Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Órfãos de Série: My Wife & Kids (Eu, a Patroa e as Crianças)

Depois de algumas semanas sem colunas aqui no blog, acho que dessa vez tudo vai dar certo e entraremos nessa fall com todas as colunas em dia. E nessa semana, eu e a Nanda resolvemos trocar de coluna, por motivos de falta de inspiração.

Fazia já um bom tempo que eu queria expressar meu amor por Eu, a Patroa e as Crianças, então vou aproveitar esse espaço que foi cedido obrigatoriamente generosamente pela Nanda.

Agora me diz, quem nunca assistiu isso antes?


Sério, se você nunca viu, não teve infância. A série passava todos os dias no SBT e me fazia rir do começo ao fim com as confusões dessa família muito doida.

Ela contava a história de Michael Kyle e sua família, onde eles vivem as situações nada normais. Eu acho que das séries que eu assistia antigamente, essa foi a que mais me marcou. E isso aconteceu por vários motivos, como os bordões que pegavam, acho que todo lembra dos vários "ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ NO" que eram falados na série.

Durante as cinco temporadas, a série conseguiu ir melhorando a cada temporada. Como na temporada em que Vanessa descobre que está gravida de Junior, foi um episódio melhor do que o outro. Também teve os episódios de viagens deles, como a inesquecível viagem deles ao Havaí.

A única coisa que não me agradou muito foi o ultimo episódio da série, onde Jay descobre que está gravida no ultimo minuto, assim não dando uma continuação merecida a série.

Eu sei que esse não foi um texto digno sobre Eu, a Patroa e as Crianças, mas serviu para relembramos um pouquinho dessa delicia. E se você tem algum momento inesquecível da série ou alguma ideia de série para a coluna, comente abaixo e deixe esse colaborador feliz :)

P.S. Eu ainda sei cantar. 2Bjs

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Órfãos de Série: The O.C.


E ninguém além do João descobriu a série dessa semana, a dica estava tão difícil assim gente? Enfim, a série de hoje é a linda, maravilhosa, inesquecível: The O.C. Um estranho no paraíso. Como a maioria das séries antigas que eu vi, comecei assistindo no SBT, com aquela dublagem horrorosa muito boa de TV aberta.

The O.C. conta a história de de Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), um garoto problemático que chega à Orange Country com o seu advogado Sandy Cohen (Peter Gallagher), e gente, para tudo nessa parte, o advogado convida o cara pra morar na mansão dele, tipo, do nada.

Enfim, logo de cara nós conhecemos a esposa de Sandy (e Sandy é nome de homem desde quando?!), Kirsten (Kelly Rowan), e o filho do casal Seth (Adam Brody). Fica bem claro no piloto que nem a esposa, muito menos o filho, gostam da chegada de Ryan, mas conforme os episódio vão passando, Ryan e Seth se tornam melhores amigos e Kirsten desenvolve um sentimento materno pelo menino.

The O.C. é uma série que apesar de clichês, conseguia se sair muito bem com eles, como a paixão que Seth tinha por Summer Roberts (Rachel Bilson), a garota popular da escola e que só saía com atletas. O romance entre Ryan e Marissa Cooper (Misha Barton), melhor amiga de Summer e mais problemática que o elenco todo, é bem desenvolvido e muito bonitinho de se ver, mas por conta dos mil problemas da garota ele sempre ficam no "vai/não vai" e isso cansa um pouco mentira, cansa muito.

O meu personagem preferido da série era o Seth, sério gente, não tem como você (quando eu digo você me refiro ao sexo feminino, exclusivamente) não se apaixonar pelo jeito dele, até a Summer não resistiu, e isso foi um dos pontos altos da trama. A série vai mostrando ao longo do episódio a adaptação de Ryan, o seu relacionamento mega conturbado com Marissa e os típicos problemas adolescentes.

O final da terceira temporada de The O.C. foi o derradeiro para a série (na minha opinião), achei fraquíssimo e a série já estava em vias de ser cancelada, e a Marissa morrer foi merecido super tosco, tudo bem que ela procurou e tudo mais, mas não consigo aceitar o fim da história daquela forma, e foi uma das poucas vezes que eu chorei por causa de uma personagem que eu odiava (sim gente, achava a Marissa chaaaaaaaaaata).

