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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Dexter - Análise da primeira metade da Final Season
Hey,
meu nome é Matheus e agora sou colaborador aqui do Megastore. Tenho 17 anos e
adoro séries. A meu cargo estão as séries: Dexter e Vikings (duas das séries que
eu mais tenho apreço).
Neste
primeiro post decidi falar sobre a oitava temporada de Dexter, que por sinal
está incrível. Somos logo de cara apresentados a Dra. Vogel, a mais nova
personagem da série; Uma senhora de cabelos brancos e olhar hipnotizante
especialista em psicopatas (grupo ao qual pertence nosso protagonista).
Spoilers
a parte, a trama da primeira metade da temporada final gira em torno das
descobertas de Dexter e Debra sobre a criação do “harry’s code”, ao qual Dexter
segue religiosamente. Essas descobertas partem da entrada da Dra. Vogel como
intermediaria na reconciliação dos irmãos Morgan; Descobrimos um pouco mais
sobre seu passado e quais são suas intenções.
Infelizmente
nada no mundo é perfeito e a última temporada apresentou um ponto fraco que
diversas séries apresentam também: pontas soltas. Em alguns momentos dos
primeiros seis episódios acreditamos finalmente ter descoberto a trama que
encaminhará ao espetacular fim de série, porém logo resolve-se este problema
(ou deixa-se pra lá) e voltamos ao drama familiar (nada contra).
Entretanto,
parafraseando o batman de nolan: “A noite é sempre mais escura antes do
amanhecer”; A esperança renasce com a volta de Hannah e o aparecimento de um
“estagiário de serial killer” (oi?). Vamos focar na Hannah ok? Ela que é o
grande amor e ponto fraco do nosso anti-herói está de volta e cheia de
feromônios para cima do queridinho da Showtime.
Não
podemos esquecer de Debra Morgan, irmã de Dexter e agora detetive particular.
Sobre forte trauma pós-sétima temporada, Deb volta desnorteada, bêbada e
confusa; Deixando assim o caminho livre para os “experimentos” da Dra. Vogel.
O
que esperar da segunda metade da última temporada?
Primeiramente
as consequências da volta de Hannah (que obviamente mexeu bastante com a trama
no primeiro episódio da SMTF, “dress code”) e um possível drama em torno de
Dexter e seu aprendiz.
SMTF:
segunda metade da temporada final.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Análise: Orphan Black - Season 1
Se roubarem esse Emmy de melhor atriz da Tatiana Maslany, eu vou incorporar a Helena e sair dando facada até no cachorro do vizinho.
Dito isto, não preciso sequer apresentar a maior e mais incrível surpresa na minha watchlist em muito tempo (acho que desde que escrevi sobre Hit & Miss eu não fico tão grato assim por uma temporada de uma série). A proposta da BBC America, adquirida do canal canadense Space, consegue mesclar, entre muitos pontos, todas as vertentes dos gêneros televisivos.
É cômica quando precisa. É séria quando necessário. É fictícia e surreal quando quer. É real quando você menos espera.
Narrando a história de Sarah Manning (Maslany), uma inglesa problemática que vê uma cópia de si mesma, Beth Childs, se suicidar inexplicavelmente ao se atirar em frente a um trem em movimento, Orphan Black mostra ousadia e um trabalho incrível. Assim, aproveitando a morte de Beth e roubar os pertences da cópia, Sarah se enfia em um monte de situações em busca da verdade, enquanto tenta limpar a conta bancária de Beth e tentar recomeçar a vida longe do seu ex-namorado traficante e abusivo, Vic (Michael Mando), ao lado de sua filha, Kira (Skyler Wexler), que está sob a guarda de uma espécie de mãe adotiva de Sarah, Mrs. S. - Siobhan (Maria Doyle Kennedy).
O problema de Sarah é que Beth era uma detetive. E, além disso, tenta encontrar alguma ligação entre suas semelhanças com a suicida. Neste meio termo, Sarah ainda tem que brincar de casinha, já que Beth morava com Paul (Dylan Bruce). A coisa se complica quando Sarah descobre que é um clone e conhece outras de suas versões, se aliando a Cosima Niehaus e Alison Hendrix (um beijo em especial pra Alison, essa coisa divertida e possuída que é, talvez, a melhor personagem de Maslany), depois de ver Katja Obinger ser morta e descobrir que outras três clones - Danielle Fournier, Aryanna Giordano e Janika Zingler - também estão mortas.
Mas quem teria o interesse em matá-las? Se você disser que era outro clone, acertou em cheio. Helena, uma religiosa fanática aliciada por um tal de Tomas e mentalmente instável que acredita ser a "original" e quer apagar as cópias. Tomas é um proletiano que é oposto às ideias de neolução e ao Dr. Aldus Leekie, que conhecemos como dono do Instituto Dyad e o principal responsável pelo movimento neolucionista e pela criação das clones.
Mas como já disse, Beth era uma detetive. E como esconder toda essa história da polícia? Ainda mais se Sarah se infiltra no meio fingindo-se ser Beth? Quais as chances de isso dar errado? Pois é, tudo se complica quando seu parceiro (ou parceiro de Beth?), Art (Kevin Hanchard), começa a investigar um caso de assassinato (do corpo de Katja, enterrado pela própria Sarah em um canteiro de obras) e que interliga tudo e não põe um ponto em nada.
A partir desta premissa, temos uma sequência alucinógena de acontecimentos, sempre buscando e tentando entender quais são os motivos para a criação dos clones, bem como descobrir quem são os "vigilantes" de cada um dos clones, responsáveis em ficar de olho em cada uma e permitir que o Instituto Dyad fizesse experimentos com as clones durante a madrugada.
E é aqui que temos um dos melhores momentos da temporada. De longe, o mais divertido. Quando Alison acha que Aynsley (Natalie Lisinska) é sua vigilante e que ela está tentando acabar com a vida da própria Alison. O oitavo episódio, "Entangled Bank", é, sem dúvidas, o melhor de toda a obra, quando Alison tem uma intervenção de Aynsley e familiares por ter dormido com o marido da vizinha.
A temporada tem um fechamento ainda melhor do que seu desenvolvimento, com a surpresa de que tanto Sarah, quanto Helena, foram geradas pelo mesmo útero. As únicas verdadeiramente irmãs de toda a história. E melhor ainda quando Helena mata a tal geradora, Amelia (Melanie Nicholls-King), e temos um confronto entre Sarah e Helena.
No mais, temos de adicionar a brilhante performance de Jordan Gavaris, como Felix, o irmão adotivo de Sarah, que muitas vezes permeia todas as histórias e vê seu apartamento invadido por clones, como Cosima e Alison, que buscam refúgio por lá.
Se você ainda não viu esta delícia complexa e incrivelmente suculenta, você pode estar perdendo uma das melhores séries do ano e, certamente, o melhor desempenho por uma atriz com o trabalho de Tatiana Maslany, que dá vida a não uma, duas ou três personagens diferentes, mas sim SETE! Tire sua bundinha da cadeira e corra pra ver este primor de trabalho da BBC America.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
American Idol 12: Conheça o Top 40
E então sobraram 40.
Depois de sete cidades em audições, depois de dividirem a Hollywood Week por gêneros para multiplicar o drama por dois, finalmente eis que temos a lista dos 40 nomes que disputarão, em Las Vegas, a fase de semifinais da décima segunda temporada do American Idol.
