Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

Mostrando postagens com marcador Raising Hope. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Raising Hope. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Raising Hope - 02x09/10 - The Man of New Natesville / It's a Hopeful Life

Masculinidade a prova quando até A Felicidade Não Se Compra é homenageado.

Raising Hope vem com dois episódios bons dentro do que vem apresentando e encerra seu 2011 com uma boa pitada de série boa e gostosa de se assistir. Com direito a uso de imagens de satélite numa miniatura de Natesville.

Claro que já começo a falar de "The Man of New Natesville", onde Jimmy é intimado pelo seu pai que o mostra como ele tem tido, digamos, ações afeminadas e tem de mostrar e provar sua masculinidade perante à Burt para mostrar que pode conquistar Sabrina.

E pra isso, nada como uma noite insana de perigo e tensão com Frank, certo? Com certeza se encher bonecos infláveis até desmaiar for perigoso. A manhã seguinte com Frank revelando sua cidade e a narrativa de Frank e Jimmy ir enfrentarem seu inimigo em comum de infância, com uma briga insana com a versão "operada" (se é que você me entende) dele complementam este bom episódio.

E "It's a Hopeful Life" mostra não só o que Raising Hope tem de melhor, mas o que a série gosta de mostrar. A bizarrice ao retratar a vida de Jimmy num sonho narrado com o fantasma de Maw Maw que anda acompanhando Adolf Hitler no "céu cheio de fogo" é a prova disto.

Ri com Virginia em tamanho incomensurável e Burt, sem contar nas tentativas bizarras de Jimmy a engravidar Lucy para reaver Hope nessa nova realidade, onde até Sabrina e Shelley estão alteradas, com a primeira sendo uma espécie de prostituta peituda e a segunda como uma miserável, mendiga e ainda Dente Podre.

O legal deste episódio não é ou está no fato da lição que Jimmy aprende ao desejar nunca ter tido a Hope, mas sim no fato de a produção e o roteiro brincarem com todos os elementos da série, assim como fez na última season finale.

Raising Hope encerra seu ano em alta, com bons episódios. Perdeu um pouquinho de sua comicidade em alguns deles ao tentar muito mais em apresentar uma história e lição de vida poética e filosófica, mas ainda assim consegue manter seu bom ritmo. Que venha 2012.

P.S.: Retorna dia 17 de janeiro.

Raising Hope - 02x07/08 - Burt's Parents / Bro-gurt

Inventando o Dia de Ação de Graças mais maluco da TV.

Raising Hope continua fazendo suas estripulias inventivas invadindo casas para comemorar seu Thanksgiving e nos divertindo ao acompanhar essa trama que é non-sense e nos diverte de um jeito incrível.

Em "Burt's Parents" vimos como eles são totalmente geniais para tentar causar boas impressões aos pais de Burt. Tanto que pra isso eles invadem uma casa onde Virginia trabalha enquanto a família está fora para que o nosso pai da família Chance conseguisse mostrar que venceu na vida para seus pais.

Entretanto, o mais genial do episódio ficou por conta de Maw Maw, que sensualizou toda a chat-osfera teclando com seu amante através do computador da filha do tal casal. Isso meio que mostra o que eu quero dizer e a foto do post também:
"Hey Girl. Whatchu doing?". Oh! Lendo o que você acabou de escrever. Idiota.
E como a série sempre mostra uma lição de vida bonita ao final do episódio, claro que neste não seria diferente. Mostrar para os pais de Burt, que agora são sem-teto, que apesar detodas as dificuldades, a família Chance é unida e forte, independentemente das condições que vivem.

Já em "Bro-gurt" vemos uma história menos engraçada e ainda assim com uma mensagem bonita ao seu fim ilustrado pela menção à The Magic of Oz, com Virginia tendo o coração, Burt o cérebro e o vizinho avulso indesejado a coragem.

As invenções foram muito bestas e mais ainda o "twist" que o episódio quis enfiar. Mostrar que o tal cara famoso super importante era só o cara que organizava o evento, arrecadava dinheiro dos trouxas que participavam e estava "mascarado" por um efeito computacional copiado de James Cameron (valeu pela piada de Virginia e Burt zoando Cameron).

Se um valeu pelas insanidades de Maw Maw, do outro nem isso valeu, até porque a personagem desapareceu do episódio e ainda assim a trama estava fraca para isso. Raising Hope balança um pouco de sua corda-bamba, mas segue divertida. Esperando pelos próximos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Raising Hope - 02x05/06 - Killer Hope / Jimmy and the Kid

Filha de peixe, peixinha é?

Coisinha linda da minha vida, Raising Hope segue com seu humor fora do comum e nos apresenta mais dois grandes episódios. Desde apresentar aquela lição de vida linda no fim do episódio, até nos entreter com piadinhas non-sense que tanto amamos.

Em Killer Hope essa exemplificação é totalmente transparente. O paradoxo de criar Hope sem a mostrar os "maus caminhos", a preocupação com o gene de serial killer herdado de sua mãe, nítido ao bater em um dos garotos da creche de Shelley ex-Dente Podre, e todo o dilema desta criação é altamente rendável, comicamente falando, e interessante, socialmente falando.

Menina Hope esteve possuída num episódio magnífico. Sua expressão de Filha de Chuck era a coisa mais linda EVER nesse mundo. Como se não bastasse, Geg Garcia ainda nos dá uma sequência fenomenal no pesadelo de Jimmy, onde Hope mata seus parentes e ainda caminha sobre as paredes para atacá-lo.

A construção da narrativa foi excelentemente feita e seu encerramento simples não deixou a desejar. Mostrar Jimmy descobrir que apesar das brigas, sua família sabe se divertir e ainda assim tem de manter a naturalidade de suas ações e emoções.

O grande lema deste episódio não é apenas nos entreter, mas também nos mostrar as dificuldades e as superações durante a educação dessa bebê linda que é Hope Chance.
Já em Jimmy and the Kid, essa preocupação é deixada um pouco de lado para acelerar o lento processo de relacionamento amoroso entre Jimmy e Sabrina, com a chegada do garoto Trevor. No papel essa seria uma história superficial e tediosa, mas Lucas Neff e o ator convidado conseguem fazer a história render muito mais.

