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terça-feira, 8 de outubro de 2013
The Vampire Diaries - 05x01 - I Know What You Did Last Summer (Season Premiere)
Quando a samambaia tem algo de útil a oferecer.
Todos sabem do ódio mortal e da minha total repulsa a tudo - ou quase tudo - que ocorreu na quarta temporada de uma séries que eu mais respeitava até então, portanto imagino que seja até surpreendente me verem por aqui, mas digamos que eu estou dando à série uma "swan song", uma última chance de me impressionar e apagar da memória o passado.
Ainda mais agora com Julie Plec um pouco mais distante, priorizando os roteiros de suas duas crias que estão chegando nesta Fall na CW (The Originals e The Tomorrow People).
Por estes motivos, estamos aqui de novo para comentar o retorno de The Vampire Diaries: um retorno muito bom para quem esperava se desapontar. Sejamos sinceros, se você, assim como eu, foi ver essa delícia esperando por um martírio ou uma desgraça tamanho global, acabou saindo extremamente satisfeito com tudo que foi proposto.
Os arcos apresentados conseguem muito bem fazer a transição ao que foi mostrado no último ano, como consegue inserir elementos do que ainda veremos neste novo ciclo. Como premiere, ainda ouso a dizer que foi superior ao que foi apresentado há um ano atrás.
E começamos com o principal twist da temporada passada, e não, não falo de Stefan ser doppelquengo de Silas, mas sim com Elena enfiando a cura em Kath Piranhuda. Três meses se passaram desde os acontecimentos da finale, imagina pra quem que era uma vampira virar humana e ter de sobreviver sem um puto no bolso. Como diria minha amiga Demetria, se prostitui amiga.
Todos sabem que a Petrova sempre teve muitos segredos e nunca tivemos muitas informações a respeito do passado da personagem, o que torna o mistério que a envolve muito mais interessante e divertido de se acompanhar.
E ver que Silas tem interesse em Petrovinha torna as coisas ainda mais curiosas. Não sei se o interesse é porque ela tomou a cura ou se é do tal passado não-revelado de Petrovinha, só sei que retornar pra controlar a mente das pessoas em praça pública e matar prefeito avulso, aka pai da Bonnie, conseguiu chamar a minha atenção. E ganhar meu respeito.
Já que falamos de Bonnie, continuemos a descrever a inutilidade da personagem em sei lá quanto tempo. Ela era a única bruxa da série, mas nunca foi lá muito útil para as narrativas, e quando foi útil, só falou algumas palavras em latim e resolvia o pepino todo. Agora que morreu, não sou obrigado a ficar vendo ela mandar e-mails pras amigas via Jeremy. Ainda mais se Jeremy é um Hunter e ele tem histórias a serem desenvolvidas de forma separada, e não ficar aos cuidados de Damon e se enfiando em briguinhas na escola. Por favor.
Mas vamos falar de coisa boa, vamos falar de Candice Accola, digo, vamos falar do que aconteceu com a personagem de Candice Accola: tomou um pé na bunda via telefone. Rejeitou ser rainha de Orleans com o Klaus, agora que fique chorando por Tyler no seu dormitório na faculdade.
Mas não é bem isso que importa, e sim que ela e Elena estão, enfim, na faculdade e terão de dividir o quarto com uma guria estranha que tem garrafas de água com verbena no frigobar, que dizer, teriam que dividir o quarto com a tal da Megan, mas ela foi providencialmente morta por algum vampiro em uma festa a que foram como calouras.
O destaque foi tanto pro rapaz que entregou os panfletos e na chegada das moças ali na festa que ele já é, certamente, o único suspeito e deverá mesmo ser o principal responsável pela morte da moça. Seguiremos acompanhando.
Porque a melhor coisa do episódio, acreditem, foi Matt Samambaia. Ficou dando comidinha pra Rebekah e pras amigas avulsas na Europa e retornou sem o anel. Não, pera.
Em uma das aventuras sexuais em Praga, ou qualquer outro lugar perdido, uma moça chamada Katya roubou o anel que traz a pessoa de volta a vida que fora de Jeremy - e previamente de Alaric. E enquanto Matt servia cervejas e se despedia de Rebekah, que se junta a Klaus em Nova Orleans, ele acabou vendo a dita cuja da Nadia e partiu a seu encontro e a encontro de uma emboscada, na verdade.
Alguma coisa aconteceu com Matt e isso é a grande pergunta deixada no episódio e que me instiga a querer ver até onde vai esse trem descarrilhado dirigido agora por Caroline Dries e supervisionado na sala das máquinas por Julie Plec. E você, tem certeza de que quer embarcar nessa carga explosiva?
P.S.: Destaque para os conflitos internos de Stefan, que ninguém dá a mínima se desliga ou não a humanidade para parar de sofrer enquanto está preso naquele cofre no meio do lago da cidade graças a Silas.
sábado, 8 de junho de 2013
The Vampire Diaries - 04x23 - Graduation (Season Finale)
Uma coisa que eu não entendo é, como no meio de vários e vários sobrenaturais megapoderosos capazes de destroçar a cabecinha dos amiguinhos e dos parentes, a maior preocupação desta finale foi com a maldita graduação do ensino médio. Por mais que seja um momento único, um marco extremamente importante e que só acontecerá uma vez na vida (isso para aqueles que realmente sobreviverem), alguém esqueceu de avisar pra reverem alguns conceitos.
Mas nada disso diminui os méritos deste episódio que fecha muito bem, obrigado, uma temporada fraca, com propósito totalmente descartado neste mesmo episódio e com algumas sambadas dignas da marca The Vampire Diaries. Esta temporada foi, de longe, a maior decepção do ano para quem vos escreve. Teve momentos que dava vontade de chutar o pau na barraca, mandar titia Julie Plec pro inferno e jogar todos os méritos construídos pela série para escanteio, abandonando-a de vez. Pra sempre. E foi quase.
Mas eu sobrevivi. Eu saí da ilha. Quer dizer...
Vamos analisar a coisa de uma forma geral e ampla: foi muito ruim. Sob mãos de Plec, a série perdeu aquele ritmo insano, reinventor do termo plot twist e se perdeu na própria mitologia criada e excelentemente trabalhada por Kevin Williamson em seus três anos como showrunner dessa delícia, antes de abdicar ao trono e se dedicar única e exclusivamente em The Following.
No entanto, como já disse, esse foi um episódio que me deu, no mínimo, esperanças por novos tempos na série. Ainda mais com a saída de Plec para se dedicar apenas à The Originals. Agora sob o comando de Caroline Dries (que faz parte da equipe de roteiristas desde o piloto), e mesmo que os arcos da quinta temporada já estão predefinidos e foram idealizados por Plec, aposto muito em Dries. Essa moça escreveu, talvez, os três melhores episódios de toda a série - "The Sun Also Rises" (2x21), "Ordinary People" (3x08 - aquele mesmo sobre a Família Original) e "Before Sunset" (3x21) -, portanto, tem crédito. E eu espero e anseio pelo seu sucesso com as rédeas da galinha de ouro da CW.
Mas, antes disso, a finale. Essa coisa crocante que arranca cabeça de bruxos avulsos mortos em rituais mais avulsos ainda para a criação de um triângulo que limita, na verdade, o alcance do feitiço para derrubar o tal do véu que separa o nosso plano do plano espiritual com apenas um capelo. Aliás, capelo atirado por sua vossa majestade, Niklaus Mikaelson, que decidiu retornar para uma das cenas mais bonitinhas do episódio.
A despedida de Klaus e Caroline. Vou ser bem franco em dizer que Klaus só ganha longe dessa piranha mal-amada e malcomida da Caroline. E, digo mais, nunca vi uma personagem que eu amava tanto cair no meu conceito feito um meteoro caindo em Júpiter. A loira ficou chata, irritante e completamente desnecessária sem Tyler pra lhe dar comidinha no meio do mato. E quase arrastou Klaus, o melhor personagem da série. Mas, ainda assim, não tem como não gostar do desfecho para o casal. Era óbvio que chegaríamos a este momento, com Klaus dizendo que pode não ter sido o primeiro amor de Caroline, mas seria o último, independente do tempo que leve até que isso aconteça, afinal, ambos têm a infinidade da imortalidade vampiresca.
Aliás, Klaus só retornou porque menino Damon levou um tiro de bala regada com muito veneno de lobisomem, nocivo aos vampiros, de um dos caçadores avulsos (se eu não decorei o nome dos desgraçados durante a temporada inteira, alguém realmente achou que na finale eu saberia?) e quase morreu (ou seria curado e viraria humano, mas essa possibilidade foi enviada pro espaço. Obrigado, Klaus).
Outro bom ponto do episódio foi a continuidade do plot dos fantasminhas caminhando por Mystic Falls. Este fato trouxe mais momentos entre Alaric e Damon, e Stefan e Lexi. Ambas as duplas funcionam bem e quase que de forma correspondentemente. Os companheiros dos irmãos Salvatore são confidentes e braços-direito, impossível não gostar da interação entre eles em ambos os casos.
Mas falar em irmãos Salvatore, nos lembra de Elena. O projeto fadado ao erro de doppelquenga que só faz merda e reclama da vida. Elena não deveria ficar agradecendo o Stefan por tê-la aguentado, mas sim agradecido a nós por termos sobrevivido a horas de tortura que foi vê-la fazendo mimimi até com a morte da bezerra. Mas ela brindou parte da população ao escolher Damon como seu amor verdadeiro, mas eu ultimamente estou pouco me importando pra quem essa menina quer liberar a vagina. Foi tanto cú doce sobre isso, que eu já esqueci de me importar. E me desculpem por quaisquer termos.
Voltando a falar da cura, o arco mais fraco e podre do enredo, finalmente tivemos um fim. Depois de muita ladainha por quem deveria usar o maldito frasco e na omissão de quem estaria em posse do dito cujo, a cena de luta entre quenga-mãe e quenga-filha, leia-se: Katherine e Elena, finalmente encerrou a história. Uma das duas usou a cura. E foi Katherine. Minha única reclamação sobre a sequência de cena, precedido de um flashback, poderia ter tido o tal flashback quando a luta encerrasse, foi anti-clímax e não funcionou, ao menos pra mim. Só que, no todo, a ideia de Vampiranha humana chega a ser interessante, como uma simples doppelgänger e possível bolsa de sangue pra Klaus. Eu curti.
Curti, mas não quanto eu curti o fim de Rebekah e Matt. E eu shippo esses dois loucamente. Aliás, é bizarro ver que o único casal que eu me importo nesse final de temporada é Bekah e Matt. Quem diria? Eu, certamente, não. Nem chegaria a cogitar a possibilidade. A cena que desenvolve o cliffhanger anterior é bacana, com direito até beijoca pra tapear o tapado do Matt (bjão, Rebequenga). Agora, é certo que Rebekah deva ir à Nova Orleans, mas vai aproveitar sua vida de quase-humana viajando com o próprio Matt pela Europa. Acho chique.