Antes de chegarmos ao número de 40 candidatos, o programa havia selecionado após a fase de solos, 21 garotas e 28 garotos, tendo, portanto, que eliminar 9 pessoas (1 mulher e 8 homens) para formar o "número perfeito" que encarará os jurados e uma plateia em busca de uma vaga nos Live Shows do programa.
Por isso, tivemos um sing-off para selecionar aqueles que os jurados "ficaram em dúvida" (entre aspas, afinal, vocês sabem como é). A começar com as mulheres. Um embate entre Phillip Phillips contra Haley Rainhart. Quer dizer, um embate entre duas canções dos candidatos formados pelo Idol nas duas últimas temporadas.
Stephanie Schimel, a garota que Nicki Minaj implicou por causa da maquiagem, cantou "Home", hit do P2, mostrando uma variação incrivelmente positiva em um tom suave e melodioso. Mas não foi párea para uma das grandes favoritas da temporada, Rachel Hale, que cantou "Undone", da Reinhart. Pelo VT do solo round dela, foi perceptível que havia sido bem ruim, e em sua segunda execução eu achei vocalmente inferior à Stephanie, porém, com muito mais presença de palco e desenvolvimento da performance, o que talvez tenha pesado na decisão dos jurados. (Simples, eliminassem Zoanette pra passar a Stephanie, ninguém ia reclamar, só a Minaj, mas por causa da sombra rosa da menina). E assim, temos o nosso Top 20 Girls:
Entre as garotas, destacamos o talento super enaltecido de Candice Glover, que parece ser a grande front-runner da temporada, mas seguida de perto pelo talento country de Janelle Arthur e da Rachel Hale, do timbre espetacular e dos rosnados magníficos de Shuba Vedula, e, claro, a preferida declarada de toda nossa equipe: Angela Miller. #TeamAngela
Mas apesar deste ser, hoje, o nosso Top 5 das garotas, é impossível declarar com certeza quem segue e quem não segue na disputa, ainda mais com Juliana Chahayed, Kree Harrison e Melinda Ademi demonstrando força nesta reta final antes dos Live Shows. Azarão da temporada: Zoanette Johnson. Nem preciso falar o quanto rejeito sua presença neste Top 20, né?
Já na briga masculina, o embate foi entre Adam Sanders, que cantou de uma forma desastrosa, desafinada e incrivelmente ruim a canção "Taking Chances", e Josh Holliday, que fez uma performance mediana de "Georgia on My Mind", mas que se deu tanto na performance que até rasgou as calças. Obviamente que Sanders seria eliminado, tanto é que David Leathers Jr., assim que ouviu o nome dele entrou em desespero, afinal, havia acabado de ser chamado para andar até o centro do palco. Junto à eles Marvin Calderon, Peter Garrett, Devin Jones, Kenneth Harrison, Will White e Tony Foster, nos levando ao nosso Top 20 Boys:
Já entre os homens, a história é um pouquinho mais diferente em relação ao nosso Top 5, enquanto com as garotas tivemos ligeira dificuldade em escolher as melhores entre as melhores, nos homens tivemos dificuldade entre escolher entre os bons e os endeusados pela produção. Esse é um caso de Curtis Finch Jr., que não preciso dizer que é um excelente cantor, mas com um ego maior do que a própria barriga (Fat Family mandou um beijo).
Burnell Taylor e Lazaro Arbos receberam pimp-spot em suas audições, são levados a níveis altos pela própria produção, veremos onde isso vai dar. Já Charlie Askew, entra para o nosso Top 5 momentâneo por sua Idol quality e por sua capacidade de entreter (vista em sua introdução da solo round, bem como sua conversa com Nicki Minaj em seguida). Por fim, o nosso favorito: Nick Boddington, por sua voz fantástica e pela rendição magnífica de "Stars". #TeamBodding
Fomos surpreendidos pela presença de Paul Jolley neste Top 20, que levou o esporro magnífico de Minajão por sua falta de profissionalismo, assim como por JDA, que ainda não vimos sequer um esquete dele (dela/disso) cantando. Na listinha pra ficar de olho, temos o veterano Johnny Keyser (porque... sei lá) e Devin Velez (estou até agora chocado com a interpretação dele de "What a Wonderful World".
A partir da semana que vem, acompanharemos a fase de semifinais em Las Vegas, onde todos os candidatos terão a oportunidade de impressionar os jurados uma última vez, só que desta vez cantando ao vivo para uma plateia. Quem irá para os Live Shows? Quem seguirá o seu rumo ao título de novo Idol americano? Semana que vem, no American Idol.
Mas apesar deste ser, hoje, o nosso Top 5 das garotas, é impossível declarar com certeza quem segue e quem não segue na disputa, ainda mais com Juliana Chahayed, Kree Harrison e Melinda Ademi demonstrando força nesta reta final antes dos Live Shows. Azarão da temporada: Zoanette Johnson. Nem preciso falar o quanto rejeito sua presença neste Top 20, né?
Já na briga masculina, o embate foi entre Adam Sanders, que cantou de uma forma desastrosa, desafinada e incrivelmente ruim a canção "Taking Chances", e Josh Holliday, que fez uma performance mediana de "Georgia on My Mind", mas que se deu tanto na performance que até rasgou as calças. Obviamente que Sanders seria eliminado, tanto é que David Leathers Jr., assim que ouviu o nome dele entrou em desespero, afinal, havia acabado de ser chamado para andar até o centro do palco. Junto à eles Marvin Calderon, Peter Garrett, Devin Jones, Kenneth Harrison, Will White e Tony Foster, nos levando ao nosso Top 20 Boys:
Já entre os homens, a história é um pouquinho mais diferente em relação ao nosso Top 5, enquanto com as garotas tivemos ligeira dificuldade em escolher as melhores entre as melhores, nos homens tivemos dificuldade entre escolher entre os bons e os endeusados pela produção. Esse é um caso de Curtis Finch Jr., que não preciso dizer que é um excelente cantor, mas com um ego maior do que a própria barriga (Fat Family mandou um beijo).
Burnell Taylor e Lazaro Arbos receberam pimp-spot em suas audições, são levados a níveis altos pela própria produção, veremos onde isso vai dar. Já Charlie Askew, entra para o nosso Top 5 momentâneo por sua Idol quality e por sua capacidade de entreter (vista em sua introdução da solo round, bem como sua conversa com Nicki Minaj em seguida). Por fim, o nosso favorito: Nick Boddington, por sua voz fantástica e pela rendição magnífica de "Stars". #TeamBodding
Fomos surpreendidos pela presença de Paul Jolley neste Top 20, que levou o esporro magnífico de Minajão por sua falta de profissionalismo, assim como por JDA, que ainda não vimos sequer um esquete dele (dela/disso) cantando. Na listinha pra ficar de olho, temos o veterano Johnny Keyser (porque... sei lá) e Devin Velez (estou até agora chocado com a interpretação dele de "What a Wonderful World".
A partir da semana que vem, acompanharemos a fase de semifinais em Las Vegas, onde todos os candidatos terão a oportunidade de impressionar os jurados uma última vez, só que desta vez cantando ao vivo para uma plateia. Quem irá para os Live Shows? Quem seguirá o seu rumo ao título de novo Idol americano? Semana que vem, no American Idol.
sábado, 22 de dezembro de 2012
MegaTop: As 15 Melhores Performances da 2ª Temporada do The X Factor USA
Uma temporada boa para os ouvidos.
