um jeito confuso, onde Augustão, personagem de Marcos Palmeira, queima uma foto de Sereia e depois sai de cena, bravo. A partir dai voltamos uma semana, exatamente no dia da morte de Sereia, onde conhecemos um pouco da personagem interpretada por Isis Valverde.

Sereia aparece extremamente triste quando está sozinha e isso está relacionado com a última cena desse episódio, onde três meses antes ela escreve em seu diário que iria morrer em breve. Provavelmente ela descobriu isso pela Mãe Marina, a mesma pessoa que determinou que ela teria uma vida de sucesso. Falando em Mãe Marina, aquela cena com Jorge foi um tanto que misteriosa, mas deixou a entender que o problema entre eles era Sereia.

Se formos parar para analisar, a base da história é relativamente igual de outras histórias de mistério, onde varias pessoas tem o motivo e a oportunidade de cometer o crime. O que ajudará a determinar quem matou será o diário de Sereia, que se supostamente sumiu.

Suspeitos:

Nome: Mara
Motivo: Era a empresária de Sereia, com quem Sereia brigava constantemente nos últimos tempos. E tem algo de muito errado escrito sobre ela naquele diário,  talvez sobre o caso de Sereia com ela e com Augustão. #Menage

Nome: J.B.
Motivo: Foi ele que fez com que Sereia subisse na vida, patrocinando ela. Mas nos últimos tempos ela não andava sendo muito gentil com a imagem dele. E em uma conversa com Tuta Tavares ele falou algo que deu a entender que se livraria dela. E pode muito bem ter contratado alguém pra fazer o serviço sujo.

Nome: Tuta Tavares
Motivo: Trabalhava com marqueteiro de Sereia e do Governador J.B. Ainda não temos motivos contra ele, mas aquele drama todo foi muito falso.

Nome: Jorge
Motivo: É o ex-namorado de Mãe Marina e provavelmente falava de Sereia quando se referiu ao motivo da separação e que podia acabar com ele.

Nome: Geraldo
Motivo: Alguma coisa aconteceu no passado desses dois.

Nome: Paulinho
Motivo: Além de ser o ex-namorado de Sereia, agiu muito estranho no dia do ocorrido, além de já ter sido produtor de Sereia.

Nome: Claudia Milk Leitte
Motivo: Sereia faz um cover de Ivete melhor que ela. Brincadeirinha. 2Bjs pra ti, Claudinha.

Eu esqueci de alguém? Se eu esqueci me avisem nos comentários que eu atualizo o post. Gostaria de pedir que se alguém leu o livro, não conte nada nos comentários, para não estragar a série pra ninguém.

Agora, quem vocês acham que matou Sereia? E não foi o Os-mar, Kelvin.

domingo, 14 de outubro de 2012

Beauty and the Beast - 01x01 - Pilot (Series Premiere)

Mais um clássico dos contos de fadas em releitura, será que vai ser bom? Eu acredito que sim!

Antes de começar a review de verdade vou contar uma coisa para vocês, quando começaram a sair as notícias das novas séries da CW eu, na maior rapidez da história, saí gritando pelo twitter para o Kelvin que BATB era minha rs. Agora falando sério, eu adoro de paixão contos de fadas e releituras (acho que vocês já perceberam né?) e com BATB não foi diferente, a série se passa nos dias de hoje, claro, onde temos a Beauty sendo interpretada pela linda, maravilhosa, tudo de bom Kristin Kreuk (pra quem não se lembra é a Lana de Smallville), na série óbvio que ela não se chama Bela e sim Catherine Chlander, uma mulher que é detetive policial.

O episódio começou já cheio de ação, com uma volta no tempo onde tudo começou e mudou para Cat, quando o seu carro ficou sem bateria e ela ligou para a mãe pedindo socorro, mas a sua mãe foi assassinada por um homem não identificado e Cat fugiu para a floresta, onde foi perseguida e misteriosamente salva por uma fera.

Já no tempo atual vemos Cat formada, trabalhando como detetive (alguém aí duvida que ela escolheu a profissão só pra vingar a morte da mãe?) e sendo abandonada pelos namorados depois que eles perceberam que o relacionamento não seria como Cinquenta Tons de Cinza, eu sempre gostei da atriz e ela na série conseguiu dar um show de interpretação, se mostrando forte e independente (e sarcástica) e ao mesmo tempo frágil.

O episódio é repleto de ação, com a misteriosa morte de uma mulher em um hotel no qual ela nem estava hospedada. Logo de início Cat e sua parceira Tess Vargas já descobrem o nome da mulher, que tinha acabado de ser promovida na empresa de cosméticos que ela trabalhava, e claro que as suspeitas logo vão para o marido.

O estranho do caso é que uma digital é encontrada na mulher, pertencente a um médico morto no Iraque, Vincent Keller (a nossa Fera rs), assim como o seu DNA e o mais estranho ainda é que o mesmo DNA estava no caso da morte da mãe de Cat, que acabou sendo arquivado sem solução.

Daí Cat parte em busca do mistério que gira em torno de Vincent e acaba chegando a uma fábrica abandonada, onde mora J.T. Forbes um professor e ex-colega de quarto de Vincent, lá ela descobre um pouco da história de Vincent, mas o que ela não imaginava é que ele não havia morrido no Iraque, que ainda estava vivinho da silva e que por causa de um experimento mal sucedido ele se tornou uma Fera.

O engraçado é que quando Cat descobre tudo, depois de ser salva novamente por Vincent, ela aceita tudo na boa, sem gritaria e mimimis de mulherzinha, eu achei isso legal e pode ser até porque ela já acreditava que o que tinha acontecido na noite em que a mãe dela morreu não foi uma coisa normal. Já fica claro também no piloto da série o romance que vai existir entre Cat e Vincent, só espero que eles não façam como os romances proibidos e blablabla.

Eu nunca imaginei uma releitura de A Bela e a Fera sendo mostrada como uma série policial, mas a CW acertou em cheio na produção, o roteiro é impecável, o elenco é muito bom e todos eles interpretam muito bem. Eu estou bem positiva em relação à série, apresentou um piloto muito bom e me deixou na expectativa.

sábado, 13 de outubro de 2012

Arrow - 01x01 - Pilot (Series Premiere)

Acertou o alvo em cheio.

Com ação e emoção, assim começa o Piloto da bem falada série que acaba de estrear na CW. 

Arrow começa mostrando as habilidades do sobrevivente Oliver Queen, que estava em uma ilha havia cinco anos e que de forma alguma conseguiu criar um barquinho de madeira e sair pelo mar à procura de ajuda (sinceramente, não entendi) devido a acidente em um iate onde estavam ele, seu pai, uma namoradinha que desapareceu nas águas e mais algumas pessoas que desconheço. O motivo do acidente não foi explicado (ainda), mas o que sei é que o "bad hunter" está atrás de uma doce vingança.

Quando assisti aos primeiros cinco minutos já sabia que ia gostar da série, quer dizer, desde que tinha visto os promocionais e lido a sinopse já sabia que ia gostar dela. Anyway, sempre me interessei por esses gêneros e coisas do tipo.

Bom, Oliver é salvo por uns pescadores e consegue voltar para sua cidade, para surpresa de todos que esperavam que eles estivesse morto, assim como seu pai, que também tava no iate com ele. 

Em seu retorno triunfal, Oliver descobre que sua mãe está casada com um cara que era tipo "melhor-amigo" de seu pai, só que me pareceu que ele não gostou nem um pouco dessa história.

No decorrer do episódio, vai mostrando flash backs de como ocorreu o incidente que levou o Oliver a ficar tanto tempo nessa ilha.

