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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Switched at Birth - 01x30 - Street Noises Invade the House (Season Finale)
Pois é Kathryn, também fiz essa cara quando descobri que me roubaram dois episódios. #chatiado
Que a ABC Family é uma zona, isso nós já sabemos a muito tempo, mas a cada ano eu me surpreendo com as insanidades dessa emissora linda que alegra minha vida com suas produções. Dos 32 episódios prometidos, essa temporada foi encerrada com dois a menos e, apesar da brincadeira, eu achei que inclusive foi saudável pra série.
Tudo bem que esse arco inteiro de julgamento se estendeu por todos episódios até aqui e o encerramento pode-se dizer que foi além das minhas expectativas. Esperava menos, que não seria envolvido pelo clima de encerramento e tudo mais, mas Switched at Birth soube, como ninguém, capturar todos os momentos que nos fizeram nos apaixonar por essa delícia naqueles dez episódios iniciais lá na summer season do ano passado.
E esse primeiro ano é ainda mais interessante quando pegamos e avaliamos tudo que a série fez, onde conseguiu quebrar barreiras e preconceitos, mostrando perfeitamente bem o cotidiano de deficientes auditivos e mesclando com os dramas adolescentes das duas personagens centrais.
Daphne e a barra de que ligaram pro 181 e fizeram denúncia anônima de que Chef Jeff quer dar comidinha pra garota e, obviamente, isso iria dar muita merda, principalmente quando Angelão retorna dos mortos e decide tomar satisfações (leia-se: enfiar um murro na cara) do rapaz, isso depois de todo aquele caos básico de Daphne pedindo demissão pra ficar juntinha de Chef Jeff, que estava muito mais preocupado com sua carreira de chefe culinário.
Enquanto isso, Bay teve outra barra tremenda por conta de Zarra. Em menos de um dia de estadia com Meduzinha já foi botada pra correr, mas por motivos de: gente megaevil desconhecido e avulso querendo enfiar ~pausa dramática~ a faca em menina Zarra, mas que foram salvas por Tobinha, em uma das cenas mais cômicas do episódio - sério, não consegui não rir vendo aquilo.
Mas como Bay é moça direita, lá foi ela pedir abrigo pros pais, mas sabe como é né, melhor pegar as tralhas, juntar sua grana da mesada e sair estrada afora em direção ao México, com extensão à Cuba, pra fumar uns charutos e encontrar papai Zorro (só isso explica o fato da garota se chamar Zarra), claro, fugindo também do tédio de assistir o julgamento desse caso que, por fim encerrou-se.
Causa ganha aos Kennish depois do lindo discurso da Kathryn, que foi convocada a depor para que a defesa do hospital pudesse provar que ela estava feliz, mesmo com o erro deles. E como John diz, nunca foi pelo dinheiro, então a causa ganha com a quantia de um mísero dólar é o suficiente, certo? Suficiente mesmo é para Angelão, que em mesma sessão levou US$5 milhões de doletas por indenização como ação movida contra o hospital.
Agora lá vem o cliffhanger da temporada: Angelo fica ou não fica? Ainda mais agora que vai brotar filhos e outros filhos para resgatar a sua mordida desses milhões. E agora, Regina como esposa, tendo direito à metade, fica meio claro que deveremos ter ela finalmente abrindo o seu salão. Seguiremos acompanhando.
Deixei pro final o momento mais bonitinho do episódio, primeiro com John e Emmett indo atrás de Bay e Zarra, e depois a quase reconciliação do nosso amado E-Bay. Por ora, marque no calendário o dia sete de janeiro, a data de estreia da segunda temporada de Trocadas no Nascimento.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Switched at Birth - 01x29 - The Trial
Você vai querer a sua porção de gafanhoto?
Episódio muito bacana de Trocadas no Nascimento esta semana, encontrando outras famílias que viveram da mesma barra, gente fugindo de casa e, claro, Daphne possuída pra dar comidinha pro Chef Jeff, mesmo ele oferecendo uma porção de gafanhoto pra moça. Quanto amor. Mas o que esteve em foco neste episódio foi, finalmente, o julgamento dos Kannish/Vasquez contra o hospital.
Aliás, com o final da temporada logo aí na frente - que por sinal parece zona, já que a ABC Family anunciou que o próximo episódio será Fall Finale, restando dois sem exibição, ou não, vai saber -, parece bastante natural que a série comece agora a abordar o seu assunto "principal", o assunto que, em tese, sempre foi o arco central da série.
No julgamento, vimos aquela enfermeira maluquinha que acredita no fim do mundo e nas conspirações demoníacas, mas antes de todo o caso dos Kennish serem jogados pela janela, ela até entregou o que todos esperavam e ainda surpreendeu com a revelação de que já havia ocorrido uma troca anterior a que a família encarou.
Pois é, as garotas Tiffany que passaram longos nove dias trocadas, em famílias a qual não pertenciam. O mais curioso nesse diálogo é que a dor da Kathryn tentando entender onde que ela errou e como foi burra em não perceber que estava com o bebê errado era praticamente palpável, Lea Thompson entregou muito bem na cena, com muita intensidade, praticamente sem dizer uma palavra.
Outro bom momento foi excelentemente dosado na lindíssima declaração de Angelão, que conseguiu comover bem os jurados do julgamento que compraram que o problema dele não se sentir realizado por ter perdido todos esses anos longe de Daphne, Bay e Regina era do hospital.
Falando em Daphne, podemos dizer que ela está grávida antes mesmo de dormir com Che Jeff e que isso será motivo de loucura e insanidade no próximo episódio por parte de toda a família, já que a garota anda liberando a preciosa para o cozinheiro pedófilo, se é que você entendeu? Achei esquisito em vê-la vomitar antes mesmo da consumação do ato, mas enfim, seguiremos acompanhando, mesmo com Melody avisando e a aconselhando a não fazer algo que ela já tinha feito.
Mas a única pessoa revoltada e, em minha opinião, muito sem motivo, é Bay, que me irritou com seu ataque de pelancas, se comparando à Zara, que estaria vivendo num trailer e pichando paredes alheias. Se eu fosse papai John, que quase demitiu Travis achando que ele estava o roubando, já tinha enchido essa menina de palmadas na bunda pra ficar ligeira.
Mas como Switched at Birth não quer deixar Lucas Grabeel deslocado, deram o plot da banda com Emmett pra reviver e um possível e previsível romance com Nikkizinha, que não demorará até cometer um pecado que sua tão amada religião tanto repudia.
Semana que vem, é o último episódio da Fall Season para essa delícia, não sei como funcionará, já que a série tem retorno marcado para Janeiro e tem dois episódios não exibidos daquele pacote de renovação maluco que deu à série 32 episódios nesta temporada. Acho que teremos os dois episódios e, em seguida, uma emenda com os episódios da season 2. Teremos de esperar pra confirmar qualquer coisa.
P.S.: Awesome Sauce me lembra comercial de caldo Knorr, mas superemos esse nome de banda.
P.S.: Awesome Sauce me lembra comercial de caldo Knorr, mas superemos esse nome de banda.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Switched at Birth - 01x28 - We're the Kraken of Our Own Sinking Ships
Não podia começar o texto deste episódio de outra forma, afinal, Bay entrou no mal caminho pelas excelentes companhias que andou fazendo. E este episódio de Switched at Birth começou a percorrer um caminho que provavelmente vai desagradar muita gente, sem contar da previsibilidade.