Mal acabou a segunda temporada do The X Factor USA e o que já temos? Não, não é a estreia do famigerado American Idol ou qualquer coisa do tipo, mas sim o nosso post que já é tradicional que reúne as 15 melhores apresentações da temporada. Com esse Top 15 vai ficar muito claro onde alguns dos erros da temporada ocorreram, mas como é post especial, não falaremos sobre estes pequenos, digamos, vacilos.
Apesar de já conhecermos o resultado da grande final, nada seria alterado para agradar uns ou coroar o vencedor. Neste post feito por mim (Kelvin Bastos) e com a colaboração do Davi Antunes, que cobriu e sobreviveu, juntamente a minha pessoa, durante as semanas de Live Shows, falaremos sobre as performances que nós julgamos serem as melhores, isso não quer dizer que são realmente as melhores ou que é a verdade absoluta do universo, pelo contrário, queremos também saber a opinião de vocês a respeito do que tivemos de melhor nesta temporada.
Outro detalhe adicional, claro, para estar aqui ranqueado, a performance pode ter sido apresentada em qualquer etapa do programa, desde as Auditions, bem como a fase de Judges' Houses e de Live Shows. Sendo assim, aqui vamos nós, com as quinze melhores performances da temporada.
15. Emblem3 - “One Day”
Artista: Matisyahu
Episódio: Live Show 1: Final 16 Performances & Results (2x12/13)
Tema: Made in America
14. Jillian Jensen - “Who You Are”
Artista: Jessie J
Episódio: Auditions 1 & 2 (Season Premiere) (2x01/02)
13. Lyric 145 - “Party in the USA”
Artista: Miley Cyrus
Episódio: Bootcamp 3 / Judges' Houses 1 (2x09)
12. Jennel Garcia - “Paris (Ooh La La)”
Episódio: Auditions 1 & 2 (Season Premiere) (2x01/02)
11. Beatrice Miller - “Titanium”
Artista: David Guetta feat. Sia
Episódio: Judges' Houses 2 (2x10)
10. Diamond White - “Because You Loved Me”
Artista: Celine Dion
Episódio: Live Show 4: Final 10 Performances & Results (2x18/19)
Tema: Giving Thanks
9. Carly Rose Sonenclar - “As Long as You Love Me”
Artista: Justin Bieber
Episódio: Live Show 6: Final 6 Performances & Results (2x22/23)
Tema: Unplugged
8. Fifth Harmony & Demi Lovato - “Give Your Heart a Break”
Artista: Demi Lovato
Episódio: Final: Final 3 Performances & Results (Season Finale) (2x26/27)
Tema: Celebrity Duet
7. Fifth Harmony - “Impossible”
Artista: Shontelle
Episódio: Bootcamp 3 / Judges' Houses 1 (2x09)
6. Carly Rose Sonenclar - “It Will Rain”
Artista: Bruno Mars
Episódio: Live Show 2: Final 13 Performances & Results (2x14/15)
Tema: Movie Night
5. Cece Frey - “Sexy and I Know It”
Episódio: Bootcamp 3 / Judges' Houses 1 (2x09)
4. Fifth Harmony - “Anything Could Happen”
Artista: Ellie Goulding
Episódio: Semifinal: Final 4 Performances & Results (2x24/25)
Tema: Contestant's Choice
3. Lyric 145 - “Supercalifragilisticexpialidocious”
Episódio: Live Show 2: Final 13 Performances & Results (2x14/15)
Tema: Movie Night
2. Jeffrey Adam Gutt - “Hallelujah”
Artista: Leonard Cohen
Episódio: Auditions 3 & 4 (2x03/04)
1. Carly Rose Sonenclar - “Over the Rainbow”
Episódio: Live Show 4: Final 10 Performances & Results (2x18/19)
Tema: Giving Thanks
Então é isso. O nosso post tradicionalíssimo com as melhores performances da temporada está devidamente entregue e eu quero saber: Concorda com a nossa opinião? Alguma performance não deveria estar nesse Top 15? Alguma performance ficou faltando? Deixe sua ira nos comentários, afinal, nos alimentamos dela mesmo. Brincadeira, se quiser elogiar é muito mais bem-vindo. xoxo
domingo, 9 de dezembro de 2012
MegaTop: As 15 Melhores Performances da 9a. Temporada do The X Factor UK
Pois é, final de temporada do The X Factor UK e, assim como faremos para o irmão americano, aqui estamos nós com mais um post especial, trazendo as melhores performances da temporada e que demonstra, em boa parte, como essa temporada poderia ter sido tão sensacional, e não o desastre comprovado nos últimos finais de semana.
Apesar de ainda estarmos imersos ao resultado da grande final, já adianto que isso não influencia em nada o resultado aqui apresentado, neste post feito por mim (Kelvin Bastos) e com a colaboração do Davi Antunes, que cobriu e sobreviveu, juntamente a minha pessoa, durante esses tenebrosos Lives de competição.
Aqui, serão apresentadas as performances que nós julgamos serem as melhores, isso não quer dizer que são realmente as melhores ou que é a verdade absoluta do universo, pelo contrário, queremos também saber a opinião de vocês a respeito do que tivemos de melhor nesta temporada.
Outro detalhe adicional, claro, para estar aqui ranqueado, a performance pode ter sido apresentada em qualquer etapa do programa, desde as Auditions, bem como a fase de Judges' Houses e de Live Shows. Sendo assim, aqui vamos nós, com as quinze melhores performances da temporada.
15. Times Red - "Ain't Nobody"
Artista: Chaka Kahn
Episódio: Bootcamp 1 & 2 (9x08/09)
14. Jahmene Douglas - "At Last"
Artista: Etta James
Episódio: Audition 1 (9x01)
Artista: Etta James
Episódio: Audition 1 (9x01)
13. Union J - "Call Me Maybe"
Artista: Carly Rae Jepsen
Episódio: Judges' Houses 1 & 2 (9x10/11)
12. Melanie Masson - "Never Tear Us Apart"
Artista: INXS
Episódio: Live Week 2: Final 12 Performances & Results (9x14/15)
Tema: Love and Heartbreak
11. Lucy Spraggan - "Titanium"
Artista: David Guetta feat. Sia
Episódio: Live Week 3: Final 11 Performances & Results (9x16/17)
Tema: Club Classics
10. Jade Ellis - "Love Is a Losing Game"
Artista: Amy Winehouse
Episódio: Live Week 2: Final 12 Performances & Results (9x14/15)
Tema: Love and Heartbreak
9. Ella Henderson - "I Won't Give Up"
Artista: Jason Mraz
Episódio: Judges' Houses 1 & 2 (9x10/11)
8. Melanie Masson - "With a Little Help from My Friends"
Artista: The Beatles
Episódio: LiveWeek 1: Final 13 Performances & Results (9x12/13)
Tema: Heroes Night (Olympic Special)
7. James Arthur - "The Power of Love"
Artista: Marvin Gaye
Episódio: Live Week 9: Final 4 Performances & Results (9x28/29)
Tema: Songs to Get You in the Final
6. Jahmene Douglas - "Angels"
Artista: Robbie Williams
Episódio: Live Week 6: Final 7 Performances & Results (9x22/23)
Tema: Best of British
5. Ella Henderson - "Lovin' You"
Artista: Minie Riperton
Episódio: Live Week 2: Final 12 Performances & Results (9x14/15)
Tema: Love and Heartbreak
4. Jahmene Douglas & Nicole Scherzinger - "The Greatest Love of All"
Artista: Whitney Houston
Episódio: Live Week 10: Final (9x30/31)
Tema: Mentor Duets
3. James Arthur - "Feeling Good"
Artista: Nina Simone
Episódio: Live Week 10: Final (9x30/31)
Tema: Sem Tema
2. Rylan Clark - "Say You'll Be There / Who Do You Think You Are / Wannabe / Spice Up Your Life"
Artista: Spice Girls
Episódio: Live Week 6: Final 7 Performances & Results (9x22/23)
Tema: Best of British
1. Ella Henderson - "Believe"
Artista: Cher
Episódio: Bootcamp 1 & 2 (9x08/09)
Aí está, pra encerrar essa famigerada temporada, o ranking com a nossa opinião sobre as melhores performances da temporada. E pra você, qual foi a melhor performance? A pior (não vale falar todas do Rylan)? Concorda ou discorda da nossa opinião? Solte sua raiva nos comentários!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Análise: The X Factor Australia - Season 4
E com muita dor no coração, chega o final da temporada mais espetacular entre todas as temporadas do The X Factor Australia, e só aumentar ainda mais a credibilidade do espetáculo, precisamos dizer que sim, o The X Factor Australia deu um banho em qualidade ao seu pai britânico (ainda não superei a eliminação da Ella, viu Reino Unido?) e ao seu irmão americano (muito menos o Lyric 145 e a Jennel aqui, viu Mr. Simon Cowell?).
