Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x10 - Beautiful Day (Summer Finale)

Porrãn, se isto é estar na pior...

Eu nem sei como explicar o meu sentimento em relação a este episódio de The Nine Lives of Chloe King. Quando a série começou eu só continuei acompanhando por conta de sua mitologia egípcia e porque também não tinha nenhuma outra coisa pra ver, e olha só onde chegamos.

Desculpe as comparações, mas, de certa forma, foram as que melhor se encaixaram para a série. Baixou algum santo esquisofrênico de Kevin Williansom ou Julie Plec em Ron McGee e na Liz Braswell e vimos simplesmente um episódio cheio de twists e de tamanha coragem nunca antes vista na série.

A mesma coisa que ocorreu comigo em relação à The Vampire Diaries pode estar ocorrendo agora com Nine Lives. A ousadia de matar meio mundo numa finale como esta, é para poucos. Episódio estupidamente épico.

A nível de história, o que falta a Pretty Little Liars, sobrou para a ninhada de gatos de São Francisco. Um episódio que chutou o pau da barraca, calou muita gente que não botava fé ou simplismente criticava sem assisti-la e, se não houver renovação, vai me matar de ódio, de aflição e de curiosidade.

O crescimento depois de um piloto um tanto controverso é eminente, as qualidades desenvolvidas ao longo do tempo e suas lutas coreografadas também. Fato é que a série conseguiu me pegar desprevenido e esses 40 minutos pareceram ser bem menos do que 20.

Pra ter como base, se você pegar o episódio e dividi-lo em dois blocos, vocês verão como a série atingiu seu objetivo com mais do que uma simples trama teen whatever da ABC Family como vinha fazendo. A começar com a visitinha a vovó de Brian.

Este poderia ser um simples caso de "meu netinho querido, como eu queria ter ficado contigo" e o blá-blá-blá mela-cueca de sempre. Oh, doce ilusão. A vovó (Samantha Eggar) é mais do que megaevil. Praticamente a mãe piorada da terrível ex-Julie Cooper em Nikita (digníssima Melinda Clarke).

Aquele dramão de "Brian senta aqui e chora no meu colo" foi encenação e a idosa do mal mostrou parecer a verdadeira face por detrás da Ordem. Ainda não entendi bem qual é o esquema podrão que ela e o seu ex-genro Whitley Rezza tiveram para separar esse gene maléfico do menino Brian, mas seja o que for, ser mal está no sangue.

Mas se você é uma pessoa modesta, assim como eu, e já estava se contentando bem com o que tinha acontecido até aqui, então pode parar porque os minutos seguintes foram mais WTF e surtante do que este plot de vovó comedora de lobo-mai (putz, essa foi ruim pra cacete).

Nem Paul e Amy estragaram a beleza poética da sequência histórica que ainda estava por vir. Zane, o moço bandidão pegador da Jasmine, aproveitando que a Nossa Senhora Mãe de Todos (#SupernaturalFeelings) Valentina voltou para a cidade amaldiçoada dos semideuses, estava pronto para a artilharia pesada, pronto pra matar tudo e todos.

Veio Valentina e pimba! Veneno letal que causa morte lenta e dolorosa. Veio Jasmine e, como diria Lightning McQueen... catcha! Depois de muita porrada e bundalelê no apê, a moça fofa acabou com uma faca enfiada (ui!) no estômago. Sério, foi de cortar o coração. Mãe e filha morrendo uma a uma, frente a frente, sem poder fazer nada.

Mas ainda tinha as cenas insanamente boas com a pequena Unificadora. Chute pra lá, soco pra cá, arranhão ali, saltos ornamentais aqui e um bando inteiro de assassinos no chão. Uau, Chloe escapou de sua segunda morte? Na-na-ni-na-não.

Chloe pode ser a gata-fodona, mas isso não significa que ela incorporaria o espírito do Neo (Matrix) e sairia dando olé nas balas da Simone. Ok, ela tem mais sete vidas, se rebaixou ao gato brasileiro e ainda tem muita água pra passar sob esse riacho, mas espera aí, quem falou que acabou?