Até o final da temporada, podem esperar por ver Travis acusado de ter roubo aquele dinheiro do cofre, Bay se enfiando em mais enrascadas por causa de Zora e, certamente, indo parar num reformatório ou em algum centro juvenil. Mas como a história é fofinha e bonitinha, claro que o sobrenome Kennish vai tirá-la de lá. Mais uma vez, por sinal.
Este episódio também veio pra mostrar que o menino Toby não dá sorte. Agora que parecia que estava se engatando em um relacionamento que possivelmente tinha tudo pra dar certo, descobriu que a moça tem namorada. É triste, tadinho. Fiquei com dó. Sério mesmo. Mas, por fim, ele parece que vai lutar por ela (sinta a poesia), já até quer formar bandinha, se resolveu com o Emmett e parece que tudo vai dar certo. Veremos até quando.
Quem também não enfrenta muita sorte em seu relacionamento é Regina, que mesmo tendo que sustentar o matrimônio de fachada com Angelão, quer pegar no pincel do Patrick. Supercompreendo, afinal, a senhora Vasquez-Sorrento tem suas necessidades, mas parece que o Patrick não está muito afim de competir contra algo que existe no subconsciente de Regininha.
O bafão ficou por conta, primeiro, por Daphne, que fica se atracando com Chef Jeff e sendo acusada por Scuba, ou Raj (pros mais íntimos de 90210), que sai queimando camarõese sua rosquinha e pedindo pros outros assumirem a culpa. Mas agora é o seguinte, o povo do restaurante já sabe do rolo da novinha com o moçoilo, quanto tempo até chegar na casa dos Kennish-Vasquez?
A outra causando é Bay, que vai desde pichar o próprio carro, até a roubar do pai pra pagar para libertar a Medusa do Tártaro do Olimpo. Tirando as referências mitológicas, Zora colocou a Bay em saia justa, e o Travis caiu no abismo arrastado pela Kennish, que na verdade é Vasquez, mas essa parte da história você já sabe.
Tudo isso que Alex, aquele ex vindo de Galápagos, depois de um jantar esquisito na residência dos ex-sogros, viu de camarote, cobrindo os rastros de Bay e lhe dando cobertura. Enquanto esperamos ver papai Kennish surtando com o sumiço do dinheiro e acusando, injustamente, Travis, vamos dançando muita salsa, afinal, aquilo sim foi a melhor cena do episódio, e claro, nos vemos semana que vem.
O bafão ficou por conta, primeiro, por Daphne, que fica se atracando com Chef Jeff e sendo acusada por Scuba, ou Raj (pros mais íntimos de 90210), que sai queimando camarões
A outra causando é Bay, que vai desde pichar o próprio carro, até a roubar do pai pra pagar para libertar a Medusa do Tártaro do Olimpo. Tirando as referências mitológicas, Zora colocou a Bay em saia justa, e o Travis caiu no abismo arrastado pela Kennish, que na verdade é Vasquez, mas essa parte da história você já sabe.
Tudo isso que Alex, aquele ex vindo de Galápagos, depois de um jantar esquisito na residência dos ex-sogros, viu de camarote, cobrindo os rastros de Bay e lhe dando cobertura. Enquanto esperamos ver papai Kennish surtando com o sumiço do dinheiro e acusando, injustamente, Travis, vamos dançando muita salsa, afinal, aquilo sim foi a melhor cena do episódio, e claro, nos vemos semana que vem.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Switched at Birth - 01x27 - The Declaration of Independence
Um episódio que eu realmente não sei o que achei, me peguei confuso no meio das confusões dessa semana de Switched at Birth. Claro que episódio dessa delícia vem carregado de amor, fofura e aquela dose de drama, mas eu realmente fiquei na dúvida. Não sei se foi por um rumo que pra mim parece apenas muito cômodo ou se alguma coisa deu errada no ritmo desta semana.
Sim, estou falando de Daphne e Jeff, com o arco da mãe do Emmett também pegando ele pra noitadas recorrentes de sexo casual enquanto Emmett está andando de motoquinha em algum buraco obscuro, e que certamente não é o da Bay, que anda ocupada tentando desembaraçar os cabelos de Medusa, que é tão sedução que consegue botar um cara pra correr, e não me digam que foi com aquela faca, porque não foi, foi com o susto de encontrar aquela bucha na cabeça da menina no meio da noite.
Calma, vamos aos poucos. Primeiro, o arco central com Daphne, e com um plot bastante clássico e recorrente, principalmente nas séries da ABC Family. Não sei se eu gosto ou se repudio, não gosto quando a trama cai nesses clichês e as coisas desandem, independentemente que isso dê ou não certo.
Mas enfim, superando a barra, era claro que teríamos aquele empecilho de Melody ter dormido com o moço, o dramão montado por Emmett que não sabia se contava ou não sobre o que sabia, e aquele climão tenso com o menino Travis, que quer também dar comidinha pra Daphne, mesmo com John não entendendo - ou fingindo que não - o que ele dizia pelos sinais.
Enquanto isso, lá foi Bay em sua empreitada em fotografar o meliante que bulinava as pichações alheias, ao lado da sempre presente Medusa e seu cabelo que parece que se você enfiar a mão, é capaz de morrer picado por algum bicho desconhecido. Pois é.
Além disso, tivemos Kathryn encontrando Emmett depois de saber o que o afastou de Bay, tenso, como sempre. E Regina com seu probleminha de pulso, enquanto é vista pela sociedade não mais como "a mãe verdadeira" de Daphne. Mas com Angelão arrumando casas alheias e fora da cidade, é claro que Regina ficou sem grande destaque. Assim como sempre Toby fica, que teve uns dois minutos de cena pra conversar com Bay, decidir se sairia com a menina Nikki, sair com a menina Nikki, dar tchau pra menina Nikki... Pois é, de novo.
Enfim, resta esperar por um novo episódio e descobrir como o povo vai reagir a partir da bomba que Daphne quer Chef Jeff e virar o novo casal pedofilia da temporada. Aria e Ezra que se cuidem.
P.S.: Ri com Bay falando pro Toby que pelo menos a menina da Igreja não iria dormir com um eventual namorado dela, diferentemente de Simoninha.
Enquanto isso, lá foi Bay em sua empreitada em fotografar o meliante que bulinava as pichações alheias, ao lado da sempre presente Medusa e seu cabelo que parece que se você enfiar a mão, é capaz de morrer picado por algum bicho desconhecido. Pois é.
Além disso, tivemos Kathryn encontrando Emmett depois de saber o que o afastou de Bay, tenso, como sempre. E Regina com seu probleminha de pulso, enquanto é vista pela sociedade não mais como "a mãe verdadeira" de Daphne. Mas com Angelão arrumando casas alheias e fora da cidade, é claro que Regina ficou sem grande destaque. Assim como sempre Toby fica, que teve uns dois minutos de cena pra conversar com Bay, decidir se sairia com a menina Nikki, sair com a menina Nikki, dar tchau pra menina Nikki... Pois é, de novo.
Enfim, resta esperar por um novo episódio e descobrir como o povo vai reagir a partir da bomba que Daphne quer Chef Jeff e virar o novo casal pedofilia da temporada. Aria e Ezra que se cuidem.
P.S.: Ri com Bay falando pro Toby que pelo menos a menina da Igreja não iria dormir com um eventual namorado dela, diferentemente de Simoninha.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Switched at Birth - 01x26 - Tree of Forgiveness
Seguindo em frente.