Na outra vertente do roteiro, vimos Maw Maw e o dilema do "dente perdido" (ou seria engolido?) e toda a barra de Virginia e Burt para recuperá-lo, afinal, o dente era de ouro e eles o queriam para consertar a hidromassagem.

Todas as sequências de cenas envolvendo Burt e Virginia, como a que eles se preparam para ir pegar o dente, são sensacionais. Coube a Hope nos presentear com aquela carinha de nojo fofa. No outro lado, Jimmy e Trevor nos deram boas cenas também onde o garoto de treze anos chantageava Jimmy a fazer o que queria em troca de manter o segredinho de Jimmy a salvo.

A resolução da carta e do trecho rasgado foram óbvios, mas mesmo assim não perde os méritos do que foi construído durante o episódio. Mais dois episódios sensacionais para a comédia non-sense de maior conteúdo do universo. Que venha mais, Raising Hope!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Raising Hope - 02x03/04 - Kidnapped / Henderson, Nevada-Adjacent Baby! Henderson, Nevada-Adjacent!


Se essa moda de acertar a televisão na cabeça de alguém pega...

Com direito a não um, mas dois episódios nesta semana, Raising Hope, minha coisinha fofa, vai mostrando a quê veio e não é para fazer “gugudadá”. Com o seu episódio regular na terça e uma exibição especial na quarta, vamos vendo a série se encaminhar bem.

O primeiro dos dois episódios foi o que mais agradou, não só pela a história, mas por proporcionar uma variedade de bons momentos que certamente eleva a série a um novo patamar.

Quando li que o título era Kidnapped eu pensei na hora “vão sequestrar a minha Hope!”, mas ainda bem que era só uma referência no dia que o Burt foi sequestrado.

Tudo graças ao cabeludo que na verdade nem era sequestrador. Primeira porrada com a TV na cabeça: Virginia ao vê-lo, depois Sabrina com o complemento “você disse que ele NÃO te sequestrou?” e, para fechar com aquela chave de ouro, Maw Maw possuída tentado fazê-lo ficar pianinho.

A velha doida planejou tudo sozinha, em troca de beijoquinhas com o Mr. Cabeludo. Muito bom o envolvimento de todos os personagens e, claro, de Hope passeando pelos cenários como o monstro mais cute ever.
Já no outro episódio, fomos até Vegas, baby. Com o retorno da tosca prima de Virginia que já andou dando as caras uns tempos atrás, Delilah, vimos que ela vai conseguindo seu casamento dos sonhos e semeando a inveja alheia por parte de Virginia, afinal, mais inimigas que elas não há no mundo.

Além disso, tem Burt vivendo sua experiência única de ganhar dinheiro fácil para também aproveitar sua estadia em Las Vegas. Já Jimmy, este quer se aproveitar de uma oportunidade única com Sabrina, sob o lema clássico de Las Vegas: “O que acontece em Vegas, fica em Vegas”.

O melhor momento do episódio é quando Raising Hope assume seu formato mais humano e nos faz apaixonar por Burt e Virginia em sua reedição do seu “casamento dos sonhos” e da dança de Jimmy com Sabrina nas alturas.

Claro que quando Sabrina incorporou Natasha, ninguém a superou. Uma das poucas vezes que vimos o quanto a Sabrina, não só a personagem, mas também sua intérprete pode ser tão eclética dentro de um mesmo trabalho.

Raising Hope agora cairá no profundo hiato que atinge à Glee e New Girl e episódio novo só em primeiro de novembro. A abstinência será grande, mas vamos ver se incorporando o espírito selvagem de Sabrina eu sobreviva até lá.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Raising Hope - 02x02 - Sabrina Has Money


Privada do futuro, Maw Maw impossível e drama na medida certa. Agora está explicado o fato de me apaixonar por Raising Hope.

Com um episódio coerente, tentando sair um pouco de sua zona de conforto (leia-se: bizarrice) e tentar tocar no público como a épica season finale, Raising Hope nos mostra que é capaz de nos divertir e nos fazer se apegar por cada personagem de maneira totalmente exponencial.

Claro que, dentre a proposta da série, episódios como este são aceitáveis, dependendo da forma que for explorada e de como nos for apresentada. Para uma dramédia seria ideal, já pra uma sitcom não exatamente.

Entretanto, até quando os roteiristas se esquecem do que é que a série criou durante seu primeiro ano de vida, do seu espírito non-sense admirável e o que seu humor um tanto negro é capaz de fazer, o episódio sai melhor que a encomenda.

Com a descoberta de que o pai da Sabrina é podre de rico, vimos os Chance se arriscar a esta nova vida influenciados pela ganância, enquanto Sabrina tenta se mostrar humilde alegando que não quer nada do pai e tudo mais.
Abusando-se do clichê, a exploração desta pelos pequenos detalhes foram o que fizeram a diferença. A começar pela privada do futuro. Com Burt e Virginia num entrosamento sensacional, com Maw Maw relutando-se a aproveitar do conforto e depois se apaixonando pelo seu “troninho” foi genial.

Na outra linha do episódio, com a Sabrina altruísta e arrogante com seus amigos do passado, àqueles a quem julgava sem conhecê-los de verdade. Claro que Jimmy, numa lição bem legal, deixa este legado não só para Sabrina, mas para seus telespectadores também.

Da mesma forma que a excelente Virginia opta por devolver a privada por conta do ciúme de Burt e compra uma velha capengada e insere nela os seus próprios brinquedinhos.

Raising Hope me surpreende por não esperar isso dela, mas de uma forma bastante positiva. Passei os pouco mais de vinte minutos apreciando tudo e me divertindo com uma das poucas comédias que me fazem rir: Raising Hope.

P.S.: Destaque especial pra lagosta numa atuação tão sensacional quanto a dos personagens.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Raising Hope - 02x01 - Prodigy (Season Premiere)

Welcome back to Hope... (8)

Com um retorno triunfante, considerada pela grande maioria a melhor comédia a estrear na última Fall, a nossa pequena Hope cresceu e nem por isso a série deixou de ser engraçada. Muito pelo contrário, as bizarrices dos Chance é cativante e sua qualidade está mantida em todos os pontos.