Agora, falando sobre Bonnie e Jeremias... Não curti, achei ofensivo. A-PA-GA. Com o retorno de Jeremias do limbo, com uma cena ridícula (põe o gif da Aliném aqui, produção), permitirá que Bonnie também retorne, como uma fantasma agora. Só porque eu achava que não precisaria mais ter que olhar para aquele beiço de amolar faca daquela moça. Só Jesus na minha causa.
Por fim, a sambada master do episódio, com qualidade Inmetro comprovada e certificada: Silas está de volta. Mas isso seria muito óbvio, até porque daí ele teria a oportunidade de ser o vilão que sempre desenharam que ele iria ser. Mas a verdadeira face dele: Stefan. Quando disseram que ele tinha um doppelgänger, eu obviamente cogitei que ele incorporaria o corpinho sensual de Nina Dobrev, mas não. Stefan é uma cópia de Silas e Silas o trancou em um cofre o atirou em um lago. Como não amar isso? Ainda mais agora, que tranquem Stefan lá eternamente com sua cara de "estou segurando um peido" e façam esse homem de um ser mais ativo, possuído e virado no Jiraya. É o mínimo depois de ser esse merda como vilão.
Mas nada disso diminui os méritos deste episódio que fecha muito bem, obrigado, uma temporada fraca, com propósito totalmente descartado neste mesmo episódio e com algumas sambadas dignas da marca The Vampire Diaries. Esta temporada foi, de longe, a maior decepção do ano para quem vos escreve. Teve momentos que dava vontade de chutar o pau na barraca, mandar titia Julie Plec pro inferno e jogar todos os méritos construídos pela série para escanteio, abandonando-a de vez. Pra sempre. E foi quase.
Mas eu sobrevivi. Eu saí da ilha. Quer dizer...
Vamos analisar a coisa de uma forma geral e ampla: foi muito ruim. Sob mãos de Plec, a série perdeu aquele ritmo insano, reinventor do termo plot twist e se perdeu na própria mitologia criada e excelentemente trabalhada por Kevin Williamson em seus três anos como showrunner dessa delícia, antes de abdicar ao trono e se dedicar única e exclusivamente em The Following.
No entanto, como já disse, esse foi um episódio que me deu, no mínimo, esperanças por novos tempos na série. Ainda mais com a saída de Plec para se dedicar apenas à The Originals. Agora sob o comando de Caroline Dries (que faz parte da equipe de roteiristas desde o piloto), e mesmo que os arcos da quinta temporada já estão predefinidos e foram idealizados por Plec, aposto muito em Dries. Essa moça escreveu, talvez, os três melhores episódios de toda a série - "The Sun Also Rises" (2x21), "Ordinary People" (3x08 - aquele mesmo sobre a Família Original) e "Before Sunset" (3x21) -, portanto, tem crédito. E eu espero e anseio pelo seu sucesso com as rédeas da galinha de ouro da CW.
Mas, antes disso, a finale. Essa coisa crocante que arranca cabeça de bruxos avulsos mortos em rituais mais avulsos ainda para a criação de um triângulo que limita, na verdade, o alcance do feitiço para derrubar o tal do véu que separa o nosso plano do plano espiritual com apenas um capelo. Aliás, capelo atirado por sua vossa majestade, Niklaus Mikaelson, que decidiu retornar para uma das cenas mais bonitinhas do episódio.
A despedida de Klaus e Caroline. Vou ser bem franco em dizer que Klaus só ganha longe dessa piranha mal-amada e malcomida da Caroline. E, digo mais, nunca vi uma personagem que eu amava tanto cair no meu conceito feito um meteoro caindo em Júpiter. A loira ficou chata, irritante e completamente desnecessária sem Tyler pra lhe dar comidinha no meio do mato. E quase arrastou Klaus, o melhor personagem da série. Mas, ainda assim, não tem como não gostar do desfecho para o casal. Era óbvio que chegaríamos a este momento, com Klaus dizendo que pode não ter sido o primeiro amor de Caroline, mas seria o último, independente do tempo que leve até que isso aconteça, afinal, ambos têm a infinidade da imortalidade vampiresca.
Aliás, Klaus só retornou porque menino Damon levou um tiro de bala regada com muito veneno de lobisomem, nocivo aos vampiros, de um dos caçadores avulsos (se eu não decorei o nome dos desgraçados durante a temporada inteira, alguém realmente achou que na finale eu saberia?) e quase morreu (ou seria curado e viraria humano, mas essa possibilidade foi enviada pro espaço. Obrigado, Klaus).
Outro bom ponto do episódio foi a continuidade do plot dos fantasminhas caminhando por Mystic Falls. Este fato trouxe mais momentos entre Alaric e Damon, e Stefan e Lexi. Ambas as duplas funcionam bem e quase que de forma correspondentemente. Os companheiros dos irmãos Salvatore são confidentes e braços-direito, impossível não gostar da interação entre eles em ambos os casos.
Mas falar em irmãos Salvatore, nos lembra de Elena. O projeto fadado ao erro de doppelquenga que só faz merda e reclama da vida. Elena não deveria ficar agradecendo o Stefan por tê-la aguentado, mas sim agradecido a nós por termos sobrevivido a horas de tortura que foi vê-la fazendo mimimi até com a morte da bezerra. Mas ela brindou parte da população ao escolher Damon como seu amor verdadeiro, mas eu ultimamente estou pouco me importando pra quem essa menina quer liberar a vagina. Foi tanto cú doce sobre isso, que eu já esqueci de me importar. E me desculpem por quaisquer termos.
Voltando a falar da cura, o arco mais fraco e podre do enredo, finalmente tivemos um fim. Depois de muita ladainha por quem deveria usar o maldito frasco e na omissão de quem estaria em posse do dito cujo, a cena de luta entre quenga-mãe e quenga-filha, leia-se: Katherine e Elena, finalmente encerrou a história. Uma das duas usou a cura. E foi Katherine. Minha única reclamação sobre a sequência de cena, precedido de um flashback, poderia ter tido o tal flashback quando a luta encerrasse, foi anti-clímax e não funcionou, ao menos pra mim. Só que, no todo, a ideia de Vampiranha humana chega a ser interessante, como uma simples doppelgänger e possível bolsa de sangue pra Klaus. Eu curti.
Curti, mas não quanto eu curti o fim de Rebekah e Matt. E eu shippo esses dois loucamente. Aliás, é bizarro ver que o único casal que eu me importo nesse final de temporada é Bekah e Matt. Quem diria? Eu, certamente, não. Nem chegaria a cogitar a possibilidade. A cena que desenvolve o cliffhanger anterior é bacana, com direito até beijoca pra tapear o tapado do Matt (bjão, Rebequenga). Agora, é certo que Rebekah deva ir à Nova Orleans, mas vai aproveitar sua vida de quase-humana viajando com o próprio Matt pela Europa. Acho chique.
Agora, falando sobre Bonnie e Jeremias... Não curti, achei ofensivo. A-PA-GA. Com o retorno de Jeremias do limbo, com uma cena ridícula (põe o gif da Aliném aqui, produção), permitirá que Bonnie também retorne, como uma fantasma agora. Só porque eu achava que não precisaria mais ter que olhar para aquele beiço de amolar faca daquela moça. Só Jesus na minha causa.
Por fim, a sambada master do episódio, com qualidade Inmetro comprovada e certificada: Silas está de volta. Mas isso seria muito óbvio, até porque daí ele teria a oportunidade de ser o vilão que sempre desenharam que ele iria ser. Mas a verdadeira face dele: Stefan. Quando disseram que ele tinha um doppelgänger, eu obviamente cogitei que ele incorporaria o corpinho sensual de Nina Dobrev, mas não. Stefan é uma cópia de Silas e Silas o trancou em um cofre o atirou em um lago. Como não amar isso? Ainda mais agora, que tranquem Stefan lá eternamente com sua cara de "estou segurando um peido" e façam esse homem de um ser mais ativo, possuído e virado no Jiraya. É o mínimo depois de ser esse merda como vilão.
Agora, eu sei que tem gente querendo os meus rins por ter atrasado quase tudo e mais um pouco neste final de temporada de The Vampire Diaries, e, pra ser franco, não queria ter precisado atrasar tanto. Por pior que a série estivesse, essa naba é (ou era, quem sabe) uma das coisas que eu mais louvava na minha watchlist, ela tem crédito, e é por este motivo que eu retornarei para a quinta temporada. Não sei se terei a oportunidade de ver todos vocês lá comigo, não sei como será o nível (esperando que melhore já que Pleczinha deve cair fora), mas estarei esperando. Tanto a temporada, quanto vocês. Pra alguns, até lá, para outros, até dia 11 com o retorno crocante, saboroso e cheio de glúten de Pretty Little Liars.
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domingo, 2 de junho de 2013
The Vampire Diaries - 04x21/22 - She's Come Undone / The Walking Dead
Tirando leite de pedra, quer dizer…
A metáfora que abre este texto pode explicar e exemplificar muito o que se sucede nos acontecimentos destes dois episódios a serem comentados (quer dizer, apenas no segundo, porque o primeiro destes dois é daqueles para serem esquecidos de sua existência na vida), renovando as minhas esperanças por um final de temporada muito melhor do que este miolo, considerado por muitos como o pior momento da existência de The Vampire Diaries.
Não irei sequer comentar as opções de roteiro por aquela que não será mencionada aqui desta vez (acho que já reclamei tanto dela que ela precisa de um descanso de vez em quando), por mais que “She’s Come Undone” seja mais uma obra que permeia o ostracismo e não agregue quase nada ao contexto que foi apresentado no episódio seguinte.
De fato, este episódio, “She’s Come Undone” é um mar do marasmo e só pode ser resumido em apenas duas partes: a primeira em que vemos Elena recuperar sua humanidade pela quase morte de Matt, o samambaia que não serve pra porra nenhuma, além de bolsa de sangue e enlace amoroso para a loira original. Aliás, a sequência de Elena recuperando a humanidade é de revirar os olhos, ainda mais agora que o sentimento que predomina sobre sua personalidade é a raiva contra Katherine.
A segunda parte que se salva deste episódio é o acordo entre Bonnie e Katherine. A doppelquenga retornou pronta pra bagunçar com o roteiro e dar um dinamismo diferente ao que vinha até então sendo apresentado. Ela recorrendo à Bonnie em busca da imortalidade é plausível, ainda mais que não precisaria mais ficar fugindo de quem quer que seja.
Mas este acordo nos leva ao ocorrido no episódio seguinte, “The Walking Dead” é, talvez, o primeiro grande episódio desta fase de The Vampire Diaries. Consegue, mesmo que tenha momentos que você queira que termine o mais rápido o possível, te envolver e, só de ter a morte de Bonnie já é um grande bônus.
Pois é, a morte de Bonnie. Quem diria que a bruxa tão preservada pelos vampirinhos de Mystic Falls morreria. E morreria incompetente. Pois é. Depois de conseguir canalizar sua energia natureba, expressiva e negra (tanta energia que lhe consumiu) para petrificar Silas e, de quebra, trazer Jeremias de volta dos mortos após derrubar o véu, Bonnie acabou morrendo sem conseguir colocar o véu de volta no lugar. Nos dando de presente o cliffhanger do episódio com Alexander (um dos cinco caçadores originais e ex-namorado de Rebekah) e outros dois caçadores (o moço da primeira parte da temporada e o outro moço da catacumba do Silas – qual é, alguém achou que eu ia lembrar os nomes ou ir no IMDb procurar? Eles não valem a pena) cercando Rebequinha e Matt.