Mais um episódio redondinho das nossas lindas de Trocadas no Nascimento. Aliás, episódio com uma carga bem dosada de drama e com uma temática sobre seguir em frente e conhecer novas possibilidades, ou conhecer algo que sempre existiu e só eles não percebiam.
Sim, estou falando de John e seu ataque de pelancas em relação aos grafiteiros. Ok, a arte da Bay é bacana e tem uma mensagem até bonitinha, mas o que foi feito desta vez na parede do Sr. Kennish foi pura pichação. Mas o ataque veio mesmo depois que Bay contou a verdade de que fora ela a pessoa quem desenhou a garota acompanhada da mensagem "I was here".
Mas Bay só contou depois de conversar com Emmett - finalmente depois do diálogo entre eles há alguns episódios -, que parece estar começando a seguir em frente no seu relacionamento. O importante é notar em como a personagem se mostra madura o suficiente pra não forçar qualquer ataque de ciúmes. Claro que como fã do casal eu gostaria que eles se resolvessem e tudo mais, mas prefiro que as coisas aconteçam naturalmente, sem ninguém forçar de nenhum dos lados. E a Robin é uma gracinha, é bonitinha, surda, e aficionada por motociclismo. Como não amar essa moça?
Já Bay começa a ter seus primeiros problemas com a polícia por seu envolvimento com a Zarra (a.k.a Medusa). Enquanto pichavam um muro acompanhado da turminha do barulho da Medusa, Bay e a moça acabaram enquadradas pela polícia, mas claro que Bay foi liberada, ainda mais depois de ler o nome Kennish na identidade. Resumo, mimimi pelo fato dizer que era uma Vasquez e o clima de amizade no final do episódio.
Daphne foi deslocada do seu arco do restaurante para interagir com Angelão, que tomou um tombo e fez um furinho de nada na mão. Mas o mais caótico é o nível da saúde dos EUA. Como assim deixaram eles esperando um dia inteiro para fazer seis pontinhos no braço do homem, hein Brasil?
O bom disso foi que ele falou umas verdades para Daphne que precisa seguir em frente o fato dele ter abandonado ela e Regina, a moça pareceu ter entendido o recado. Outra que ele mandou seguir em frente foi Regina, mas essa estava muito ocupada com a barra de Simone que está virando bebum porque ninguém a ama, e ninguém a quer. Mas se a quase brasileira Maiara Walsh precisar de ajuda, estou aqui pra consolá-la. Sem problema nenhum.
E como estamos amando tudo que Switched at Birth vai nos dando, ficaremos esperando pelo novo episódio sentadinhos e caladinhos, mas com os dedos bonitinhos mandando um comentário. Um beijo procês. Até semana que vem.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Switched at Birth - 01x24/25 - The Intruder / The Shock of Being Seen
Enrascadas patrocinadas por pais, insinuações sexuais e, claro, a fofura toda que amamos tanto.
Dois episódios bacaninhas em Switched at Birth, achei melhores do que a premiere (?) de inverno e com um leve desenvolvimento daquele antigo arco de troscentos anos atrás que falava sobre um certo processo de uma certa família que queria indenização por um certo hospital que teria, infortuitamente, trocados certas garotas após seus nascimentos.
No episódio da semana anterior, "The Intruder", vimos as reações traumáticas do pós-casamento completamente inesperado entre Regina e Angelão, que, claro, teve as melhores reações vindas da abuelita querida que todos amam, menos Angelo, já que foi ela quem o denunciou pra polícia.
Aquela barra toda que todos passavam e que Daphne escondia descontando no trabalho, onde a moça deseja o chefe e deverá ter algum relacionamento com outro funcionário, é claro. Gosto da forma como eles vão tentando desenvolver a história da Daphne, aliás, é o arco mais interessante no momento, levantando pontos de discussão em relação a sua surdez, bem como a empreitada da moça pra conquistar seu devido lugar num cargo que lhe faça justiça na cozinha do Chef Jeff.
Bay, no entanto, vai passando nessa fase de transição da personagem, em que ela precisa se aventurar em outros buracos, pintar desenhos e decidir onde Angelo deverá morar. O meu receio é o que pode acontecer futuramente à Bay, essa coleguinha que ela começou a arranjar me cheira a encrenca.
Enquanto isso, Regina e Angelo vão ter que ficar juntos, morando com os Kennish. Por alguma imbecilidade, o juiz determinou que a qualquer momento o departamento de imigração pode aparecer pra ver se o casamento é estável e não apenas no papel. Destaque menor pra Toby, que defende Simone alegando a obra prima - só que não - Cyberbully, filme estrelado por Emily Osment (Hannah Montana).
Já em "The Shock of Being Seen", mais uma vez os holofotes ficaram com o arco da Daphne, que por conta de uma garota decidiu usar roupas transparentes, batom e taças pra seduzir o Chef Jeff, com toda a sensualidade de uma porta.
Mas quem disse que Jeff queria alguma coisa com ela (até porque seria pedofilia, e pedofilia é em Pirulitolaiars), depois de todas as insinuações e sentenças eróticas de mamãe Melody em linguagens de sinais, caiu a tentação e foi dormir com a matriarca de Emmett, após conhecê-la numa reuniãozinha com Regina e Kathryn no restaurante.
Aliás, quem não riu com Jeff achando que Regina e Kathryn são um casal pela forma como Daphne as apresentou? Se fosse eu no lugar dele teria pensado a mesma coisa, sem nem cogitar outra história absurda como a de ser trocada no nascimento.
Regina e Kathryn ainda enfrentaram a sabatina com uma apresentadora avulsa, que deu muito mais destaque para o lado de Regina na história do que qualquer outra coisa, deixando Kathryn doida do cú com a situação. Mas, pelo menos, isso nos leva ao adiantamento da história principal, com a descoberta de Kathryn sobre a moça que é a informante do Angelo dentro do hospital.
Enquanto Toby se dedica aos seus 15 segundos de tela pra ficar tocando violão, Bay vai definitivamente entrando na gangue da coleguinha "pichadeira" (ou seja lá qual for o termo) e agora a enrascada da prisão só me parece questão de tempo para que aconteça. Triste é o pai da moça, que segue agindo sem entender bem qual é a dela.
Enfim, gostando do que vamos vendo até aqui, pelo menos, muito mais agora. Switched at Birth vem sempre carregada de fofurice que dá vontade de vomitar arco-íris e, claro, estaremos todos esperando pelo próximo episódio fervorosamente.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Switched at Birth - 01x23 - This Is the Color of My Dreams
A série mais fofa do planeta está de volta.
Depois de muito tempo sem ter Trocadas no Nascimento, finalmente chegou a hora do sprint final da temporada infinita que parece não acabar nunca. Mas quem liga? Pra falar a verdade, estou amando a ideia de que a série termina a temporada em novembro e já volta com episódios novos em janeiro. Uma beleza.
Switched at Birth já dá uma corrida no tempo cronológico da série e estamos a algumas semanas do que vimos antes do hiato. Com a festa de lançamento do livro de Kathryn, Bay voltando de um programa de férias em Galápagos acompanhada de bofe novo, corridas de natação entre Daphne e Toba, desculpa, errei de série, Toby, Regina ainda se pegando com o tio da galeria e, claro, abuelita fazendo cara de negação durante sonhos alheios.
A grande questão do episódio era claro que deveria centrar em Bay e a sua barra com Emmett. Afinal, todos os fãs de E-Bay estavam chocados com o que aconteceu nos episódios finais da temporada anterior e essa dúvida cruel sobre o futuro dos dois era pelo qual mais ansiávamos neste retorno, e Bay acompanhada de namorado novo não parecia que traçaríamos por um rumo previsível do perdão.