Muito devido ao seu casting incrível de finalistas, que elevou o nível do programa às alturas e transformou do programa perdido no país oceânico em um festival de música e, acima de tudo, de talentos que realmente se mostram prontos para o mercado fonográfico, não só local, mas em nível global para alguns dos acts.
E muito do sucesso também se deve aos jurados dessa naba toda. O painel que dá a vida e dita muitas vezes o dinamismo do programa esteve muito bem e, pra você que não conhece, não custa apresentá-los.
Os Mentores
Começamos com a cantora e atriz Natalie Bassingthwaighte (sempre tenho que ler, reler e ver de novo se eu escrevi esse sobrenome certo), que começou ganhando a vida atuando na série "All Saints", mas despontando após seus quatro anos dedicados à série "Neighbours". Claro, como competição musical, a mulher tem que entender alguma coisa. Se alcançar o segundo lugar dos charts da ARIA e conquistar três discos de platina é o suficiente pra você, digamos então que a Natalie está mais do que bem credenciada a ser jurada do programa.
Assim como Ronan Keating, o produtor, compositor e cantor irlandês que tem no seu passado a participação em uma boyband há muito tempo esquecida, chamada Boyzone, mas que teve seu grande boom na carreira ao lançar a música-tema, "When You Say Nothing at All", para o longa "Um Lugar Chamado Notting Hill" (sim, aquele mesmo com o Hugh Grant e a Julia Roberts), alcançando o primeiro lugar em diversos países.
Integrando o painel temos Guy Sebastian, cantor australiano que foi lançado como o primeiro vencedor do Australian Idol. E só pra sentir o poder desse homem, se você for neste momento ao iTunes australiano, você verá que seu novo single, "Get Along", e o seu novo álbum, "Armageddom", estão no topo de mais vendidos. [Pelo menos até o fechamento deste texto].
E por último, a mais irrelevante, uma tal de Melanie Brown, mundialmente conhecida como Mel B, apelidada carinhosamente de Mel Bitch após sua passagem rápida nas audições de Liverpool nesta temporada do The X Factor UK e conhecida por ser uma ex-integrante de uma bandinha desconhecida, que nem fez sucesso e que é o maior flop da história da Inglaterra, as divas supremas das Spice Girls. (Espero que você tenha sentido a ironia nesse último parágrafo).
Super Bootcamp & Home Visits
Essa temporada tivemos muitas excelentes audições, performances memoráveis no Super Bootcamp (ainda não entendo esse "super" na nomenclatura, mas vamos em frente) e convidados mais do que especiais para a fase de Judges' Houses, ou como os Aussies preferiram chamar, as Home Visits.
Natalie, que ficou ao cargo das Girls, convidou Ke$ha (coerência pra quê mesmo?), Ronan chamou o One Direction inteiro pra ajudar os seus Groups, Mel B viu os seus Boys serem auxiliados pelo Usher (grande ajuda, só que não), e por fim, o mais importante, Guy e seus velhinhos da categoria Over 25s (quem vê a Sammi acha que ela é Over? Nem ferrando) sendo auxiliados pela diva Alicia Keys.
Curioso que esta temporada foi justa inclusive dentro desta fase. Claro que sempre teremos algumas discórdias, como eu não entender ainda como a Vendulka Wichta não foi para a fase seguinte de Live Shows (sim, gostava dela e não regreto nada!), mas a definição dos finalistas foi, no mínimo, justa, como já comentei.
Boys
(Mel B)
Categoria flopada que entregaram pra Mel essa temporada, hein. Podem dizer o que for, mas comparada ao ano passado (onde Recee Mastin e Johnny Ruffo chegaram à final), os garotos vieram capengando e muito mal para o programa. A começar por Adil Memon, que conseguiu ser eliminado no primeiro Live. Depois por Josh Brookes, que foi eliminado dois dias depois por "conduta inadequada", onde, segundo os tabloides, havia pedido fotos nuas, durante uma sessão de Twitcam, de suas fãs. Pra completar a salada, Mel trouxe Carmelo Munzone de volta, ainda não entendo, mas também não durou muito. A salvação de Mel esteve com Jason Owen que, apesar de ter meu ódio eterno, merece os parabéns pelo crescimento inquestionável dentro do programa, levando-o até às finais.
Melhor Boy: Mesmo com Jason chegando à final, o melhor Boy da temporada foi Josh Brookes, o cara que foi rejeitado na temporada anterior e que voltou nessa pra tentar a sorte, mas depois de cantar "Don't Wanna Go Home", foi mandado pra casa. Quão irônico é isso.
Girls
(Natalie Bassingthwaigthe)
Mais uma categoria de onde sempre se espera muito e tendo Natalie como mentora já era um ganho a mais para essas moças. Natalie sempre muito presente com suas garotas, trazendo uma das categorias mais fortes deste ano (mesmo não entendendo muito a necessidade de ver Shiane Hawke na minha frente com sua voz anasalada de cachorro resfriado, que surpreendentemente a levou ao quinto lugar da temporada). Como se não bastasse, Natalie viu a sua melhor cantora vocalmente ser mandada muito cedo pra casa (adeus Angel Tupai), e conseguiu levar Bella Ferraro ao Top 4, mas não passou disso e não conseguiu chegar à final.
Melhor Girl: Por mais que me digam que a odeiam, desculpa mundo, mas eu amo. Pra mim, melhor Girl da temporada foi Bella Ferraro. Pode não ter a melhor voz da categoria (longe disso, era a mais limitada), mas é a única com marca comercial e um forte pós-programa. E na verdade isso é só desculpa pra colocar seu vídeo da performance de "Big Yellow Taxi", que eu amei.