Mas “The Walking Dead” nos brindou com outras passagens sensacionais, diga-se de passagem. Como o reencontro de Alaric e Damon, o broship mais aclamado da atualidade. É sempre muito bom ver Matt Davis de volta como o antigo professor de história, ainda mais se tem de interagir com Damon. Aliás, Silas foi querer enganar o Damon fingindo-se ser Alaric, mas não conseguiu e, daí sim, virou pedrinha por bruxa Bonnie.
Outro ponto bom de ver os mortos de volta, é o retorno de Lexie (ou a Vanessinha, a rainha suprema que sambou na cara do Liam em 90210 – fãs de 90210, um beijo), insinuando que Stefan lhe trocou pela outra loira lá – Caroline. Falando em Stefan, a única coisa boa de Elena nesta temporada foi o belo sopapo que o moço levou na fuça. Eu aprovo.
Mudando o foco para Elena, a sequência de sua lamentação repetindo que não aguentava mais ter perdido Jeremias, que não aguentava o fato de ele ter partido e o fato de Katherine tê-lo matado também retorna com uma sequência de lamentações por minha parte, praticamente repetindo e ecoando o mantra exalado por Elena, mas com uma mudança: eu não aguento essa vadia, eu não aguento ela reclamando, eu não aguento mais essa cena, dá pra mudar?
E dava, já que Kol fez o favor de dar uma surrinha básica no projeto falido e mal comido de doppelquenga. Elena dizendo “me faça esse favor” ao Kol em relação à ele matá-la foi praticamente fotocopiado do meu cérebro. “Faça-me este favor”, eu repetia. Uma pena que tem Jeremias pra estragar o momento (por mais que eu soubesse que alguém chegaria pra acabar com a minha alegria).
E, assim, temos o circo armado para o final da temporada. Bonnie morta. Damon em posse da cura (já que Alaric fez o favor de tirar do bolso do Silas – e eu me pergunto como ele mexeu no bolso de uma estátua, enfim). E o véu caído pela incompetência de Bonnie.
Aparentemente, temos história o suficiente para que o final de temporada feche este ano horrível com um saldo muito melhor do que começamos. Aparentemente, poderemos ter algo genial e muito bom pela frente. Mas sabe como é, com esse pessoal que atualmente gerencia os rumos da série, eu sigo com meu pezinho atrás.
The Vampire Diaries - 04x20 - The Originals
Ele quer ser Rei.
Sabe, The Originals nunca veio em tão boa hora. Se você precisa daquela porcaria diária com dose nutritiva igual a zero, mas com um pingo de caloria e muito carboidrato, bem, você encontrou uma suculenta obra prima, que consegue através de feitiços mirabolantes em cemitérios parar motores de veículos, atirar fogo em mapas, causar interferência em celulares e apagar lobiquengas no meio do mato.
Mas a sinopse que permeia o início de tudo é ainda mais divertido, afinal, faz muito sentido Katherine enviar uma carta de alerta para o cara que quer simplesmente ver as tripas da doppelgänger de fora de seu corpinho devidamente sensual. Porque, de fato, não faz. Katherine ainda será caçada (ou não, depende do humor da família Mikaelson, mais bipolar do que o clima de São Paulo), mas mesmo assim oferece uma dica de que tem uma rodinha secreta (sdds Rodinha Secreta) querendo destruí-lo.
Agora falando seriamente sobre este backdoor-pilot, eu já era cético de seu sucesso ao escutar a remota probabilidade disto sair do papel, agora, após ter a incomensurável e inominável honra de se ver este primor (sinta a leve dose de ironia aqui presente, por favor), muito menos.
A história central é fraca. Ponto. The Originals parte da premissa de um amontoado de clichês do gênero e tentará apenas embarcar no sucesso de sua progenitora para arrancar o telespectador de seu confortável sofá para a frente da televisão (como se ele já não estivesse ali na frente da mesma, enfim, esqueça).
Por sorte, é uma história sobre Klaus. E, por sorte, ele é interpretado pelo Joseph Morgan.
Entenda, desde que Julie Plec assumiu as rédeas de The Vampire Diaries, vimos quase todos os personagens serem desconfigurados e descaracterizados para, simplesmente, atenderem aos caprichos do roteiro sem noção e sem sentido da produtora executiva, mas Klaus foi uma exceção. Até agora.
Klaus foi um dos poucos sobreviventes do ataque hediondo praticado por Plec. Klaus foi uma das poucas almas que sobreviveram ao estupro criativo praticado por Plec. Klaus foi um dos poucos que sobreviveram ao genocídio praticado por Plec. Acho que vocês já entenderam meu ponto.
Ser posto numa história tremendamente bizarra com a ex-Witchbitch prenha, com Elijah querendo ajudar um clã de bruxas avulso, que com o feitiço mirabolante do cemitério, descrito da forma mais brilhantemente possível no parágrafo introdutório deste primor de texto, 2bjs, conseguem controlar se Witchbitch vive, ou morre. E se a cria de Klaus vive, ou morre.
Parte disto é apenas parte dos interesses da narrativa. O que vemos, ao introduzirem um vilão com mais cara de traficante de filme B de Hollywood (Fast and Furious incluído no pacote, registra-se) e que foi criado por Klaus é pífio e falho. Alguém realmente compra o que o cidadão ali diz? Marcel (Charles Michael Davis) é fraco como personagem. Mais fraco ainda para tentar demonstrar que é o Rei de Nova Orleans.
Mas vamos dar um pequeno voto de confiança, Sophie Deveraux (Daniella Pineda), ao menos, consegue convencer como uma bruxinha do mal megaevil. Quer dizer, quando você supera o fato de ter de que encarar a cara de bruxa sofrida com prisão de ventre (sdds Stefan, sdds Paul Wesley, oh... wait) pela morte da irmã que se sacrificou, segundo a própria, para convencer Klaus a embarcar nesta jornada.
E o que dizer de Camille (Leah Pipes)? Bartender e profunda entendedora de pinturas alheias que consegue, com exatidão, narrar a vida do pobre e sofredor Klaus ao olhar para outras pinturas mais alheias ainda. Uma pena que, no momento da verdade, ela não conseguiu fazer a pergunta que eu fiquei esperando, “você pinta com meu pinto?”, já que Klaus some.
Entretanto, de todos os arcos que foram muito superficialmente trabalhados, um que sequer faz parte do novo projeto em si é o que explica com exatidão o que faz Klaus abandonar seu amor platônico e não correspondido por Caroline para seguir para Nova Orleans e encarar Marcel e se juntar às bruxas: a solidão e a sede de poder, como bem dizem Katherine e Elijah, em um insight com a profundidade de uma bacia.
Por mais que seja uma dor coletiva dos fãs da série saber que Klaus fará falta à elite de ouro da emissora, eu ainda não tenho meu veredicto completo a respeito de The Originals (mentira, cof cof). Toda essa enrolação só pra introduzir o contexto já era parte do pacote (ainda mais quando temos uma louvadora do ostracismo como é Julie Plec), mas a falta de um enredo mais ousado e com a marca que consagrou The Vampire Diaries me deixa com um pé atrás.
No mais, não consigo ver The Originals me surpreendendo em meio ao pacote de Trakinas. Aliás, o máximo que consigo ver é The Originals como uma embalagem de bolacha de maisena, ou, ainda, metade de um pacote de bolacha de água e sal (qual é?, um pacote inteiro seria um elogio que não sou capaz de proferir...).
quinta-feira, 25 de abril de 2013
The Vampire Diaries - 04x19 - Pictures of You
Bailando com a morte.
Depois de dois episódios que pelo menos cumpriram seu papel com um fator maior em entretenimento, no seu principal episódio para o desenvolvimento da parte final da temporada The Vampire Diaries dá uma derrapada e só não cai morro abaixo porque tinha mureta de proteção.
E o amis bizarro é uma sequência que devemos chamar atenção: o vestido de Caroline. Pois é, como Elena anda muito bandidona e agora anda até com Rebequenga a tiracolo em lojas alheias para roubar o vestido da ex-best, Caroline ficou sem vestimenta para a orgia, digo, baile para os formandos.
E para quem as moças de plantão devem recorrer em um momento crítico e alarmante desses? Para o guarda-roupa da mãe? Para a loja mais próxima? Para o Papa? NÃO! Meninas do meu Brasil (e todas as outras dispostas a lerem este famigerado texto), não façam nada disso. Façam como Caroline e vão atrás do vampiro mais fudido do mundo, no cara que todo mundo teme.
Eu nunca ri tanto com uma cena tão absurda dentro de The Vampire Diaries antes. Pari meus rins. Alguém me explica porque Klaus teria um vestido (um não, vários como Caroline diz) em seu guarda-roupas? Gente, esse homem de dia é vampiro, mas de noite dá uma de Shakira e incorpora a lobona. Sai já de Nárnia, Klaus!
Depois desta discussão que muda todo o meu foco e me fez esquecer os outros causos do episódio, o baile foi, na verdade, um grande festival de Silas sambando na cara dos coleguinhas e enfiando o pau em todo mundo (entenda como você bem quiser), fingindo ser outra pessoa e brincando com cérebros alheios.
O mais engraçado é que todos caem em seu jogo. Bom, Bonnie é burra por natureza e uma vez possuída e encapetada, sempre será possuída e encapetada. Já Damon e Stefan foram pegos com Silas fazendo cosplay do outro irmão Salvatore em questão. E Elijah, o burro mor do episódio, viu ele bancar a Rebequenga e passar a mão na cura.
E esse plot é o melhor de todos: provar que merece ser o dono da cura mostrando sua humanidade, quer dizer, o humano mais benevolente e mais passivão da história, Elijah quis dizer, certo? Bekah tenta ser uma boa pessoa e pede conselhos para Matt e o questiona se ela é de boa índole.
O que não faz, digo novamente, sentido nenhum. Afinal, Matt é um porra nenhuma, com zero história, com zero atitude, que só serve pra ser comido e chupado (vocês me entenderam) pelos outros e ganha um prêmio por ser uma samambaia de festa. Foi como eu disse, Elijah queria que Rebekah fosse uma quenga passiva. Mais do que o habitual.
Mas Elijah é ainda mais tolo, sabe que tem um megaevil solto na cidade, anda com a cura no bolso e dá pro primeiro que aparece dizendo ser sua irmã. Se fosse pra dizer que ele é parente de alguém, não seria de Klaus, mas sim de Bonnie, porque a burrice é exalante.
Agora, mesmo Elena tentando e falhando miseravelmente na tentativa de fuder com a Bonnie (er, isso saiu errado), Silas agora tem controle sobre a bruxa, tem o triângulo de expressão formado e a cura em mãos. Serviço de atendimento de feitiços megaeveis informa: Feitiço número 528, destruindo véu do submundo e trazendo os mortos-sobrenaturais de volta em andamento. Tempo de execução: Dois episódios.