Uma coisa que posso dizer sobre o menino Alex é em como eu gostei da reação dele com a situação de Bay, que não pode se envolver em um outro relacionamento por ainda ter uma ligação muito forte com Emmett, e sua declaração em "timeline" na parede só piorou a situação.
E Bay só vai comprovando em como ser a personagem mais cativante e mais forte do elenco, o diálogo com o Emmett explicando que não seria com aquela pichação ou com algumas palavras que o fato dele tê-la a traído estaria resolvido, o diálogo de Bay com Simone e suas reações só mostram como Vanessa Marano está simplesmente perfeita em seu papel.
Outro arco forte e denso foi o de mamãe Regininha, que além de ter ficado com tendinite - sabe-se lá por quê -, tem de ficar dando comidinha pro moço da galeria e lidar com a barra da audiência de deportação de Angelo. E o sacrifício que ela faz muito mais por Bay ao se casar com Angelo pode criar diversos problemas num futuro, mas satisfaz, para a alegria de Bay, seu desejo de poder ter seu pai próximo.
Daphne, no entanto, estava em busca de um emprego, depois de ter dispensado suas aulas do período vespertino ao estudar durante as férias, e mamãe Kathryn logo se deu o favor de ajudá-la. Gostei muito da história, principalmente por trabalhar pontos que Switched at Birth consegue lidar tão bem, como as questões do preconceito pela surdez.
Enquanto isso, Toby estava muito ocupado servindo o povo com batata-frita e seu pai com ciuminho e tentando compreender a situação do sucesso de Kathryn, que ganhou uma review excelente a respeito de seu livro e está abarrotada de trabalho.
Agora nos resta esperar pelos episódios restantes desta temporada e ver o que será de E-Bay, Daphne, Regina e Angelo, os Kennish e todos os draminha que estão sendo criados para o decorrer desta terceira parte da temporada.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Switched at Birth - 01x22 - Venus, Cupid, Folly, and Time
É, um episódio nem tão bonitinho assim.
Depois de exibida a segunda leva de episódios de Switched at Birth, as coisas em relação ao final da primeira parte da temporada não são mais as mesmas. A série ainda é uma graça, encantadora e com um fundo crítico-social impressionante, mas o ritmo caiu e a história não consegue se sustentar.
A decisão de estender a temporada para 32 episódios foi exagerada. Claro, é muito bom ter essa delícia conosco por tanto tempo, mas não, obrigado, não quando a série começa a perder os encantos e as histórias não funcionam mais.
Para piorar a situação, os episódios finais de temporada descaracterizaram o personagem mais amado da série, prejudicando o casal mais amado da série e atingindo e machucando a protagonista mais querida da série. A revelação que deveria ter uma emoção com maior profundidade não funcionou, assim como os arcos que a série tentou deixar em aberto para que seus telespectadores voltem, um dia, a acompanhar a série quando retornar do hiato.
O episódio, em si, não foi ruim, foi bacana, mas ao compará-lo ao episódio "The Homecoming" (1x10) é bastante inferior em relação a história e desenvolvimento da trama em si dentro do episódio. Pois se pararmos para pensar, este episódio foi feito para quê mesmo?
Avisar que Austin Butler está deixando a série para protagonizar outra, para dizer que Angelão só fica se ele se casar com Regina, para aflorar a relação entre Kathryn e o advogado que poupei-me de decorar o nome e para a revelação da noitada de Emmett com Simone.
Vamos em partes, como diria Jack, o estripador. Wilke será internado em um internato (redundante, não?) e deixará o caminho para Daphne ficar com o surdo problemático que ela tem ajudado no lava-rápido do seu pai e que nos brindou com cenas cômicas na limousine.
Na verdade, isso é uma desculpa para a saída do ator da série para estrelar uma série cujo projetos de piloto estão em andamento, The Carrie Diaries (o prequel de Sex and the City na CW) ou Intercept (projeto da ABC Family).
Passando para o próximo item a ser debatido, tivemos o retorno de Angelão, na melhor veste de presidiário e que não pode tocar em ninguém, então tá. Ele pediu ajuda de Regina para ficar nos EUA, que recorreu a um advogado indicado pelo peguete de Kathryn (já chegaremos lá) e que avisou: ele só fica se casar com ela, dando a entender que é exatamente este o próximo passo quando a série retornar.
Enquanto isto, depois de conversar com a enfermeira que serviu de contato para Angelo, Kathryn ficou presa no meio de Lugar Nenhum, ali perto onde Covarde, o Cão Covarde mora. Quase rolou pegação entre o advogado e ela, mas ela se conteve e meio que se acertou com John durante o baile de Emmett.
Baile que rendeu assunto para muitas coisas, bom, além da despedida de Wilke, para Bay descobrir a verdade sobre a noite em que ele dormiu com Simone. Achei que a revelação exigiu além do que os dois jovens atores podem entregar, mas como eu estou com raiva deste twist desde que ocorreu, vamos lá chorar junto com a Bay.
A série deve só retornar entre setembro e outubro durante a fall season, sem data oficialmente definida, para concluir sua temporada. Encerramento de temporada pelo qual espero que apresente uma melhora em relação a esta segunda parte de episódios, então, até lá.
domingo, 18 de março de 2012
Switched at Birth - 01x21 - The Sleep of Reason Produces Monsters
Zumbis e clima pesado para o aniversário de Emmett.
Pois é, outro excelente episódio de Switched at Birth veio alegrar nossas vidas e começa a preparar o terreno para a spring finale da série na próxima semana, onde entrará em mais um hiato até a summer season onde teremos os 10 episódios restantes sendo exibidos.
Para este episódio, ficamos aguardando como e quando Emmett iria contar o que aconteceu no famigerado twist do episódio passado, mas a história ficou guardada para ser explorada no próximo episódio, onde tudo irá desmoronar de vez.
Mas uma coisa de cada vez, primeiro precisamos entender o que aconteceu num episódio cheio de zumbis e muita barra pesada, com diálogos bonitinhos - as always -, e foi excelente por integrar todo o elenco de forma inteligente e bastante ágil, misturando histórias com um arco central maior e resolvendo algumas pendências.
A começar com Regina, que se junta a Kathryn e colaborará com o projeto de livro dela. Já que alguém tenha que revelar seus segredos torpes, que este seja alguém em quem se confia, no caso Kathryn, e ainda por cima sambar na cara de Sarah Lazar, a jornalista que também está escrevendo um livro sobre a troca e que teria dormido com John.
Aliás, esta parece ser uma história bastante óbvia. É claro que John não teve nenhum caso com Sarah, Kathryn está criando tempestades em copo d'água e é apenas aquele lance de confidência com o jornalista mais próximo, algo bastante comum em esportes de alto nível.
Mas o que realmente interessou foi ver como Emmett iria lidar com a barra de ter dormido com Simone. Essa garota é muito mais esperta do que diz ser, ela deve ter sido sim quem denunciou Daphne, dormiu com Emmett de caso pensado para estragar tudo com Bay e ainda por cima dar o troco em Toby.
É tanto Kennish/Vasquez saindo ferido que dá dó no coração. Agora o lance é que Wilke sabe do que aconteceu, Toby é seu melhor amigo e Bay é, bom, é Bay, ele terá que contar o segredo da noitada de Emmett e Simone a qualquer hora.