Groups
(Ronan Keating)
Ronan e sua histeria e insanidade em tentar encontrar o novo One Direction, ou pelo menos a versão australiana deles. Insanidade tamanha que ele conseguiu levar três boybands para os Lives. Só que uma sempre anularia a outra, certo? Sempre pensei assim, tanto é que a eliminação rápida do What About Tonight e o sétimo lugar para o Fourtunate servem bem de explicação pra isso. Só que eu não esperava que de tantas boybands genéricas fossemos ter o The Collective. Sim, finalistas da edição e que chegaram com mérito, mesmo encarando dois Bottoms complicados. Eles são prontos para o mercado e ouso dizer que são melhores do que muita boyband por aí.
Melhor Group: Não vou repetir que é o The Collective, e só não coloco a performance de "Domino" aqui porque ela será utilizada mais abaixo, então deixo vocês com o single feito para eles, a canção "Surrender".
Over 25s
(Guy Sebastian)
Quem diria. Uma categoria que é motivo de piada no Reino Unido (e a líder de votos nos EUA) prova que é mais fresh, new e urban que as categorias consideradas "Under 25s". Pois é, claro que o Guy, inclusive atual mentor vencedor com o Recee, é responsável por estar sempre dedicado aos seus pupilos. Claro que o décimo lugar para o Justin Standley não é muita coisa, nem o sexto lugar para o Nathaniel Willemse, mas o seu trunfo tem nome e sobrenome: Samantha Diva Linda Suprema Gostosa Jade, finalista absoluta com o maior fandom internacional do programa.
Melhor Over: Claro que é Sammi, não pelo fato de chegar à final, mas pelo processo de superação que essa menina encarou em toda a sua carreira musical. Chegou a assinar nos EUA, lançou inclusive trilha sonora para o filme "Step Up" ("Se Ela Dança, Eu Danço"), mas caiu no limbo do esquecimento, rompeu com gravadora e voltou pra Austrália. E ainda bem, porque senão não teríamos oportunidade de ver algo desse tipo:
Melhor Over: Claro que é Sammi, não pelo fato de chegar à final, mas pelo processo de superação que essa menina encarou em toda a sua carreira musical. Chegou a assinar nos EUA, lançou inclusive trilha sonora para o filme "Step Up" ("Se Ela Dança, Eu Danço"), mas caiu no limbo do esquecimento, rompeu com gravadora e voltou pra Austrália. E ainda bem, porque senão não teríamos oportunidade de ver algo desse tipo:
Grand Final
Numa final em que tivemos um grupo que foi à dois Bottoms (The Collective), a diva suprema que esmagou muita gente em outros três Bottoms (Samantha Jade) e o boy flopado (Jason Owen) de Mel B que passou ileso por todas as semanas sempre entre os mais votados. Você se pergunta, quem venceria? Se apostasse em Jason Owen iria dizer que foi uma aposta segura. Se apostasse no The Collective diria que é uma aposta interessante. Mas se apostasse em Samantha Jade eu diria que você merece meu amor eternamente. E antes de anunciar o vencedor, e segundo e terceiro colocados (mesmo sabendo que você já sabe), vamos ao excelente videoclipe de "I Can Only Imagine", produzido para esta final.Mas calma, se você acha que eu viria aqui só pra isso, se enganou, temos mais algumas outras coisinhas para você leitor. Como parabenizar Natalie por ser a melhor mentora e jurada dessa temporada, mesmo sem chegar à final e mesmo com o Guy vencendo. Ou como eleger a melhor performance convidada (por mais que eu ame Little Mix e Cher Lloyd) ao Psy, que fez a alegria do meu mês ao fazer a troll master Mel B dançar "Gangnam Style".
Top 5 Performances
5. Shiane Hawk - "Hometown Glory"Artista: Adele
Episódio: Live Show 6 (4x24/25)
Tema: Latest & Greatest
4. Angel Tupai - "Happy"
Artista: Leona Lewis
Episódio: Live Show 1 (4x13/14)
Tema: Judges' Choice
3. Samantha Jade - "Heartless"
Artista: Kanye West
Episódio: Semi-Final (4x30/31)
Tema: Power & Passion
2. The Collective - "Domino"
Artista: Jessie J
Episódio: Live Show 1 (4x13/14)
Tema: Judges' Choice
1. Samantha Jade - "What You've Done to Me"
Artista: Composição original
Episódio: Grand Final (4x32/33)
Tema: Winner Single
Por fim, agradeço o sempre muito prestativo Davi Antunes, nosso colaborador mega cretino que está sempre presente nas coberturas dos realities musicais e quem acompanha as outras edições aqui no blog já devem saber quem é, que torceu e vibrou muito comigo a temporada inteira, a cada Bottom que Samantha Jade sobrevivia ou a cada semana que ela passava ilesa. (Além de semear o ódio à Bella Ferrado).
P.S.: O Davi queria que eu citasse a pior performance da temporada, mas não farei isso com os pobres tímpanos ou poluir esse texto-tributo lindo ao The X Factor Australia por causa de Nathaniel Willemse e a performance vergonhosa de "Love on Top". Beyoncé deve ter se revirado enquanto amamentava Blue Ivy. Com certeza. Duvida? Clique aqui e tire suas próprias conclusões.
P.S.: Não se esqueça mundo, de fazer com que o winner single, "What You've Done to Me", de Samantha Jade (para ouvir a versão de estúdio, clique aqui) chegue ao topo dos charts, pelo seguinte motivo, afinal, uma imagem vale mais do que mil palavras:
P.S.: O Davi queria que eu citasse a pior performance da temporada, mas não farei isso com os pobres tímpanos ou poluir esse texto-tributo lindo ao The X Factor Australia por causa de Nathaniel Willemse e a performance vergonhosa de "Love on Top". Beyoncé deve ter se revirado enquanto amamentava Blue Ivy. Com certeza. Duvida? Clique aqui e tire suas próprias conclusões.
P.S.: Não se esqueça mundo, de fazer com que o winner single, "What You've Done to Me", de Samantha Jade (para ouvir a versão de estúdio, clique aqui) chegue ao topo dos charts, pelo seguinte motivo, afinal, uma imagem vale mais do que mil palavras:
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| #vemnimimSammi |
sexta-feira, 11 de maio de 2012
MegaTop: As 15 Melhores Performances da 2a. Temporada do The Voice
Muita música. Muito show.
A temporada do The Voice mal acabou, mas aqui estou eu ainda para
entregar um post que, como sempre, vai ter neguinho que não vai gostar, gente
que vai amar e gente que vai querer me matar. Faz parte.
Com uma temporada recheada de excelentes canções que tiveram que disputar
espaço e fama com Purrfect, o gato de Cee Lo Green; o “bromance” de Adam Levine
e Blake Shelton; e a beleza indiscutível de tia Christina Aguilera.
Foi uma tarefa difícil reduzir esse post em apenas 15 apresentações. A
ideia inicial era começar com 5, mas pensei que seria injusto com outras
excelentes performances. Aumentei para 10 achando que seria suficiente e mesmo
assim não consegui ficar satisfeito. Então, agora com 15, espero ver todos
comentando e se deliciando com apresentações únicas e completamente
sensacionais.
15. Mathai: “Rumour Has It”
Fase: Blind Auditions |
Episódio: 2x04 – Blind Auditions, Part 4
Uma das audições mais bacanas da temporada, sem dúvidas com vocais
únicos e um domínio de palco envolvente. Como disse na review do episódio em
questão, a performance teve passagens doces e melódicas pelo refrão e rosnados
esmagadores. Uma pena ter sido muito mal aproveitada pelo Adam Levine, que a
fez cantar “I’m Like a Bird” e
protagonizar uma das piores apresentações da temporada.