Seguindo, Ollie reencontra uma ex-namorada, que diz sentir muita falta dela, SÓ QUE a garota que tava com ele no iate era irmã dela (sacanagem né?!). Então ela ainda não o perdoou e ainda fica dizendo que ele deveria ter morrido no lugar da irmã. MAS, no finalzinho do episódio eles se encontram novamente, ela pede desculpa por ter dito aquilo e sim, espere para ver um futuro romance.

E para a alegria das meninas (e/ou meninos) aparece o "gostosão" de toalha em uma das cenas, arrancando suspiros e mais suspiros da galerinha. (tsc)

Voltando ao que interessa, começam a surgir problemas quando Sr. Queen é meio que sequestrado por um bando de pessoas mascaradas que lhe fazem perguntas sobre seu pai e torturando o pobrezinho. Pobrezinho? Que nada, ele conseguiu se soltar e matar todos os mascarados com suas habilidades dumal. Então ele é interrogado por um detetive, para saber quem matou aqueles caras e ele diz que foi um cara de capuz verde, somente.

Falando em cara de capuz verde, só sei que ele está atrás de umas pessoinhas por ai. Começando com um tal de Adam Hunt, que foi ameaçado e tem que transferir 40 milhões de dólares para a conta da prefeitura até as 22 horas (shit). Só que ele não transferiu. Então o cara mal de capuz teve que pegar sem sua autorização, fazendo uma tremenda bagunça no prédio do Sr. Hunt que por mera coincidência era frente ao lugar onde estava acontecendo sua festa de boas vindas, fazendo com que ele pudesse pular de um lugar para outro e ainda se sair como vítima na situação e sem entender o que estava acontecendo quando os policiais param sua festa em busca do carinha dumal.

Feito isso, o cara de capuz verde sai distribuindo os 40 milhões de dólares para todas as pessoas que o Adam Hunt havia roubado. Quanta bondade, né?

Além dos olhos vidrados durante todo o episódio, ainda fiquei de queixo caído com uma mega revelação que aparece nos últimos segundos do episódio. Sabe o que foi? 2bjs mãe. Só digo isso.

Arrow tem sido comentada por todo canto e recebendo o troféu da série que teve maior audiência em uma estreia na CW nos últimos três anos e que foi merecido. O Premiere foi surpreendentemente bom. Me desculpem o vocabulário, mas foi um puta episódio e que com certeza já está na minha lista de séries que tenho que acompanhar. 

E um importante aviso para todos: É melhor que todos assistam a série, se não, seu nome aparecerá na lista do cara de capuz verde.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Chicago Fire - 01x01 - Pilot (Series Premiere)

De Lobisomem a Tenente do Corpo de Bombeiros

Isso mesmo, depois de sua passagem em The Vampire Diaries, Taylor Kinney estreia em Chicago Fire  como Kelly Severide, sendo mais um protagonista, junto de Jesse Spencer que interpreta o Matthew Casey.

A série gira em torno do dia-a-dia de dois grupos de bombeiros, onde vai mostrando suas relações com o trabalho e a vida pessoal de cada um e blá blá blá...

Pulando essa parte, a série começa com uma missão que no decorrer dela acontece um trágico acidente que leva a morte de um dos personagens, Darden, que por sinal é muito querido por todos. Isso fez com que os dois protagonistas, Severide e Casey, se tornem "inimigos" por um culpar o outro pelo ocorrido.

"One Month Later". Como é de lei aparecer essas coisas quando se trata de mortes e recuperação pós-tramática, a história começa a se desenvolver com mais desafios para as duas equipes de bombeiros e paramédicos que vão a luta para salvar a vida das pessoas em incêndios e acidentes na cidade de Chicago.

Alguns mistérios apareceram no Piloto, que fiquei ansioso para ver como irão se desenvolver nos próximos episódios. Enfim, é uma boa série, com uma boa história e que recomendo todos a assistirem.

Sem mais informações a acrescentar, acho que a série tem potencial para satisfazer as pessoas que assistem. Com suspense, drama e com a presença de um bom elenco que pra mim, fizeram uma ótima atuação. Tenho que dizer vale a pena dedicar 42 minutos do seu dia para assisti-la. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Nashville - 01x01 - Pilot (Preview)

Não precisa fazer cara de que vai dar merda Connie, porque Nashville é puro amor.

Vamos deixar claro que eu virei fã do gênero por causa de uma linda há uns 7 anos no American Idol (2bjs Carrie Underwood), então amar a proposta, a ideia e a concepção é praticamente muito tranquilo pra mim. Ainda mais aceitar que depois do sucesso de Glee e dos mistos sentimentos despertados após Smash, a aposta da ABC depois deste episódio me pareceu sólida, coerente e com um potencial inquestionável.

Se bem que Smash também apresentou um piloto fantástico e decaiu muito em qualidade durante sua temporada de estreia, mas eu prevejo um bom futuro para Nashville, que contém um elenco talentoso e uma drama suficientemente dosado com números musicais de um estilo genuinamente americano. É basicamente impossível que a história não dê certo. Um drama centrando uma coroa, uma novinha e música country... nos EUA? Só pode dar muito certo.

A premissa da série coloca em foco a vida da cantora country Rayna James (Connie Britton), que já passou da casa dos 40 e vê seus dias de glória cada vez mais longe, caindo no esquecimento do público depois de uma carreira de 20 anos de sucesso. Por conta disso, os produtores da gravadora dão a brilhante - só que não, pelo visto de Rayna - ideia da cantora se juntar com a nova sensação do gênero, Juliette Barnes (Hayden Panettiere), o que eu chamo de "versão mais 'carnuda' e provocante de Taylor Swift", se é que deu pra entender.

Brincadeiras a parte, a história vai brincar com essa briguinha entre "aquela que um dia fez sucesso" com "aquela que hoje está no topo" e, apesar de ser completamente clichê, vai render muitos bons momentos, ainda mais se for pra ver Haydenzinha fazer cara de megaevil e sensualizar nos corredores ou em armários.

Vale falar também da barra que Juliette vem passando, com sua mãe, Jolene Barnes (Sylvia Jefferies), ligando pra pedir esmola pra comprar pedrinha de crack e patrocinar todo esse vício depreciativo dela. Claro que por esse motivo o nosso projeto de sensação da música country pega o primeiro pela frente, aliás, Haydenzinha está mais do que dada nesse piloto, passando o rodo até no guitarrista da Rayna, Deacon Clayborne (Charles Esten), que, por sinal, Rayna nutre sentimentos claros.

Seguindo a trama, temos a sobrinha do Deacon, a lindinha da garçonete Scarlett O'Connor (Clare Bowen), que apesar de namorar Avery Barkley (Jonathan Jackson), vai ser shippada eternamente com Gunnar Scott (Sam Palladio), com quem cantam o número final numa excelente compilação, atraindo os olhares do produtor e amigo de Rayna, que a coloca na linha para ouvir a canção e abrir as portas para um novo rumo.

Temos espaço para a pegada política de Nashville (parece que é moda recorrente em séries musicais, Glee e Smash já andaram por essa linha), com o poderoso e imponente político local e pai de Rayna, Lamar Wyatt (Powers Booth), que enfia o marido da filha, Teddy Conrad (Eric Close), na linha da disputa à prefeitura da cidade contra o amigo da esposa, Coleman Caldwell (Robert Wisdom), que está preocupada na conta final que isto acarretará a sua família, já que do papai megaevil ela sempre espera o pior.

Nashville estreia oficialmente dia 10 de Outubro pela emissora americana ABC e conta com a criação básica da vencedora do Oscar, Callie Khouri, e com produção de, além dela, RJ Cutler, Dae Johnson, Steve Buchanan e, da protagonista, Connie Britton.

domingo, 7 de outubro de 2012

666 Park Avenue - 01x01 - Pilot (Season Premiere)

7 days.