Só que tem um porém, caso Wilke revele o segredo, só vai destruir mais ainda a confiança entre Bay e Emmett, independentemente do que quer que tenha acontecido. Acho que o menino loiro surdo deveria ter contado, ainda mais após o empenho de Bay e de Daphne para fazer uma festa bastante diferente de aniversário.
E voltando para Regina, adorei a interação verdadeira entre ela e Daphne, um diálogo profundo quando ela revela que sempre foi ela que teve medo de contar a verdade para a Daphne e que ela não conseguiria lidar com isso. O final foi bonitinho dentro da proposta para as duas.
Já para Daphne foi bastante comovente ela ter dito que ela sempre amou como viveu com Regina, mas não conseguia lidar com o fato de ter perdido tantas lembranças com a sua família de verdade, ainda mais estando num lugar cheio delas, como os formatos das mãos de Bay e Toby.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Switched at Birth - 01x20 - Game On
PORRA, EMMETT!!!
O final do episódio me deixou perplexo e, ao mesmo tempo, revoltadíssimo. Chego a conclusão que Emmett não é surdo, e sim cego. Não há explicações plausíveis para as atitudes do garoto, não só em relação a preocupação fofa de Bay, mas a toda revolta sem causa que ele decidiu assumir para si e querer enfrentar tudo e todos.
Alguém me disse para me preparar para o cliffhanger, achei até se tratar de roubar plot de Glee e colocar o moço sofrendo um acidente, mas isso? Nem o mais satânico e lúdico telespectador chegou ao ponto de imaginar tal fato.
Como telespectador de Switched at Birth (e profundo simpatizante do Team E-Bay), o término do episódio foi indignante, como um cidadão que tenta enxergar por outros olhos a série, achei genial. Sério mesmo, nunca que ninguém iria imaginar onde a trama iria dar.
Tudo começou quando Melody decidiu pedir para que Bay testemunhasse a seu favor no processo da guarda total do menino Emmett, claro que tudo pelo bem estar do garoto e pela felicidade geral da nação. O problema é que Emmett parece não entender que Bay faz tudo o que faz pelo bem dele, e achou que ir conversar com o sogro (que decidiu abrir mão da guarda total) resolveria a situação.
Bom, o que aconteceu foi exatamente o contrário. Emmett ficou bravo, raivoso, soltando fumaça pelas narinas e bufando metendo soco em paredes indefesas. Pobre coitadas. A resolução dele na cama com Simone sem dúvidas vai trazer muito mais problemas para a série e é só o começo de arcos que serão levados até a terceira parte da temporada (vai entender a ABC Family).
Mas Simone decidiu dormir com ele porque ela é piranha, vaca, vadia, puta e quaisquer outros adjetivos que não poderão ser empregados neste texto para não causar calamidade pública. Fato é que ela começou tentando destruir as chances de Carson ganhar os play-offs de basquete alegando uma regra técnica para tirar a estrela Daphne do time.
Não conseguiu, perdeu Daphne e Toby numa só tacada, e agora se envolvendo com Emmett é pedir para um dos Kennish/Vasquez meter bala na testa. Por falar em Daphne, a representação dela como ídola de crianças surdas foi lindo, assim como a tomada que decidiu o título em arremessos de lance livre por Daphne. Slow motion e clichê? Dane-se. Foi lindo e ponto.
Mesmo com a vitória sobre a Buckner, infelizmente não será o suficiente para salvar o programa esportivo da Carson. Acho que devemos desde já começar a fazer uma vaquinha e enviar para a ABC Family pedindo para manterem o programa.
Por fim, e bem menos importante, Regina começou a esquecer Angelão se engraçando com o tiozinho da galeria. Além disto, Kathryn precisa colocar Regina para participar do projeto do livro, pois, se não, adeus planos de carreira literária para a Madame Kennish, que ainda pagou de canalha com "He's cute".
P.S.: O sucesso da série é tão grande que Vanessa Marano (Bay) foi convidada a participar de um episódio de Grey's Anatomy.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Switched at Birth - 01x19 - Write a Lonely Soldier
A palavra é: DRAMA. Sinônimo: Switched at Birth.
É comum eu utilizar a palavra drama de forma bastante recorrente quando falo de Switched at Birth, e este episódio é mais daqueles que são dolorosos para os personagens, em quase todos os arcos, para não dizer em absolutamente em todos.
John e Kathryn esquentaram mais ainda os seus lados em relação a como o caso da acusação deve ocorrer contra o hospital, em meio a isto tudo, a advogado da família começa a se apresentar como um possível novo elemento para abalar a relação de ambos, com direito a Kathryn sendo comparada à Mary Jane Watson pelo advogado.
Ainda envolvendo o detalhe do processo contra o hospital, o casal Kennish agora está em busca da fonte que levou a enfermeira Brizia para as mãos de Angelo, aqui pode sair coisa boa, afinal, como Angelo convenceu Brizia a testemunhar contra o seu empregador e correr o risco de ser demitida, como acabou ocorrendo.
Por conta do dinheiro dado por Kathryn à ela, o advogado e John ficaram sem nenhuma opção a não ser tirá-la da lista de testemunhas de acusação, voltando para o incrível número de nenhuma testemunha. Por isso que a fonte de Angelo é a última esperança para o casal vencer a batalha judicial.
Já Bay teve sua história com Emmett, por conta de Ty ainda, prejudicada enquanto casal. Eu gosto dessas brigas, são importantes para construir a personalidade e aproximar o máximo o personagem em relação ao público, este recurso é fundamental para criarmos empatia pelo personagem.
O único problema aqui é que a história não se desenvolveu de forma a que contribuísse para posteriores episódios, mas já é fundamental para pelo menos encerrar o arco do Ty, a não ser que a produção tenha ainda algo eminente a ele, o que acho difícil, já que o ator é personagem regular em The Lying Game.
Já Daphne começa a esboçar uma amizade/relacionamento com Travis, que apresentou um diálogo interessante e ainda diversas questões sobre a questão da surdez e para desenvolver o sentimento de dúvida na relação entre Daphne e Wilke.
Wilke que levou uma rasteira de Simone que só quer saber do sucesso do Toby, mesmo que pra isso precise fuder com festas de calouras. É um jogo baixo dessa garota, bitch igual ela não tem na série, nem Daphne no seu dia mais inspirado. Não vejo a hora de relembrarem que ela desapareceu com a conta do bar e levarem-na presa.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Switched at Birth - 01x18 - The Art of Painting
Emmett em destaque e o maior barraco surdo EVER.
Switched at Birth é a coisa mais fofa do mundo, uma crônica familiar com belo nível de profundidade que nos faz importar-se com cada um dos personagens e te embaraça a cada episódio, te emocionando e te levando ao delírio e a raiva em alguns instantes.
Aliás, o grande mérito desta temporada inicial de Switched at Birth está no fato de conseguir balancear momentos bonitinhos, com momentos com drama e conteúdo informativo. Este episódio é prova disto. Através de seus 40 minutos, mostrou mais uma bela crítica embutida entrelinhas ao colocar Emmett em primeiro plano.
Além de lhe desenvolver um drama clássico, que quase 90% das séries adolescentes fazem, com a decisão de abrir mãos do estudo, o que chama atenção é o desenvolvimento para a qual este plot trouxe, como a aproximação de Melody e Bay.
Em outros episódios eu descreveria esta relação de amizade entre sogra e nora como impossível e surreal, hoje é a coisa mais natural do planeta. Claro que ainda é uma aproximação entre elas, mas já é um franco progresso.