14. Jordis Unga: “Wild Horses”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x10/11 – Live Shows, Week 1
Performance que valia a vida na competição, e Jordis foi lá, dominou o
palco e eliminou dois concorrentes numa única tacada. Diferentemente de “Alone”,
apresentada na noite anterior, essa canção teve um controle vocal impecável.
13. Lindsey Pavao: “Skinny Love”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x18/19 – Live Shows: Semi-Finals
Performance com vocais consistentes e bastante sólida, com uma das vozes
mais única da competição. Lindsey era a minha preferida do time de Christina
Aguilera e, valendo vaga para a final, apresentou uma excelente apresentação.
12. Juliet Simms, Jamar
Rogers, Erin Willett & RaeLynn: “Try
with a Little Help from My Friends”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x20/21 – Live Shows: Finals
A melhor performance em grupo da temporada. Amo/sou Juliet e Jamar desde
o começo e após se juntar com as garotas do Team Blake, Erin Willett e RaeLynn,
entregaram uma performance que só posso resumir como sensacional. Uma cantora
powerhouse, com uma cantora country e dois rockstars. Amazing.
11. Tony Lucca: “… Baby One More Time”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x16/17 – Live Shows: Quarter-Finals, Week 2
Essa performance foi a única do Tony que me agradou efetivamente de toda
a competição. Apesar da sua limitação vocal, ele entregou com completas
alterações nos arranjos e na melodia, uma apresentação incrível e com muita “stage quality”.
10. Jamar Rogers: “Seven Nation Army”
Fase: Blind Auditions |
Episódio: 2x02 – Blind Auditions, Part 2
Se eu disse que Mathai havia entregado uma das melhores audições do
programa eu não mentia, mas nada se compara a esta aqui. Jamar Rogers
simplesmente dominou o palco, explodiu tudo e mais um pouco e simplesmente
detonou. Melhor audição da temporada.
9. Katrina Parker: “Jar of Hearts”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x16/17 – Live Shows: Quarter-Finals, Week 2
Eu tenho que dizer que Katrina cresceu tanto na competição que me fez
amar essa performance de “Jar of Hearts”.
Bons vocais e interpretação convincente, Katrina me surpreendeu
positivamente e se apresentou de forma muito boa, mesmo com alguns erros e
problemas de afinação.
8. Ashley De La Rosa: “Foolish
Games”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x14/15 – Live Shows: Quarter-Finals, Week 1
Uma vibe meio rock indie, como o Paramore costuma fazer, com excelente
interpretação e vocais excelentes, em uma música que só lhe beneficiou,
lembrando bastante o que ela havia feito com “Paris (Ooh La La)”.
7. Juliet Simms: “Cryin’”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x16/17 – Live Shows: Quarter-Finals, Week 2
Juliet Simms + fantasia de carnaval + música do Aerosmith = ESPETACULAR!
Não tenho muito a dizer além de como eu amo essa menina, ela foi lá, pegou uma
música relativamente difícil, colocou sua interpretação apesar da fantasia
vergonhosa e deu um show!
6. Jordis Unga: “A Little Bit Stronger”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x14/15 – Live Shows: Quarter-Finals, Week 1
Excelente. Vocais muito bem postos, interpretação mais do
que perfeita e um sentimento que foi devidamente posto na canção. O
clima com o piano e o cenário, tudo se encaixou de uma forma única a sua
apresentação. Uma performance que me faz questionar a sua eliminação até
hoje.
5. Juliet Simms: “It’s a Man’s, Man’s, Man’s World”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x18/19 – Live Shows: Semi-Finals
Eu sei que vai ter gente querendo me bater dizendo que esta performance deveria
figurar em primeiro lugar, concordo em partes, mais ainda tem tantas
performances boas que ficou difícil preparar o Top 5. Eu acho que, apesar de
ter sido absolutamente fantástica, teve alguns problemas perceptíveis para quem
tem um ouvido mais bem apurado, mas a real: Fabulous.
4. Christina Aguilera &
Chris Mann: “The Prayer”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x20/21 – Live Shows: Finals
Este dueto se resume a algumas coisas. Primeiro: a canção. Vocais
excelentes e um controle vocal inacreditável, sem as firulas comuns de Xtina, e
com uma sensibilidade e interpretação tocante. Segunda coisa: Não consegui
prestar atenção na canção, meus olhos estavam vidrados em tia Xtina e seu decote.
Malsaê.
3. Lindsey Pavao: “Somebody I Used to Know”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x10/11 – Live Shows, Week 1
Lindsey me fez gostar dessa canção. Até então nunca havia ouvido a
original e simplesmente amei tudo o que eu vi. Apesar da melodia um pouco mais arranjada
para o pop-rock, Lindsey foi fiel e eu adorei tudo nesta performance,
essa coisa meio dark, escura, a interpretação que ela pôs se encaixando dentro
da proposta. E que voz!
2. Jamar Rogers: “Are You Gonna Go My Way”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x12/13 – Live Shows, Week 2
Sensacional foi ver Jamar de quatro no chão rodando a cabeça
no maior rock-style. Tem como não amar esta performance? Adorei a
energia e a interpretação como um todo e tenho que confessar: acordo todo dia
com ela tocando no meu despertador.
1. Juliet Simms: “Roxanne”
Fase: Live Shows |
Episódio: 2x12/13 – Live Shows, Week 2
Eu não tenho elogios cabíveis para esta apresentação. Pra mim, é uma das
melhores apresentações de todos os realities shows nos últimos dois anos. Ela
misturou as duas versões e começou lenta e continuou com a versão mais “animadinha”.
Vocais? Check. Interpretação? Check. Standing ovation? Check.
Não se esqueça de comentar o que achou do post e aproveite para ler o que achamos da final do The Voice clicando aqui, http://bit.ly/JJvJMe.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Game of Thrones - 1ª Temporada
A mais épica série de todos os tempos.
Estreando um ano atrás, vimos, sem dúvidas, uma das séries com maior qualidade técnica em roteiro, atuações e história, claro que estas devidas ao grandiosíssimo e excelente trabalho empregado por George R.R. Martin, o autor da saga "A Song of Ice and Fire" (As Crônicas de Gelo e Fogo), que servem de base para a série de televisão.
É de conhecimento mútuo que os livros se tornaram bestsellers por todo mundo, alavancando novamente o gênero épico e elevando o nível de Martin a comparações com o eterno excelente autor britânico, J.R.R. Tolkien, autor da trilogia "The Lord of the Rings" (O Senhor dos Anéis).
O grande lance para a série era encontrar a essência apresentada nos livros e exibir em tela, abordar com toda a qualidade possível o mundo de Westeros e seus continentes além, e transmitir um belíssimo jogo de espadas, tronos e coroas.
Isso é Game of Thrones, uma série ousada, arrojada e fenomenal, capaz de atrair todos os olhares e te hipnotizar com perfeições cinematográficas, com locações grandiosas e um elenco que faz jus ao que lhes é exigido.
O piloto de Game of Thrones é simplesmente perfeito, sem tirar ou pôr em nada, é inteligente, apresenta a história em toda sua dimensão e faz uma adaptação fiel e basicamente idêntica ao que é proposto por George R.R. Martin em seus primeiros capítulos (além do prólogo, é claro) de seu primeiro livro.