Com a indicada ao Emmy, Cloris Leachman, integrada ao elenco regular da série, definitivamente seremos contemplados por mais e mais atuações memoráveis da bisavó mais insana da televisão mundial. Tanto é que a "morte" não pode levá-la antes de fazer uma visitinha à Bethy White.

Só com esse quote o episódio já valeu. Ri muito com todas as cenas da Maw Maw, a velha é muito boa para o Emmy desprezá-la e entregar o prêmio dela para a Gwyneth Paltron por Glee. Águas passadas, grande retorno da nossa Princess-Beyoncé.

Retornando à infância do personagem de Lucas Neff, que por muitas vezes foi mero coadjuvante de Garret Dillahunt e da Martha Plimpton, e que desta vez foi bizarramente engraçado voltando aos meados de seus 13 anos e sua era da glória.

O até então talentoso garoto, foi vítima da inveja de seu pai que nunca irá esquecer o que aconteceu em 11 de setembro de 2001: a data em que acertou o taco de golfe na cabeça de seu filho e o fez ter ambrosia, digo, amnésia.

Sabrina também teve vez no episódio e se apaixonou pelo Jimmy de 13 anos nos video-tapes da época. Claro que o garoto iria fazer de tudo para recuperar seu dom e nos proporcionou o momento papelão caindo no piano muito engraçado.

Com a participação do garoto Greyson Chance como Jimmy de 13 anos, a premiere foi bem legal e divertida. A série e seu conteúdo bizarro continua muito boa. O elenco mais afiado do que nunca. Minha gente, Raising Hope está de volta!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

[Review] Raising Hope - 01x22 - Don't Vote for this Episode (Season Finale)

© FOX / Reprodução
Por @kelvinbastos
Quando a "Princess Beyoncé" nos dá adeus, todos aclamamos pela próxima temporada. A tacada mais certa da FOX no quesito comédia, Raising Hope encerra sua excelente temporada de estreia e numa viagem maluca no passado da família Chance, vimos certas coisas a se duvidar.

Primeiro, o episódio foi um completo tour no passado com um flashback durante quase todos os 22 minutos do episódio. E isso é bom? Pra mim foi excelente, mais do que inteligente, ees souberam explorar de forma tática cada ideia que poderia surgir e explica bem o porquê dos Chance ser como eles são.

Primeiro a começar pelo Lucas Neff com a cara pintada, se sentindo astro do Kiss, e achando que estava abalando. Morri de rir com os surtos dele, rendeu uma piada genial da Virginia, que por sinal vale lembrar: "Duvido que o Diabo ainda seria virgem aos 18 anos".

Só que este lado over do Jimmy mostrou que a Sabrina, nem tão atraente quanto hoje, sentiu uma adoração avassaladora pelo Jimmy, sem ele saber. Foi bom também ver como os produtores nos responderam em como a Shelley ficou com um dente podre.

Mas o momento épico é o Jimmy sendo pego pelo chefe dele em versão ultra fat. Colega, a cirurgia de redução de estômago foi mais do que bem necessária. Aliás, este foi o episódio para tirar todas as nossas dúvidas sobre os personagens da série.

Como Jimmy passou de over, pra quase boring. Como Burt, bom, é só o Burt. Como Virginia passou de mãe irresponsável, para mãe quase responsável. Como Maw Maw ficou maluca. Como Shelley passou de ninja das latas, para a dente podre. Como Barney passou de gordo, para magro. Enfim, diversas mudanças.

O legal do episódio foi trazer uma história sem pé, nem cabeça, e que tem um nexo estupendo. Ao ver a mãe psicopata já falando da ideia de "Princess Beyoncé", ver que um dia Sabrina amou Jimmy, mas hoje é o contrário, tipo, foi algo brilhante. E assim se foi, numa linhagem a nível de script, sensacional.

Virginia e Burt foi quem nos fizeram questão de nos expicar como Maw Maw perdeu sua memória. Eles viveram em uma "lavanderia" improvisada, comiam comida da mercearia (Ciganos? Sério, ri muito), e ainda nos proporcionaram um momento bonito e tocante (todos choram... tá, nem tanto) quanto ao assunto.

Tudo, desde o menor detalhe foi pensado, para simplesmente justificar o 23º aniversário do Jimmy, mas que fora apagado pelos momentos repetidos de surpresa aos 85 longos anos da bisavó mais maluca das séries de televisão ever.

É por essas e outras que Raising Hope entrou pro meu seleto grupo de comédias preferidas. A série fez questão de abusar de nomes consagrados da também produção de Greg Garcia, My Name is Earl, e de outros artistas idolatrados aqui na terra tupiniquim, como a Tichina Arnold (Rochelle 4EVER).

Que venha a segunda temporada, não posso esperar para comentar os reactions shoots da Hope, as maluquices da Maw Maw (ai meu Deus, mais fitas?), pelos avós insanos, Burt e Virginia, e também, é claro, ao futuro casal da série, Jimmy e Shelley-Ex-Dente-Podre. OPS, Jimmy e Sabrina. Até lá.

P.S.: Já agradeceu seu legender pela legenda de cada dia? Faça isso agora: "Parabéns GeekSub pelo excelente trabalho não só em Raising Hope, mas à todas as séries da equipe!".

sábado, 14 de maio de 2011

[Review] Raising Hope - 01x21 - Baby Monitor

© FOX / Reprodução
Por @kelvinbastos
Com fitas adesivas em todos os lugares do corpo, com participações de estrelas do My Name is Earl, além de citação à Modern Family, claro que não tinha como Raising Hope flopar nesta semana, muito pelo contrário, um dos episódios mais divertidos da sitcom até aqui.

Desde a piada no começo do episódio com o boomerang do Burt, atá o "vadia entrometida" no final do episódio foram perfeitos. Mas nada supera Maw Maw e seu modo de vida. Lucidez? Pra quê? Maw Maw é divina do jeitinho que ela é.