Dois episódios porque na semana que vem seremos brindados e recheados pelo piloto de The Originals, essa série tão original que até o nome é original (só que nunca). Nos vemos na semana que vem, prontos para malhar, ou não, o piloto dessa joça parida e cuspida por Julie Plec.
P.S.: Jeremias retornou, mas era o Silas, então ninguém liga. Nem se fosse o próprio eu ligaria, enfim.
The Vampire Diaries - 04x17/18 - Because the Night / American Gothic
Protótipo de doppelquenga: ERRO 7013 – Defeito de fábrica detectado. Devolva o produto para ser incinerado.
Eu vinha reclamando de ritmo e de como The Vampire Diaries vinha desfocada e com um enredo medonho de tão ruim, bem, nada disso melhorou, mas não podemos dizer que estes dois episódios foram ruins comparados a algumas grandes porcarias assinadas pela ilustríssima e digníssima – não, não foi a Dilma – Julie Plec.
O grande lance dos dois episódios aqui apresentados foi o fato de Eleninha estar possuída no maior estilo piriguete e pronta pra curtir a vida enlouquecidamente em Nova Iorque – e em outros buracos onde a doppelquenga original tenha se enfiado em sua fuga com a cura e de Klaus.
Em “Because the Night”, tivemos tanta coisa relevante (só que não), com o retorno tão interessante da Lexie (só que não) em um flashback extremamente bem pontuado (só que não) que agrega de forma profunda e perfeita (só que não) a personalidade bondosa e pura de Damon Salvatore (só que não).
E o pior era que este foi o mote central do episódio. Mas não dá pra dizer que é ruim, afinal, com tanta cretinice – a começar pelo fato da Lexie ser a namorada do irmãozinho e ir dar pro outro irmãozinho pra ele recuperar a humanidade – que a situação dá a volta no bizarro e fica, no mínimo, divertida de se ver.
Quem acaba virando mesmo é o pescoço de Damon, que é passado para traz por Elena, no seu feito mais mirabolante em quatro temporadas, e vê a lista com os endereços de Petrovinha Piranha dos últimos dois meses levado pela cópia made in 25 de Março da vampira mais piranha e amada de Mystic Falls.
Mas sacomé, quando você acha que está na pior, é porque você ainda não chegou na pior de verdade. Porque isto é fado para Caroline, que prontamente executa DOZE BRUXAS apenas para salvar UMA ÚNICA REMELENTA que está ENCAPETADA E POSSUÍDA pelo maior megaevil de todos os tempos (que nunca vimos de verdade ou que tenha feito alguma maldade pra ser chamado de megaevil – possuir a Bonnie não está inclusa no pacote de maldades, isso é benevolência).
Aliás, acho muito bizarro aparecerem EXATAMENTE doze bruxas, no meio do mato, com um ritual para purificar a magia mais afrodescendente do que a afro (seria magia zulu?), e estarem no local exato que Silas queria para completar um triângulo de expressão para fazer um feitiço possuído pelo ritmo ragatanga (#TudoÉRouge) e que pode trazer todos os mortos que estão presos no véu da noiva do Chuck. Gente, é confusão de mais pra mim. O Tico entrou em greve e o Teco está sobrecarregado. Não têm outros neurônios aqui capazes de resolver essa equação bizarra.
Só que se você acha que tudo está lindo e que tudo é azul (aí o problema é que você é daltônico, certamente), eis que vem “American Gothic” e te faz repensar alguns aspectos de lindeza. Oh coisinha linda do titio.
Um episódio em que temos o retorno de Katherine Piranhuda e Elijah só pode ser bom. E realmente foi. Quer dizer... Enquanto ninguém é obrigado a ficar vendo Caroline enchendo o saco do Klaus para que ele parasse de perseguir a cadelinha do Tyler, vou poupá-los do sofrimento e pular toda esta parte desnecessária do episódio, onde o que importa é: Silas está em todos os lugares. Silas é onipresente. Silas é -A.
Rebekah e Elena, que fugiram com carro alheio, roubaram outro e foram parar no meio do nada, conseguiram achar Vampiranha e tivemos uma sequência de Elena querendo mostrar que virou doppelquenga, quando, na verdade, é um projeto defeituoso que cheira a leite e é sinônimo de que vai dar merda.
Ela foi encontrar o amiguinho de Katherine (ou Katerina para os íntimos), que na verdade é Elijah, ponto pra sambada na sua cara. Katherine mostrando que ser putinha e disputada por dois irmãos é uma coisa secular (enquanto a Elena ainda é anal, digo, anual).
A sequência atrás da cura é óbvia, previsível e beira o ridículo, e ainda assim não é tão ruim quanto o papo de “quero a cura pra virar humana” ou “quero a cura pra enfiar no buraco da Elena”. A cena no apê da Katherine é ridícula e tão pastelona que se fosse feito na Turma do Didi seria comum.
Mas ainda assim chegamos em um ponto que temos Elena ainda virada no capetinha, Damon e Stefan discutindo os interesses de cada um e se devem ou não dar a cura pra Elena (só eu que já cansei disso?), Elijah com a cura em mãos depois de um papo meloso e absurdo se tratando de Katherine, e uma provável reunião da família Original no episódio que vem. Se eu fosse você, não levantaria por nada e não perderia por nada o que isso pode render (ou não).
domingo, 24 de março de 2013
The Vampire Diaries - 04x15/16 - Stand by Me / Bring It On
Desligada.
Eu tirei um tempo de The Vampire Diaries. Verdade. Assim como o hiato da própria série, eu me juntei ao tempo e me dei ao luxo descansar e pensar um pouco sobre o que realmente me irritava dentro da série (ou se era só eu mesmo sendo recalcado como alguns diriam). O fato é que The Vampire Diaries não é mais a mesma, e talvez eu esteja em negação ao ver que uma das minhas séries preferidas tenha optado por caminhos que não me agradassem e/ou me irritassem completamente.
E serei extremamente sincero e dizer que o tempo não foi lá muito bonzinho comigo não. Mantenho todas as críticas de antes, com um pouco menos de ódio. Fato é que The Vampire Diaries está ruim e nada a absolverá dos pecados imaculados pela genial (sintam a ironia, por favor) Julie Vadia Plec.
No entanto, por algum milagre divino, a série apresentou dois episódios mais assistíveis que seus antecessores, apesar de seguir na mesma lentidão de desenvolvimento e, quando há algum desenvolvimento, seja por caminhos deturpados e relativamente duvidosos.
O primeiro dos dois episódios a serem abordados neste texto, “Stand by Me”, veio recheado e transbordado de Elena sofrendo da negação ao luto pelo pobre Jeremias. Sejamos francos, Elena já é chata naturalmente, fazendo mimimi pelo irmão defunto fica ainda mais difícil de curtir a personagem.
A temática não seria de mal gosto se por vezes não víssemos Elena se lamentar e esperar que o rapaz se levantasse da cama. Que o anel milagroso o revivesse – esse é aquele momento que encontramos o furo levantado no episódio anterior? (quem não viu ou sabe do que eu esteja falando, dá uma procuradinha no mural das lamentações, digo, no texto do episódio anterior) – e que tudo simplesmente voltasse ao normal.
Jeremy foi, por eras, um personagem incrivelmente avulso e irritante, que tomava ações mais estúpidas do que ele próprio e que fazia tudo por personagens ainda mais avulsos e irritantes que ele próprio (Vicky, Anne e Bonnie inclusas). Porém, ele teve o único arco realmente interessante desta temporada e o único com um desenvolvimento crível. Morreu? Ok. Sentiremos falta? Talvez. Quer dizer, eu, nenhum pouco.
O grande dilema que a morte de Jeremy cria não só afeta Elena, como também à Bonnie, a bruxa mais odiada da televisão mundial, que decide fazer pacto com um professor supostamente morto que na verdade é a encarnação de Silas e fazer um terceiro massacre de 12 para completar um triângulo (?) mágico (?) de expressão (???). Meu professor de trigonometria seria o único a curtir esse plot.
Seguindo em frente, literalmente, temos Elena, que por um golpe de misericórdia de Damon a nós, meros telespectadores, desligou a humanidade da coitada, que decide atear fogo em Jeremias, na casa dos Gilbert e em seu passado. Se isso seria bom, claro, só o tempo e os episódios seguintes diriam.
Mas não é bem isso que encontramos em “Bring It On”. Temos Elena se divertindo, curtindo a vida adoidada e machucando mães alheias, mas algo de bom? Nem o seu projeto de piranhice que deveria estar em seu DNA provido por Petrovinha.
O plot e todas as consequências do ataque de “liberdade assistida” de Elena são pífios, cena da competição de líderes de torcida é mais ainda. Só que por derrubar Caroline de propósito merece alguns pontos no meu grid, afinal, Caroline anda mais chata do que Elena em sua pior fase de chatice.
Ah, e temos ainda uma busca desenfreada pela cura, é bem verdade. Achei que tinham esquecido esse plot maravilhoso, só que não, em que Katherine rouba por motivos obscuros com ajuda de Hayley, a ex-witch-bitch-sereia, agora lobiquenga.
Hayley é uma personagem que funciona só quando é conveniente pro enredo, quando sua vida é posta em jogo por um vampiro suposto amigo de Kath que quer matar a coitada a todo custo porque ela, supostamente, já teria cumprido o seu papel na história. Só que não, pra Julie Plec o papel dela será até onde a família maldita dela estiver, então vamos suportando a sua presença desnecessária até lá (ou até a estreia de The Originals e a demandada dela pra Nova Orleans ao lado de Klaus e da família original).
Voltando ao vampiro, ele é Will, conhecido de Damon do passado e que foi morto pelo próprio Damon em golpe de misericórdia (mais um) e pra protegê-lo de contar seus segredos à Rebekah, que segue querendo voltar a ser humana e ter a sua vida medíocre e comum (via Elena Gilbert).
Agora, os rumos dessa aventurazinha toda devem levar Damon e Elena à Nova York e deixar nossos outros personagens presos em Mystic Falls, essa cidade em que estoques sanguíneos estão sendo misteriosamente esvaziados como se não soubéssemos que o nome da criatura responsável é Silas. Pois é.
P.S.: Um beijo pra Vic e Kivia, eu falei que um dia esse texto sairia.
P.S.: Um beijo pra Vic e Kivia, eu falei que um dia esse texto sairia.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x14 - Down the Rabbit Hole
Déjà vu.
Se em alguns episódios The Vampire Diaries peca em seu senso de continuidade e tratamento devido ao roteiro, neste, por outro lado, tenta consertar algumas coisas e se pega em estruturas repetitivas e que nos leva a pensar "acho que eu já vi isso antes". É isso o que acontece em basicamente todas as tramas simultâneas do episódio, e talvez onde mais tenha pecado.
Esta semana, diferentemente de algumas outras, tentarei ser o mais imparcial possível e diminuir o nível das críticas - fundamentadas, por sinal - em relação à péssima fase pela qual a série atravessa, mas deixo claro que, por mais que o episódio tenha sido mais "assistível" que seus anteriores, não significa que tenha sido maravilhoso ou uma obra de arte.