"Winter Is Coming" te apresenta ao mundo medieval da série e lhe apresenta com maestria as Casas pela qual torceremos, vibraremos e xingaremos durante o decorrer de sua infinidade (afinal, os livros lhe permitem inúmeras histórias e inúmeras temporadas), trazendo o Veado Coroado da Casa Baratheon regida pelo Rei de Westeros, governante de Porto Real, o Rei Robert Baratheon; acompanhado da Casa de sua esposa, Cersei, os Leões da Casa Lannister, governantes do Rochedo Casterly; a Casa com quem todos se identificaram pela pureza bárbara, os Lobos Gigantes de Winterfel, a Casa Stark; e os Dragões destronados e banidos da Casa Targaryen, o inescrupuloso e repugnante Viserys e sua irmã, Daenerys.
A série conseguiu passar seus principais conflitos durante a primeira temporada, sem apegar-se a detalhes precisos e aflorar inteligentemente bem os rumos que só deverão ser tomados há duas ou três temporadas. O interessante é a capacidade da série ser fiel ao que Martin expõe, principalmente em seus momentos mais controversos.
A exemplo disto, temos o brilhante episódio "Baelor", que não se repudiou e não teve medo algum ao decapitar o personagem mais carismático e querido da série, Eddard Stark, o até então Mão do Rei, sendo apenas a faísca do fogo que pairará sobre todo o planeta.
Como o elenco é gigantesco, é muito difícil você gostar especificamente de um personagem, o universo da série é muito grande e você nunca sabe o que pode acontecer a eles. Em relação a seus intérpretes, estou por amores com Emilia Clarke, a intérprete de Daenerys Targaryen.
É realmente incrível como ela consegue expressar exatamente o que sua personagem tem de sentir, além de ser uma das personagens mais fortes da série e que terá papel fundamental a desempenhar durante os próximos episódios da série.
Assim como sua primeira temporada, esta contará com mais 10 episódios, com exibição simultânea nos EUA e no Brasil. O marketing para a próxima temporada foi intensivo, magistral e enorme, o que leva a expectativa às alturas. Quem sentará no Trono de Ferro? Como as coisas correrão? Resta esperar para ver.
P.S.1: Sei que já deveria ter comentado há tempos sobre a excelente Game of Thrones, sei que devia tê-la assistido há tempos, mas onde fica o tempo? Agora que pintou um tempo livre, a partir da segunda temporada, acompanharemos semanalmente todos os 10 episódios emocionantes e vibrantes dessa perfeição.
P.S.2: Por opção para poder acompanhar a série sem spoilers, resolvi abrir mão da leitura dos livros, tenho todos os livros já lançados, mas só li o primeiro, então, o que vier da próxima temporada será surpresa para mim!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Jane by Design: Recapitulação - 1° Temporada
Jane By Design é uma serie fofo da ABC Family, que conta a vida da Jane uma garota que está no ensino médio e tem uma vida totalmente normal de uma garota não popular, ela tem um big melhor amigo que ajuda ela em todas as questões da sua vida. O irmão dela é o seu guardiã legal, já que o pai dela morreu e mãe desapareceu á anos atrás.
O irmão dela o Bem é fofo de mais, ele largou tudo para pode cuidar da Jane, e não se arrepende de nada. Ao contrario da Jane, ele era bem popular na escola, então as vezes ele não entende o drama da moça. Ele tem uma grande dificuldade em arrumar um emprego, por isso eles estão na pindura. Com o passar dos episódios ele acaba trabalhando na mesma escola que a Jane estuda, ai ele reencontra uma moça que ele sempre zuava nos tempos de escola. Devo falar que torço de mais pelo os dois eles são fofos, não vejo o Ben como um cara mal do colegial, tudo o que ele fez foi pela estupidez de ser adolescente.
Por esse fato, Jane e o irmão estarem falidos é que ela vai a procura de um emprego. Ela vai a uma entrevista de emprego para ser apenas uma estagiaria, mais lá mesmo eles se confundem e a mandam para o lugar errado, ela acaba se tornando assistente da toda poderosa do lugar, vamos dizer que ela dá conta do recado mais que muitas meninas que estudaram e que fizeram faculdade e que tem idade suficiente. É assim que começa sua jornada dupla, de ir para escola e ser uma adolescente normal de manhã, e de se trocar no carro entrar no salto 15, e ser responsável de tarde e a noite também. Não é difícil amar o trabalho dela, lá ela é respeitada e necessária, ela pode usar toda a sua criatividade.
Mas com isso é claro ela ganhou inimigos a malvada Índia, primeiro á Índia tem inveja da relação da Jane com a chefe, depois pela Jane ser a Jane, depois pela relação da Jane com o Jeremy. No começo eu odiava a Índia mais ela esta me conquistando, esse coisa de durona de menina má é tudo fachada da parte dela, ela tem um coração de verdade não um pedra de diamante. Aprendi a gostar dela realmente, até entende-lá em alguns momentos, em outros momentos é impossível, por que nem ela se entende.
Jaremy é um inglês com sotaque carregado, é um charme bem irritante, no começo rolou um clima entre ele e a Jane mais isso logo foi esquecido, já que ela viu ele de agarra com o Índia, assim eles se tornaram muitos amigos. Nesse ultimo episodio nós descobrimos que ele é o traidor, ficava passando informações pra os concorrentes, coisa que a Índia levou a culpa, resta saber se ele vai assumir ou vai deixar a Índia se ferrar. Também vemos nesse final ele quase se declarando para a Jane.
O BFF da Jane é o Billy, ele é tudo que uma mãe não quer para sua filha á primeira vista, mais depois se torna tudo o que uma garota quer, ele sempre está lá pela Jane. A primeira vista não queria um envolvimento amoroso entre os dois, mais com outros relacionamentos falidos de ambos, vi que um é certo para o outro, os dois se entendem, e podem confiar de olhos fechados um no outro. E eu percebi que eles são uma unidade, e não te mais espaço para ninguém. É certo os dois juntos. Quem percebe isso primeiro é o Billy, mais ele chega bem na hora em que o Jaremy também vai se declarar. Agora só daqui alguns meses para saber quem vai ficar com a Jane, já que o episodio acaba ai com ela entre os dois.
PS: O irmão dela descobre, a vida dupla dela mais decide deixar rolar, já que a Jane esta no meio do sonho dela.
PS: Índia é acusada e demitida, mais jura vingança. Quero que ela realmente volte logo.
PS: Todos nós levantamos uma teoria de que a Gray chefe da Jane é a mãe dela. Isso pra mim não caiu por terra, só por que ela e o Ben se conheceram. Pelo o que eu entendi a mãe deles foi embora quando eles eram pequenos. O Ben pode ter uma imagem mais jovem da mãe. E a Gray não demostrou surpresa pelo simples fato de já estar preparada. Seria bem interessante ela realmente for a mãe deles, um drama futuro.
PS: Temos outros personagens como Lulu ex do Billy, e o Nick ex da Jane. Quando voltar falo mais sobre os dois.
Jane volta na Summer Season com mais 8 episódios. Já fazendo uma corrente de fé para ter mais dessa delicia viciante em nossas vidas.
Por que é impossível não amar , amei a série desde o primeiro episodio (comecei a ver a duas semanas viciei). Uma série leve, daquelas que você se apaixona pelo elenco todo. Que depois de um dia de estresse você senta e relaxa vendo Jane By Design.