Brian, mesmo não indo com a cara dele, tinha mesmo que ter dado aquele beijo na menina Chloe e morrido (será?)? Certo uma coisa, Chloe estava desmaiada e não tinha nenhum aviso de advertência do Ministério da Saúde dizendo que "beijar um mai é pedir pra morrer".

E mesmo depois dessa enxaqueca de overdose de ação por segundo quadrado, ainda tinha mais tempo pra mais cliffhanger. Primeiro o papai Rezza, que estava bebendo seus bons drink com a Meredith King. Segundo, drama familiar no apê das Mai quase-recém-assassinadas.

Sério, achei que o Alek também ia morrer ali. Mas com o Zane falando "e aí mano" (ok, não foi isso) foi um OMG controlado pra próxima temporada, próximos episódios ou pra porra nenhuma. Se a Família ABC acabar com essa delícia, eu juro que o nosso clã megaevil de São Paulo já está indo pra lá fazer deles nossos novelos.

Nunca disse que The Nine Lives of Chloe King é um prato cheio de perfeições, pois não é. Nem Game of Thrones é. Fato é que as Nove Vidas de Chloe King, digo, as Sete restantes, fizeram um episódio pra deixar qualquer um sedento por mais dessa droga alucinógena. Se a nossa embriaguez continuar, já sabem onde me encontrar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x08/09 - Heartbreaker / Responsible

E não é que Nine Lives consegue melhorar a cada episódio.

Em mais dois episódios, o crescimento da série vai provando para muitos do real potencial da série. Sério, depois de um piloto bem duvidável, a produção de Liz Braswell vai conseguindo emplacar boas histórias seguidas.

Mas como nem tudo é mar de rosas para a menina Chloe, o episódio Heartbreaker provou que nossa heroína, digo, a nossa Unificadora consegue demolir os sentimentos alheios, a começar com Brian, que deu-lhe seu coração e pegou migalhas.

Claro que foi pelo beijo da moça com o Alek no fim do episódio passado e a reação dela, principalmente o "Aquilo não foi nada", também serviu de gota d'água pro menino loiro que estava prontinho para brincar com o nevelo da Chloe (ui!).

E como a trama passou meio que de lado por conta dos perigos eminentes de cada episódio, Chloe ficou bancando a super-heroína e, claro, teve lá suas ceninhas de ação com o Alek. Já em Responsible, vimos o golpe clássico para pegar jovenszinhas.

A menina em questão era a Vanessa, filha do peguete da mamãe de Chloe e que estava sendo sequestrada e tals, claro, foi só um pretexto para provar de uma vez por todas de que Alek é melhor do que Brian, digo, que nas horas boas ou ruins, é o menino Alek quem salva o dia.

Ah, tem também aqueles dois amigos avulsos de Chloe que servem muito mais como alívio cômico do que como algo de real necessidade. Já Jasmine que se cuide, Zane chegou pra partir corações e vidas sob ordens da Ordem (derr).

Jasmine é a mais vulnerável, ficou toda abertinha pro moço e pode ter certeza de que era isso que ele queria. Quando apareceu o fotógrafo e ele "chegou" no apê da Valentina, já estava bem óbvio quais eram as intensões dele.

Espero que na summer finale Chloe sambe na cara de alguns que lhe criticaram, até porque, seu crescimento é notável e a trama está começando a ter uma profundidade maior. Vamos ver o que os próximos 40 minutos têm a dizer.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x07 - Dogs of War

O que acontece quando o menino-lobo decide visitar a menina-gato?
© ABC Family / Reprodução
O melhor episódio da temporada. Sem pudor algum na resposta. Claro que a série tem seus pontos fracos quanto a produção e os detalhes finais, mas se negar a dizer o quão bom foi este episódio, eu sinceramente não posso fazer.

E se achhou que eu estava brincando em relação a piadinha da frase infame aí de cima, não eu não estava. Colton Haynes (Jackson, em Teen Wolf) veio dar uma visitinha a Unificadora da bagaça, ou melhor, para esquentar um pouquinho as coisas.