Aqui estou eu com a minha primeira estreia da fall, pronto pra trollar tudo e todos, só que não. Desde que eu vi a sinopse de 666 Park Avenue, eu fiquei doido pra assistir, mas fiquei com muito receio, porque toda série que eu gosto acontece alguma magica e ela é cancelada. Mas eu resolvi me arriscar e não ter medo de gostar dessa delicia.

A série conta a história de Jane, que ainda não conhece a chapinha  e Henry, um casal que consegue um emprego no hotel Drake, um hotel luxuoso onde as paredes tem ouvindo, literalmente. Lá vivem pessoas no minimo estranhas e que provavelmente vamos ver muitas vezes na temporada, como o nerd pervertido e sua mulher. 

Também tem a menina que é vidente, e sai roubando colares e outras coisinhas a mais, só pra saber o futuro das pessoas, e acho que ela vai ser uma parte importante da temporada. Outra coisa que vai fazer diferença na temporada é o colar de Jane, não sei como ou o que ele faz, mas ele tem alguma importância e nos vamos descobrir.

No comando do prédio está Gavin Doran e sua mulher Olivia, que provavelmente vão ser o grande mistério da temporada. O que eles fazem? Pacto com demo? Ele é o diabo? E a filha deles que morreu? Essa com certeza vai voltar e sambar na cara de everybody.

Eu sinceramente gostei do piloto, mas espero que melhore e não nos deixe cheio de duvidas igual algumas series fazem por ai (2bjs para American Horror Story). E agora eu gostaria que vocês comentassem o que acharam da serie ou só me xinguem mesmo, mas deem algum sinal de vida e me façam feliz :)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Partners - 01x01 - Pilot (Season Premiere)

Sabe o que é pegar pra assistir uma série só por causa de uma atriz do elenco? Foi assim que eu resolvi assistir Partners com a linda Brooke Davis Sophia Bush, e até que eu não me arrependo não. A série conta a história dos amigos de infância Charlie e Louie, que são arquitetos e dirigem uma firma juntos. Tudo muda quando Charlie (depois de uma crise, claro) pede a sua namorada, Ali, em casamento.

Eu achei os personagens bem estruturados, e dizem as más línguas que essa série de 2012 é uma cópia da série mal sucedida da FOX, com o mesmo nome. Mesmo eu só indo assistir a série por causa da Sophia, o personagem de Michael Urie, Louie, me encantou. Ele é um gay assumido, quem namora um enfermeiro chamado Wyatt, mas morre de vergonha do emprego do namorado e por isso fala pra todo mundo que o cara é médico. Wyatt é (por falta de palavra melhor) retardado, sério gente, ele solta umas frases no meio da série que te fazem chorar de rir, por causa de tamanha idiotice.

Mas voltando para o Louie, ele faz drama por tudo e da forma mais exagerada e engraçada possível. Mas ele tem bom coração, tadinho, e quando joga a merda no ventilador, quase causando o rompimento de Charlie e Ali ele tenta consertar tudo.

Óbvio que a série vai se tratar do relacionamento entre Charlie e Louie, mas eu espero que eles mostrem os outros personagens, porque senão vai ser cancelada de novo. A série é legal, engraçada (mesmo com aquelas risadas automáticas irritantes) e bem estruturada, vale a pena ver.

Apesar de ser uma sitcom meio fraca, e um enredo não tão chamativo, Partners é engraçada ao seu modo, com umas frases bem encaixadas e doses certas. Não é a melhor comédia do mundo (até porque nada supera Friends), mas é uma série pra assistir e sair do tédio.

Emily Owens, M.D. - 01x01 - Pilot (Preview)

Promissora e divertida, na medida.

Sabe quando você não espera absolutamente nada por uma série e a sua estreia te surpreende de forma tão bacana que lhe faz vomitar arco-íris com tanto amor? Pois bem, foi assim com Revenge e Once Upon a Time temporada passada, e não foi diferente com essa estreia que eu dava a mínima na CW.

Emily Owen, M.D. consegue te divertir com toda a história da personagem de Mamie Gummer, filha da estrela Maryl Streep, e o elenco funciona de forma bastante bacana nesse piloto. É impossível você não amar toda a canalhice de uma série em que a proposta é comparar a residência médica com o ensino médio.

A proposta da série é bem clássica e simples, abordando a vida e o cotidiano de um hospital-escola, mas claro, botando a vida pessoal de Emily Owens em primeiro plano. Eu achei que o recurso da narrativa constante para expressar os pensamentos da personagem iriam me incomodar, mas funcionou muito bem e nesse quesito me lembrou bastante a dinâmica de Awkward, da MTV.

A premissa traz Emily pronta para o seu primeiro dia de residência no Hospital Memorial de Denver, onde trabalhará ao lado de seu amigo e paixão secreta Will Collins (Justin Hartley, Smallville) e da sua inimiga da época de ensino médio, Cassandra Kopelson (Aja Naomi King), que promete aterrorizar em níveis escandalosos a vida da nossa protagonista, principalmente escondendo pagers. Adoro esse plot idiota.

O episódio foi bastante dinâmico, engatando três casos desconexos para nos habituarmos com toda a inteligência de Emily e a empatia que ela acaba criando por cada um dos pacientes, indo totalmente ao oposto do que sua chefe, Gina Beckett (Necar Zadegan, 24), disse. Aliás, Gina deverá ser a chefe bitch que tanto amamos odiar, mas que aos poucos vai ser conquistada por Emily.

Adorei como a história foi desenvolvida, principalmente o caso da menina que supostamente foi para o hospital depois de ter uma arritmia por causa de um garoto, mas que acabou precisando de uma cirurgia por que o coração não conseguia bombear a quantidade necessária de sangue, principalmente a cena da reanimação, em que conhecemos o motivo do apelidinho que Emily tinha no high school.

Adorei também, Tyra Granger (Kelly McCreary), que é filha do diretor do hospital e lésbica que parece que será uma das grandes aliadas da Emily durante sua jornada. Fiquei com dó da Ems depois de se declarar pro Will, mas é por esse motivo que amei mais ainda Micah Ellis (Michael Rady), principalmente na cena que ele tenta animá-la mostrando a barra dos pacientes no hospital.

Agora, é muito questão de gosto. A série tem potencial pra se tornar uma excelente dramédia médica, mas é CW e você nunca sabe o que esperar dos índices e de renovações. Já está na minha watchlist só pelo quote de que "a vida real é tão esquisita quanto o ensino médio". Esperarei então pra ver as bizarrices que ainda estão por vir, com absoluta certeza.

domingo, 23 de setembro de 2012

The Voice Brasil - 01x01 - Audições às Cegas, Parte 1

Quando o talento importa mais do que a destruição alheia.

Finalmente, depois de dois anos da criação do formato pela Talpa lá na Holanda, o reality show que virou um fenômeno mundial rapidamente estrou pela Rede Globo e com um saldo mais do que o positivo. Claro que o The Voice Brasil ainda necessita de alguns cuidados especiais, principalmente em relação à química e o desenvolvimento dos treinadores da edição.

Uma coisa também é certa, para quem acompanha as outras versões do programa, como a americana, a britânica ou a australiana, por exemplo, deve ter estranhado em muitos sentidos o que nos era mostrado. O ritmo do The Voice Brasil é completamente diferente dos seus "irmãos mais velhos", o que, na minha opinião, é muito bom e traz um diferencial pro programa - além de não contar com aquele mimimi irritante da versão americana.

Para quem não conhece a fórmula, esse episódio inicial foi um excelente tutorial para explicar, pelo menos, a fase inicial, a fase das audições às cegas, onde os treinadores ficam de costas ouvindo exclusivamente a voz do candidato, não importando se é bonito, se é gordo ou se é feio, a única coisa que importa será a voz.