Longe disso. Assim como seus anteriores, este episódio tem um grave problema de condução de enredo e de ritmo, nos levando em banho-maria por 30 minutos e querendo fazer acontecer tudo nos 10 minutos restantes e, quando crermos que "agora vai ficar bom", encerrar o episódio. No entanto, tenho já que adiantar também que nem o cliffhanger tenha funcionado.
Não funciona pelo simples fato da reação psicológica causado em seu todo: eu já vi isso. E não é só a sensação estranha que nos acompanha, mas sim o fato físico. Este episódio foi totalmente estruturado em fatos já demonstrados na própria história de The Vampire Diaries.
Katherine ressuscitando um vilão qualquer petrificado em uma tumba? Acho que isso me lembra Mikael Mikaelson, ou o Papai Original. Tyler fugindo igual cadela no cio de Klaus? Quantas vezes eu já vi isso mesmo? E o melhor de todos: Jeremy morrendo? Oh, wait...
Há quem diga que "isso foi sensacional" ou que "isso foi perfeito", mas isso foi incrivelmente tosco, na verdade. No fim do episódio lembrei imediatamente de seu "anel revivador" (anéis multiuso, coisa que você só vê em Vampire Diaries), mas ele supostamente só funciona em humanos, e Jeremy seria um ser sobrenatural por ser um caçador, mas daí lembrei que ele já foi um mediador (e ainda é, segundo os acontecimentos na tumba) e o anel funcionava da mesma forma. Então, chego a conclusão de que: se o anel funcionar, previsível; se o anel não funcionar, temos um furo - mais um - na mitologia da série.
E por falar em Jeremy, as decorrências a partir da chegada de Shane à tumba me fez questionar muitas coisas. A tatuagem era um mapa, mas Atticus já sabia onde ficava. A espada decifrava a tatuagem e os levaria até a tumba, mas, em fato, ela só carregava um conto e o fato de que a cura era uma dose única. Pausa aqui.
Palmas para a trollação divina. Semana passada comentei a respeito de que todos esperavam encontrar um rio de cura, rezei para sambarem na cara dos personagens imbecis que em nenhum momento levantou a tal hipótese, e foi isso que aconteceu. Pelo menos uma dentro da Julie Plec, hein.
Voltando, a lápide era "essencial para a magia", mas não passou de um pedaço de pedra, com sangue de uma bruxa alheia, e que serviu de moeda de troca. Conclusão: sou eu mesmo que estou entendendo tudo errado, ou é o roteiro mesmo que está volúvel e se modelando conforme as necessidades da narrativa?
E além da espada ter recebido uma "nova função", a tatuagem também recebeu: virou a mágica necessária para abrir a tumba de Silas. Pois é, além de mapa e de livrinho de história, a tatuagem também recebeu uma nova função. Função que desencadeia um tremor e quedas de pedras, que acerta o seu Atticuzinho, e que faz ele ficar estático, no meio do chão, implorando por ajuda e tendo a visão de sua mulher, dando a entender que Shane morreu, mas morreu por uma perna quebrada? Oi?
E alucinação, o que não faltou nem à Bonnie. A Bruxavulsa viu sua avó, mas Jeremy logo alertou de que não se tratava de um espírito, mas sim de uma criação de Silas. O que corrige alguns problemas, com o principal sendo dos interesses de Shane em reerguer o Silas.
Só que daí, com Bonnie e Jeremy seguindo o fado, tendo ainda cenas de lutinha e conflito com o caçador sortido (me proibiram de repetir "avulso" ou "alheio" para cada personagem diferente), chegamos ao ponto em que Kathbitch retorna, todas os fãs xiitas explodem, e chegam a conclusão de que foi uma maravilha, mas espera, temos um furo, quer dizer, mais um outro furo.
Shane disse que eram necessários três massacres. Um: o conselho da cidade, liderado pelo pastor, 12 mortos. Dois: os híbridos traíras de Klaus, que viraram cadelinhas de Tyler com ajuda de Hayley, 12 mortos. Três: ? Pois é, não houve terceiro, mas mesmo assim Silas se reergueu. Ou eu perdi alguma coisa, ou eu fugi das aulas de matemática (o que eu duvido, tendo a matéria em 70% dos meus semestres na faculdade), mas só houveram dois massacres.
Voltando a falar do pedaço de pedra, ela foi levado pelo bruxo que estava ajudando o Shane, mas que fora encontrado morto pelo Damon e pelo caçador, o que nos leva a questionar, juntamente ao Damon, de que haveria um quarto interesse na cura (considerando #TeamShane, #TeamMainCast e #TeamCaçador), seria este formado por Katherine? Talvez, mas com quais interesses?
Em Mystic Falls, ainda temos o trio do elenco principal que sofre bullying e não ganhou uma passagem de ida para um acampamento super emocionante no sul do Canadá. Tyler brincou com Klaus, foi tolo, um completo idiota, e agora vai ter que correr. Outra vez. E Klaus ainda fica indo atrás de Caroline, que a cada semana consegue ficar mais pedante do que antes. No mais, a única coisa boa aqui foi a seção troll master dele.
Além de tudo isso, ainda tivemos Rebekah e Damon perdidos nesta história, assim como Stefan e Elena. Mas cheguei a conclusão que suas participações neste episódio foram tão fundamentais quanto as aparições de April perguntando "cadê Bekah?".
P.S.: Se Elena já é chata fazendo cara de cú pra câmera, imagina agora que o irmão avulso morreu? Corram pras colinas, porque o mimimi eterno da doppelquenga só está pra começar.
P.S.: Passei pelo sofrimento de ver e rever a este episódio para poder resenhá-lo da melhor forma possível, se esqueci de alguma coisa ou você só quer me xingar mesmo, manda um comentário aí embaixo e está tudo resolvido.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x13 - Into the Wild
O pior da história. "Into the Wild" consegue superar como nunca o título de pior episódio entre todos os já exibidos de The Vampire Diaries. Nada aconteceu em 40 minutos. Nada de relevante, eu digo. E as informações que foram coletadas nos episódios anteriores acabaram sendo furadas e totalmente esquecidas por um roteiro preguiçoso, que fez da série um projeto mal-sucedido de Lost e nos enrolou, como de costume, por mais uma semana.
A série está em frangalhos e me dá nojo ver uma falta de continuidade e desrespeito em que isso aqui se transformou. A cada semana, confesso, tenho mais e mais vontade de mandar Julie Plec ir catar coquinho no mato e abandonar esse trem sem trilhos. Aliás, a série realmente parece um vagão descarrilhado, mandando toda a sua própria mitologia criada nesta temporada para o espaço para, apenas e simplesmente, seguirem com um plot absurdo de cura.
Todos querem a cura. Até parece que quando eles encontrarem esse elixir vão encontrar rios e mais rios, pois todos querem. Espero de verdade que, ao encontrarem, aquilo esteja com o prazo de validade vencido ou com algum bilhete do tipo "te enganei, seus otários". Entretanto, o mais absurdo deste episódio não foi apenas a lentidão do desenvolvimento (coisa habitual nos últimos... treze episódios?), mas sim o problema de continuidade e os furos abertos, ou melhor, arreganhados neste episódio.
Shane não estava preso? Lembro de Bonnie falando que o professor estava em custódia no episódio anterior e, em seu antecessor, ele ser preso pela Xerife Forbes e pelo prefeito Bennett. Como que, do nada, ele está se esgueirando pelo mato, numa ilha perdida no meio da Nova Escócia, no sudeste do Canadá, fazendo parte de uma expedição absurda em que, o pior de tudo, ele já sabia onde ficava.
Foi aí que eu entrei em colapso. A explicação de Rebekah sobre a importância de cada pessoa ali (destaque para a bunda de Ian Somerhalder, segundo Claire Holt) não faz sentido. Se Shane sabia O TEMPO TODO onde ir, pra que Jeremy precisou matar dúzias e mais dúzias de vampiros avulsos para completar uma marca que seria supostamente UM MAPA, mas que na verdade só serve pra contar a história de Silas e aquele mimimi todo que o Shane conta a cada cinco minutos?
E aí entra outra dúvida: cadê a espada do caçador? Não era ela quem desvendaria o mapa no peitoral de Jeremy e que levaria à cura? Pois é, nada faz mais sentido. A espada, Julie Plec deve ter enfiado no... armário e esquecido, porque só isso explica essa furada grotesca e pavorosa do roteiro. Engraçado que a espada esqueceram, mas o pedaço de pedra inútil, também conhecida como "lápide de Silas", esteve lá presente e vigiada... até a página dois.
Tenho a impressão que os roteiristas estão empenhados em transformar o elenco inteiro em mais burros do que a Elena, porque Shane deitou e rolou por cima de todos, e nem Damon tomou uma atitude inteligente, muito em conta de Elena, que nunca faz nada sensato mesmo, não seria hoje iria fazer.
O confronto de Damon e Shane é previsível e incrivelmente tosco, com Atticus assumindo seus interesses em "levantar Silas" são de cunho pessoal. Aliás, "levantar Silas". Fico cada vez mais com a sensação de que a cura é um viagra tamanho GG que funciona como supositório pra fazer esse monstro ser erguido.
Atticus disse que a mulher dele era uma bruxa... Ok, isso explica parte do conhecimento dele. Mas daí que ela morreu por tentar reanimar o filho usando magia de expressão... Então se com um feitiço de reanimação ela morreu, imagina o que acontecerá com Bonnie quando for tentar acordar Silas. (Morte é lucro pra nós, vamos rezar e fazer macumba, todos usando magia mais afro do que a afrodescendente pra matar a Bonnie, por favor).
Falando em Bonnie, nos lembra de Jeremy, que esteve mais avulso do que saco de pão vazio, servindo apenas pra ser raptado pelos "espíritos da selva", que, na verdade, são um bando de bocós que estão junto com Shane, que aproveitou, assim que Elena lhe deu uma mãozinha, pra passar a mão no pedregulho (eu falei que estava vigiado até a página dois) e tapear a Bonnie, para todos irem rumo a Caverna do Dragão se encontrar com o Mestre dos Magos.
Aliás, palmas pra esse plot da Caverna do Dragão. Uma caverna que quanto mais você sangrar, mais o fantasminha da sua mulher avulsa ficará com você. The Vampire Diaries sambando na nossa cara... sambando de forma mais negativa o possível.
Perdido como nunca depois de falar que não quer saber de cura nenhuma e que não quer deixar de ser um vampiro, Damon acaba ficando de cara com um outro caçador. Mais um. Como isso acontece em exatos 33 segundos de cena, eu não faço a mínima do que vai acontecer... E não dou a mínima também.
Em Mystic Falls, a ação foi ainda mais ridícula. Tyler e Caroline ficaram cutucando o leão com vara curta, achei o que o Klaus fez pouco ainda pelo que os dois estavam fazendo. E Klaus é ainda mais estúpido ao ser enganado, pela enésima vez por Caroline, e salvando-a. Francamente, por mim, depois de ser tapeado troscentas vezes, mandaria ela se fuder lindamente e diria "isso é o que você ganha me desafiando".
