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sábado, 21 de maio de 2011
[Review] Mad Love - 01x13 - After the Fireworks (Series Finale)
Quando o Surfista Prateado derrota o Quarteto Fantástico, ou nem tão fantástico assim. Desculpe a piadinha logo na primeira sentença do texto, mas o monstro do cancelamento, acompanhado do maior pé-frio ever, engoliu Mad Love, que nos deixou precocemente.
Quando lembro o piloto de Mad Love, sempre me vem Connie e Larry brigando, e nunca Ben e Kate se apaixonando. Por que será? O erro de enfoque aos protagonistas errados podem ter causado a cabeça da série, mas quem disse que foi só isso.
Mad Love só estava ocupando o espaço provisório de Two and a Half Man, e sua saída já era esperada. Por ser na CBS, a audiência não era lá grande coisa. Mas Mad Love sempre teve seus fãs fieis que sentirão saudades de Larry, Connie e dos outros dois menos importantes.
Da mesma forma que veio, a série parte. Parece que se você assistir ao piloto e pular para o series finale, vocês nem vão notar a diferença de história. O prédio que começou a história, é o mesmo prédio onde se encerra a história.
Gostei de ver a madrasta super evil da Connie e do Larry a defendendo, até porque, mesmo quando os dois estão juntos caídos de amor um pelo outro, sempre tem um quote para nós rirmos. Só achei muito previsível que o Larry iria acabar beijando Tiffany no momento em que Connie entra. Óbvio.
Ben e Kate dizem adeus, com uma descoberta inesperada. Kate, casada com Geolf Stults, o cara que destruiu todas as séries (tá, quase todas) por onde passou. Gostei da geração de intriguinhas e do Ben neurótico.
É com referência ao melhor quote da série, que nos despedimos para todo o sempre: É com uma enorme ereção peitoral que digo "adeus, Mad Love"...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
[Review] Mad Love - 01x12 - Friends
Triste pelo cancelamento porque me fazia rir de verdade. Aliás, ouso eu dizer que se Ben e Kate fossem mais convincentes e engraçados a série podia render alguma coisa (até porque eles renovaram a sem graça Mike & Molly).
Me bate uma ereção peitoral ter que ir me acostumando com o adeus. De verdade, ri muito com esse quote do Larry. Aliás, um dos poucos que salvaram o episódio. Quis aproveitar a sensual loira burra Tiffany e, comigo, funcionou.
Entretanto, enquanto o "the best character of Mad Love" continuava mandando bem, a minha decepção com Connie é maior do que qualquer outra coisa. Traminha clichê e sem graça com a Cheff sei lá o nome, se fosse só a Connie de sempre, tudo bem, mas enfiam a Kate para estragar tudo.
Outro que nunca deu certo em Mad Love foi o Jason Biggs, que com o drama do livro sujo de suco, elevou ao espaço a chance de cancelamento. Aliás, o Ben nunca teve um moneto genial dentro da trama, ele só se salvava enquanto estivesse na companhia do Larry.
Larry que por sinal mostra que mesmo um ator que nunca foi acreditado pode fazer. Todos diziam no estrelato de Jason Biggs que acabaram esquecendo do sucesso que foi Tyler Labine. Tyler que lhes deixa um legado: o Manual de Sobrevivência do Larry Munsch. Assim como em Glee que torço pelo spin-off do "Foundue For Two", aqui tem-se que gritar para darem uma comédia de peso pro Tyler Labine.
O Manual, de sempre transar com o pássaro antes de deixar ele arrumar suas asas e ir, também se equivocou. Larry resistiu-se ao impulso de se aproveitar da pobre Tiffany. Um choque para todos. Mas como não tem como esquecer, sempre peçam um prato de nacho com chili.
O episódio em si não foi excelente, foi bom e salvo pelo Tyler Labine, pela décima segunda vez em 12 episódios. Tá aí o motivo da série não obter números satisfatórios. A CBS exibirá o último episódio e nós teremos de dizer adeus à Larry, Connie e Tiffany (nem a pau à Ben e Kate).
sexta-feira, 6 de maio de 2011
[Review] Mad Love - 01x11 - The Secret Life of Larry
Se juntasse todos os clichês da temporada e igualasse numa fácil equação, veríamos como esse episódio foi tão bobo e previsível. Mas ele, de tão ridículo, me fez gostar ainda mais. Não sei, alguma coisa acontece com Mad Love que, mesmo sem atingir minhas exigências, me deixa encantado.