O painel de treinadores da nossa versão é controverso desde a escolha inicial. Contando com Cláudia Leitte, despontando como a pior jurada da edição; com Daniel, que não fede e nem cheira; com Carlinhos Brown, indiferente; e Lulu Santos, o cretino que sambou na cara de Carlinhos e é de longe o melhor jurado; o painel não demonstra muita química, mas creio que com tempo eles melhoram. Assim espero.

Uma coisa extremamente positiva é o Tiago Leifert, que sapateia na cara de Carson Daly, apresentador da versão americana, de forma linda. Ele está bem no papel de apresentador de programa de variedades, mesmo vindo do jornalismo esportivo. Tudo bem que houve momentos que ele parecia meio perdido, mas estava bem no programa.
Assim como em todas as versões, o programa de estreia começou com uma versão bastante legal de "Assim Caminha a Humanidade", nos lembrando os bons tempos de Malhação e animando a galera para as audições que já veio na sequência.

Por falar nas audições, o The Voice Brasil consegue ser superior ao americano na questão do ritmo. Tudo bem que não deu pra criar empatia por nenhum candidato neste momento e que tivemos pouco tempo ouvindo as suas histórias, mas pelo menos não fomos martirizados pelas histórias enormes e arrastadas que vemos todo programa no parente da terra do Tio Sam.

A primeira audição do dia foi a de Gabriel Levan, que cantou "Come Together", dos Beatles. Eu achei estranho no primeiro momento por não estar esperando que cantar em inglês estava liberado, mas ele foi me conquistando aos poucos. É um cantor meio verde ainda, mas tem potencial e uma boa voz. Ele conseguiu conquistar Lulu Santos e o Daniel, e daí vimos o primeiro problema: a falta de argumentação para conquistar o candidato. Enfim, o menino escolheu o Lulu, que era o único ali com comentários bem colocados.

Em seguida tivemos a linda da Liah Soares, que ao som de "As Rosas Não Falam", do Cartola, e foi além do que eu esperava. Ela tem uma voz suave e marcante, soube trabalhar bem os vocais e acertou bem a nota mais longa. Depois de ser escolhida por todos os jurados, optou em ir trabalhar com o Daniel. Vai lá saber o porquê.

Gabriel Camilo veio em seguida e tentava conquistar os jurados cantando "A Lua Que Eu Te Dei", da diva Ivete Sangalo. Achei que ele estava cantando em um único tom, você não via bem os nuances das notas e praticamente não ouvi um melisma bem feito. Claro que ele pode ser melhor desenvolvido futuramente, mas achei apenas ok. E a minha explicação foi mais convincente do que a de todos os jurados ao não virarem suas cadeiras... Acho que deveriam ter me chamado pra ser jurado dessa naba.

Pra quem acompanha a fórmula sabe que duos é bem comum, mas vamos fingir que fomos surpreendidos ao ver Bruno & Camila tentarem a sorte no programa. Os irmãos cantaram "Just a Kiss", da banda country Lady Antebellum. Confesso que só amei pela beleza da lindinha da Camila, achei um pouco desentrosado e sem harmonia, mas apresentam bastante potencial. Foram escolhidos apenas por Carlinhos Brown.

Depois disso tivemos Hercinho Gouveia, que tentou convencer os jurados ao som da canção "Chuva", da banda reggae Planta e Raiz. Eu fiquei entediado, mesmo gostando do estilo e da versão original. Achei monótono e sem graça. Próximo.

Digo, a próxima. A excelente Ellen Oléria, que desponta como a minha preferida nesse episódio de estreia. Ela tocou e cantou "Zumbi", de Jorge Ben Jor. Com 20 segundos de audição já tinha comovido 3 dos 4 jurados. Ela é uma cantora powerhouse cheia de energia, com uma voz excelente e me fez amar cada verso da canção. Escolheu ir trabalhar com Carlinhos Brown, por "vínculo estético", seja lá o que isso signifique.

E você fica se perguntando: "E Cláudia Leitte? Tava dormindo?" Pois bem, depois de ficar muito ocupada arrumando incessantemente o cabelo, ouviu o Breno Lima, que parecia um cover do Jota Quest ao cantar a canção da banda, "Do Seu Lado", e depois de disputá-lo com Carlinhos finalmente saiu do zero-a-zero.

E com Gustavo Fagundes só faltou tocar "I'm Sexy and I Know It", porque até o Tiago Leifert ficou nos atentando a beleza do rapaz. Mas como isso não importa, lá foi o moço - uma versão mais malhada do Marcelo Adnet - cantar "Viva La Vida", do Coldplay. A voz é boa, não é das melhores pelo que vimos no programa, mas gostei do timbre, acertou aquele falsete e mandou bem nas notas mais altas. Foi escolhido por todos, mas optou ir trabalhar com Lulu Santos. Sábia escolha, rapaz.

Em seguida tivemos Mayara Prado tentar conquistar os jurados com a música "Fruto Especial", do Bruno & Marrone. Enquanto eu ficava esperando o Daniel virar, o Carlinhos Brown foi mais ligeiro e o único a querer a moça. Outra coisa, só eu fiquei meio distraído olhando para um certo lugar em vez de prestar atenção à sua voz?

Se não consegue vaguinha no The Voice americano, nada melhor do que vir pro Brasil. Brincadeira, mas a nova-iorquina Alma Thomas, falando melhor português do que muitos brasileiros, foi a primeira a tentar o "Adele Card" e apresentar "Someone Like You" da diva britânica. Mesmo gostando da voz e achando que ela errou em alguns momentos, desejava ver o Simon Cowell nesse painel falando "please, don't sing Adele". Foi aprovada por todos e escolheu o Daniel para ser seu treinador.

Tempo para a audição de Greicy Schwendner, que quando houver o makeover para a fase de programas ao vivo, precisará trocar desse nome. Cantou a música "Tempos Modernos", abertura da atual temporada de Malhação e que pertence ao Lulu Santos, com muita energia e poderio vocal. Amei com todas as minhas forças. Foi escolhida apenas pelo Lulu. Que sorte, hein!

Sabe aquele reality que buscou o elenco do High School Musical? Então sabe aquela série (Quando Toca o Sino) que foi criada posteriormente a gravação do filme? E daí é apresentada como backing-vocal do Latino e eu fico me perguntando "Como assim? Ela canta quinze vezes melhor!". Mas Karol Cândido realmente surpreendeu a todos ao cantar um mash-up de "Negro Gato", de Renato e Seus Blue Caps, com "Vem Quente Que Estou Fervendo", do Erasmo Carlos. Voz sensacional, linda e com talento. Minha favorita. Foi escolhida pela Cláudia e pelo Carlinhos, e escolheu o segundo ao ouvir o comentário cretino de Cláudia: "A gente tem cabelo igual! Vem!".

Tivemos também Marianna Eis, que cantou uma versão meio blues da canção dos jurados da versão americana, Adam Levine (Maroon 5) e Christina Aguilera, com "Moves Like Jagger". Adorei a versão, achei bastante original e única. Gostei da candidata e tem boa voz. Foi escolhida por Carlinhos e Cláudia, mas escolheu a Cláudia Leitte.

Finalizando o programa comigo me perguntando "como chegou uma carta naquela oca?", foi a vez do índio Yuri Maizon, que quando subiu ao palco estava parecendo uma versão bisonha do Luan Santana. Cantou "Sinônimos", de Chitãozinho & Xororó, e me surpreendeu, mostrando um talento bastante bacana, aliás, acima de alguns dos aprovados. óbvio que ele não possui conhecimento técnico, mas se fosse escolhido ele poderia ser bem desenvolvido. Uma pena.

Semana que vem tem mais The Voice Brasil, com mais candidatos para mostrar seu potencial e surpreender os jurados. Por enquanto, vamos recapitular os times, além de adicionar a minha opinião particular sobre o time a qual estou torcendo.