Confesso que fiquei com medo do que poderia acontecer para isso ocorrer, como que seria a explicação deles para o menino-lobo dar as caras, até achei que ele seria apenas um humano sem nenhum grande plot, mas a série teve a ousadia de me surpreender.

Um chacal, Kai - o personagem de Colton aqui em Nine Lives - era uma espécie de semi-deus de Anúbis, só que considerado a escória da sociedade egípcia e caçado pelos Mai. Tirando esse detalhe, se você ver a cena dos detinhos de fora vai pensar até que o menino estaria possuído pelo espírito de lobo-teen.

Um problema que a série tem é o fato da Chloe sempre usar sua empatia, ou seja lá o nome, sempre quando lhe soar útil. Desde que a menina o descobriu, este é o poder que sempre é usado para desenvolver um episódio inteiro.

Nota rápida para Valentina: A mãe-de-todos (isso soou tão Supernatural) bem avisou, mas a Unificadora não lhe deu os ouvidos. O Kai armou uma armadilha para a menina-gato e, junto do clã dos mendigos-lobos, ou como diz a série, os mendigos-chacais.
© ABC Family / Reprodução
Acho que foi legal, finalmente eu me importei com alguém apanhando na série. O mendigão-megaevil bateu pra valer no Alek e ver Chloe não poder fazer quase nada foi diferente e interessante. Porém, dá pra alguém avisar a menina-gato que nem tudo é um mar de rosas.

Ela teve a chance de usar aquelas garras pela primeira vez em suas vidas (ainda são oito) e ficou com medo de quebrá-las e as retraiu igual a da tiazinha do segundo filme de X-Men. Apesar da Unificadora ter de semear a paz entre os povos, dava pra ela ter metida a mão na fuça do tal menino Kai.

Finalmente tivemos também o beijo entre Alek e Chloe, a declaração com o sotaque britânico derreteu o coração da moça, que fez o favor de esquecer o Brian, que sequer deu as caras no episódio, também né. Melhor assim.

Amy e Paul seguem suas vidinhas de coadjuvantes desprezíveis e Jasmine tem, eu disse TEM, de ser a BFF dessa loira quem se diz a salvadora da espécie Mai. Ela assumiu os erros do Alek, tem seus superpoderes e está sempre prestativa para defendê-la. Viu, tem como não gostar dela?

The Nine Lives of Chloe King quase foi parar na cidade de "Baconzitos" de Teen Wolf (via @leozio) e quase acabou fazendo um crossover com a série da MTV, no fim das contas se encerra como um episódio muito bom e finalmente tem chances de garantir bons horizontes.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x06 - Nothing Compares 2 U

Níveis de vergonha alheia ultrapassando os limites aceitos pela Organização Mundial da Saúde.
© ABC Family / Reprodução
Depois de ter sambado na cara da sociedade paulistana, depois de ter dado a lição no careca da cicatriz na cara e depois de ter nos proporcionado o momento pastelão do episódio passado com o Paul peladão na cama da Amy, eis que Nine Lives tem a ousadia de tapear o submundo da Chinatown de São Francisco e roçar seus lindo pelos num evento da "Ordem".

Ah, e tudo isso de salto alto e sem borrar a maquiagem. Chloezinha, a menina-gato unificadora de seja lá o que for, estava encarando bem a vidinha quase normal de toda adolescente americana, mas claro que ela iria ter de ir ao resgate da menina Amy.

Amy que, depois do ocorrido no episódio passado, chutou a bunda do Paul, pegou o primeiro que apareceu e quase foi pro beleléu na quebrada do pôquer de Nine Lives. Claro que a menina-loira-mai-salvadora-dos-fracos-e oprimidos deu um basta, deu uns chutes lá e resolveu tudo preocupada com o vestido da mamãe.
© ABC Family / Reprodução
Mamãe que estava a curtir a vida de adolescente da meia-idade e saiu para um primeiro encontro com um cara avulso que entrou na série só pra isso. Mas, para a nossa alegria e de Chloe também, quem voltou foi Alek.