Curiosamente, grande parte das risadas do episódio ficaram por conta de Ben e Kate. Até a canalhice de história de plantar fofocas de um porque o outro o fez foi motivo para se criar um plot dentro da série. Mas sério, precisávamos mesmo ter de ver aquela cena que foi o cúmulo do ridículo?
Poderia até inventar uma piadinha própria a respeito do "cúmulo", se é que você me entendeu, mas deixa pra lá. Não queria, nem se fosse o fim dos tempos, o apocalipse ou a puta que pariu, ver Jason Biggs em uma cueca rosa, tamanho P infantil. Poderiam ter me poupado.
Por outro lado, a história do rádio de chuveiro rendeu bons momentos. Ri bastante com a Kate e sempre, para toda a eternidade, vou rir com ela e da risada dela. Inclusive, algo que ia esquecendo, tem-se falar que esses artifícios recorrentes de ironia que o personagem de Biggs usa é bem bacana de ver.
Já o Tyler Labine me decepcionou um pouco, mas quem flopou no episódio foi Judy Greer. Acho que o grande problema foi ter feito Connie ficar correndo atrás do Larry por conta de uma máquina fotográfica perdida para nos levar até um segredo dele.
Foi previsível demais terem dado um coração ao "Homem-de-Lata" de Mad Love. Logo de cara eu já sabia que ele estava escondendo algo da qual ele devia se orgulhar. Digamos que o Larry fora apenas um Shrek da vida real.
E tenho de retornar a Tiffany que, com sua insensatez, estupidez e burrice, nos proporcionou boas risadas. Agora com seu enlace matrimonial com seu maridão indo para o espaço, Larry terá chances com a chefe gostosa da Connie?
E depois de viajar nesse mágico mundo de Oz que é Mad Love, claro, dando uma passadinha no pântano do Sherek e da princesa Fiona, a comédia leve da CBS gera dúvidas sobre suas reais condições de renovação. Com o futuro incerto de Two and a Half Man, será que Mad Love terá espaço na grade da maior emissora da atualidade dos EUA?
sexta-feira, 29 de abril de 2011
[Review] Mad Love - 01x10 - The Young and the Reckless
O melhor da temporada? Não sei, mas confesso que é um dos meus favoritos. Finalmente parece que todos se encaixaram na trama do episódio e foi muito bom vê-los tão bem durante o tempo em que estiveram em cena.
A começar com a sempre sensacional narração do Larry durante os episódios, engraçada e muito boa como sempre. O legal do episódio não foi focar em apenas Larry e Connie ou em Ben e Kate. O divertido foi ver a trama toda tendo a mesma importância para todos os personagens.
Mais divertido do que isso eram apenas os cortes de cena e o Larry falando que encontrou o seu amor, logo mostrava Connie e ele falando "Ela não!" algumas vezes no episódio foi bem legal. E com tudo isso, é só ter a presença da patroa loira da Connie, Tiffany, o episódio valeu muito apena.
Texto leve, de sacadas rápidas e funcionais, todo o script do episódio foi sensacional. Assim como a história infantil de Connie baseada em fatos reais. O grande vilão da história sendo um ogro que todos ammam, mas que baba, come de boca aberta, suja a barba com comida, é grosseiro e que se chamaria Barry. Não nos lembra nada?
Enquanto isso, no arco dos vomitos e dos enjôos, Ben queria mostrar sua espontaneidade por conta de Kate. Kate que, por sinal, deve ficar enjoada só de ter de acordar todo dia. Eles tentando sair da rotina e o Ben quebrar o paradigma de sempre pensar em dever foi bem engraçado.
Sem contar a parte do discurso que centrava quase todo o episódio. Os võmitos na calça, a falta dessas calças, o discurso esquecido, o belo apoio e incentivo do Larry, Kate pronta para salvar o dia, mas o Ben preferindo fazer tudo no improviso foi genial, aliás, foi daqui que saiu todos os pequenos plots do episódio.
Com um episódio que funcionou muito bem, os quatro amigos e o dilema de "melance" (romance melado) de Ben e Kate, e as brigas entre gata e rato de Connie e Larry, Mad Love me fez sentir aquele gosto da primeira temporada novamente e me fez cair por amor mais uma vez.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
[Review] Mad Love - 01x09 - Pub Quiz
Depois de discutir o que vem acontecendo com Mad Love pelo twitter, eis que ela nos apresenta aquele episódio arrebatador. Sério, ri como há tempos não ria com a série. Óbvio, ainda sinto que falta ainda um pouco do encanto dos episódios iniciais, mas mesmo assim ela ainda é excelente.