A série foi cancelada em sua quarta temporada porque história ruim não tinha mais porque não tinha mais história pra contar, eu achei a quarta temporada extremamente fraca em relação às outras, mas ela teve seus pontos altos, como a Summer tendo que superar a perda da melhor amiga e a passagem dos personagens adolescentes para uma vida mais madura. Foi um encerramento positivo mas, na minha opinião, a série teria acabado na terceira temporada, com um velório pra Marissa.

A série da semana que vem vocês nunca irão adivinhar porque ela é pouquíssimo conhecida, e será uma série envolvendo tecnologia e romance, boa sorte na procura e até semana que vem a review de Teen Wolf!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Órfãos de Série: Gilmore Girls

Devo começar a coluna de hoje parabenizando a todos os leitores que comentaram no último post, vocês acertaram, a série de hoje é Gilmore Girls e a da próxima semana ninguém vai acertar (menos o João, porque ele sabe de tudo).


Gilmore Girls conta a história de Lorelai e Lorelai (no caso essa é a Rory), mãe e filha que mais parecem irmãs. A série se passa numa cidade fictícia, Stars Hollow, onde todo mundo se conhece e se encontra na cafeteria do Luke.

A série teve 7 temporadas, pontuadas por muita comédia, drama e discussões de família. Os avós de Rory, pais de Lorelai, Richard Gilmore e Emily Gilmore sempre tiveram um relacionamento conturbado com a filha, embora a neta os adorasse.

Desde o início da série nós ficamos sabendo que Lorelai teve Rory com 16 anos e isso que causou a maior briga de família (se você não levar em consideração Revenge) vista em séries de TV, pois eles queriam que Lorelai casasse com o pai de Rory, mas nenhum dos dois queria e com isso Lorelai foge de casa, se emancipa e passa a criar Rory sozinha.

Mas para conseguir garantir uma educação boa para Rory, Lorelai se vê obrigada a pedir um empréstimo para os pais dela, o que gera a desculpa para os famosos "jantares de sexta" que as dua eram obrigadas convidadas gentilmente a ir.

Apesar do jeito certinho de Rory, a menina era bem saltada (não mais que Emily corrimão só pra quem vê PLL), e nas 3 primeira temporadas teve dois namorados, primeiro se envolveu com Sam Winchester Dean, um relacionamento que nem a mãe nem os avós de Rory aprovavam. Mais tarde se envolveu com o sobrinho de Luke, o típico bad boy, Jess.

Enquanto Rory se divertia com seus namoradinhos, Lorelai também não deixava a desejar, ora se encontrava com o professor de Rory, ora com o pai de Rory. Mas o relacionamento dela com Luke (o mais cuti-cuti das séries) era o certo e apesar da relutância dos dois, eles assumem o namoro.

A série mostrou grandes transformações em Rory e Lorelai, e a maior mudança na série foi a ida de Rory para Yale. A partir da 4ª temporada nós vemos Rory de uma forma mais adulta e sabendo lidar com os problemas de um jeito mais sensato do que a mãe, em Yale ela conhece Logan, o milionário arrogante que só depois de muita enrolação consegue assumir que gosta mesmo de Rory e assume um relacionamento com ela.

O último episódio da série é o que eu posso chamar de mágico, toda a festa de despedida da Rory, por ela decidir seguir cobrindo uma campanha política, que foi feita escondida por Luke foi linda. Pontuada pela chuva que pretendia estragar tudo, Luke conseguiu armar uma festa muito boa e emocionante.

Apesar das pontas soltas no último episódio, a série teve um fim satisfatório, e mesmo o futuro incerto sobre a vida de Rory, Lorelai e Luke tiveram seu final feliz.

Essas foram as minhas memórias de Stars Hollow, e para a próxima semana a série que nós teremos terá drogas sexo e rock'n roll e muito verão. Algum de vocês imaginam qual é? Até mais.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Órfãos de Série: Everwood

Aproveitando que me fizeram assistir Revenge e cair de amores, novamente, pela Emily VanCamp, hoje o Órfãos de Série vai ser sobre Everwood, e provavelmente muita gente não conhece (ou conhece?).
Sabe aqueles dramalhões que você chora vendo? Everwood era assim, não tinha um episódio que eu não ficava me segurando pra não chorar, era drama pra todo lado mas até que a série era bem boa. Everwood teve apenas 4 temporadas, tendo seu fim em um episódio duplo que me fez chorar mais do que a duração da série inteira.