P.S.: Quase gritei "Rebekah, sua franga, morte épica o caralho, queremos Elena morta até se for por pisar sem querer na estaca do Larica".
P.S.: Não consigo mais gostar de Tyler e Caroline, e menos ainda desse shipper insano que tentam formar com Klaus. Klaus é bom sozinho ou com qualquer outra, menos com Caroline, que encheu minha paciência e eu já clamo por sua morte. De forma lenta e dolorosa.
Tenho a impressão que os roteiristas estão empenhados em transformar o elenco inteiro em mais burros do que a Elena, porque Shane deitou e rolou por cima de todos, e nem Damon tomou uma atitude inteligente, muito em conta de Elena, que nunca faz nada sensato mesmo, não seria hoje iria fazer.
O confronto de Damon e Shane é previsível e incrivelmente tosco, com Atticus assumindo seus interesses em "levantar Silas" são de cunho pessoal. Aliás, "levantar Silas". Fico cada vez mais com a sensação de que a cura é um viagra tamanho GG que funciona como supositório pra fazer esse monstro ser erguido.
Atticus disse que a mulher dele era uma bruxa... Ok, isso explica parte do conhecimento dele. Mas daí que ela morreu por tentar reanimar o filho usando magia de expressão... Então se com um feitiço de reanimação ela morreu, imagina o que acontecerá com Bonnie quando for tentar acordar Silas. (Morte é lucro pra nós, vamos rezar e fazer macumba, todos usando magia mais afro do que a afrodescendente pra matar a Bonnie, por favor).
Falando em Bonnie, nos lembra de Jeremy, que esteve mais avulso do que saco de pão vazio, servindo apenas pra ser raptado pelos "espíritos da selva", que, na verdade, são um bando de bocós que estão junto com Shane, que aproveitou, assim que Elena lhe deu uma mãozinha, pra passar a mão no pedregulho (eu falei que estava vigiado até a página dois) e tapear a Bonnie, para todos irem rumo a Caverna do Dragão se encontrar com o Mestre dos Magos.
Aliás, palmas pra esse plot da Caverna do Dragão. Uma caverna que quanto mais você sangrar, mais o fantasminha da sua mulher avulsa ficará com você. The Vampire Diaries sambando na nossa cara... sambando de forma mais negativa o possível.
Perdido como nunca depois de falar que não quer saber de cura nenhuma e que não quer deixar de ser um vampiro, Damon acaba ficando de cara com um outro caçador. Mais um. Como isso acontece em exatos 33 segundos de cena, eu não faço a mínima do que vai acontecer... E não dou a mínima também.
Em Mystic Falls, a ação foi ainda mais ridícula. Tyler e Caroline ficaram cutucando o leão com vara curta, achei o que o Klaus fez pouco ainda pelo que os dois estavam fazendo. E Klaus é ainda mais estúpido ao ser enganado, pela enésima vez por Caroline, e salvando-a. Francamente, por mim, depois de ser tapeado troscentas vezes, mandaria ela se fuder lindamente e diria "isso é o que você ganha me desafiando".
P.S.: Quase gritei "Rebekah, sua franga, morte épica o caralho, queremos Elena morta até se for por pisar sem querer na estaca do Larica".
P.S.: Não consigo mais gostar de Tyler e Caroline, e menos ainda desse shipper insano que tentam formar com Klaus. Klaus é bom sozinho ou com qualquer outra, menos com Caroline, que encheu minha paciência e eu já clamo por sua morte. De forma lenta e dolorosa.
A equipe do Megastore Series quer saber de vocês: lembram-se das nossas colunas de verão (era inverno, mas o que conta é a intenção)? Gostaríamos de saber qual (is) dela (s) vocês sentem mais falta e poderemos trazê-la brevemente de volta. Entre nesta página e saiba mais informações.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Mega News - 10/02/2013
02:09
Unknown
Beauty and The Beast
,
Being Human
,
Do No Harm
,
Elementary
,
Glee
,
Go On
,
Mega News
,
The Big Bang Theory
,
The Killing
,
The Vampire Diaries
,
Two and a half men
Domingão, carnaval ta aí e eu aqui. Mega News a todo vapor no estilo "dançando dan dan dan dançando" da Titia Ivete, Rainha do Carnaval, Rainha do Brasil! "Mas se você quiser pode dançar LARGADINHO, LARGADINHO, LARGADINHO"...""""bitch! please."""".
Hoje tem: Amazon, Go On, The Killing, Do No Harm, The Big Bang Theory, Two and a half men, Elementary, The Vampire Diaries, Beauty and the beast e Being Human.
Amazon, série sobre a origem da Mulher-Maravilha, não deve estrear na próxima temporada da TV americana. Segundo o Deadline, a emissora americana CW está avaliando oito projetos com potencial para virarem série de TV, mas decidiu não encomendar o episódio piloto de Amazon. De acordo com a publicação, o programa foi adiado pois exige um tempo maior para ser desenvolvido, mas se o roteiro final agradar o canal o piloto pode ser produzido fora de época, recebendo sinal verde antes da temporada 2014-2015. Apesar do contratempo, Amazon permanece como prioridade para a CW por conta do sucesso de sua outra série de super-herói, Arrow. A sinopse ficaria assim: “Em Amazon, Iris (nos quadrinhos, ela é Diana) é oriunda de uma terra remota e isolada, onde passou a maior parte de sua vida como guerreira e líder no campo de batalha. Por causa desse estilo de vida brutal, Iris olha para nosso mundo com admiração e espanto, incluindo os aspectos do nosso cotidiano, como arranha-céus, trânsito e sorvete. Guerreira valente com o coração de uma romântica, ela batalha até a morte para tornar o mundo seguro para os inocentes.”. A atriz escocesa Amy Manson (Torchwood) está sendo sondada para o papel principal. Já quero logo essa série e vocês?
Confirmado! Courteney Cox vai fazer uma participação em Go On. Relembrando os velhos tempos de Friends com o seu ex-amigo de elenco Matthew Perry. O personagem de Cox vai interpretar um novo interesse romântico de Ryan, personagem de Perry na série. O episódio vai ao ar em Abril nos Estados Unidos. Todos ficam na espera!
Hoje tem: Amazon, Go On, The Killing, Do No Harm, The Big Bang Theory, Two and a half men, Elementary, The Vampire Diaries, Beauty and the beast e Being Human.
Amazon, série sobre a origem da Mulher-Maravilha, não deve estrear na próxima temporada da TV americana. Segundo o Deadline, a emissora americana CW está avaliando oito projetos com potencial para virarem série de TV, mas decidiu não encomendar o episódio piloto de Amazon. De acordo com a publicação, o programa foi adiado pois exige um tempo maior para ser desenvolvido, mas se o roteiro final agradar o canal o piloto pode ser produzido fora de época, recebendo sinal verde antes da temporada 2014-2015. Apesar do contratempo, Amazon permanece como prioridade para a CW por conta do sucesso de sua outra série de super-herói, Arrow. A sinopse ficaria assim: “Em Amazon, Iris (nos quadrinhos, ela é Diana) é oriunda de uma terra remota e isolada, onde passou a maior parte de sua vida como guerreira e líder no campo de batalha. Por causa desse estilo de vida brutal, Iris olha para nosso mundo com admiração e espanto, incluindo os aspectos do nosso cotidiano, como arranha-céus, trânsito e sorvete. Guerreira valente com o coração de uma romântica, ela batalha até a morte para tornar o mundo seguro para os inocentes.”. A atriz escocesa Amy Manson (Torchwood) está sendo sondada para o papel principal. Já quero logo essa série e vocês?
Confirmado! Courteney Cox vai fazer uma participação em Go On. Relembrando os velhos tempos de Friends com o seu ex-amigo de elenco Matthew Perry. O personagem de Cox vai interpretar um novo interesse romântico de Ryan, personagem de Perry na série. O episódio vai ao ar em Abril nos Estados Unidos. Todos ficam na espera!
Péssimas notícias pra quem começou assistir Do No Harm. A
série foi cancelada pela NBC após a exibição do segundo episódio. No lugar, a
emissora colocará reprises de Law & Order: SVU. Desde a estréia nos EUA, o
programa vem conquistando os piores recordes que a emissora já teve (desde
1987). A audiência do primeiro episódio foi 3,1 milhões de telespectadores e o
segundo episódio teve 2,2 milhões. Péssimo não é? Essas médias seriam boas se fosse
na CW, mas como não é...A primeira temporada de Do No Harm tinha recebido
encomenda inicial de 12 episódios.
Max Fowler vai participar da 3ª temporada de The Killing.Seu
personagem Twitch, é descrito como um “adolescente de boa aparência, charmoso,
malandro e manipulador”.A série trará de volta Mireille Enos (Sarah) e Joel
Kinnaman (Stephen) nos papeis principais. A sinopse dessa temporada foi
divulgada: “No início do terceiro ano, Sarah Linden abandona a profissão de
detetive, mas quando as buscas de seu ex-parceiro Stephen por uma garota
fugitiva o conduzem a uma série de assassinatos macabros, que estão conectados
a uma antiga investigação de Linden, ela é atraída de volta para a vida que
pensou ter deixado para trás.”. A resolução do caso deve acontecer no decorrer
dos 12 episódios, ao contrário da primeira temporada, que só revelou o
assassino de Rosie Larsen no final do segundo ano. Por enquanto, não há
previsão de estréia.
Being Human vai acabar na 5ª temporada, foi o que disso o
canal britânico BBC3. Faltam ainda 4 episódios para o fim da trama. Triste não
é?
The Big Bang Theory (18.98 milhões) e Two and a Half Men (14.12 milhões) continuam bem na audiência. (fizeram 6,2 e 4,1 na demo).
Elementary mesmo sendo exibida após o Super Bowl não teve seus índices de audiência aumentados. Ficou com os mesmos 10.84 milhões (mesma média dos demais episódios anteriores).
The Vampire Diaries (2.50 milhões) e Beauty And The Beast (1.48 milhões) cairam um pouco na audiência. Glee aumentou seus números para (6.03 milhões)
Vamos falar sobre a audiência dessa quinta feira?
The Big Bang Theory (18.98 milhões) e Two and a Half Men (14.12 milhões) continuam bem na audiência. (fizeram 6,2 e 4,1 na demo).
Elementary mesmo sendo exibida após o Super Bowl não teve seus índices de audiência aumentados. Ficou com os mesmos 10.84 milhões (mesma média dos demais episódios anteriores).
The Vampire Diaries (2.50 milhões) e Beauty And The Beast (1.48 milhões) cairam um pouco na audiência. Glee aumentou seus números para (6.03 milhões)
Se alguém quiser saber da audiência de alguma série, favor pedir nos comentários ou via twitter @fabiomaial que na próxima coluna do Mega news eu indico. Mesma coisa para notícias e novidades.
E a ressaca vem e acaba com a nossa vida, mas depois continuamos e talz...
Amanhã tem mais Mega News.
Amanhã tem mais Mega News.
Não se esqueçam de compartilhar no twitter e curtir a página do Mega no facebook.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Mega News- 07/02/2013
Hey, e aqui estamos com mais um Mega News com Sabrina e Fábio.