Outra coisa bastante válida no episódio esteve no fato de preponderar a pergunta de "como falar quando não se pode ouvir?". É séria esta questão muito bem abordada no episódio, e é exatamente da forma apresentada por Emmett como deve ser respondida esta pergunta.
Entretanto, a única coisa que me chateou neste episódio foi um secundarismo das protagonistas. Aliás, faz tempo que Daphne não tem uma história de peso que envolvesse toda a família, e Bay ficou em segundo plano na história do Emmett.
Só para ter uma noção, a quantidade de vezes que citei o nome do loirinho surdo é extremamente superior a todo o elenco, e isso porque não disse sobre o maior barraco surdo da história com Melody, Olivia, Emmett, seu pai, Bay e Regina, com toneladas de sinais que se desviar o olhar perde toda a compreensão a que andava a discussão.
Por falar em Regina, mais uma vez vimos um momento interessante e bonito entre mãe e filha. Quando Bay descobre que o nome da planta de onde as folhas da máscara feita por sua mãe é o seu e em sua homenagem, é uma coisa linda.
Restou tempo para Daphne, que depois de se envolver na disputa e ganhar o posto de Simone no time de basquete da Buckner, defender a sua ex-escola, Carlton, com o programa de basquete em risco e voltar para lá também foi legal. Condizente com o que a personagem era no começo da série. Pena do Wilke.
Os Kennish, por outro lado, têm tudo para se darem mal na disputa com o hospital, quando Kathryn vai lá, vende seu carro, compra um mais barato e dá a diferença para a enfermeira que está lhe ajudando a derrubar um caso grandioso e sério.
E neste momento John Kennish, pela primeira vez na história, teve o direito de bater o pezinho, fazer biquinho, ficar de cara feia e discordar das atitudes de sua esposa. Ainda em tempo, Regina falou algumas boas para o metido da galeria, que usou da história pessoal de Regina para promover seu evento.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Switched at Birth - 01x18 - Protect Me From What I Want
Um retrato da família para você chamar de seu.
Switched at Birth consegue ser açucarada e séria ao mesmo tempo, com um tom bastante cativante e um enredo que consegue manter um ritmo bastante constante. É fato que a série mantém um crescimento interessante e é notório como a trama consegue ser mais envolvente a cada episódio.
Um episódio que focou bastante na relação entre Bay e Emmett, mais uma vez. Gosto do casal e de ambos os personagens, e sua interação é algo que nos fazem torcer por ambos e pelo sucesso do relacionamento. A reação do Emmett com o fantasma do ex-namorado poderia terminar no epílogo do término do relacionamento, mas não.
Ty foi embora e hoje mora em outra série da emissora, mas nem por isso deixaria de ser motivo para quase o desmoronamento do casal, com a colocação de Kathryn, que mesmo de forma inocente, quase destruiu a base sólida do relacionamento do E-Bay.
O término do episódio com uma declaração intimista, bonitinha, sincera e natural, em compensação, coloca o relacionamento dos dois em um novo patamar. Falando especificamente em Bay, vimos um impasse entre ela e sua mãe biológica, Regina, quando um dono de uma galeria visita o "ateliê" da garota.
Bay teve de lidar com uma crítica comum referente à sua idade. Ela pode ser nova demais para não ter bagagem suficiente e um estilo bem definido em suas telas, o que serviu de desculpas para pegar uma tela de Regina, com cacos de vidro e com um significado mais profundo do que cicatriz.
Uma relação também explorada foi a de Daphne e Simone, envolvendo, inclusive, o passado entre Bay e o projeto de bitch que é Simone. Vimos num diálogo que me lembrou os primórdios da série entre Bay e Daphne, comentando os motivos para o rompimento da amizade entre as personagens de Vanessa Marano e Maiara Walsh.
Outra coisa bastante interessante foi ver a interação entre os Kennish e a barra básica de que Toby foi esquecido dentro da família, acho interessante para o desenvolvimento não só familiar, mas também dos personagens em si.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Switched at Birth - 01x16 - Las Dos Fridas
Se uma vó malvada já era ruim, imagina um episódio com duas...
Pois é, depois da salada toda protagonizada por "abuelita" Vasquez, foi convenientemente épico trazer a vovó Bonnie Kennish para dar um contraposto entre as duas senhorinhas. Aliás, depois destes dois episódios começo a enxergar um futuro muito melhor traçado do que em episódios anteriores.
O desenvolvimento de Switched at Birth, passando em todos os contextos um tipo de crônica da vida real, só exala e mostra a preocupação com a atual sociedade, discutindo diversos preceitos e preconceitos que em muitos casos não são cometidos por livre vontade, mas de uma forma sem querer e ingênua.
Uma coisa que ficou claro foi de onde o código genético megaevil de Daphne foi herdado. Vovó Bonnie só não saiu odiada por mim após este episódio porque a produção e o roteiro deu a oportunidade através de diálogos em excelência gigantesca de entender a posição da mãe de Kathryn.
A roupagem do episódio buscando amadurecer as questões familiares antes de quaisquer outras coisas, foi inteligente num ponto em que os dramas pessoais de grande parte do elenco começava a tomar uma parte maior do tempo e sobressaia em relação a coisas mais importantes, na minha opinião.
O efeito colateral da deportação de Angelão no episódio anterior somado com a forma repugnante de rejeição por parte de Vovó Bonnie antingiram Bay em cheio. É compreensivo em todas as diretrizes do roteiro a reação da personagem, por ver que sua vida não se tratava de uma mera farsa.
Gostei mais ainda por ver uma aproximação maior com Regina. Bay e sua mãe biológica nunca estiveram tão próximas a não ser o episódio em que a garota a questionou do porquê do distanciamento. Foi com Regina que Bay procurou um colo para consolo.
Apesar da abordagem diferente, Daphne acabou sofrendo da mesma forma e com um drama bastante parecido. Agora o caso foi de vê-la tentar voltar ao passado e suas antigas amizades e ser tratada de esnobe por ter se mudado para o lado luxuoso da cidade.
E apesar disto tudo, o que me ganhou no episódio foi Kathryn, que encarou a sua mãe e defendeu Bay de todas as formas possíveis, provando que independentemente de descobrir que ela não era sangue de seu sangue, ainda mantinha sentimentos e seria uma Kennish para sempre.
É por estas e outras que me apaixonei por Switched at Birth, que apresenta um episódio excelente e nos emociona com dramas simples e diálogos lindos.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Switched at Birth - 01x15 - Expulsion from the Garden of Eden
Estou com medo.
Não em relação literal e objetiva da palavra, digo no sentido receoso e frustrado com os rumos que Switched at Birth pode seguir para sua temporada. Tenho medo de essa gostosura toda se enrolar com dramas banais de uma gravidez desnecessária.
Digo isto pelo que a produção deu a entender do que deve ocorrer com Emmett e Bay. Não quero que a trama caia em clichês ultrapassados e out of style. Espero que a produção não busque este caminho como história para episódios futuros.
Em relação ao presente e ao episódio, estamos diante do, talvez, melhor episódio desde seu retorno. Acho que só neste episódio encontramos os elementos presentes que marcaram a primeira parte da temporada, não que os demais tivessem sido ruins, não, só não possuía a marca assinada de Switched at Birth.
Primeiro, o que diz a Emmett e Bay, neste momento. A relação entre os dois parecem que vai avançar para outro nível, ainda mais com sua madrasta botando pilha com piadas sexuais infames e canalhas.