Eu gostei de terem dividido as duplas como no piloto, me deu um ar de nostalgia dos tempos melhores de Mad Love, que só esse fato já me deixou com muita vontade de ver este episódio. Desde a história do spa, até o quiz do bar, passando pela história do "Grande Negócio" foi bem interessante, mesmo tendo de pegar a graça da trama aos trancos.
A série continua com uma proposta leve, pouco apelativa e que me entretém. Tem como ser melhor? Gostei do joguinho do bar e não fui com a cara do tiozinho que estava negociando com o Ben e com o Larry. Achei bem bom o Larry ter dito umas poucas palavras ao inergúmeno.
Aliás, as esquisitices e os trejeitos do Larry ao seduzir a garçonete e ao empanturrar-se de camarão são o que salvam Mad Love de ser um fracasso. Tyler Labine ainda leva a série nas costas, mas quem disse que ele quer ser levado a sério?
Gostei muito dele falando sobre suas prioridades: antes perder um aniverário de sua mãe a que perder um joguinho de bar. Aliás, quem fica 15 anos em uma competição inútil dessa? Mas tenho que dizer que eu surpreendente gostei de Kate.
Será a crise de meia idade chegando à ela e à Connie? Torço que não, porque essa história anda batida na TV americana, mas foi o suficiente para nos agradar por esses doces 20 minutos. Os cabelos brancos surgindo pelo corpo e a brincadeira com a idade delas foram substenciais aqui.
Mas nada que tire o "Momento Labine" dos holofotes. Fui aos prantos de tanto rir com a piada das mocinhas do episódio estarem vestidas de prostitutas. O Ben dizer que elas são é algo fofo, mas se o Larry disser exatamente a mesma coisa é algo bruto. Ri muito nessa cena.
Enfim, gostei do episódio e finalmente senti a graça de volta a Mad Love. O episódio foi excelente e não sei onde mais colocar elogios. Mesmo sentindo a falta de algo, a série me proporcionou 20 bons minutos de alegria e espero por sua renovação.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
[Review] Mad Love - 01x08 - Paw and Order
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Fui só eu mesmo que gostei do episódio? Sério, ri muito nele e as críticas que eu li sobre ele foram bem negativas. Mesmo demonstrando os sentimentos de Connie, ainda acho que o dilema dela com o Larry vai se prolongar por muito tempo e é esse o grande ponto alto da série.
Tyler Labine sempre consegue levar o episódio nas costas junto com a Judy Greer, fato é que os personagens Ben e Kate são inúteis na trama. Não tem a relativa graça que deveriam ter e faz falta um casal com a qualidade Larry/Connie para contracenar com eles.
Enfim, enquanto eles pegaram o episódio passado para o Larry descobrir o que sentia por Connie, neste, foi a vez da história se inverter. E para isso, era claro que o Policial Dannis estaria de volta à Mad Love e diria que ele é bem mais divertido do que Ben e Kate juntos.
E já que eu citei os dois mesmo, vamos passar bem rápido na história que só serviu de suporte para os grandes astros. A história do cachorro do chefe da Kate não foi lá muito interessante, mas teve seus pontos engraçados. Na verdade o mais interessante na história do cachorro foi a cena do Larry, do Ben e do Dennis caminhando em câmera lenta.
Ah, tem-se que lembrar o puta tabefe que o Ben levou do Larry depois de ter dito que queria ter filhos com a Kate. Voltando a quem realmente interessa, o roteiro não favoreceu nenhum dos personagens essa semana. O Larry quis ficar "muy amigo" do policial para ter a multa cancelada e a Connie achou que ele fazia por puro ciúmes.
Mad Love começa a me preocupar por não ser uma campeã de audiência e não ter lá um roteiro muito bom, nem as piadas ajudam muito, mas Larry e Connie conseguem elevar a qualidade da história e me fazerem torcer por uma nova temporada, até porque a CBS não está muito bem com as comédias de segunda, não é Two and a Half Man?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
[Review] Mad Love - 01x07 - Baby, You Can Drive My Car
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
E com toda certeza, mais um episódio sensacional para a excelente comédia da CBS, Mad Love. Sempre tenho que falar do Larry em qualquer review, nessa então, sua presença era mais que obrigatória. Adoro todas as "políticas" e as "regras" dele e não tem como não gostar de um personagem desse.