Quase não sinto falta de uma serie quando elas entram em hiatus ou terminam uma temporada. Mais tenho certeza que de Jane vou sentir muita falta.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Supernatural: Recapitulação - 7a. Temporada
| Com um toque mais sombrio, a 7ª temporada se mantém estável, e com novos monstros a vista. |
A atual temporada de Supernatural teve início em 23 de setembro de 2011, e o cenário se alterou um pouco, se tornando cada vez mais sinistro. Após a abertura do purgatório e de Castiel ter ficado poderosão, ele começa a não aguentar o tanto te almas torturadas no seu corpo, e acaba “morrendo”, liberando assim um novo tipo de inimigo para os Winchesters, os Leviatãs. Com uma pegada mais divertida em relação a esses, por falta de palavra melhor, monstros, é mostrado que eles realmente estão por toda parte, desde políticos poderosos a estrelas da mídia americana. Um pouco do drama da série é focado em Sam tendo flashbacks do inferno, já que ele atravessou as paredes de bloqueio que a Morte colocou nele.
Durante os episódios vemos os irmãos em busca da forma de matar os Leviatãs, e também surge um problema um tanto peculiar, quando um antigo Deus Egípcio, Osíris, aparece para condenar os humanos por seus pecados.
No episódio 10, tido como a mais chocante dessa temporada, e levando a uma midseason excepcional, onde vemos Bobby revisitando seu passado após ser atingido por um tiro de Dick Roman, e Sam e Dean correndo contra o tempo para salvar seu amigo. Ao fim do episódio vemos a Morte falando para Bobby escolher, se vai, ou se fica.
Nos novos episódios, Dean se torna obceado por derrubar Dick Roman, e os irmãos ainda se recuperando da morte de Bobby, assumem novas identidades, para não serem rastreados pelo FBI. Vemos Dean tendo problemas “paternos”, Sam enfrentando seus medos em um parque de diversões, e no último episódio antes do hiatus, eles tem que solucionar um problema em que um trabalhador local, já antes possuído por um demônio, que esquartejava mulheres, aparentemente curado do demônio, mas ocorrem novos assassinatos, levando a uma revelação bombástica de que ele mesmo que queria e não o demônio.
A audiência de Supernatural continua sendo boa, mas sofreu uma queda, apresentando cerca de 1.5 milhões de espectadores por episódio, o que leva a não saber se ela será renovada ou não.
[Resumão] Supernatural 4ª - 6ª temporada
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| Não são apenas os demônios os problemas dos Irmãos Winchester agora. |
A quarta temporada se inicia 4 meses depois da “morte” de Dean, e Sam deprimido passa a exercitar suas habilidades demoníacas junto com Ruby, para se vingar de Lilith. Descobrimos que quando os portões do inferno se abriram, junto com Lilith saiu Alastair, esse que no inferno faz todos os dias uma proposta a Dean: “vire um torturador de almas, que a sua será poupada”, após quarenta anos, o que equivalente a 4 meses terrestres, Dean é ressuscitado pelo anjo Castiel (Misha Collins), para que ele sirva as ordens do Céu. Somos apresentados, no primeiro episódio, a outros dois anjos, Anna (Julie McNiven) e Uriel (Robert Wisdom), que estão na Terra com a missão de impedir Lilith de quebrar os 66 selos, libertar Lúcifer (fica revelado nessa temporada que Azazel queria libertar Lilith para que ela quebrasse os 66 selos), e trazer o Apocalipse.
Essa temporada tem como foco a missão dos dois irmãos de impedirem que Lilith quebre os selos, e Castiel revela a Dean que ele é o primeiro selo, e somente ele poderá impedir a quebra dos demais, deixando claro o motivo pelo qual Castiel o ressuscitou. Em um outro núcleo, é mostrado que Sam está tomando sangue de demônio (ECA!) e se tornando cada vez mais forte. Os irmãos ficam cientes de uma nova série de livros que se tornou febre, intitulada “Supernatural (Sobrenatural)”, sendo que ela conta a história dos irmãos exatamente como aconteceu, terminando quando Dean é mandado para o inferno. Quando eles saem em busca do autor, descobrem que Chuck (Rob Benedict) é na realidade um profeta de Deus. Os irmãos acabam por se separar após vários acontecimentos, cada um seguindo um caminho diferente, Dean aceita ajudar os anjos, enquanto Sam sai com Rubi à procura de Lilith.
Castiel revela pra Dean que Lilith é o último selo, e Dean descobre que os anjos querem que o Apocalipse aconteça, e os dois acabam se rebelando contra os Céus, indo até a igreja onde Sam confronta Lilith. Quando Dean chega à igreja, Ruby impede que ele entre na sala, e Sam acaba usando seu poder contra Lilith e matando-a, liberando Lúcifer, e Ruby revela seus planos, dizendo que desde o início ela queria que Lúcifer fosse libertado, e que Sam foi escolhido desde que nasceu para isso. Com raiva, Sam segura Ruby e Dean a golpeia com a faca que mata demônios.
A quinta temporada se inicia com Lúcifer se libertando, Dean e Sam desesperados tentam fugir, mas não conseguem, pois a porta da sala está trancada. Eles continuam tentando fugir, enquanto uma luz forte e um som agudo só aumentam, e aí, eles acordam num avião, e conseguem ver a abertura da porta de Lúcifer de cima, o que causou um grande clarão e uma pane. No outro dia as notícias ruins começam a correr, e fica claro que o Apocalipse já começou. O foco da temporada é a batalha entre o céu, o inferno e a humanidade. É revelado que Sam é o receptáculo de Lúcifer, e Dean o de Miguel. Lúcifer fica a procura de Sam, e enquanto isso liberta os Cavaleiros do Apocalipse (Peste, Guerra, Fome e Morte), que são apresentados de uma forma um tanto irreverente.
Enquanto isso, Castiel está à procura de Deus, que “sumiu”. Uma curiosidade sobre essa temporada, é que ela deveria ter sido a última, mas a grande audiência garantiu um contrato para a sexta temporada. O final dessa temporada é a batalha entre Miguel e Lúcifer, sendo que eles estão no corpo de Dean e Sam, respectivamente. Sam não consegue controlar Lúcifer, e este mata Castiel e também Bobby, mas antes que Miguel volte e que ele mate Dean, Sam recobra a consciência e se joga no buraco do inferno (sim, ficou estranho) junto com Lúcifer. É mostrado que Dean foi à procura de Lisa, e que Sam conseguiu escapar do inferno, mas já não é o mesmo.
A sexta temporada, apresenta uma mudança significativa na série, já que o criador da série Eric Kripke fica como produtor da série, dando a posição de showrunner para a então produtora Sera Gamble. Essa temporada apresenta a série de uma forma misteriosa e sombria. O céu e o inferno estão em completa desordem, depois do Apocalipse, e os monstros, anjos e demônios estão pela Terra sem lei nenhuma.
Dean se aposentou da vida de caçador, jurando nunca mais retornar a ela. Mas ele se vê obrigado a voltar por causa de Sam, que escapou do inferno. Somos apresentados nessa temporada ao avô dos irmãos, Samuel (Mitch Pileggi), deixando claro que após Sam sair do inferno, muitos dos que já tinham morrido retornaram, como Ruby, Castiel e Bobby. Também é apresentado o demônio sádico Crowley, o chefe do inferno, e a Eva a “Mãe dos monstros”, sendo que estes dois estão em uma luta, pois Crowley quer os monstros do purgatório. A temporada acaba com Castiel despirocando de vez, pegando todas as almas do purgatório e se tornando o “novo” Deus.