Que apesar de todo o sentimento exalando pela Mai-fodona, fica de guarda e se ocupando com a menina caloura que também é Mai. Relacionamento lindo, não? Lindo que não é o do filho do vilão mega evil, que levou a Chloe pra dar um rolê e tentar algo mais e ficou a ver navios, literalmente.

Vamos ver o que esta coisa ainda tem a nos oferecer. Ainda etou aqui esperando pra ver a Chloe morrer por mais oito vezes e fim de papo, ou então algum chefão da ABC Família matar as oito vidas numa só tacada.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x05 - Girls Night Out

Foi o episódio em que Chloe King sambou (literalmente) na cara da sociedade paulistana.
© ABC Family / Reprodução
A menina-gato de São Francisco já estava ficando muito acomodada desde que o tiozinho careca da cicatriz horripilante morreu, e nada que um desafio um pouco maior para a pequena Chloe se animar um pouquinho, com um pequeno adendo e muita diferença: Não é contra seus arqui-inimigos, e sim contra outro clã (?) de Mai.

Pode chamar as moças malvadinhas como vocês bem entender: as Mai-bitch, as Mai-dias, as Piran-Mai, ou, o meu preferido, as Mai-vadas. E nada como vilãs brasileiras - oi? -, do clã perverso e Mai-vado de São Paulo, que anda matando humano alheio com o "beijo mortal". Oh diliça!

O melhor é que nem nome brasileiro as piranhazinhas tinham (Nikki e Lilah) e sequer falavam "São Paulo" ou "Carnaval" como um bom brasileiro diz. Ok, detalhe a parte, as gatildas brasileiras tiraram Chloe para dançar e curtir lindamente a noite, matando o primeiro humano que se "oferecer" num golpe de luxúria e avareza sobre a raça inferior.

Tudo bem que a Madame Mor dos Mai, Valentina, bem avisou a pequena Chloe que o mundo iria atrás dela, mas acho que ninguém esperava pela própria raça estaria caçando a Unificadora. E depois desse tapa na cara e da ausência do Alek (que, por favor, volte para acabar com esse Brian), claro que teria a cena de lutinha de todo episódio.

Dito isto e com Chloe levando bem a "noite das garotas" com as brasileiras e com Amy e Jasmine, nada que a protagonista ver que as Mai-vadas estavam matando humanos e depois do diálogo de "nós somos superiores à eles", Chloe fica ressentida.
© ABC Family / Reprodução
E enquanto isso, Brian enfrentava a barra do vilão subordinado mega evil, seu pai, querendo mandar embora e todo o dilema de ter que desmarcar com a menina-gato e com o medo de acabar ficando arranhado por ela (mentira, até porque vai demorar pra ele descobrir o que Chloe esconde).

Só que voltando a trama das brasileirinhas e com um "não" de Chloe para elas em relação a ida da Unificadora às nossas terras tupiniquins, Nikki e Lilah usam da artimanha de usar o Brian, só que Chloe ouviu um pouco da história de vida da Jasmine e dispensou o garoto, não por muito tempo.

Depois do papo e das motocas em ação, Chloe e Jasmine foram para um mano-a-mano, uma com cada brasileirinha, com direito de muito de Dayane dos Santos, as Mai locais viram a inimiga morrer com o rabo enfiado na tomada.

Ainda deu tempo de Chloe ficar com tudo azul entre ela e Brian e a parte mais engraçada do japonês irritante. Ele ouviu os conselhos da Chloe, mas entendeu completamente errado. Ele deitado nu na cama esperando a Amy foi cretino, canalha e divertido. Será que o lance deles vai pelo ralo?