As famosas viagens de carro foi abordada no episódio e rimos com a política de flatulências do Sr. Larry Munsch. Sem avisos, sem desculpas. Muito bom! Ainda falando na estrela master da série, o Larry é totalmente egocêntrico e só pensa nele mesmo, talvez por isso gostamos tanto dele.
Adorei a abominável criatura que Larry pode ser e seus diálogos com a Connie sempre são os melhores. Eles dois indo no mesmo carro, depois que Ben, aparentemente, não aguentou mais a "política dos puns", foi um dos pontos alto do episódio. A Connie tentando se atirar para o guarda Dennis foi muito engraçado, o Larry tentou avisar que era puro golpe, mas o guarda o multou por estar sem o cinto.
Teve também a linda cena do banheiro. Sério, eu ri muito com o Larry ligando pro policial para provar que a Connie estava mentindo. Ah, claro, tem-se que lembrar da Kelly, a bartender, o Larry dando em cima dela por uma cerveja grátis é o puro exemplo que mostra o egoísmo do Larry, mas eu nem ligo.
Enquanto isso, no outro carro, os "joguinhos de viagem" agitaram a noite e, surpreendentemente, consegui rir com o Ben e a Kate.A começar com os diálogos de código antes da viagem. E teve também aquele momento fofo de declaração de amor e uma batida de carro de uma Kate assustada, mas nada que não acabe após uma sessão de terapia de sexo intensivo na BMW marrom do Ben.
Por ventura, mas não menos importante, alguém lembra do tiozinho da iguana? O tal do Clyde? Então, eis que retorna do submundo das séries e descobrimos que ele fica de ouvido no que acontece pela sua tentação, Connie. Ri bastante com a cena final da Connie dando boa noite pra ele.
Resumindo, que tal passar mais um episódio agora? Sério, Mad Love está conseguindo superar todos os meios preceitos sobre o que ela seria, parece que agora ela preferiu pegar o elevador e chegar até à cobertura, do que simplesmente ir de escadas, se é que vocês entenderam a comparação. E que venham os próximos logo, a ansiedade mata.
quinta-feira, 24 de março de 2011
[Review] Mad Love - 01x06 - The Spy Who Loved Me
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Depois de uma leve queda, Mad Love nos traz mais um episódios sensacionais. Os quotes do Larry são sempre bem-vindos; são pérolas, atrás de pérolas e faz dele o melhor personagem da série. Claro que além do Tyler Labine, Judy Greer e sua personagem Connie, elevam a qualidade de algo que já é perfeito. A química e a atração sexual entre os dois é algo incrivelmente fantástico, e nada como deixar a "baleia branca" fugir do arpão, para que fique mais iminente, se é que você me entendeu.
Apesar de toda exaltação pela qualidade trazida pelo Labine e pela Greer, este episódio pôs em ação os apagados Ben e Kate. Foi engraçadíssimo a sequência de declaração de amor pelo circuito de segurança. Também foi engraçado toda a parte da crise substencial de ciúmes da Kate, mesmo não transparecendo, esse ciúmes fez de Kate uma personagem mais interessante do que já era.
Porém, tenho que dizer que sinto falta da risada esdrúxula dela, é muito divertido vê-la rindo, parece algo contagiante, não sei, é meio que inexplicável. E se é pra falar de coisas que fazem falta, os quotes non-sense de Tiffany realmente fazem falta. E deixando o que faltou, que tal o que sobrou? A beleza da "Baleia Branca", Katie Walder (Gilmore Girls), e o canalhismo do adúltero Dr. Dave Evans, Reid Scott (The Big C) deram um upgrade sensacional ao episódio.
Quanto à dupla dinâmica, Connie e Larry, apesar do amor incumbido, a relação entre tapas e beijos entre os dois é o grande diferencial da série. Mad Love sabe aproveitar isso e essa tensão que perdura sobre eles. Eu acho fantástico quando piadas bem sacadas, como a do Larry no elevador, ocorrem para mostrar o poderio bélico de uma série de comédia.