Ri horrores com essa mulher, que mesmo surda por complicações não explicadas no ensino médio, me ganhou fácil neste episódio. O medo que a mamãe megaevil de Emmett tinha, parece ser o rumo que a série tende a trilhar.
Emmett faltando a aulas para ir a ferros-velhos com seu pai para procurar peças para construir uma nova “Ripley”. Até compromissos com a própria namorada ele já começa a furar para construir sua nova motoquinha.
Já Daphne, corria rumo ao encontro de Wilke, mas viu que ele é um canalha e que leva suas namoradas (os times de basquete e de vôlei inteiros) para os mesmos encontros. A barrinha básica nada se compara com a insinuação de traição que ela acha que vem por aí com John Kennish.
Apesar de aparentar muito, não creio que o relacionamento de John e da tal jornalista seja um caso extraconjugal, se eu fosse a Daphne esperaria ver qualquer relação de carícias mais gritantes antes de sair furioso com seu pai biológico.
E na malemolência latina, eis que a série samba na nossa cara e mostra que Angelão é italiano e tem maracutaia com os mano da máfia. Claro que não é necessariamente isso, ele foge de alguém, que não pode encontra-lo de nenhuma maneira.
No núcleo de pegada jurídica e de advogado novo, os Kennish vão com “sangue nos zóio” pro tribunal contra o Hospital. E desculpa aê, mas advogado que cita “Star Wars: Return of Jedi” merece meu respeito eternamente.
E por ventura é só, além de ter a barra básica de Regininha que anda dormindo com Angelão. Switched at Birth fez um grande e bacana episódio e a cada semana quero mais dessa coisinha ternurinha gostosinha que me faz botar todos os adjetivos no diminutivo.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Switched at Birth - 01x14 - Les Soeurs d'Estree
Tudo e mais um pouco para salvar a motoquinha de Emmett.
Switched at Birth segue fazendo bons episódios, mesmo eu tendo achado que este episódio meio que tenha ficado numa mornice alheia, demorei três horas para terminá-lo que nem sei o que realmente aconteceu comigo, com o episódio ou com a série.
Mas falando no episódio, tudo muito bonitinho para salvar Ripley, a motoquinha de Emmett que teria de ser vendida para pagar a multa que o garoto levou por pichação naquele outdoor como presente de aniversário para a Bay.
E mesmo que Bay tenha se esforçado ao final para tentar salvar a moto, eu achei que ela fez muito pouco. Daphne passou o episódio inteiro vendendo cupcake e até mentindo para os Kennish para conseguir dinheiro, e a Bay pouco fez e se importou.
Não sei se fui só eu quem se incomodou por este detalhe, ou se outros também, mas chegou na metade do episódio e eu já estava achando que a namorada do Emmett e a pessoa a quem ele dedicou aquela "obra" como presente era a Daphne.
Independente de Bay meio ficar receosa a ajudar Emmett com a desculpa por ter passado com Ty uma situação parecida, acho que foi pouco pra quem estava disposta a enfrentar a sogra pelo namoro deles der certo e funcionar.
E quando achávamos que a solução era a banda, todas as esperanças foram pelo ralo e fugiram junto com a capivara vestida de tutu que sequer apareceu. Achei bacana a história da última volta de Emmett com Bay, mesmo assim.
Infelizmente a solução era vender a moto e por fim, deixar um cliffhanger de barra familiar onde Emmett comunica sua mãe que está de mudanças para a casa do pai. Daphne, que mentiu e estorquiu dinheiro de seus pais biológicos, acabou tendo que contar a verdade a mando de Regina e devolver até o último centavo.
Por falar em Regina, está por vir o Gina's com parceria com Angelo, que parece estar criando raízes na série e deixando suas diferenças para trás com sua ex-mulher e reavivando até a relação dormente entre eles.
Ainda teve troca-troca de advogados, Toby e Simone juntos, e muita galhofada de Wilke, que mostrou que deixou de correr atrás de Daphne. Enfim, acho que só, esperando para ver onde que a batalha judicial, os dramas básicos e Gina's vão dar.
P.S.: Austin Butler (Wilke) está escalado para gravar um piloto para a ABC Family e, se aprovado, pode deixar o elenco da série.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Switched at Birth - 01x13 - Self Portrait with a Bandaged Ear
Mais doses de drama em mais um episódio recheado de sentimento, isso é Switched at Birth.
A cada semana as coisas na série pareciam se encaixar, com os dramas surgindo com o tempo e se eu teria a paciência de acompanhar mais um drama adolescente. Mas o fato é que Switched at Birth consegue exprimir e transmitir emoção em cada linha do roteiro e me apeguei e não largo nunca mais.
Um episódio que se focou ainda mais na relação de Emmett e Bay e as consequências desencadeadas sobre ambos. O episódio iniciou e tratou de cumprir o apreensivo cliffhanger da semana anterior, retomando o plot de vandalismo e pichação.
Eu achei inteligente por diversos fatores, o primeiro pelo fato de punirem ele por um ato criminal, mesmo tratando-se de arte e não vandalismo, mas vai explicar isto à polícia. Segundo, por demonstrar as dificuldades de compreensão entre ouvinte e não-ouvinte.
Terceiro, por ainda fazer uma abordagem surreal, linda, dramática e angustiante durante a explicação de Emmett como foi ter sido algemado, comparando a um afogamento. E, para completar, para instigar ainda mais o debate entre Melody e Bay sobre o relacionamento da moça com o filho prodígio.
A cada semana, entretanto, tenho alimentado minha fúria em relação a Daphne, e mesmo a produção tentando colocá-la em duas situações em que poderíamos mudar de opinião, não foi e nem seria suficiente para superar o fator bitch que ela tem adquirido.
Primeiro deixaram-na como aquela melhor amiga que ouve (não no sentido de escutar) o seu amigo e está sempre presente para lhe dar um ombro e um apoio, e depois por terem a feito de coitadinha do time de basquete, isso depois do show egocêntrico para o pai comunicando-o que queria trocar de time.
No núcleo mais adulto do seriado, ficamos diante ao debate com Kathryn e Regina sobre o poder ou não de escrever um livro sobre o que os Kennish tem vivido e, consequentemente, falar sobre Regina, o que chamo a atenção, mais uma vez, é pelo fato de Regina querer manter-se sem ser conhecida. Imagina ela sendo citada num best-seller? É um segredo (ou não) para outros episódios.
Por falar em Regina, ainda vimos ela aceitando a proposta de Angelão, e teremos em breve o Gina's para cuidar das madeixas do elenco da série. Já para os Kennish, sobrou despedir a advogada por ela estar se envolvendo com um conselheiro do hospital a qual ela comanda um processo de indenização contra o tal hospital.
Mas eu tenho ainda uma coisa para falar, a forma como Katie Leclerc fez com Daphne durante as cenas com Angelão foram tocantes, a primeira vez de que ela incorporou a bitch em que ela me emocionou.
Ainda falta muito para a série terminar a sua primeira jornada longuíssima e mais uma vez sigo felicíssimo por acompanhar um dos melhores dramas da atual TV americana.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Switched at Birth - 01x12 - The Tempest
A forma mais brilhante de um drama dar certo: fazer mais drama.
É inegável como a produção de Switched at Birth tem acertado durante toda a série. Os episódios conseguem ser carregados de drama através de uma forma tão simples que eu não sei explicar. Os diálogos só pelos sinais e ainda assim com emoção é algo realmente brilhante.