Enfim, Everwood conta a história do médico Andy Brown (Treat Williams) que se muda pra cidade Everwood depois da morte de sua esposa (nota: no Brasil a série se chamava Everwood: "Um Lugar Para Recomeçar", um nome bem propício para a premissa da série), e junto com ele vêm seus filhos Ephram (Gregory Smith) e Delia (Vivien Cardone). Andy resolve usar seu dinheiro para abrir um consultório no local, atendendo gratuitamente,  e isso não agrada ao Dr. Harold Abbot (Tom Amandes), médico local e pai da Amy Abbot (Emily VanCamp linda, novinha, super talentosa).

Como eu disse a série é extremamente dramática, na primeira temporada tem o drama de Colin Hart (Mike Erwin) que era namorado de Amy e estava em coma. Amy no entanto começa a se envolver com Ephram e tudo dá uma reviravolta imensa, e eu não vou contar caso alguém queira ver a série.

A série também tem vários diálogo cômicos, e enquanto o relacionamento de Ephram e Andy é super conturbado, o relacionamento pai e filha de Andy e Delia é engraçado e lindo de se ver. Até hoje eu lembro de uma cena de quando Delia teve sua primeira menstruação e saiu pra comprar absorvente com o pai, enfim, só assistindo pra entender.

O encerramento da série teve um nível muito bom de telespectadores: 3,6 milhões, e o episódio duplo, chamado Foreverwood manteve à risca a premissa da série. Foi um encerramento muito bom e foi uma pena ter terminado tão cedo, quando ainda tinham algumas pontas soltas, mas foi satisfatório.

Everwood é uma série pouco conhecida, talvez pelo fato dela ter acabado antes da fusão de Warner Bros. com a UPN que deu origem a CW, mas é uma série que vale a pena assistir com uma caixa de lenços do lado.

Na próxima semana teremos um Órfãos de Série um tanto quanto problemático, em relação à mãe e filha. Alguém se arrisca a dar um palpite?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Órfãos de Série: Friends

Aí você está lá, todo feliz e saltitante vendo a sua série mesmo que ela seja odiada pelo resto do mundo quando de repente os produtores maus (ou nem tanto) vêm e resolver que está na hora da série acabar.

Eu sei bem como é isso, aconteceu comigo, aconteceu com você e vai continuar acontecendo, é inevitável porque com tanta série ruim nesse mundo né, por isso essa coluna é dedicada a você, que como eu, é um órfão de série.

Vamos trazer para vocês séries antigas, ou nem tão antigas, série ruins e, principalmente, séries que marcaram. Enjoy!

Então, para começar com o pé mais do que direito, que tal falarmos sobre Friends? A série com os seis amigos mais hilários do mundo e que marcou uma geração. É impossível não lembrar de Rachel, Ross, Phoebe, Chandler, Monica e Joey ao ouvir “I’ll be there for you”.
A série teve 10 temporadas, e a cada episódio nos fazia morrer de rir a mim pelo menos fazia. É impossível negar a química entre os atores da série, e era impossível ficar sem rir ou se emocionar a cada episódio. O ponto de encontro dos amigos, Central Perk, era onde aconteciam as maiores loucuras.

Ao longo da série nós fomos conhecendo melhor cada personagem, e estes foram amadurecendo, como por exemplo, a Rachel, que passou de uma patricinha fresca e esnobe para uma mulher (um tanto quanto fresca) muito melhor do que era quando adolescente. E o que dizer da paixão secreta mas nem tanto de Ross por ela?

E pra quem sempre disse que é impossível existir amizade entre homem e mulher, a série (mesmo sendo ficção) é prova de que pode sim. Mas às vezes, amizade pode se transformar em amor, e Monica e Chandler sabem muito bem como é isso. O caso que começou apenas como uma noite de bebedeira e carência acabou virando um casamento hilário.

De todos os personagens, Phoebe é sem dúvida a minha favorita. O que dizer das músicas (oi?) que ela compunha? Uma pior melhor que a outra. E é impossível não lembrar do Joey ao ouvir a frase: “How you doing?”, o personagem forever alone mais galinha da série.

Não poderia esquecer também de Carol, a ex esposa lésbica do Ross, e de Susan, as duas eram muito engraçadas. E o peste do filho Ross? Quando criança era uma graça e brincava de Barbie e depois que cresceu pregou altas peças na tia Rachel.