Depois de Chloe mandar a restante de volta para São Paulo e com o mundo ainda a vir atrás da pobre gatinha, muitos perigos ainda irão ocorrer e tem lá seus poderes a serem explorados, só Deus sabe o que vai acontecer e Nine Lives, depois de um episódio bom, tem ainda muito a mostrar.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x04 - All Apologies

© ABC Family / Reprodução
Por @kelvinbastos
Um banho de língua para esfriar um pouco da temperatura do episódio anterior. Absolutamente normal querer abaixar um pouco as tensões criadas pelo bom episódio da semana passada e Chloe começa a tentar explicar os seus poderes de empatia exclusivos da gatinha que tem o dever de unir os humanos e os Mai novamente.

Além de se basear na história da chefe de Chloe, o episódio fez questão de explorar mais ainda o triângulo amoroso a se formar entre Chloe, Brian e Alek. Enquanto o humano (há controvérsias) terá de lutar com a condição de Chloe (e todo o papo dela não poder beijar um humano), Alek já sai na frente quanto a isto, mas terá muito a que remar pra arrematar o coração da menina-gato.

Entretanto, o mais legal é ver o desenvolvimento da amizade entre Chloe e Jasmine, a garota que a salvou de mais uma morte por duas vezes. Porém, além dos treinamentos que Chloe tem de passar e dessa amizade surgindo, existe o tom de ciúmes (supercompreendo) de Amy, que vê seu posto de BFF ameaçado.

Tudo bem se sentir com ciúmes e tals, mas foi meio exagerada a forma como Amy agiu, fez bem a menina-gato em dar uma comida de rabo de jeito. E  no mesmo núcleo de amigos quase dispensáveis, tem-se o menino japonês, Peter. Ele é engraçado com aquele jeito non-sense dele, mas, às vezes, soa forçado.
© ABC Family / Reprodução
E partindo pra onde a história quase pegou fogo (literalmente), Chloe usou de um de seus poderes que só ela tem para pressentir o que poderia acontecer e tentar nos explicar a necessidade daquele segundo episódio que soou como um filler.

Chloe está começando a conhecer seus poderes, a empatia é um deles, e foi preciso para salvar a pele da chefe, que tinha a dispensado minutos antes, e que a contratou novamente minutos depois. Além deste poderzinho e suas habilidades saltadoras, Chloe também começa a desenvolver a sua superaudição, peneirando direitinho o que queria ouvir e acabou se perdendo nos batimentos do coração do Alek.

E só pra não falar que eu esqueci, teve também o momento sensualize com a Valentina, a mãe de Jasmine e a fodona dos Mai. Ela jogou o qual pensávamos ser o chefe da Orden (o pai do Brian) na parede e ele meio que foi jogado pro escanteio pela tiazinha da Ordem mais fodona do que ele.

Se Chloe achou que ter matado o careca estranho no episódio anterior iria manter as suas oito vidas restantes intactas, pode esquecer, a menina-gato irá passar por apuros muito em breve e iremos todos ver o que Nine Lives ainda tem para nos mostrar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x03 - Green Star

E eu crente de que já havia publicado este post da pequena Chloe. Mas como não havia o feito, estou aqui para isto. Em três episódios (piloto, este e mais o filler - eu falei que era), Nine Lives me surpreende por ser bem melhor do que eu imaginava que seria depois de ter visto o piloto.
© ABC Family / Reprodução
Fato é que a cultura egípcia começa a exalar a esta altura da curta vida (a oitava, ainda) de Chloe King. Que além do misticismo provindo da bênção da deusa gata, Bastet, temos um pouco desta explicação da mitologia que a série tenta introduzir, além de trazer a sensacional espadinha curva, mas podem chamá-la de khepesh.

Agora fico eu me perguntando o que acontece com Chloe, será que ver o tiozinho careca assustador da cicatriz é um de seus poderes? Por quê Jasmine, Alek ou qualquer outro que tentam a proteger mal conseguem perceber que ele está próximo. Será isso ou o óbvio que o poder dela é mais forte do que os outros Mai?

Em por falar em Alek, agora ele é mais do que um Mai amigo, ele é a versão boyfriend-Mai para a Chloe. Preparem-se, o óbvio está mais uma vez por vir e o relacionamento amoroso entre eles é tão vívido e possível quanto o da garota-gato com Brian, o filho do megaevil da Ordem.