Com uma ajudinha da People Magazine, com dicas de plástica sensacionais pra Maw Maw, confesso que fui ás lágrimas de tanto rir com Maw Maw mostrando seu traseiro "plastificado". Muito bom. O melhor é ver ela gritando depois com a fita na mão: "chega de fita por hoje".

Burt e Virginia muito bons como sempre. A curiosidade nunca foi o forte dos Chance, e usando de um recurso e fazendo piadinha à Modern Family, eles dois conseguiram, junto com os convidados da semana, elevar o nível de comédia e ainda serem perfeitos.

Eles dois subindo na lareira pra "pegar sinal" e a discussão deles para mostrar que toda família tem solução é algo de outro mundo. Antes de terminar de falar sobre Burt e Virginia, tem-se que louvar a presença de Jaime Pressly e Ethan Suplee neste episódio.

Mas como ainda tem o arco do Jimmy e seu emprego, o que foram os comerciais que eles gravaram? Meu Deus, ri muito com o do Frank e com o do Jimmy, mas ninguém supera o da Sabrina. So cute a Hope vestida igualzinha a sua bisavó maluca, Sabrina e Sheley.

Mostrar o grande capitão da equipe bancando o bom chefe para não gerar conflitos, foi a melhor coisa para um personagem que está crescendo no final desta temporada. Além de mostrar o lado mais humano da série, claro que teve direito a piadinha, mesmo quando não era o momento.

E com um episódio mais do que excelente, Raising Hope vai se encaminhando para o final da temporada em alto nível, com muitas participações interessantes e histórias que nos fazem chorar de tanto rir. Como não se apaixonar pela Hope e sua família?

terça-feira, 10 de maio de 2011

[Review] Raising Hope - 01x20 - Everybody Flirts... Sometimes

© FOX / Reprodução
Por @kelvinbastos
Com um episódio que nos fez ficar apaixonado pela sensualidade dos personagens, que proporcionou momentos hilários com Maw Maw e desagradáveis (pelo menos pra mim) com Burt e Jimmy, Raising Hope vai se encaminhando ao season finale com o dever cumprido, pelo menos até agora.

Preciso falar que Burt mais uma vez roubou qualquer chance de Lucas Neff aparecer com seu personagem, Jimmy? Definitivamente não. O melhor personagem de Raising Hope nos trouxe os quotes mais sensacionais, momentos ridículos de flertes e, claro, sua inteligência meiga, mesmo com suas ideias furadas.

Sério, ri muito com ele e a tiazinha da piscina flertando, aliás, todo o plot de flertes foi magnífico. Ri demais ainda com o momento "flerte broxante". Com Virginia descobrindo através do Jimmy que o Burt estava flertando com a sua chefe e o proibindo de sair flertando foi crucial para as piadas.

Sobrou até pra Rochelle (a.k.a Sylvia), meu povo! Ela conversando com Virginia, tentando abrir a cabeça da avó da Hope, que é normal flertar e que o flerte "abre portas", proporcionou momentos incríveis para nós, meros telespectadores, assim como Virginia tentando flertar com a própria Sylvia. Muito bom!

Muito bom sempre é Maw Maw, sua lucidez no começo do episódio durou pouco tempo e foi engrassadíssimo o momento Sylvia e Maw Maw na sala dos Chance. A ex-Rochelle falando que se segurou pra não matar a velhinha foi muito foda.

Finalmente consegui gargalhar com Jimmy e Sabrina. Eles flertando para conseguir privilégios no mercado em que trabalham estava hilário. Assim como o momento final do Burt passando o bastão para seu filho. Se bem que poderiam ter me poupado de ver Lucas Neff numa bermudinha jeans, sem camisa e cortando grama. O melhor são as expressões dele.

Ah, e não poderia esquecer do Garry "Barista". Foi o arco que na verdade rodeou o plot da Virginia e a resolução foi genial. Mostrar o lado inteligente do Burt, acompanhado de uma piadinha infame, e mostrar que por detrás de uma cabeça oca existe um pequeno cérebro, resume bem o que foi o episódio: inteligente, sensivel e cômico.

Não tem como parar de elogiar a comédia que é a vida da família Chance e dos seus pepinos semanais. Costumem-se, Raising Hope veio para ficar e esse episódio é uma prova fiel do poderio que a série tem para nos mostrar.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

[Review] Raising Hope - 01x19 - Sleep Training

© FOX / Reprodução
Por @kelvinbastos
Mais um episódio com a diva Rochelle (na verdade Sylvia na série, mas a Tichina Arnold sempre será a eterna mãe do Chris em Everybory Hates Chris) em mais um episódio que dá muito certo. Apesar de ter pouco aparecido, quem é foi rainha nunca, jamais perderá a majestade.

E eis que Jimmy retorna com a garota do nariz perfeito como a sua nova namorada, bem, não era isso que ele queria que a Sabrina pensasse. E esse novo lance do pai de Hope, sobra para os avós e para a bisavó maluca ter de olha aquela coisa fofa.

A verdade é que Hope tem tão pouca idade, tão pouco tamanho, mas tão grande talento. Ouso dizer que ela supera Lucas Neff dentro da própira série. E como um bebê a bordo vem muitos problemas de sono, Burt e Virginia, acompanhados pela dica de Sylvia e seu marido, tem a brilhante ideia de treinar Hope para não ser uma marica igual ao seu pai.

Funcionou demais a ideia de mostrar em Jimmy o que acontece se você tivesse uma educação dos Chance. A história do chá dos Incas que deixou ele doidão e o cabeça-de-cachorro também foram muito divertidos.

Ri demais com os Chance deixando o Jimmy aprender sozinho, ao relento, a encarar seus medos. O soco dele foi muito bom, mas a reação do chefe dele foi melhor ainda. Aliás, foi só pra isso mesmo que serviu o "clube da luta".

Mas, como sempre, preciso elogiar a excelente Clois Leachman, que como Maw Maw, leva bem o teor cômico e nos explica o porquê de ter ganho 9 Emmys e 1 Oscar. O diálogo no carro com a Virginia foi hilário. Ri demais com ela conceituando o seu grau de lucidez.