E Game
of Thrones ainda vai demorar para nos dar o ar da graça (substitui essa série
por TVD então falarei dela bem empolgada) e já saiu a sinopse. Confiram e se
preparem assim como eu: “Jon é levado até Mance Rayder, o Rei Além da Muralha (King Beyond the
Wall), enquanto os sobreviventes da Patrulha da Noite (Night’s Watch) voltam
para o sul. Em Porto Real (King’s Landing), Tyrion pede sua recompensa, Mindinho
(Little Finger) oferece uma saída para Sansa, e Cersei recebe convidados em um
jantar para a família real. Arya encontra, por acaso, a Irmandade Sem
Estandartes (Brotherhood Without Banners). Dany veleja até a Baia dos Escravos
(Slaver’s Bay).”
O astro dos cinemas e da TV, John Corbett vai
protagonizar o piloto da série derivada (ou spin-off) de NCIS: Los Angeles. O novo projeto ainda
escalou mais um ator, Edwin Hodge, para fazer parte de seu elenco.A possível nova série acompanhará uma
equipe móvel de agentes que vivem e trabalham juntos, enquanto atravessam por
todo o país resolvendo crimes. Vamos ver se isso vai realmente engrenar e se
realmente acontecer eu garanto,da frente da TV(ou da internet já que eu moro no
Brasil) eu não vou sair.
E
realmente fudeu tudo pra TVD (desculpem pela palavra) Nina Dobrev disse que ““Algo
acontecerá em um futuro próximo, uma coisa bastante trágica e terrível, que vai
mudar a série”. Além de afirmar que o tal acontecimento vai abalar a todos, ela
completa dizendo que “Damon, Elena e Stefan são afetados de uma forma doida e
um tanto quanto controversa”. Só espero que isso não piore a
série,porque se isso acontecer, podem dar adeus a TVD.
O spin-off de Vampire Diaries acaba
de adicionar mais um ator ao seu elenco principal. Charles Michael Davis (The
Game) será Marcel, o
diabólico ex-protegido de Klaus que comanda Nova Orleans, um local infestado de
seres sobrenaturais. ( foi escrito pela Julie Plec,então não se animem
muito)
E Game
of Thrones ainda vai demorar para nos dar o ar da graça (substitui essa série
por TVD então falarei dela bem empolgada) e já saiu a sinopse. Confiram e se
preparem assim como eu: “Jon é levado até Mance Rayder, o Rei Além da Muralha (King Beyond the
Wall), enquanto os sobreviventes da Patrulha da Noite (Night’s Watch) voltam
para o sul. Em Porto Real (King’s Landing), Tyrion pede sua recompensa, Mindinho
(Little Finger) oferece uma saída para Sansa, e Cersei recebe convidados em um
jantar para a família real. Arya encontra, por acaso, a Irmandade Sem
Estandartes (Brotherhood Without Banners). Dany veleja até a Baia dos Escravos
(Slaver’s Bay).”
O Mega News fica por aqui. Até
amanhã!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x12 - A View to a Kill
Abre a porta, Mariquinha.
Vai ter gente alegando que este foi o melhor episódio da temporada, que foi foda, que foi perfeito, que foi brilhante e blablablá, mas a verdade? Foram apenas 10 minutos que valeram a pena. É deprimente ver uma série como The Vampire Diaries, consolidada por apresentar episódios de tirar o fôlego, tenha de se prender em apenas 10 minutos de ação real e outros 30 minutos de completa desnecessidade, e ainda assim ter gente que ache que tudo está devidamente lindo e perfeito.
Tem gente dizendo que isso se chama "desenvolvimento gradual de trama" e que "é necessário para o 'complexo e extremamente estruturado' arco central da trama", mas eu tenho que discordar em todos os sentidos dessa afirmação. E um dos arcos menores deste episódio serve como completo exemplo pra essa minha explicação: Bonnie.
É de conhecimento mútuo como a personagem consegue ser inútil, mesmo sendo a única bruxa da trama. Sua ladainha com o pai já conseguia ser irritante sozinhos, mas era mesmo necessário trazer a mãe (de onde? Pra mim já haviam matado essa mulher), botar a moça pra dormir com cocaína (ou seja lá o que era aquele pó branco, porque de pó eu não entendo nada) e terminar daquela forma com ela acordando do nada e inexplicavelmente indo salvar Elena depois que Jeremy surgiu implorando por ajuda.
Ah, salvar Elena. Coisa que nem é comum em Vampire Diaries, imagina, nossa amada - só que não - heroína nunca sequer fica a mercê da ajuda dos outros, porque, afinal, ela nunca corre risco de morte. E a culpa de ficar na mira da morte nem é dela, que isso! Que blasfêmia, ela só quis convidar o Kol pra tomar um chá das cinco com ela enquanto discutiam como comemorariam o aniversário de 3 dias de Rebekah sem a estaca no meio do peito.
Falando em Rebekah, só eu que não aguento esse plot romanticuzinho com Stefan e toda aquela conversa de "primeiro baile" dela e tudo mais. Ok, é bonitinho, mas não agrega em nada pra série. A única coisa interessante de todo essa história foi ver que Stefan tem bom gosto musical e sabe fazer piadinha escrota.
E se o assunto é a cura, claro que voltamos a Kol e o seu encontro com Elena, que quis enrolar o original pra que Jeremy, com a ajuda de Bonnie, pudesse matá-lo, mas sabemos como os planos de Elena sempre funcionam em perfeição - sinta a completa ironia -, era claro que não seria diferente dessa vez.
Quase que Kol matou a doppelquenga de Katherine e quase brincou de arrancar os braços de menino Jeremy (se colocasse a venda, teria um monte de fã louca atrás dos braços desse homem), mas, sacomé, às vezes Elena salva o dia e consegue seu objetivo, desencadeando a fúria de Klaus, que, no fim das contas, acaba preso por Bonnie na sala de estar dos Gilbert.
Uma coisa que me incomodou nesse arco todo de "vamos matar Kol e fazer Jeremias virar o Hulk e arrancar a camisa no meio da sala" é que temporada passada vimos todo mundo incrivelmente louco por matar uma linhagem inteira de vampiros. Nunca foi esclarecido de quem é a linhagem de Katherine, Stefan, Damon e companhia, então ninguém teve o receio de acabar sendo morto não? Coerência passando longe e mandando um beijo.
Enquanto tudo ocorria paralelamente, Damon e Klaus dividiam seu conhecimento do guia 'Como ser um bad-boy: Um manual prático para ser o megaevil mais amado do mundo' e discutiam sobre avulsidades e sobre os tipos existentes de bad-boy, claro, sempre seguindo o seu guiazinho. O bad-boy por necessidade e o bad-boy por puro deleite. Quem se importa, afinal?
É de conhecimento mútuo como a personagem consegue ser inútil, mesmo sendo a única bruxa da trama. Sua ladainha com o pai já conseguia ser irritante sozinhos, mas era mesmo necessário trazer a mãe (de onde? Pra mim já haviam matado essa mulher), botar a moça pra dormir com cocaína (ou seja lá o que era aquele pó branco, porque de pó eu não entendo nada) e terminar daquela forma com ela acordando do nada e inexplicavelmente indo salvar Elena depois que Jeremy surgiu implorando por ajuda.
Ah, salvar Elena. Coisa que nem é comum em Vampire Diaries, imagina, nossa amada - só que não - heroína nunca sequer fica a mercê da ajuda dos outros, porque, afinal, ela nunca corre risco de morte. E a culpa de ficar na mira da morte nem é dela, que isso! Que blasfêmia, ela só quis convidar o Kol pra tomar um chá das cinco com ela enquanto discutiam como comemorariam o aniversário de 3 dias de Rebekah sem a estaca no meio do peito.
Falando em Rebekah, só eu que não aguento esse plot romanticuzinho com Stefan e toda aquela conversa de "primeiro baile" dela e tudo mais. Ok, é bonitinho, mas não agrega em nada pra série. A única coisa interessante de todo essa história foi ver que Stefan tem bom gosto musical e sabe fazer piadinha escrota.
E se o assunto é a cura, claro que voltamos a Kol e o seu encontro com Elena, que quis enrolar o original pra que Jeremy, com a ajuda de Bonnie, pudesse matá-lo, mas sabemos como os planos de Elena sempre funcionam em perfeição - sinta a completa ironia -, era claro que não seria diferente dessa vez.
Quase que Kol matou a doppelquenga de Katherine e quase brincou de arrancar os braços de menino Jeremy (se colocasse a venda, teria um monte de fã louca atrás dos braços desse homem), mas, sacomé, às vezes Elena salva o dia e consegue seu objetivo, desencadeando a fúria de Klaus, que, no fim das contas, acaba preso por Bonnie na sala de estar dos Gilbert.
Uma coisa que me incomodou nesse arco todo de "vamos matar Kol e fazer Jeremias virar o Hulk e arrancar a camisa no meio da sala" é que temporada passada vimos todo mundo incrivelmente louco por matar uma linhagem inteira de vampiros. Nunca foi esclarecido de quem é a linhagem de Katherine, Stefan, Damon e companhia, então ninguém teve o receio de acabar sendo morto não? Coerência passando longe e mandando um beijo.
Enquanto tudo ocorria paralelamente, Damon e Klaus dividiam seu conhecimento do guia 'Como ser um bad-boy: Um manual prático para ser o megaevil mais amado do mundo' e discutiam sobre avulsidades e sobre os tipos existentes de bad-boy, claro, sempre seguindo o seu guiazinho. O bad-boy por necessidade e o bad-boy por puro deleite. Quem se importa, afinal?
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Mega News - 02/02/2013
17:34
Unknown
American Horror Story
,
How I Met Your Mother
,
Mega News
,
NCIS
,
Revenge
,
The Vampire Diaries
Estreando o Mega News nessa querida tarde de sábado. Este é um teste de um projeto meu (Fábio) e da nossa querida Sabrina linda. Aqui vamos informar as notícias diárias para vocês, com um pouquinho de nossa própria opinião a respeito das notas.
Hoje teremos Mega News de Revenge, The Vampire Diaries, American Horror Story, NCIS e How I Met Your Mother.
Em Revenge teremos a chegada do irmão adotivo da Emily, o ator que vai interpretá-lo vai ser o Collins Pennie (foto à direita). Em nota do site HawthoRNe, Collins será Eli, e sua estreia na série deve correr já nos próximos episódios. Só não sei como vai ser a chegada dele e nem a explicação que vão dar para a introdução dele na série. Não duvido nada que vão sambar na nossa cara. Só falta ele fazer parte da maldita Iniciativa que está estragando essa série! Eu quero é Emily x Victoria e pronto!
Em The Vampire Diaries nossos personagens vão para uma ilha (pensar na vida pra ver se a série toma rumo) e um inimigo vão segui-los durante a estadia na ilha. Shane vai liderar o bonde. O que será vai acontecer? Seria esse inimigo Silas? E agora vão conseguir a tão sonhada cura? Alguém vai morrer? Elena vai voltar a ser a humana chata? A cura vai para a pessoa certa ou algum de nossos queridos vai voltar a ser humano mesmo não querendo? Essas perguntas só nos próximos episódios e reviews de The Vampire Diaries.