Mudando um pouco de assunto e falando da outra Mai em questão, Jasmine, tivemos oportunidade de ver que o ombro dela está curado (será que a ambrosia grega funciona com os semideuses egípcios? o.O'). Mas na verdade, o que importa nela são só seus minutos finais e a introdução de senhora sua mãe, Velentina (Alicia Coppola, Jericho).

A líder do clã de São Fancisco (ai meu Deus, é vampirinho agora com clãs?), a mãe de Jasmine nos deu um pouquinho só da aula que faltava com o que diz e menciona às nove vidas de Chloe King. Além, também, de explicar sobre a khepesh, mas isso vocês já sabem.

Só que como nada na vida é só luxo pra menina-gato, sua família, seus amigos e as pessoas com quem se preocupa serão alvos frequentes do tiozinho feio esquisito assustador careca da cicatriz na cara, que, não me pergunte, não faço a mínima de qual seja seu nome, mas ele já vai se tornar irrelevante.

Irrelevante por fazer parte da cena de lutinha básica de todo episódio de Nine Lives, com a apreensão mais rápida ever de protagonista super-herói (heroína, no caso), com um mergulho nas águas borbulhantes, que no final era só água mesmo (só pra criar tensão), com Jasmine chutando alguns traseiros (ok, só o do tiozinho... ah, vocês já entenderam quem é, não?) e sua mãe enfiando a tal khepesh no traseiro (ou quase) do tal.
© ABC Family / Reprodução
Mas como a série não é só sobre a Chloe (bom, na verdade é...), tem os dois amigos avulsos que servem pra dar o alívio cômico da série (e nos proporcionar o momento Glee que ultimamente toda série quer ter). Nada que uma musiquinha bem cantada, com seu teor dramático, o bobão chorando e, no fim das contas, todos rindo da situação final, para ocupar o nosso tempo com um finalzinho bonitinho.

Fim de papo. Chloe ainda tem as suas oito vidas, ainda tem que manter seu segredo de sua mãe, agora tem uma nova Mai muy amiga, um possível novo affair (que era mais esperada do que qualquer outra coisa), uma pedra a menos e, por incível que pareça, um bom episódio. Vamos ver o que teremos para os próximos, até agora, vou me surpreendendo com as nove vidas de Chloe King.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x02 - Redemption

© ABC Family / Reprodução
Por @kelvinbastos
Como sou uma pessoa de palavra e bem corajosa, tive a ousadia de ir assistir este segundo episódio da coisinha fofa que é Nine Lives. E confesso: o episódio foi razoavelmente melhor do que eu esperava. Em relação às comparações com Teen Wolf, eu me poupei de ver esta porcaria, então Nine Lives se tornou bem mais assistível para minha pessoa.

Ainda estou a espreita de tal explicação sobre a tal "salvadora" dos Mai, apesar da história ser óbvia. Chloe King ainda tem as suas oito vidas restantes, o desafio de não matar o filho do fodão da "Ordem" e sobrevivier ao tiozinho careca da cicatriz horripilante.

Fato é que o episódio de "Redenção" da série não explicou de onde surgiu o e-mail do pai desaparecido e ouso dizer que já é o primeiro filler da temporada. O tempo foi gasto em mostrar as consequências e os danos colaterais que uma morte causada por uma Mai traz às famílias alheias. E pra quê? Para vermos esta coisa linda, louca e loira usando de sua visão de gato no escuro. Lindo.

O menino azarado de que beijou a ex-estrela de The Gates e morreu, foi sepultado e o irmão envolvido com drogas acabou sendo responsabilizado pela morte do menino. Chloe usou de seu poder de sentir o que os outros sentem (ou não) para ver a amargura estancada na cara do tal.

A cena de lutinha básica de todo episódio foi para livrar o irmão do Xavier, que vira a ter seu nome conhecido como Gabriel, das mãos dos traficantes. Mãos, às quais, foi ele mesmo quem se colocou.