O melhor mesmo foi vê-la falando uma coisa e esquecendo no minuto seguinte e sequer se lembrar de que estava falando com Virginia. Aliás, Maw Maw sempre esteve impecável na série, assim como o Burt. Ele se contorcendo para superar a ontade de ir confortar em seu colo Hope foi muito bom.

Aliás, onde Raising Hope não tem sido boa? Risadas saindo com muita facilidade e naturalidade e com um roteiro sensacional, mais um episódio que põe mais ainda Raising Hope na lista das minhas preferidas e que me fazem querer assistir mais e mais.

terça-feira, 26 de abril de 2011

[Review] Raising Hope - 01x18 - Cheaters

© FOX / Reprodução
Depois de Hope descansar das maluquices da família Chance, eis que eles estão de volta num episódio pra lá de divertido. Aliás, não lembro de nenhum episódio ruim em Raising Hope. Brincando com o amor platônico de Jimmy pela Sabrina e na outra narrativa um novo amor para Maw Maw, o episódio que tinha tudo para ficar cheio de draminhas amorosos nos surpreende.

Toda a narrativa do Jimmy, com o Burt o incentivando a jogar pilha no namoro da Sabrina com o Wyatt, a viagem dos dois até a fraternidade, a descoberta terrível de Sabrina e o desfecho foi muito engraçado. Mas vamos por parte entender o que aconteceu aqui.

Como Sabrina não via Wyatt há um bom tempo, eis que Jimmy planta a maldita semente da dúvida e foram ver com os próprios olhos. A viagem inteira da Sabrina falando que se o encontrasse a traindo ela ia transar com o primeiro homem que aparecesse foi o maior clichê do episódio, porém toda a história foi altamente agradável e a narrativa fora excelente.

Mas me digam uma coisa, o que foi a cena no carro do Wyatt depois de acabar a gasolina da van do Jimmy? Sério, ri demais com o Wyatt brigando com a Sabrina, ameaçando matar todo mundo e o Jimmy desesperado se descabelando no banco detrás do automóvel. O melhor de tudo?

O que era pro Jimmy ferrar, ele dá ainda mais combustível para o romance dos dois. Wyatt se pegando no capô do carro com a Sabrina e o Jimmy olhando foi genial. Ri demais com o Wyatt acenando os positivos durante os amassos com a garota pretendida apelo Jimmy.
© FOX / Reprodução
Enquanto isso, do outro lado da América, Maw Maw estava deprimida e Burt e Virginia a levaram para o reduto da Shelley, a ex-garota do dente podre. Ela e o Burt praticando o Krav Magá foi muito hilário. Mas o melhor dessa linha da narrativa foi mesmo o novo romance da Maw Maw.

Ela se apresentando como Barbara June porque não se lembrava o seu nome foi muito bom, mas o melhor mesmo ainda era que ela acreditava que estava traindo o seu finado marido Wilfred. Como a Virginia não queria sua mãe com um novo rolo com Mel, ela deixou Maw Maw de castigo.

Uma das cenas geniais foi ver o Burt com dó da Maw Maw (até eu fiquei com ela na janela daquele jeito) e ela ao encontro de seu tão amado novo amante e os dois dormindo de tanto prazer. Sério, ri demais. E com um final bem ao estilo Raising Hope, Mel encontra uma coreana, acha que ainda está em guerra e deixa Maw Maw em uma triste desilusão. Pobre Maw Maw.

O episódio foi muito bom, um retorno consistente de Raising Hope e uma história com alguns clichês e com momentos geniais. Senti falta dos reactions shots da Hope que pouco apareceu (se é que ela apareceu, não me lembro). Mas mesmo assim, a série nos apresenta um excelente episódio e vem mostrando o porquê de ter merecido uma segunda temporada.

P.S.: O que é o Burt heim? Ele sendo hipnotizado pelo movimento das mãos de Virginia e ele tentando entender o que a própria disse sobre trair quem já estava morto foi muito foda. Aliás, melhor personagem da série.

domingo, 20 de março de 2011

[Review] Raising Hope - 01x17 - Mongooses

© FOX / Reprodução
Com mais um excelente episódio, Raising Hope vai mostrando cada vez mais porque mereceu a confirmação da segunda temporada, mesmo quando o episódio não tem o humor negro de sempre. A história foi bem tradicional às velhas sitcoms que estamos acostumados, mas a abordagem foi tão original, quanto as maluquices da Maw Maw.

É muito bom quando uma série de comédia deixa de se levar a sério e mostra algumas bizarrices. Mas este episódio aqui foi atual e mostrou como os Chance se preocupam com o futuro e com o apocalipse em 2012. E com a preocupação acima dos limites, Jimmy queria fazer um testamento onde colocaria quem cuidaria da Hope caso ele faleça.

Se você pensou que a história se resumiria apenas na dúvida de quem seria o (a) tutor (a) da Hope, então você estava meramente enganado. Esse plot serviu apenas de base para um arco maior que explorou a força da união familiar e como ela pode ser desfragmentada. Os truques e macetes domésticos da casa tiveram de ser aprendidos por todos caso alguma fatalidade ocorresse, mas isso contribuiu para a ditadura do "cada-um-por-si".

Diante de tudo isso e de toda a abordagem do episódio, você se deve perguntar onde os mangustos e as suricatas entram na história. Com o intuito de Jimmy tentar ensinar Hope através de canais como o Animal Planet, Jimmy e Maw Maw assistiam à um documentário que falava sobre a vida carnívora desses animais. Ambos se assustaram, mas Maw Maw, louca como sempre, ficou mais lunática do que nunca e achou que a casa estava infestada desses animaiszinhos.

Mas antes de chegar ao clímax do episódio, Sabrina, a escolhida como tutora de Hope caso Jimmy e Virginia morressem (deixando o Burt com o 4° lugar), ficou de cara a situação que é cuidar de uma criança e ficou maluca. Afinal, o senso de conservadorismo de Sabrina é algo realmente impressionante, vide a exemplo a a história dos germes (01x13).