Team Lulu: Gabriel Levan, Gustavo Fagundes e Greicy Schwender.
Team Carlinhos: Bruno & Camila, Ellen Oléria, Karol Cândido e Mayara Prado.
Team Cláudia: Breno Lima e Marianna Eis.
Team Daniel: Alma Thomas e Liah Soares.

Mesmo achando que o Lulu é o melhor jurado, o melhor time é o do Carlinhos. Adorando a Ellen e a Karol, são as melhores e as minhas preferidas, apresentam boa qualidade vocal e possuem qualidade técnica, sem contar o potencial. Então veremos.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Go On - 01x01 - Pilot (Season Premiere)

Nosso querido Chandler Bing – opa, Matthew Perry – está de volta às telinhas!

E posso dizer que ele está estranhamente mais atraente? Ou só eu que achei isso? Anyway, dessa vez, o eterno Miss Chanandelor Bong encarna em Go On um locutor esportivo chamado Ryan King.

Ryan, ainda que devastado pela perda de sua mulher tenta seguir com a vida voltando ao trabalho, mas é obrigado pelo seu chefe Steven (Mr. Sulu de Star Trek) a fazer terapia em grupo antes de poder voltar à ativa. Contrariado, ele vai ao grupo “Life Change” armado de Ipod com seus antigos programas de rádio.

Logo transforma a terapia em um concurso de “quem sofre mais”, com 5 segundos para choramingar. Descobrimos ai que a terapia tem os mais inusitados participantes: George um velhinho cego, Anne uma viúva recente que ainda está no estágio de raiva, Sonia uma gordinha que perdeu o gato, Danny que foi pra guerra e voltou chifrudo, e Fausta uma mexicana que ninguém entende porcaria nenhuma que ela fala, mas ao que parece, perdeu o pai e o irmão.

E quem comanda essa cambada de malucos é Lauren que não tem qualificação nenhuma além de sua experiência no programa "Vigilantes do Peso". Além de tudo isso, ainda contamos em Go On com – wait for it - Tyler James Williams, o Chris  de “Everybody Hates Chris”! E não, ninguém pediu para ele passar 1 dólar dessa vez. Ele é Owen um adolescente que não fala muito e que irmão está em coma.

Depois de muito mimi do Ryan em 20 minutos de programa em que ele não precisa de terapia e depois de ter feito Lauren assinar seu formulário para voltar ao trabalho, soltando um dos melhores quotes do episódio “You’re a very nice lady, I’ll send you all my sad friends!”, ele finalmente surtou de tanto reprimir seus sentimentos. King então volta à terapia e faz a felicidade de todos os loucos levando-os para correr atrás da câmera do Google Street View, vestidos de cavaleiros medievais.

Resumindo, é uma série para se dar muitas risadas? Não. Mas possui muitas tiradas à la Mr. Bing, mistura a dose certa de drama e comédia, e certamente merece uma chance de ser assistida. Fica a dica!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Ben and Kate - 01x01 - Pilot (Preview)

Empolgante, divertido e muito fofo.

Esse episódio piloto já foi uma história imensa para conseguir vê-lo, mas posso te dizer que valeu muito a pena. Ben and Kate já me conquistou com pouquíssimos minutos de tela e essa relação entre irmão, irmã, amigos e sobrinha promete nos divertir muito além do que eu esperava.

Pra falar a verdade, depois que alguém me disse que isso era uma versão de Melissa & Joey eu saí correndo, porque né, nem preciso dizer mais nada. Mas talvez a dinâmica entre irmãos possa ser parecida, mas diferentemente da série da ABC Family, Ben and Kate consegue te divertir com coisas simples e terminar com aquela sensação de dever cumprido como um entretenimento leve e divertido, despretensioso e hilário, e com uma dose leve de sentimentalismo e amizade.

Um ponto positivo é que a série consegue mesclar e atingir todos os públicos, de forma simples e divertida, e ser um bom programa familiar na televisão americana. O timing cômico é sensacional e todos personagens funcionam bem, desde o trio da família Fox, aos dois amigos coadjuvantes.

A premissa é simples e contará a vida de Ben (Nat Fox) e Kate (Dakota Johnson), dois irmãos que se uniram na infância em virtude de morarem num lar conturbado. O primeiro, o irmão mais velho, faz o típico bobalhão inconsequente e que ainda não amadureceu, enquanto a segunda, a irmã mais nova, teve que amadurecer rapidamente por ter engravidado cedo de Maddie (Maggie Elizabeth Jones), a lindinha de 5 anos.

Como os amigos tivemos Tommy (Echo Kellum), o melhor amigo de Ben, insano e inconsequente assim como Ben, e BJ (Lucy Punch), melhor amiga da Kate, que me ganhou inicialmente pelo sotaque britânico, pela beleza e pelas excelentes piadas, não necessariamente nesta ordem.

Este primeiro episódio foi um conjunto de bons momentos para todos personagens, uma raridade se tratando por série de comédia. Com diversas confusões sobre transar pela primeira vez depois de cinco anos na seca desde o nascimento da filha e a tentativa para impedir um casamento, Ben and Kate cumpre seu papel com perfeição e exibe, provavelmente, um dos melhores pilotos de série cômica que eu já vi.

Criada por Dana Fox (a mesma criadora de New Girl), a série estreia oficialmente pela FOX americana apenas dia 25 de setembro e é, provavelmente, uma das melhores pedidas como série de comédia da nova safra. Fica a dica.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Revolution - 01x01 - Pilot (Preview)

O que esperar quando você não está esperando?

Vamos analisar os fatos e sermos bastante realistas, o que achar de um episódio em que você já fica com os dois pés atrás e não espera absolutamente nada? É uma pergunta que pode ser levado a um lado positivo, pela série não ficar com o paradigma de ter que lhe surpreender. Em contrapartida, eu também não tenho nenhum senso de parâmetro pra avaliar com precisão o que achei do piloto de Revolution.

Proposta da NBC e assinada por Eric Kripke (Supernatural) com produção executiva do mito onipresente J.J. Abrams (Lost, Fringe, Alias, Felicity e outra caralhada de séries flopadas), a série traz um mundo pós-apocalíptico que qualquer semelhança com Terra Nova não é mera coincidência.

Aliás, Terra Nova é praticamente a série a ser comparada com Revolution, pelo menos em seu piloto bem produzido e com uma história inicial que não fedia e nem cheirava, cheia de mistérios e enigmas que ninguém entende e espera que algum dia vá entender. Ou não.

Curiosamente, o piloto de Revolution me deixou a mesma sensação do piloto de Terra Nova me deixou na temporada passada. Ele não chega a me instigar e sair correndo dizendo "melhor série EVER", mas tampouco me deixou infeliz ou descontente com o que estava vendo. Ao todo, pode-se considerar que Revolution cumpre o papel sob vista do entretenimento barato e terá o dever de tentar conquistar a minha confiança com o decorrer de seu arco principal.

Claro que alguns exageros me incomodaram em certos pontos e a agilidade utilizada em alguns pontos me deixou com a sensação de vazio, mas a série não conseguiu me entediar, o que já é um feito que Elementary (CBS) não conseguiu.

A série começa com uma passagem anterior ao blackout, que foi mostrada nas promos e não era nenhuma novidade para quem viu o material promocional. Absolutamente nada é explicado e o que vemos é apenas um tal de Ben tentando ligar pro irmão dizendo "está acontecendo" e querendo que você compre, a partir daí, a história proposta. O que vemos antes é ele fazendo um backup num pendrive esquisito e, de repente, tudo já aconteceu e estamos vinte anos após os acontecimentos, com uma vilinha típica de Terra Nova e sem nenhum tipo de energia no planeta.