A série teve um encerramento muito bom, emocionante e passando bem o que foi proposto logo no primeiro episódio da série.  Deixou (e ainda deixa) saudade em milhares de fãs, mas se a saudade bater, só pegar para ver os episódios novamente e morrer de rir, afinal Friends nunca cansa.

sábado, 21 de julho de 2012

Novidades: Novas Colunas

Porque só textos reviews não bastam para saciar toda a nossa cretinice.

Essa é, na verdade, uma ideia sempre muito existente nos bastidores do Megastore Series e, finalmente, chegou o dia de anunciar que o blog trará algumas novidades. Já deu pra ver que tudo começou com o Megastore Choice Awards, em sua primeira edição e que você poderá votar clicando no banner no final desta postagem, mas queremos diversificar o nosso conteúdo e aqui estamos com novos projetos.

Todos os dias um texto especial. Todos os dias, uma coluna diferente com conteúdo diferente e pouquíssimo informativo, mas o principal é fazer você, leitor, se divertir e curtir todas as novidades. Então, sem mais delongas, lhes apresento as novas colunas do Megastore Series, além de seus autores e seu dia de postagem.

Domingo: Séries à Trois
Com textos de Kelvin Bastos, Ananda Dias e João Gabriel.
A coluna Séries à Trois é uma grande brincadeira feita entre nós três, cabeçudos, que não têm o que fazer e decide, assim, de uma hora para outra, pelo Twitter, o que o outro deverá assistir. A intenção da coluna não é só apresentar novas séries para o companheiro de blog, mas também para diversão própria, e você, leitor, poderá participar do nosso troca-troca, digo, da nossa brincadeira.

Segunda: Órfãos de Série
Com textos de Ananda Dias.
Pros seriadores saudosistas, nada mais justo do que dedicar uma coluna inteira para relembrar os tempos passados, os anos de ouro, as séries eternas, os personagens inesquecíveis e sua essência única e exclusiva. Sim, esta coluna contará com textos especiais para relembrar séries que já se foram, mas que sempre existirão nos corações dos fãs.

Terça: Eu Sei o Que Você Fez no Verão Passado
Com textos de João Gabriel.
Muita calma nessa hora, porque não, isso não é continuação ou reboot dos filmes de terror de titio Kevin Williamson (The Vampire Diaries). A coluna Eu Sei o Que Você Fez no Verão Passado é mais uma coluna de homenagens, mas para os astros e estrelas propriamente ditos. Estamos falando de textos mais biográficos sobre um ator ou atriz em especial.

Quarta: Looks em Série
Com textos de Ananda Dias e Raffaela Lopes.
Uma coluna com um nome auto-explicativo. Aqui, Nanda e Raffa falarão sobre os looks das personagens das séries, com comentários divertidos e dando seu aval de aprovação ou de rejeição. Como será que as personagens sairão sobre o olhar atento de nossas colaboradoras?

Quinta: Termômetro
Com textos de Kelvin Bastos.
Com a minha opinião sempre séria e respeitada, só que ao contrário, a coluna Termômetro do Megastore Series sempre tratará uma série e uma análise mais focada em aspectos técnicos, como os detalhes da produção, a efetivação da qualidade do roteiro, atuações, análise de funcionalidade dos arcos e etc. Aqui o mais importante é a qualidade como um todo, e para isso, a coluna trará a "temperatura" da série.

Sexta: Playlist
Com textos de Ananda Dias e Kelvin Bastos.
Sexta-feira chegando e é sinônimo de diversão. Certo? Rebecca Black quem o diga. E nada melhor do que animar a sua sexta-feira do que vir ouvir a nossa seleção de músicas que tocaram em séries, sempre abordando um tema nem tão pertinente e, principalmente, com muito FUN! FUN! FUN!

Sábado: Audiência
Com textos de Kelvin Bastos.
Trazendo os números da semana e informação sobre as séries que melhoraram ou caíram em audiência, a coluna Audiência virá semanalmente com os números das principais séries e das principais emissoras, da programação aberta a programação a cabo.

Então é isso aí galera, a partir de amanhã começaremos as publicações semanais e, além da publicação da coluna Séries à Trois, teremos uma publicação extra, com os números desta semana na coluna Audiência. Fiquem ligados. Abaixo, um calendário em imagem com os dias da semana e a publicação do dia.