Diante dos probleminhas da Sabrina, como diria Felipe Neto, e todos os ocorridos, vemos a cena mais sensacional do episódio, tudo por conta de "Como abrir a caixa dos fusíveis?". Ainda na busca dos mangustos e com uma arma em punhos - se ela é perigosa sem uma arma, imagine com -, Maw Maw acha que Virgina, Burt, Jimmy e Sabrina, que estavam no sótão, eram esses animaiszinhos.

Cada centímetro que eles andavam ou cada soluço que Virginia tinha era um tiro que Maw Maw dava. Foi hilário a cena do "Gerônimo!" da Sabrina e que serviu de lição para os Chance, viu como Sabrina e seu quadril pequeno podem salvar a situação.

Apesar de ter gostado, não foi um episódio de humor excepcional de Raising Hope. Fiquei com a impressão de que Greg Garcia já está começando a pensar na próxima temporada da série e meio que deixou de priorizar as histórias dessa. Foi um episódio de arco duplo interligado com interpretações magníficas. O pior de tudo não é ter de saber que o episódio foi abaixo do que a série comumente mostra, o problema real é esperar até maio (03/05) para poder ver um episódio novo da série.

sábado, 12 de março de 2011

[Review] Raising Hope - 01x16 - The Cultish Personality

© FOX / Reprodução
Depois de um tempão sem entender quem realmente é Mike Chance e depois de uma aparição apenas no episódio inicial, as perguntas e as lacunas sobre ele foram respondidas e devidamente preenchidas. Devidamente pois foi mais um bom episódio de Raising Hope. Palmas para Greg Garcia (criador da série) por ter finalizado a história dele com uma certa coerência.

Digo mais uma vez que não foi o melhor episódio da temporada e nem mesmo atingiu a qualidade do anterior, mas a série tem um nível tão alto que quedas durante a produção são inevitáveis e fundamentais para o crescimento da mesma. Os Chance, todos eles, estavam impecáveis e hilários e é bacana ver participações musicais da eterna menina-do-dente-podre Shelley.

Mas como sempre, tenho de dedicar um espaço da review à ela: Maw Maw. Ela levou realmente a sério a brincadeira de esconde-esconde e nos proporcionou mais um momento inesquecível para a lista dessa série (claro, muitos dela). "Aqui! Aqui!" foi muito bom, hilário, icônico e divertidíssimo. Mesmo sendo coadjuvante, Maw Maw consegue roubar a cena.

Impressionantemente até a Sabrina me fez rir, coisa que nunca tinha acontecido antes. Ela querendo esclarecer as dúvidas e as curiosidades dela a respeito do casamento poligônico do primo do Jimmy, o tal Mike desaparecido, com uma mulher e outros três homens foi muito hilário. "Eu só não respondo perguntas relacionadas à relação sexual", e tome risco na pergunta. Coitada, melhor ter deixado quieto mesmo.

Como eu entrei na história do "casamento poligâmico", Mike foi chutado, literalmente, para fora da relação à cinco por querer se interessar apenas pela Tanya, deixando os seus brothers-husbands de lado. Adorei a interpretação dele e da musiquinha que eles fizeram, sem dúvidas, melhor em muito do que as últimas performances de Glee.

Virginia foi apenas suporte e não brilhou, apenas apareceu. Já Burt, foi até preso. Viu crianças lindas, isso que dá passar trote para a polícia. Aqui, até review é algo educativo, brincadeira. Falando sério, se bem que é Raising Hope e não tem como se levar à sério, o que foi a luta dos irmão Chance, Burt e Bruce? Ri alto com toda a sequência da cenas.

Achei interessante a finalização do plot do Mike que ficou em aberto, me passou algo pela cabeça agora, mas prefiro deixar para compartilhar em outra hora. Raising Hope tem um excelente episódio e vai rumo ao sucesso e, graças à Deus, Burt, Virginia, Maw Maw, Sabrina, Hope, Jimmy e Greg Garcia, caminha à isso com passos largos, espero que não tropece. Ansioso, ficarei por aqui esperando por novas histórias na saga da bebê mais fofa da televisão mundial.

sexta-feira, 4 de março de 2011

[Review] Raising Hope - 01x15 - Snip Snip

© FOX / Reprodução
Por @kelvinbastos
Nós poderíamos começar o review desse episódio cantando a abertura de Pretty Little Liars ou então fazendo referências (desagradáveis, brincadeira) à Gossip Girl, mas não, começamos esse episódio pelo começo, brilhante, não? Ou  melhor, começaremos pelo final, isso, pelo final do episódio de American Idol. Por quê? Porque simplesmente Raising Hope foi o programa exibido na sequência e surpreendentemente alcançou os maiores índices de audiência da temporada. Exato, foram 8.68 milhões de loucos, fãs e telespectadores pelo acaso assistindo a um excelente episódio de Raising Hope.

Confesso que não foi o melhor da temporada, mas não é sempre que uma série é chamada pela voz de Ryan Seacrest e segue tão boa em qualidade e audiência quanto ao American Idol. Foi bom que Glee não tenha dado as caras nessa terça, pois assim, a série da bebê mais fofa da televisão mundial bateu seus recordes e ainda nos trouxe um episódio tão hilário em que eu morri de tanto rir.

A verdade é que temos de agradecer a J.J. Abrams e a Lost pelas utilizações incríveis dos flashbacks, coisa que foi excelentemente utilizada, mais uma vez, aqui nessa série. Foi tão engraçado os flashes e o que aconteceu no passado da família Chance, que foi brilhante.

A verdade é que ninguém pode contar segredos para Virgina, pois senão, Jimmy e Burt a farão contar. Foi hilário a cara que ela fazia quando acabava tendo que disfarçar que sabia de um segredo. Cuidado com as fofocas, Virginia... O problema na verdade começa numa vez em que Virgina e Burt se pegaram dentro do lava-rápido. Virginia percebeu que estava "atrasada", se é que você me entende, caro leitor, e foi ao hospital descobrir o porquê.

Lá ela encontra Sabrina que tinha ido lá pelo mesmo motivo (uma noitada num acampamento...) e nenhuma das duas queriam que Jimmy descobrisse, então elas começaram a compartilhar segredos e praticamente viraram amigas.