Depois disso, e muitas tomadas de cidades desérticas e consumidas pela selvageria alheia, fomos sendo introduzidos a nova realidade da terra na tal vilinha citada acima com uma visão sobre quem deverá segurar a série como protagonista. Charlie (Tracy Spiridakos) é muito boa (se é que você me entende, nos quesitos dispensáveis para uma excelente atriz), mas consegue ser tão insossa que sequer ficar preocupado com ela você fica.

Charlie é a menina filha do tal tiozinho que salvou o arquivo do blackout num pendrive megaevil e que parece ter informações privilegiadas a respeito do que teria acontecido, e a interação com o irmão, Danny (Graham Rogers), no começo é tão ruim que isso você deleta do episódio, por favor.

A cena que introduz você ao contexto atual é rápida e se não prestar devida atenção você se perde quando aparece uma milícia atrás do tiozinho do pendrive megaevil, mas como o filho que, além de péssimo ator, fode tudo, o tiozinho do pendrive megaevil morre e como Capitão Neville (Giancarlo Esposito) é muito bonzinho, levou o moleque do tipo "é o que tem pra hoje".

Como a irmã é muito feliz e ouve de seu pai em seu último suspiro que ela deveria ir atrás de titio, sai alucinada com madrasta, Maggie (Anna Lise Phillips), e amigo nerd do papai, Aaron (Zak Orth), a tiracolo pra tentar saber como vai prosseguir a vida. Profundo, não?

A cena no matinho com a menina encontrando um cara avulso com um arco e flechas na mão e sabendo da existência de uma milícia é sinônimo de que você deduz e espera por uma cagada adiante, sim, claro ou com certeza? O fator previsibilidade também não foi legal nesse piloto. A apresentação do tio Miles (Billy Burke), também muito ágil, e a sequência alucinada de ação foram boas, um pouco exageradas, é verdade, mas divertidíssima.

É claro que a série precisa acertar alguns pontos e saber trabalhar o seu futuro para que não se torne uma Terra Nova. Revolution tem um bom potencial para hit, como também para uma bomba gigantesca, o próximo episódio será fundamental para concretizar minha posição sobre o que vi, portanto, acho que terei que esperar até para me decidir definitivamente.

P.S.: Amei a personagem Maggie e sua "vodca batizada", assim como o fato do Aaron ter sido um executivo da Google, genial.
P.S.: Revolution estreia oficialmente dia 17 de setembro pela NBC.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Elementary - 01x01 - Pilot (Preview)


Quando você não conseguir deduzir qualquer coisa... Joga no Google.

Como fazer de uma série que tenta trazer elementos diferentes a um grande clássico e, ao mesmo tempo, tentar manter-se o mínimo fiel ao original? Esse é um dilema que toda série adaptativa precisa enfrentar, mas será que no caso de Elementary isso funcionou?

Elementary é a aposta da CBS como um dos principais projetos para esta Fall Season, começou inicialmente como a tentativa de adaptação de Sherlock (BBC), mas que foi impedida pela emissora britânica. Visto isso (e em como a CBS nos EUA é o equivalente a Globo no Brasil), a “emissora do olho” (não Band, não é você) decidiu simplesmente maquiar alguns elementos e criar a sua própria versão para os clássicos de Sir Arthur Conan Doyle.

A proposta da CBS é trazer o Sherlock Holmes para Nova Iorque e mudar John Watson por Joan Watson, ninguém ia notar que o primeiro tem um pênis de diferença, creio que foi isso que eles pensaram.

Um problema neste instante ao “trocarem” o sexo do Watson (muito mais para não sofrerem nenhum processo da BBC), a série acabou criando uma barreira muito grande que é um dos pontos positivos do que é mostrado em Sherlock, lá nós vemos a interação de dois grandes amigos, aqui estamos certos de que essa interação será completamente diferente.

Em Elementary, começamos com Sherlock Holmes (Johnny Lee Miller), ex-consultor investigativo da Scotland Yard (a polícia britânica) que se mudou para Nova Iorque para se tratar com problemas narcóticos. Por conta disso, seu pai acaba por contratando a ex-cirurgiã Joan Watson (Lucy Liu), para servir de companheira e tutora no processo de reabilitação do Sherlock durante seus dois primeiros dias fora da clínica.

O piloto se utiliza de um caso fraco, com estruturas investigativas simples e nada de criativo por parte da produção da série, que opta por resoluções rápidas e previsíveis, onde até mesmo o telespectador americano médio (leia-se: “os burros desalmados e inúteis que só assistem CSI ou NCIS”) conseguiria resolver com o fechar dos olhos.

A série também fez uso de um clichê tão tosco para resolver o enigma que só me fez sentir repulsas, comparado ao brilhantismo transmitido por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman na série britânica, com Watson derrubando um arquivo completamente sem querer e desvendando todo o mistério do episódio.

De fato Elementary também tem seus pontos positivos. Johnny Lee Miller consegue incorporar bem o personagem, mesmo me lembrando muito das feições dos protagonistas de The Mentalist e de Perception. Uma surpresa positiva pra mim, pelo menos, foi que Watson sendo uma mulher não atrapalhou o desenvolvimento do relacionamento, neste ponto, entre ela e Sherlock. Lucy Liu é boa atriz, inegável, e consegue bem sustentar a personagem.

Uma coisa que eu também percebi é em como a residência do Sherlock em Nova Iorque lembra a utilizada em Sherlock, aquela mesma escada e algumas das tomadas foram similares em absolutamente todos os pontos.

Senti falta também de referências a obra literária, acho que o costume de ver que na série britânica vemos adaptações de cada conto tenha atrapalhado um pouco na minha percepção e eu ter me incomodado com a falta das referências.

A série apresentou uns pontos cômicos com tiradas rápidas, mas nada de genial ou que te faça morrer de rir, mas o suficiente para te descontrair nas cenas longuíssimas de diálogo entre Holmes e Watson.

Fazendo um balanço como um todo do que foi apresentado, Elementary tem bons elementos, precisa acertar obviamente alguns pontos e precisa de casos que realmente empolguem e façam aquele mesmo “americano médio” pensar, coisa que provavelmente não fará com este caso apresentado.

Eu darei mais uma chance de Elementary me conquistar e tentar apagar essa má impressão que me foi deixada, só espero não me arrepender profundamente daqui alguns meses. A série estreia oficialmente pela CBS dia 27 de setembro.

P.S.: Esse uso recorrente da palavra “companion” foi uma baita sambada disfarçada na cara do Moffat, os espectadores de Doctor Who entenderão.

sábado, 25 de agosto de 2012

The Inbetweeners US - 01x01 - First Day (Series Premiere)

É assim que os remakes da MTV são feitos.

Serio, será que a MTV não percebeu que fazer remake de series britânicas não dá futuro? Eles não lembram de Skins não?

Quando eu soube que a MTV teria uma nova série, pensei que seria algo bom, tipo Awkward ou Teen Wolf, então fui eu, a pessoa super legal que sou, ver essa bagaça. Resultado: fiquei entediado durante quase todo o episódio. Tirando apenas uma ou duas partes que realmente você consegue rir.

A série conta a história de Will, que acabou de mudar de cidade e se encontra no seu primeiro dia de aula. Ele é o rei dos nerds (nada contra) e um provável perdedor. Lá consegue amigos, que também são perdedores e assim começa sua vida idiota e sem nexo.

Não foi só a historia que não me conquistou, as interpretações também não são muito boas. Além do mais a série cai em vários clichés , mas ao invés de tornar isso bom (como Jane By Design fazia), não consegue conduzir a historia para algo aceitável. A unica coisa que é aceitável da série são as musicas, mas também se nem isso fosse bom, a MTV tinha que fechar, porque né.