Este episódio conseguiu me cativar tanto que me sinto sem outras opções a não ser elogiá-lo quantas vezes forem necessárias. Afinal, episódio que faz piada com Mad Men merece respeito.
Começamos hoje pelo que eu mais tenho gostado, que é a relação de Bay com Emmett. O episódio mostrou como a nossa fofinha estava tentando conseguir a aprovação da mãe do garoto, que incorporou o mais sórdido espírito do mal e estava possuída neste episódio.
Eu me senti mal com a forma que a mãe do Emmett tratou Bay, acho que independente de ser uma piada ou não a troca dos sinais, ela agiu pior do que a Daphne vem agindo. Compreendo Bay mais ainda por ela carregar nas costas a tentativa de aproximação, é injusto.
Mas gostei mais ainda de mostrarem como Bay e Emmett formam um bom casal. Ele enfrentou sua mãe que culpa a moçoila por uma nota ruim em história do rapaz. Adorei a abordagem da relação de preconceito com a Bay por ela ser ouvinte, de uma forma inversa ao que estamos acostumados.
Enquanto isso, Daphne vai se superando como a grande malvada da história, se é que tem. Ela mostrou que só se importava com ela mesma ao dizer pro John Kennish que ela estava mudando de time. Mas confesso, adorei ela como uma verdadeira bitch no pub com a garota Simone que prometem animar um pouco as coisas.
Toby e Wilke entraram na onda de fazerem RGs falsos e pode apostar que isto vai dar merda. Afinal, o que não dá vindo deles? Desde o teste roubado até a falsa propaganda da banda deles. É lógico que daqui a pouco eles vão se dar mal.
Deixaram um pouco de lado as coisas com o hospital de lado para darem espaço para uma trama interessante, que é ver Kathryn escrevendo sob seus olhos tudo em um livro, afinal, que Tina Choi se dane, ela quer os louros da fama para ela sem a distorção dos fatos.
Mais um bom episódio como de praxe. Não consigo parar de dizer o como tenho gostado de Switched at Birth e mal posso esperar pelo próximo episódio.
P.S.: Eu não tinha reparado, mas os títulos dos episódios são referentes a pinturas, gostei.
P.S.2: Tenso o final com os policiais prendendo Emmett sem saber de nada, o que é que aconteceu?
P.S.2: Tenso o final com os policiais prendendo Emmett sem saber de nada, o que é que aconteceu?
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Switched at Birth - 01x11 - Starry Night
A coisa mais fofa do mundo está de volta.
A série mais fofinha da ABC Family retorna de seu hiato básico como toda série da emissora e ainda nos promete praticamente mais uma temporada inteira. Esse é só o primeiro episódio dos 22 que estão por vir antes de seu season finale, então, muita coisa ainda tem pra acontecer.
Já afirmei inúmeras vezes o quanto eu tenho gostado desta série, principalmente por ter um estilo de crônica da vida real que me aproxima da série. Ela veio como não queria nada e já me ganhou com pouquíssimos episódios.
Assim como a série, quem não queria nada e vai botando suas garrinhas de fora é a Daphne, que de surda boazinha vai mostrando que não tem nada e quer urgentemente Emmett de volta, afinal, ela não suporta ver Bay com o rapaz.
Claro que Austin Bocudo precisava se mostrar o bom moço para ela, ser o ouvinte da surdinha má megaevil e ainda nos presentear com piadinhas infames, afinal, ele é esse único cretino que tem na série.
A avó de Bay/Daphne, que bancou a abuelita de Santana em Glee, voltou para a série com suas aparições superimportantes que até me desconcentrou. Regina, que ainda está lidando com o retorno do Angelão, parece que vai ficando mais e mais mexida com ele, principalmente após o jantar triplo com Bay de telespectadora, ao invés de protagonista.
Mas como a série precisa levar Lucas Grabeel a sério, eles mostraram o tal evento pela qual a banda dele, Austin e Emmett tocariam e que fora mencionada na sua summer finale.
E na pegada jurídica da série, ainda corre a solta o processo multimilionário em que os nossos heróis da trama lutam contra o hospital que teria cometido o erro de trocar as meninas no nascimento.
Conhecemos a enfermeira que teria sido a responsável pela troca pelo fato de ter trabalhado 48 horas seguidas. Gostei da interação entre elas, parecia verdadeiro tudo o que ela estava dizendo, não um golpe de Angelão, como antes todos previam.
Enfim, Switched at Birth volta com tudo, num episódio legal de se assistir, segue levando sua vida e sua temporada bem. Espero o que ainda vem por aí, afinal, eles precisarão de história para manter a série no ar pelo exagero de tempo que eles querem.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Switched at Birth - 01x09/10 - Paradise Lost / The Homecoming (Summer Finale)
Nada como dois episódios perfeitos para encerrar a impecável primeira parte da temporada de estreia de Switched at Birth.
A melhor estreia da summer season nos dá seu adeus breve e só estará de volta em 2012 com outros 22 episódios, praticamente mais uma temporada inteira, e não é por menos, os méritos alcançados pela série nesta época do ano pode-se dizer que não foi para muitas. A nível de drama, Switched se destaca como a preferida da imensa maioria.
A série que quando estreiou não se passava de um amontoado (bom) de clichês, com premissa bonitinha e atores com personagens bem direcionados, chega atingindo uma crescente vertente e isso é o que eu acho que todos vão esperar para a sequência da trama.
Quem não lembra que começamos todos amando Daphne e odiando Bay e hoje meio que nos sentimos exatamente o oposto? Para você ver, Switched através de seus diálogos fáceis e simples, conseguiu com que nos importasse com cada personagem da série.
Claro que os sentimentos brotantes de Daphne pelo Emmett eram mais do que óbvio e o presente dele para a garota surda, só serviu para aumentar ainda mais o tesão eloquente dela por ele. E enquanto Bay comemorava o seu lenço de presente (-NOT), Emmett é ainda mais fofo com ela com aquela pintura delicinha no outdoor.
E enquanto queríamos Bay assumindo o E-Bay, tome-lhe balde de água fria na revelação dos sentimentos da menina Daphne. Claro, cliffhanger para a semana seguinte com a summer finale no episódio The Homecoming.
Apesar de tudo, Emmett prefere a ouvinte linda na declaração mais inesperada ever. Quem aí achou que ele já ia dizer algo? Assim? Sob as circunstâncias do momento, foi tão fofo da parte dele ter dito exatamente no momento certo.
Sendo assim, espero que Daphne fique com o tal do Wilke e saia da vida do E-Bay pra sempre, ok, sempre será impossível dadas as circunstâncias, mais que se distancie em relação a empata relacionamento alheio.
Claro que o moço entrou cheio de intensões para também fazer seu pé de meia, afinal, nós seríamos tolos em acreditar que ele quer só o bem de Bay e Daphne e querer ser o pai que nunca foi. Com a descoberta de que a enfermeira trabalhou mais horas do que devia, essa "ajudinha" será bem-vinda.
Ainda tivemos tempo para Regina tentar um empréstimo no banco para abrir seu próprio salão. Claro que os Kennish servirão de fiadores da latina, mas também aposto que ela poderá pegar a parte do acordo com o Hospital para fazê-lo.
Eu já sinto falta das discussões através dos gestos, de E-Bay, das Vasquez, até mesmo de Kathryn e John, Switched at Birth vai nos fazer esperar até a midseason e a espera vai ser árdua pelo menos pra mim. Até lá.