No outro núcleo da trama, Jimmy acabou descobrindo de uma possível chegada de um irmãozinho e sugeriu que um dos seus pais ficasse estéreo. Mas na real, a votação para decidir foi muito engraçada e foi a única aparição de Maw Maw na trama, a única coisa ruim do episódio. "O voto dela só vale se ela estiver lúcida!" foi super engraçado.

Então Burt foi fazer vasectomia e nos proporcionou uma das cenas mais nojentas, os flashbacks mais engraçados, as piadas mais bem boladas, o drogado mais hilário e o drama pai/filho mais convincente da televisão mundial. Foi, de verdade, mais do que nojento a cena da depilação que Jimmy fez no Burt. Mas foi super engraçado suas reações e suas piadinhas, ainda mais drogado com pílulas "sossega-leão".

O fato é que o drama de o filho ter crescido foi tão fofo que merecia o Oscar de Melhor Ator para o Burt. A decepção dele como pai foi realmente sensacional e parecia muito verdadeira, mas Jimmy mostra como é um filho de verdade e diz que sempre será seu bebê. Tão bunitinho. Chega, voltemos ao cômico.

A real é que Raising Hope nos mostra um episódio com um humor absolutamente digno de Raising Hope. Humor de qualidade, sem preceitos e barreiras que mostra o que o povo quer ver: puro entretenimento barato, divertido e digno da audiência que tem.

As pessoas comumente falam para assistir Modern Family e Community como séries de comédia, que tal se mudarmos isso? Afinal, que série de comédia tem uma bebê como Hope, uma bisavó como Maw Maw, um pai como Jimmy, avós como Burt e Virginia e participações como a de Tichina Arnold (Rochelle de Everybody Hates Chris)? Nenhuma, apenas essa.

Que fique a dica, porque eu com certeza vou continuar acompanhando a saga da família Chance.

P.S.: Eu falei semana passada dos reaction shots da Hope, certo? Então, a bebê ainda consegue apresentar reações tão fofas na tela que dá vontade de apertar voltar e passar novamente.
P.S.2: Morri de rir, nunca tinha rido tanto com o Burt, dizendo: "Eles vão sentar para assistir Velozes e Furiosos e vão acabar vendo meu pinto. Se bem que ele parece um pouco com o Vin Diesel".

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

[Review] Raising Hope - 01x14 - What Up, Cuz?

© FOX / Reprodução
Agora sim é a Raising Hope que nós estávamos acostumados a ver. Seu estilo carismático, escrachado, depravado e cômico está de volta sem mais delongas de episódios comportadinhos. Agora sim eu digo que minhas saudades de Hope e dos Chance acabaram, mas essa espera de uma semana pelo próximo episódio me mata. Mas como o assunto é o episódio, parece que tivemos a essência Raising Hope mais presente do que nunca. Amei o episódio e claro, apontem os holofotes para Maw Maw.

Cercando o foco do episódio, finalmente, os pais de Jimmy, os Chance, tiveram a chance de brilhar (foi mal o trocadilho). Burt e Virginia são absolutamente sensacionais em tudo o que fazem, mas esse foi um dos bons episódios em que eles puderam finalmente brilhar. Chega de Jimmy e Sabrina no zero-a-zero, chega de intrigas bobas, continuem com Maw Maw e com suas loucuras, mas continuem dando esse espaço para os dois.

Com flashbacks muito bons (adorei o da Virginia criança, a atriz mirim que interpreta sua personagem estava sensacional com aquela cara feia) e com o passado dos avós da Hope escancarado e mais explícito do que nunca, vimos uma prima da Virginia, Delilah, querer seus direitos, pois a própria Virginia disse que Maw Maw havia falecido.

Delilah sempre foi aquela menina que tinha tudo e a Virginia a que não tinha nada, por isso, Virginia (quando jovem) armou uma pra cima da sua prima e foi dar uma nadada com o Burt no lago, se é que você me entende. Era nesse "encontro" onde iria ocorrer as preliminares de Delilah e Burt. Querendo o que não teve no passado, Delilah está afim de abrir mãos da sua parte da "herança", para ir às preliminares com Burt.

Antes de voltar ao plot principal, temos que entender algumas coisinhas. Já que Delilah estava chegando na casa dos Chance, Jimmy teve de levar Maw Maw para o mercado e nos dar uma das cenas mais épicas de todos os tempos. O que foi a sequência de "ois" da Maw Maw quand ela vai receber os clientes na porta do estabelecimento? Achei mais do que sensacional, foi absolutamente perfeito, incomparável, incrível. Vê-la também no tanque de refrigeração foi muito bom.

Tenho que dizer que adorei ver Shelly (a ex-dente-podre) de volta, ela é muito mais divertida do que a Sabrina. Mas enquanto Shelly, Sabrina e Jimmy conversavam, Maw Maw rouba a lambreta e foge, e aí temos outra sequência inesquecível de Maw Maw. Ela acelerando fundo na lambreta, se divertindo com os patins e com o rádio do "Dan Dançarino" e, claro, sua fuga com a bicicleta. O final foi meio previsível, mas não que tire os méritos da série.

Agora sim terminando o que tinha começado, Burt e Delilah estavam nas preliminares, até que o "espírito" de Maw Maw apareceu e botou a prima esquisita da Virginia pra correr. Mas antes que eu esqueça, o que foi a dancinha da Delilah pro Burt? Eu ri muito com o jeito desengonçado dela.

Em resumo, com certeza um episódio a ser lembrado para sempre em Raising Hope e um daqueles que você assiste um milhão de vezes e não perde a graça. Espero que a peteca não caia e vou ficar esperando com muito mais vontade pelo próximo episódio de Raising Hope.

P.S.: O que foram os reaction shots da Hope? Foram totalmente sensacionais e perfeitos. Adoro quando a própria bebê entra no clima e na onda da trama.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

[Review] Raising Hope - 01x13 - A Germ of a Story

© FOX / Reprodução
Mais um bom episódio de Raising Hope foi ao ar e estamos começando a matar a saudade da série que tem a bebê mais fofa do mundo das séries. O episódio foi divertido, porém pode ser definido como, certamente, o mais comportado da série. Não digo só pelo fato de querer abranger o mundo das bactérias ou mostrar esse lado das famílias com esse tipo de complexo, digo, na verdade, como um todo. Achei que faltou um pouco do non-sense que a série tinha e elementos chocantes, o que a série vinha tendo.