Quanto ao plot trazido pelos dois, você não achou que foi mais do que uma declaração de amor subjetiva do Larry para a Connie? Afinal, foi ele quem fez o "grande amor" de Connie falar a verdade pra ela. Querendo ou não, se odiando ou não, Larry fez algo certo em prol da Connie, e abandonar a "Baleia Branca" para beber com Connie, não é algo natural por parte dele.
Antes que eu me esqueça, já que eu tenho um cérebro com deficiências de armazenamento, vale destacar o segurança Nick, apesar de esquisito, ele também estava engraçado. Quanto à Erin, foi só um caso para complementar a história do Ben e da Kate. Além disso, nem preciso dizer sobre a citação clássica do Larry à Moby Dick e as histórias de pescador dele.
Diante do que nos foi apresentado, nem preciso comentar o quanto eu gostei, né? Afinal, Mad Love se recupera e ainda qualifica o que não estava bom. Espero ansiosamente pelo próximo episódio e pelo laço de amor e ódio que tanto nos agrada.
P.S.: Diferentemente de tudo o que eu já fiz em minhas reviews, hoje, tenho de louvar o trabalho da GeekSub não só com Mad Love, em poucas palavras o meu agradecimento: "Obrigado por existirem, GeekSub!"
quinta-feira, 17 de março de 2011
[Review] Mad Love - 01x05 - To Munsch or Not to Munsch
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| © CBS / Reprodução |
Mais um episódio muito bom em Mad Love, pode ter ficado um pouco abaixo em relação aos outros, mas a qualidade aqui é uma coisa quantificada, de tão boa que a série é, uma leve queda é praticamente imperceptível. Finalmente Kate mostrou a que veio e entrou na onda do Larry. Mas eu começo achar que a presença do Tyler Labine em cena é uma coisa que dá um up na interpretação do outro personagem que contracena com ele.
Tenho que ressaltar a excelente participação especial do episódio? Claro que sim, Kelly Stables (Melissa de Two and a Half Man) apesar de ser pequena, atuou como gente grande (eita, que piadinha infame). Mas a verdade é que ela foi muito boa em sua personagem Claire e abrigou toda a história do "Munschar ou não Munshar?".
Eu gostei do fato de usarem a Kate dessa vez junto ao Larry, que foi, literalmente, uma troca de casais. Ele conseguiu dar à Kate a graça que lhe faltava e sem dúvidas, saiu da habitualidade que a série vinha tendo. É claro que é muito mais divertido ver Larry com a Connie, mas essas trocas são interessantes para dar confiança aos personagens que ainda não a tem e fazer a série crescer.
Não é que a Connie não estivesse engraçada, mas parece que o "efeito Ben" fez ela ficar um pouquinho abaixo do que nos acostumamos nessa breve vida de Mad Love. Eu achei divertido ela ter de cuidar de um monte de crianças sem sequer saber os nomes delas, mas o mais divertido de Connie são os momentos ao lado de Tyler Labine.
Ela pode ter ficado míseros 3 minutos contracenando com ele, mas esse tempo é o suficiente para nos divertir. Tivemos o retorno da loira, linda e louca Tiffany, mas ela não estava tão sensacional como antes, achei que faltou mais sacadas como ela vinha tendo.
Mas quem merece os parabéns, é o pobre figurante da história. O "Cara do Mictório" estava muito engraçado e ninguém, mesmo em suas necessidades máximas, fica num mictório por tanto tempo. A piada dele sobre Kate estar gostando da situação deles foi bem sacada. Outra que apareceu foi Ruth, só para mostrar como "Todos Amam Ben", ele não quer ter uma série própria como o Chris teve? Só que em vez de odiar, seria Everybody Loves Ben.
Fico agora na ansiedade maçante em querer ver Larry e Connie em seu amor e ódio, é brilhante vê-los em tão perfeita sintonia. Então, que tal esperar e ver o que irá acontecer nos próximos episódios de Mad Love?
sexta-feira, 11 de março de 2011
[Review] Mad Love - 01x04 - Little Sister, Big City
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Caraca maluco! É bem assim que eu queria começar essa review. De verdade, dificilmente uma comédia me pega assim (salve-se recentemente Raising Hope, que é brilhante em tudo). Apesar de vermos a intérprete da Julia (Brittany Snow) semanalmente na série judicial da concorrente NBC, Harry's Law, ela é tão mais interessante aqui em Mad Love, que, por mim, poderia ganhar uma placa e um lugar fixo na série.