Pelo índice de audiência da estreia, essa bagaça não vai durar muito tempo não. E também eu não vejo motivos para isso acontecer. Com isso a MTV aprende uma lição, não copiar mais as séries britânicas.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Anger Management - 01x01 - Charlie Goes Back to Therapy (Series Premiere)




Anger Management é uma adaptação do filme Tratamento de Choque (2003). Na comédia, Charlie Sheen interpreta um ex-jogador de baseball, também chamado Charlie ( por favor, tente não se lembrar de Two and a half men ), que tem frequentes ataques de raiva e em uma tentativa de quebrar o taco de baseball na perna, acaba quebrando o próprio joelho, tendo que abandonar definitivamente o esporte.

Charlie cansado de seus ataques de fúria resolve cursar faculdade de psicologia e passa a trabalhar como terapeuta, passando a tratar pessoas com o mesmo problema que ele.
“ Não pode me demitir. Eu me demito. Acha que pode me substituir ? Vá em frente. Não será a mesma coisa. Acha que eu estou perdendo, mas não, estou...” ( Charlie Sheen, “cuspindo no prato que comeu”)
Essa frase citada a cima foi o primeiro momento de Anger Management, achei extremamente desnecessário e deselegante da parte do Charlie jogar essa indireta para Two and a Half Men ( foi isso mesmo, não estou louca), não teve nada a ver com a série e perdeu uma ótima chance de começar a série mostrando que ele superou totalmente a fase conturbada que ele teve em Two and a Half Men.

Críticas a parte, achei um barato a “nova família” do Charlie, ele tem uma filha chamada Sam que tem TOC ( adorei a atuação da Daniela Bobadilla), a personalidade dela me parece muito interessante e acho que vai dar muito “pano pra manga” essa relação pai e filha.

A série é composta também por outros personagens, como a ex-mulher de Charlie, Jennifer ( Shawnee Smith) uma mulher aparentemente equilibrada cuja Charlie tem uma boa relação. 

Na série não poderia faltar sexo sem compromisso, claro, que fica a cargo de Kate ( Selma Blair ) a terapeuta e “amiga com privilégios” de Charlie, confesso que ainda não consegui formar um conceito sobre ela.

A série será composta de vários atores regulares e semirregulares, como o amigo e vizinho do Charlie ( cujo eu não sei o nome), seus pacientes e algumas pessoas que trabalham em lugares que ele frequenta.

Não fui muito com a cara daquela Lacey, achei a personagem meio “ Lindsay Lohan” a princípio, e também não gostei muito da atriz, que parece uma múmia repleta de botox sem muita expressão.

Finalizando, ainda é muito cedo para tirar conclusões concretas da série, determinar o rumo e traçar o perfil dos personagens. Alguns críticos já começaram falando muito mal da série, da trilha de risadas, das “piadas sem graça” e dos personagens “sem sal”.

Assista a série de “coração aberto”, assim fica mais fácil tirar suas próprias conclusões e se divertir com uma série que promete.

Anger Management estreou pelo canal FX, teve uma ótima audiência, em média 5.47 telespectadores no primeiro episódio e 5.74 no segundo. A princípio foram encomendados 10 episódios e se a série manter uma boa audiência a FX encomendará mais 90 episódios e teremos muito o que comentar por aqui.

domingo, 3 de junho de 2012

Continuum - 01x01 - A Stitch in Time (Series Premiere)

Você já viu isso antes.

E nem vou muito longe logo nesta frase inicial para descrever o que foi este episódio de estreia de Continuum. Se você pegar e distorcer um pouquinho sem o elemento de ficção científica, Continuum é praticamente uma versão sci-fi de Alcatraz, dentro de suas limitações comparativas e com a premissa de ir prender uns fugitivos que estão em "outra linha temporal por qualquer que seja o motivo".

Só que existe um grande abismo quando vimos como uma produção canadense e de baixo orçamento conseguiu criar tão bem seus elementos futurísticos e engatilhar uma premissa promissora com elementos que podem fazer sucesso numa emissora a cabo.

A minha maior preocupação com Continuum era exatamente a falta de dinheiro para garantir bons efeitos e construir sua mitologia a partir dele. Claro que as cenas no futuro duraram pouco menos de 10 minutos e a "fuga temporal" foi uma escapatória para voltar para o presente e se desenvolver aqui, em 2012, nas ruas de Vancouver.

A série traz um grupo de terroristas de 2077, que para fugir de sua sentença de execução, tenta voltar em seis anos no tempo, mas tem dois problemas: o primeiro, é que trouxeram a Protetora, uma espécie de policial deste futuro, Kiera Cameron (Rachel Nichols) consigo e acabaram voltando 60 anos no tempo.

O grupo terrorista, conhecido como Liber8, tenta lutar contra o governo do Congresso Corporativo, formado por grandes empresas que assumiram o controle global quando os governos entraram em falência. A discussão ética e moral, além da pequena crítica a atual situação dos governos, deram um primor e inteligência bastante interessante para a série.

O problema é que, aparentemente, vamos ver que os integrantes do Liber8 estarão lutando por uma causa "justa", guardada as proporções de justiça e ataques terroristas que causaram a morte de 30 mil pessoas. É bastante claro que, caso a série ganhe uma segunda temporada, veremos Kiera lutando ao lado dos "vilões" para garantir que o controle corporativo caia.

Posso estar enganado pela violência dos "terroristas" da Liber8, mas, para mim, a influência deles no nosso presente pode mudar o futuro para até pior do que já é. Talvez seja este o ponto da temporada, tratar e mostrar que a causa, mesmo analisada com uma visão míope, pode ser o lado correto da história.

Um problema, em minha opinião, foi a revelação rápida e simplória de quem é Alec Sadler (Erik Knudsen). Alec é, em 2012, um garoto gênio e nerd que descobre que uma de suas invenções começou a funcionar graças a chegada de Kiera. Na verdade, Sadler foi quem inventou a tecnologia e construiu um império com uma indústria tecnológica que fornece os equipamentos para a polícia de 2077.

Não sei quanto a vocês, mas a função de seu padastro na história pode ser importante para a criação futura do personagem. Ficou claro que ele tem tudo e mais um pouco para virar um vilão próximo à William Bell (Leonard Nimoy, em Fringe). Claro que são só estipulações, mas seria interessante ver como e porquê a transformação aconteceu.

O que também pareceu é que ele pode ter sim tido alguma relevância para a fuga do chefes da Liber8, tanto é que o marido de Kiera - que trabalha na Sad Corps. (empresa de Sadler no futuro) - soou um pouco preocupado em vê-la na sala de execução,não sei se foi por causa do dispositivo que eles acionaram ou se ele sabia dos planos de fuga, mas tudo foi um pouco estranho demais.

Eu não sei quais são os pontos e como a série quer ser desenhada, ela tem bons elementos sci-fi e na parte policial não pecou em nada (a não ser no policial que a Kiera arrumou como encosto). Darei a chance que dei a Fringe para Continuum e espero não me decepcionar em nada.

domingo, 27 de maio de 2012

Duets - 01x01 - Superstar's Greatest Hits (Series Premiere)

Let's duet!

Duets é o novo programa de competição musical da ABC e grande aposta para pegar os telespectadores de programas similares durante esta Summer Season. A intensão do programa é encontrar uma pessoa - assim como o Idol, X-Factor e Voice - para gravar com a Hollywood Records (gravadora de Queen, Demi Lovato, Selena Gomez e Miley Cyrus, por exemplo).

Buscando o sucesso, o programa tem a seguinte dinâmica: fazer duetos com os mentores/treinadores/jurados e tentar conquistar a pontuação do jurado adversário, que avaliará os requisitos de performance (em relação a voz) e apresentação (em relação a postura e desenvolvimento artística no palco).