Não estou dizendo que foi ruim, muito pelo contrário, a fórmula narrativa de Raising Hope diverte e diverte em muito, mas achei sim, menos interessante que o anterior. Tudo bem, o episódio anterior teve nada mais, nada menos do que Rochelle, mas eu, sinceramente, esperava um pouco mais desse.

Antes de querer falar mais sobre o episódio, Maw Maw, com toda certeza, vem mostrando que é sim a melhor personagem de toda a série. Mesmo enjaulada numa casa de vidro e comparada a um macaco no zoológico pelo Burt, Maw Maw nem deu a mínima por sua situação e ficou pulando na cama. P.S.: A velhinha de Raising Hope teve uma puta elasticidade naquele salto, heim, se cuida Dayane dos Santos...

O episódio dessa semana tratou de mostrar algumas questões de higiene sobre a família Chance, ainda mais depois que Jimmy mostra para Sabrina um vídeo de seus pais cuidando da baby Hope. Com a poderosa luz negra, Jimmy mostra para seus pais como a casa está infectada e eles três fazem uma baita faxina. Mas o trabalho vai todo pro espaço com a nossa querida Maw Maw e seus germes que se espalham em cada toque da doce vovó de Jimmy. 

Ri muito com o susto que eles levaram ao ver Maw Maw com os pontinhos florescentes e o susto recíproco dela. Também tenho que lembrar que o golpe ao estilo Matrix do espirro da Maw Maw bem em cima do Jimmy foi genial. Ri muito com essas cenas.

Mas se você esperava que os Chance iriam aderir a moda ultra higiênica de Sabrina, estão meramente enganados. Ao assistir vídeos que trouxeram lembranças para toda a família Chance, Virgina assiste uma cena em partes nojenta e em partes emocionante, o que faz repensar sobre a crise familiar, a enclausuração de Maw Maw e os seus novos hábitos e entende que os germes são um carma da família Chance.

Só pra não deixar batido, além dos Chance, parece que Sabrina também entrou nessa história e deu uma lambidinha na espiga de milho de Maw Maw, nojento? Sim, mas altamente engraçado. Ficarei esperando por novas histórias e novas piadas, piadas, que por sinal, são muito bem feitas em Raising Hope, teremos de esperar.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

[Review] Raising Hope - 01x12 - Romeo and Romeo

© FOX / Reprodução
Finalmente! A bebê mais fofa da televisão mundial está de volta, Hope Chance é mais ou menos como o futebol, uma caixinha de surpresas, mas definitivamente, uma belíssima e agradável caixinha de surpresa. Fazia muito tempo que estávamos sem ver a maluca família Chance e principalmente a avó mais sensacional do planeta, Maw Maw voltou, mais lúcida do que nunca, se é que ela existe um momento de lucidez.

Eu imagino como deve ser as noites de terça-feira na televisão americana, principalmente na Fox, imaginem a excelência de Glee acompanhada e seguida pela magnífica Raising Hope. Deve ser sensacional, não é? Enfim, como não estamos lá, voltemos a realidade. Saborearemos esse retorno com uma deliciosa review, agora sim não tem como ser melhor.

Antes de falar qualquer coisa, como Tichina Arnold (a eterna, sensacional e diva Rochelle, de Everybody Hates Chris) estava simplesmente perfeita e tão a vontade interpretando Sylvia, já imaginou ela fixa no elenco da série? Gostei das brigas e dos bate-bocas, inclusive do papo em espanhol entre Carmela e Rosa, ainda mais com Hope entrando no clima e rindo de seu pai. Outra coisa, Brandon Jackson (Grover Underwood, em Percy Jackson & The Lightning Thief) também estava super divertido como Justin.

O plot se resumiu em Jimmy fazer uma amizade, para isso Sabrina lhe apresenta Justin, um pai solteiro que tem o apoio de seus pais para cuidar e educar seu filho, dava pra ser tão igual ao Jimmy? Só se a mãe do filho dele fosse uma bandidona e morresse na cadeira elétrica. Então Jimmy aceita iniciar uma amizade e eles marcam um "Dia de Brincadeiras". Antes de falar do "evento", achei incrivelmente engraçado o Jimmy tentando gravar a mensagem e a Maw Maw na outra linha perguntando "quem é?".

No "Dia de Brincadeiras", Jimmy e Hope estavam se socializando com Justin e seu filho, até que chegam as diaristas, curiosamete, a equipe da mãe do Jimmy. Adorei ver a Sylvia tentando parecer simpática, pedindo para suas empregadas sentarem e beberem vinho. Ao mesmo tempo que amei a intercalação de cenas entre os Chance e a família de Justin enquanto discutiam suas primeiras impressões sobre seus novos futuros amigos.

Jimmy convidou e Justin aceitou, tivemos uma belo jantar e uma bela reunião em família, até que Sabrina aparece e Justin parte para o ataque, já imaginou o que vem por aí? Jimmy e Justin sai na pancada, seus pais tentam separar enquanto as mães batem papo, parece que Virginia e Burt tem novos amigos, já Jimmy, nem tanto.

Destaque para Maw Maw e seu período de lucidez, quando a velha está sã, os Chance abusam de seus dotes para consertar as coisas de casa, lógico, além de fazerem ela de cachorrinho e fazerem ela ir buscar a bala de caramelo debaixo do colchão, muito bom.

Difícil ser imparcial numa série que não só gosto, amo de paixão. Ver Hope rindo de seu pai, Maw Maw alucinada, como sempre, e lúcida, isso é novidade, Jimmy na porrada, Sabrina abalando corações, o ataque de "Temos amigos!" de Burt e Virginia descobrindo o quão imperfeitos a sua nova família amiga são, foi divinamente perfeito, sem dúvidas, um dos episódios que mais gostei e isso só me faz querer ver mais e mais de Raising Hope, é uma pena, porque agora, só semana que vem. (yn)