Enquanto Julia roubava o pouco do holofote que restava de Kate, os donos, em todos os sentidos, da série, meio que estavam impecáveis e impagáveis em mais uma atuação brilhante de Judy Creer e de Tyler Labine. Eu morro de rir com tamanho absurdo que eles fazem e com a caricatura de "amantes" que eles acabaram formando nesse episódio.
Às vezes vejo eles como o Bruno Mazzeo em "Cilada" e em como eles dois acabam entrando em cada fria toda semana. É um barato como os dois tem uma química impressionante para uma série que está apenas começando. Espero muito que continue melhorando.
Antes que eu me esqueça, o plot da semana foi a chegada de Julia, a irmã mais nova da Kate. Kate a vê como uma criança de 10 anos, mas ela agora é uma baita mulher (e põe baita nisso). Esse fato nos carregou por momentos inesquecíveis e hilários. A única parte em que Kate me fez rir foi o ataque histérico dela quando um cara se aproximou da "irmãzinha" dela.
Já Ben, bom, esse pode esquecer, ficou apagado por conta de tamanha excelência que vinha dos outros dois comediantes. Como se não bastasse a química entre os personagens, os dois conseguem transmitir uma tensão sexual, um carisma incomparável e discussões memoráveis.
O fato não foi apenas a qualidade da discussão, a verdadeira graça foi vê-los tentando se ajudar e se juntar para manter a boa imagem da moçoila irmã de Kate. Por falar em Julia, ela foi pra cama com Larry e pra disfarçar ainda disse que o Larry foi pra cama com sua maior "iniamiga" Connie.
Tirando o fato de não ter visto a beleza estonteante de Tiffany nesse episódio, digo que vimos mais um episódio para encabeçar a lista dos melhores da semana. Estou caindo de amor por esta série e não vejo a hora de um próximo episódio. Como disse na review do episódio anterior, vou ficar aqui pedindo bis 1 milhão de vezes.
quinta-feira, 3 de março de 2011
[Review] Mad Love - 01x03 - The Kate Gatsby
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Com mais um episódio cômico e icônico, Mad Love passa pelo teste dos 3 episódios com maestria. Sabe aquele ritmo empolgante, que faz você morrer de rir com tamanha babaquice e com plots tão bacanas? Então, essa série da CBS nos mostra como se faz isso e a cada semana é mais um show de risos para nós termos de assistir.
Sempre Connie e Larry. São sempre eles que nos fazem rir. O tamanho sucesso que essa série está levando e garantindo é, com certeza absoluta, por conta deles. Mad Love se deve muito pelo tão talentoso elenco e por uma série de bons enredos. Achei tão sensacional como exploraram o aniversário da Kate que depois de assistir a esse episódio, eu tive de apertar replay e começar a assistir de novo (raramente eu faço isso, ou seja, quase nunca).
Continuo gostando do relacionamento entre o Ben e a Kate, no piloto achei que faltava algo, mas mudei de ideia junto com a risada de porco da Kate. Eu já tinha dito na review do episódio passado como eu morria de rir com a risada dela, agora ela também conseguiu me fazer rir com o "shh... bitch!".
Fui só eu ou mais alguém aí achou mais uma participação sensacional da Tifanny? Ela consegue dar uma de Brittany (de Glee) e soltar cada pérola memorável que faz você se apaixonar por ela e morrer de rir. Desculpas às loiras e/ou loiros que lêem as reviews, mas aqui o ditado funciona bem, ela realmente é muito burra, mas não me levem a mal não, esse é o charme da Tifanny.
Tifanny que arrancou suspiros durante todo o episódio, pelo menos de Larry. O Ben falava uma coisa, ele dizia não, aí falava que era no apartamento da Tifanny, e ele logo mudava de assunto. Dessa vez terei de ser bem sincero e dar uma de Camila Morgado: "Homens...", ué, esse é o nosso pequeno probleminha: a queda brutal por vocês mulheres.
Mas voltando a falar de Larry e, claro, Connie, como eu amo ver os dois brigando, sobra para todo mundo com diálogos tão dinâmicos e tão magníficos. O fato dos dois terem tido algo nas "memórias de uma gueixa", foi hilário e só colocou mais lenha para esses dois queimarem.