Além do menino filho do Sr. Fodão Megaevil, Chloe teve de se entender com os fúteis amigos da super-heroína. Já deixo claro que o que era engraçado do japinha já não é mais e anda beirando o irritante.

Enfim, tivemos, como sempre, saltos ornamentais de gatonildos, além de muitos closes nas lentes gatílicas e ainda vou esperar pelo dia em que Chloe vai virar para a câmera e soltar aquele "miau!". O próximo episódio será a minha decisão final de assistir até que o cancelamento nos separe, ouse será o ponto final. E, claro, vamos ver o que Chloe aprontará.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

The Nine Lives of Chloe King - 01x01 - Pilot (Series Premiere)

© ABC Family / Reprodução
Por @kelvinbastos
Uma mistura de Mulher-Gato, com um elenco nem perto de tal produção, com referências mitológicas, efeitos escassos e roteiro intrigante. Essa é The Nine Lives of Chloe King.

Eu não sei se é a falta das grandes séries ou de algo que preste, mas eu gostei do que eu vi neste piloto, que aliás, foi além do que eu esperava. Série desse tipo, em um canal teen, se arriscando com tamanha peculiaridade, ou é bomba, ou é sweet trash, e Nine Lives soube ser um doce trash para se acompanhar.

A premissa é a coisa mais espetacular de todas: Ao celebrar seus 16 anos, Chloe King (Skyler Samuels) descobre que tem super-poderes e é provinda de uma raça milenar que habitou a Terra e hoje está em extinção, os Mai, que na cultura egípcia representava os semideuses de Bastet, a deusa gato (dá-lhe titio Riordan e "As Crônicas dos Kane").

Como se não bastasse, Chloe, filha de mãe solteira e de um pai supostamente morto há 10 anos, será perseguida por misteriosas criaturas que tentarão matá-la de qualquer jeito. Viu que maravilha? O melhor eu nem disse, Chloe é um tipo de heroína que não quer salvar a pátria, quer curtir a vida e ainda nos dá quotes sensacionais.

Sério, ri demais com as cenas de lutinha. Sem utilizar muitos efeitos, nada de muito over e ela com suas frases de efeito. Uma série como esta podemos nos deliciar de tamanhas bobagens que podem acontecer ou coisas bem, digamos, away. Mas o fato é que Nine Lives me cativou e eu explico.

Algumas coisas são bem interessantes, na verdade, bem engraçados, como Chloe e seus surtos com os garotos, aquela amiga Amy e o doidinho do Paul, e os possíveis casos que envolverão todas as suas nove vidas.
© ABC Family / Reprodução
Bem, não mais nove. O careca que dá frio na espinha, o tiozinho da "Ordem" a jogou da torrezinha e ela perdeu uma delas. Tá, o episódio logo de cara nos mostrou isso e depois foi explicando o porquê e como aconteceu e o que aconteceria depois.

Mas como se não bastasse os amigos pirados (uma discípula de Mona (Pretty Little Liars) e outro metido a herói destrambelhado), tem-se ainda os aliados de sua espécie. Alek e Jasmine vão ter de dar a sua vida para proteger Chloe, que faz parte de uma daquelas profecias, e Jasmine já sentiu isso na pele.

O que mais pegou no episódio foi o fato dele me deixar curioso para saber como a produção vai manter as oito vidas restantes de Chloe e como vão explicar aquele e-mail do pai dela, que deveria estar morto.

Como eu sei que meu gosto é lá duvidoso, esses 40 minutos de diversão, que é Nine Lives, foi uma boa pedida, já que comédia alguma hoje presta (ok, algumas se salvam) e história como essa, poucas vezes se vê feita a este modo. Tudo bem, era pra ser drama, mas a série foi capaz de alegrar minha tarde e isso já é uma grande coisa para mim.

Vamos ver o que se dará nesta temporada, vou certamente acompanhar mais alguns outros episódios para confirmar a certeza de que eu tirei deste piloto. The Nine Lives of Chloe King não é série para se buscar perfeição, mas dentro do possível, a série me agradou e muito.