O maior problema da edição foi a ausência de uma explicação mais precisa da fórmula. Em todos os sites americanos que visitei e comentaram sobre a estreia recebeu comentários de que ninguém entendeu a fórmula. Pra falar a verdade, nem eu entendi bem como o negócio andará.

Tipo, cada um dos jurados tem uma dupla no seu time e eles fazem duetos com seu "treinador". Então como eu vou votar numa pessoa pra gravar um disco se eu só vou ouvir ela cantando com outra? Talvez essa lógica não seja muito inteligente, digamos.

Outra coisa, o público não vota? Se seguirem a linha do reality de moda da NBC, Fashion Star, o público não irá interferir no programa, mas eu, em minha opinião, creio que esta fórmula com o distanciamento do público pode fazer com que eles também se afastem do programa e tenha baixos índices de audiência.

O meu maior problema foi o fato de não conhecer as notas que foram dadas. Depois de cada apresentação era apenas mostrado um "leaderboard" com a classificação dos candidatos. Acho que manter as coisas no mistério é um tiro no pé.

Eu gostei da forma como foi apresentada a audição dos candidatos, apesar da produção ter deixado a coisa um pouco óbvia demais, mas eu estava esperando por um episódio inteiro dedicado só às audições e por isso acho que gostei da dinâmica abordada aqui.

Mas o programa teve bos momentos. O começo foi arrasador com os jurados se apresentando cantando "Let Me Entertain You". E vamos conhecê-los:

A vencedora da primeira edição American Idol, a minha diva pop preferida, vencedora de dois Grammys, vendeu mais de 26 milhões de discos pelo mundo inteiro, tem três MTV Video Music Awards, 12 expressivos Billboard Music Awards, quatro American Music Awards e três singles número 1 da Hot 100 Billboard. É claro que estou falando de Kelly Clarkson!

Dono de nove Grammy Awards, inúmeras colaborações, e substituindo Lionel Richie, temos John Legend! Autor de inúmeras canções para Usher e Mary J. Blige, considerado atualmente como uma das referências da música soul americana e que me divertiu horrores nesse piloto, temos Robin Thicke!

Por fim, mas não menos importante, integrante do duo Sugarland, vencedora de 1 American Music Awards, 2 Grammys, 16 prêmios relacionados à indústria country (ACM, CMT Awards e CMA) e dona de uma das vozes country que eu mais amo nesse mundo, temos a fofíssima Jennifer Nettles!

O cargo de apresentador ficou com Quddus, que apesar de não ser nenhum Ryan Seacrest da vida, ele está a quilômetros luz de ser comparado com Steve Jones ou Carson Daly, ocara é bastante simpático apesar de ter a cara de "feliz", para não dizer qualquer outra coisa.

Vocês devem se perguntar se depois de tudo isso irei acompanhar o programa, então deixa eu sambar na minha própria cara por que eu irei sim acompanhar Duets semanalmente. Em que outra oportunidade eu teria de ver Kelly Clarkson e Jennifer Nettles toda semana? Pois então, vamos relevar qualquer coisa, pois estamos na Summer e não tem muita opção de série para acompanhar neste período, então, sem mais delongas, vamos às apresentações (com o tema de "maiores canções dos jurados").

J Rome
Parceira: Jennifer Nettles
"Tonight", Sugarland

E definitivamente a Jennifer Nettles é uma besta (vocalmente falando), como o Robin Thicke bem disse. Ela acerta as notas de uma forma sensacional, mas estamos aqui para ouvir e julgar J Rome. Não sei se foi meu instinto de ficar olhando para a Nettles no palco, mas achei que ele ficou sumidinho no palco. Eu gostei da canção e da forma como os vocais combinaram, mas faltou algo no J Rome que vai além de sua jaqueta preta com paetês.

Johnny Gray
Parceiro: John Legend
"Ordinary People", John Legend
Liricamente falando e tecnicamente falando, acho que o Johnny recebeu a canção que mais beneficiou um candidato na noite. O melhor foi o arranjo que o John Legend colocou na música com o piano, fazendo a voz do Johnny por vezes se transpor sobre a voz do próprio Legend. Talvez por este motivo eu tenha gostado da apresentação. Ri com o Quddus enxugando o suor dele.

Olivia Chisholm
Parceiro: Robin Thicke
"Lost Without U", Robin Thicke
Deixa eu dar uma de fã-bomba dessa canção. Sério, nem eu sabia que eu conhecia essa canção inteirinha e eu simplesmente adorei o dueto! Olivia não é a coisa mais bonita do mundo, mas ai se eu te pego. Voltando, eu curto bastante o timbre de voz dela, acho que combinou perfeitamente com o do Thicke e tudo no dueto deu certo. Ela acertou cada nota como um atirador de elite acerta cada alvo. Excelente!

Jason Farol
Parceira: Kelly Clarkson
"Breaking Your Own Heart", Kelly Clarkson
Música desconhecida do grande público KC? A maior surpresa mesmo foi ver que a Kelly escolheu ele mesmo depois de vê-lo começar a chorar em frente à sua plateia enquanto "duetavam" durante um show da cantora. Enfim, ele é um fofo, mas pra mim foi o pior da noite. O problema foram alguns erros de afinação e de conexão durante o dueto.

Bridget Carrington
Parceiro: John Legend
"Tonight (Best You Ever Had)", John Legend

Vamos traduzir o que a Jennifer Nettles disse: "This was just sophisticated". Em outras palavras: "Olha, eu vou falar a verdade entre linhas e isso foi chato feito uma festa sofisticada". Sim, não foi muito bom e tudo monótono. O melhor da apresentação foi o próprio John, mas nós sabemos que quem compete é a Bridget, por isso não gostei.

John Glossom
Parceira: Jennifer Nettles
"Stay", Sugarland
SENSACIONAL! Ele simplesmente conseguiu cantar perfeitamente uma das canções que eu mais gosto de Sugarland. Pra falar a verdade, eu achei que ia xingar muito ele, mas não! Adorei tudo, ambas as vozes funcionaram, a dele em um gospel-modern e a dela no clássico country. Perfeito.

Alexis Foster
Parceiro: Robin Thicke
"Magic", Robin Thicke
Vamos falar de sinceridade, acho que temos algo peculiar nesta performance que a difere das outras. A música é muito boa, a voz da Alexis com a do Robin funcionaram, mas eu não consegui gostar da apresentação como um todo. Problema? Primeiro, façam o favor de vestir a coitada da mulher direito. Depois, ensinem essa garota de algo chamado "stage quality", no qual eu acho que dela passou longe. Grande voz, fraca e esquisita apresentação.

Jordan Meredith
Parceira: Kelly Clarkson
"Stronger (What Doesn't Kill You)", Kelly Clarkson
Eu entendo que a Kelly encontrou uma boa candidata em um "pacote" um pouco não-convencional, mas vamos concordar que a Jordan desafinou por ter ficado nervosa. O nervosismo tirou o seu melhor e os versos de abertura ficaram trêmulos e fora de tom. Outra coisa que ficou claro foi que as vozes ficaram indistintas uma da outra, você não sabia onde começava a voz da Kelly ou onde começava a da Jordan.

Bom, vamos à classificação da noite de acordo com os jurados e com a minha opinião.
Pos
Candidato
Minha opinião
1
J Rome
John Glossom
2
Johnny Gray
Olivia Chisholm
3
Alexis Foster
J Rome
4
John Glossom
Johnny Gray
5
Olivia Chisholm
Alexis Foster
6
Bridget Carrington
Jordan Meredith
7
Jordan Meredith
Bridget Carrington
8
Jason Farol
Jason Farol
Semana que vem o tema é "Classic Duets", onde eles terão que cantar duetos memoráveis com seus treinadores. Assim como esta semana, ninguém será eliminado, é apenas uma demonstração do poderio de cada um na competição e do que eles irão apresentar no decorrer da temporada.