Enfim, um episódio daqueles em que você fica pedindo bis. A série me pegou, me cativou e me apaixonou e agora espero que continue mantendo o ritmo e a qualidade, enquanto ficamos nós contando os dias para o próximo episódio de Mad Love.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
[Review] Mad Love - 01x02 - Friends and Other Obstacles
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Como é bom ter de falar de Mad Love, estou realmente gostando do ritmo que essa série está imprimindo. A sensação de estar assistindo a How I Met Your Mother foi embora e a trama ganha suas próprias características, muito bom. O nível de qualidade da série aumentou (tudo bem, ainda estamos no segundo episódio), mas agora os atores estão muito mais acomodados e relaxados em seus personagens.
Diferentemente da semana passada, Ben e Kate me fizeram rir e gostei de vê-los nos entretendo, foi realmente muito bom. Fui só eu ou mais alguém achou hilária a risada da Kate? De verdade, a risada dela é puramente contagiante. Toda vez que ela ria, eu ria também. A verdade é que todo o pessoal de Mad Love tem me cativado bastante, e a pergunta é que eu não sei o porquê.
O primeiro encontro entre Ben e Kate, aquele onde se formam as suas impressões sobre o parceiro, pode ter sido desastroso para eles, mas digo aqui que foi totalmente saboroso. Primeiro ri com as histórias sobre os shows que eles foram, depois ri com o vinho voador, depois ri com a história de comida queimada e, para encerrar, ri com a pancada na testa do Ben.
Mas o que realmente chama a atenção em relação aos personagens, são os amigos de Ben e de Kate, Larry e Connie são hilários e super divertidos. Cenas de brigas e apostas furadas, praticamente levou toda a trama e o episódio nas costas.Claro que tem-se de dizer que a iguana e o tal do Clyde foram espetacularmente espetacular. E para encerrar o que foi a cena final no táxi, tudo bem, um pouco exagerado, eu sei, mas foi divertidíssimo.
As brigas e apostas entre Larry e Kate, a iguana e o seu dono que caíram de para-quedas na história e o encontro entre Ben e Kate, foram cenas apenas para nos fazer querer assistir e assistir mais e mais. A série me pegou e agora espero que mantenha o ritmo e a qualidade, contando os dias para o próximo episódio de Mad Love.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Primeiras Impressões - Mad Love
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| © CBS / Reprodução |
Por @kelvinbastos
Fui só eu ou mais alguém ficou com a sensação de estar assistindo How I Met Your Mother? Apesar de ser muito parecida, a fórmula de fazer comédias de situação sobre amigos sabem mesmo atrair a audiência e os espectadores. Eu só espero que Mad Love seja como How I Met Your Mother foi um dia: encantadora e engraçada. Mesmo estando com essa ideia fixa de que a série se parece com HIMYM, a série é boa e tem bastante potencial, tudo bem, é puro clichê, mas é bastante bacana.
Mad Love traz em seu plot quatro nova-iorquinos que acabam se conhecendo por mero acaso do destino e que buscam o amor de suas vidas. Ben é um advogado, disposto a largar tudo (leia-se: Erin, sua namorada) por uma mulher que acabou de conhecer, Kate, e que trabalha com seu amigo imbecil Larry, que por sinal, estava super engraçado e foi muito bem, tanto como o simples personagem, tanto como o narrador do "conto de fadas". Kate é aquela por quem Ben se apaixona, mas quem roubou a cena foi sua amiga de quarto, Connie, que trabalha como babá e é pra quem Kate corre quando é decepcionada por algum homem.
Falando sobre a química dos atores, por ser apenas um piloto, a vibe estava muito boa, Connie e Larry tinham uma química que era muito boa e seus conflitos só mostravam que eles se dão melhor do que eles pensam, será que vem um casal daí? Só pra não falar que eu esqueci, Tifanny, a mãe dos bebês e chefe da Connie, estava sensacional com aquela cara de "onde eu enfio essa colher?", muito bom.
Pra mim, a série tem um enredo que soube cadenciar os momentos e de como as piadas seriam utilizadas e é sim muito boa e deve fazer sucesso. Mad Love conseguiu superar, em muito, diga-se de passagem, as minhas expectativas, espero que a peteca não caia no próximo episódio e siga com essa fórmula de sucesso.
Resumindo, Mad Love pode ter sido muito "quero-ser-How-I-Met-Your-Mother", mas, mesmo sendo um piloto, vale acompanhar, ainda mais se você é fã de HIMYM como eu.



