Está confirmado: How I Met Your Mother foi renovada para sua 9ª e última temporada. O que também foi renovada (e era certeza) foi NCIS. A série é líder de audiência, conseguindo mais de 20 milhões por episódio.
Lily Rabe (foto à direita) irá
voltar na 3ª temporada de American Horror Story. Titia Ryan Murphy, showrunner e criador da série, disse em sua conta no Twitter: "Muito entusiasmado por anunciar que Lily
Rabe está a bordo da terceira temporada de American Horror Story! Muito
talentosa, eu a amo!". Também voltam para a 3ª temporada Jessica
Lange, Evan Peters e Sarah Paulson. Todos eles vão interpretar
novos personagens. Quem quer Lily Rabe fazendo papel de vadia louca novamente?
Este aqui foi nosso PILOT do Mega News, com o tempo ele ficará melhor. Compartilhem no twitter, curtam nossa página do Mega no Facebook! Até amanhã com mais um Mega News com Sabrina e Fábio!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x11 - Catch Me If You Can
Preguiça. Acho que nem isso descreve o meu sentimento, de quem veio empolgado depois de um excelente episódio de retorno (mesmo que não tenha agregado absolutamente nada à trama) e se depara com um episódio tão previsível, tão arrastado e de certo ponto tão desnecessário, apesar de esse ser um sentimento que praticamente me inunda após qualquer episódio desta temporada.
Sim, pessoas, The Vampire Diaries está cada vez mais chatinha, mais cheia de errinhos bobos, mais furada que queijo suíço e cada vez me incomoda mais. E o meu incômodo não difere por quem Elena vai escolher no fim das contas, eu estou nem um pouco me fodendo, com o perdão da expressão, para esta indecisão da protagonista, o que me preocupa é que essa obsessão toda fez com que a trama principal perdesse todo o sentido, se é que um dia teve algum.
E aí, antes de qualquer coisa, eu entro em uma questão delicada neste episódio, pelo menos pra mim: Rebekah. O retorno dela engrandeceu a série, trouxe um novo ritmo, mas... por que sempre fazer a moça de prêmio de consolação? Quando Elena não quis saber de Damon lá estava Rebekah pra ceder ao Salvatore. Quando Stefan é o renegado, lá está Rebekah pra também liberar comidinha pro outro Salvatore. A questão não é pra quem Rebekah quer dar, ela dá pra quem quiser, mas só eu acho extremamente esquisito essa mulher acabar consolando o Salvatore tristonho?
Mas voltando ao que realmente é relevante neste episódio, temos a sequência de menino Jeremy fugindo de um Damon compelido por Kol para matá-lo. Serei bem franco, apesar da completa avulsidade de Kol, ele é o único certo nessa salada toda. Só ele percebe o quão estúpido é se enfiar numa tumba alheia à procura de uma cura com um ser megaevil descansando ao seu lado.
De fato, esse plot Silas me deixa cansado. Não sei se por eu não saber de nada, saber dos interesses ou prever um rumo pra tudo isso (além de que ele deve acordar na season finale e voltar só na próxima pra tacar o terror), mas simplesmente faço vista grossa enquanto temos que ver bruxa Bonnie e professor Shane tendo surtos de magia mais afro do que a afrodescendente.
Falando em Shane, podemos dizer que esse homem mesmo acusado e tendo quase a Shana em chamas, deverá sair andando lindamente da cadeia mesmo após confessar seu envolvimento com um suicídio coletivo. Esses tributos de 12 ainda são um grande enigma pra mim, assim como essa temporada inteira e as pessoas que realmente surtam gritando o quão isso está perfeito, porque não está.
E se você duvidava da capacidade de Elena em usar sua massa encefálica se enganou, ligeiramente, já que ela teve o plano mais óbvio do planeta ao sugerir a seu irmão caçula algo do tipo: "Ei, Jerema, sabe, não estranhe esse cheiro de queimado, sou eu pensando, mas e se tipo você ir lá e matar o Kol, daí você descompila meu mozão e leva de brinde, possivelmente, uma tatuagem maneirona até os peitcholas que você adquiriu depois de usar anabolizante".
Mas como não temos mais nenhum vampiro querendo matar a samambaia do Matt, ficamos esperando com a esperança de que em algum dia, não muito remotamente, alguém salve The Vampire Diaries de um colapso ainda maior.
Em tempo, só pra não surtarem falando que eu esqueci, Rebekah está com a pedra filosofal (mais uma pedra sem motivo e sem razão, escrevam aí, depois da selenita maldita, aí está) e temos mais alguém interessado nesse joguinho. Temos o Team Damon, o Team Stefan (agora um afiliado do Team Rebekengah), o Team Klaus e o Team Kol, além de um time desconhecido. Qual deles vencerá essa maratona possivelmente estúpida?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x10 - After School Special
O jogo de verdade ou consequência mais divertido de Mystic Falls.
Depois de todo mundo terminar a primeira parte da temporada reclamando muito, xingando Deus, Julie Plec e o mundo, e querendo se jogar da ponte ao ver o declínio de The Vampire Diaries, eis que algo parece ir de contra a maré de episódios de regulares à ruins e nos surge algo como este. Sim, este episódio.
Não sei se é correto afirmar que ele é o melhor da temporada até aqui, porque quando se para pra pensar ele não nos levou muito longe ao que já sabíamos, mas seu ritmo foi, sem dúvidas, o mais envolvente até aqui neste quarto ano. E tudo isso se deve ao retorno de Rebekah, a nossa amada vamp-Barbie.
Claro que a volta de Rebekah não é a solução para os problemas, tanto é que a minha sensação em relação à série como um todo ainda se mantém em tom duvidoso, mas é claro que a personagem de Claire Holt simplesmente consegue trazer o lado irônico e sarcástico que por muitas vezes faltou ao enredo.
Seu jogo aprisionando Elena, Stefan e Caroline na biblioteca, compelindo todos e fazendo-os falar a verdade foi o ponto alto do episódio, sem dúvidas. A vampira original bota o terror e quer saber o que está perdendo, afinal, mesmo estando há apenas alguns meses presa com uma adaga no coração, perdeu o término do século, o fim "do amor épico, chamado Stelena". Por favor, né, próxima vez que eu ouvir alguém se referir ao relacionamento deles como "épico" eu mando pro inferno e amaldiçoo com uma magia mais afrodescendente do que a que Bonnie anda praticando com professor Shane.
Falando em Shane, Rebekengah trouxe o irmão inútil e avulso do Kol pra brincar de "vamos contar a verdade antes que eu lhe enfie a vara", mas em vão, já que ele não abriu a boca, sentiu a vara ser enfiada, mas não morreu porque Bonnie é sempre a bruxa prestativa e que age nos momentos mais oportunos... Só resta saber pra quem é oportuno, porque ultimamente a bruxa só faz cagada.
Desta vez, ela utilizou seus poderes recém-restaurados, que na verdade não foram restaurados, é ela quem anda praticando magia mais afrodescendente do que a própria afrodescendente, e canalizou seus poderes e utilizou April, a avulsa azarada, inconscientemente pra salvar o bom, útil e gentil professor Shane. Aliás, Shane é uma incógnita nessa temporada. Ninguém sabe da utilidade dele, a não ser que ele quer o Silas por motivos que ninguém sabe. Ainda estou esperando o momento que ele vai soltar a franga e finalmente mostrar a que veio.
Enquanto isso, Caroline que foi obrigada a assistir de camarote o Casos de Família envolvendo Stefan e Elena, com direito a verdade mais dolorosa pro maldito "amor épico", se viu colocada no meio da situação pra cobrir Tyler pra não passar frio. Ok, não foi isso, ela foi mesmo ver o moço depois de brincar de caça aos franguinhos na escola depois de ser compelido a se transformar por Rebekah. Tyler, claramente, precisará de ajuda pra lidar com a perda da mãe. Só lhe restou Caroline, e no ritmo que vai indo, nem isso ele terá. Klaus tem os olhos na moça desde... sempre? Vai ser interessante ver esse triângulo (eu disse esse, não aquele outro do "amor épico" e do "amor proibido", por favor) acontecer.
Voltando ao triângulo principal, Damon ouviu finalmente a declaração de amor de Elena, pro desespero das fãs Delena, que tiveram seus ovários explodidos, é claro. Mas o que importa, ou não, é que Damon anda bancando agora de treinador do menino Jeremy, pra mais desespero alheio, com cena do moço treinando com menino Matt. Julie Plec sempre muito criativa abusando da sensualidade alheia pra distrair as fãs.
O lance do treino é fazer que Jeremy vire um caçador, no mínimo, decente. Mas sabemos como Klaus é, não é mesmo, vai querer botar o menino pra matar um bando inteiro. Isso vai ser interessante... Agora, enquanto Klaus tem a espada e Damon tem o caçador, Stefan (quem nem a Elena mais tem) e Rebekah juntam-se pra ver quem ficará com a cura. E isso só o futuro irá dizer.
Falando em Shane, Rebekengah trouxe o irmão inútil e avulso do Kol pra brincar de "vamos contar a verdade antes que eu lhe enfie a vara", mas em vão, já que ele não abriu a boca, sentiu a vara ser enfiada, mas não morreu porque Bonnie é sempre a bruxa prestativa e que age nos momentos mais oportunos... Só resta saber pra quem é oportuno, porque ultimamente a bruxa só faz cagada.
Desta vez, ela utilizou seus poderes recém-restaurados, que na verdade não foram restaurados, é ela quem anda praticando magia mais afrodescendente do que a própria afrodescendente, e canalizou seus poderes e utilizou April, a avulsa azarada, inconscientemente pra salvar o bom, útil e gentil professor Shane. Aliás, Shane é uma incógnita nessa temporada. Ninguém sabe da utilidade dele, a não ser que ele quer o Silas por motivos que ninguém sabe. Ainda estou esperando o momento que ele vai soltar a franga e finalmente mostrar a que veio.
Enquanto isso, Caroline que foi obrigada a assistir de camarote o Casos de Família envolvendo Stefan e Elena, com direito a verdade mais dolorosa pro maldito "amor épico", se viu colocada no meio da situação pra cobrir Tyler pra não passar frio. Ok, não foi isso, ela foi mesmo ver o moço depois de brincar de caça aos franguinhos na escola depois de ser compelido a se transformar por Rebekah. Tyler, claramente, precisará de ajuda pra lidar com a perda da mãe. Só lhe restou Caroline, e no ritmo que vai indo, nem isso ele terá. Klaus tem os olhos na moça desde... sempre? Vai ser interessante ver esse triângulo (eu disse esse, não aquele outro do "amor épico" e do "amor proibido", por favor) acontecer.
Voltando ao triângulo principal, Damon ouviu finalmente a declaração de amor de Elena, pro desespero das fãs Delena, que tiveram seus ovários explodidos, é claro. Mas o que importa, ou não, é que Damon anda bancando agora de treinador do menino Jeremy, pra mais desespero alheio, com cena do moço treinando com menino Matt. Julie Plec sempre muito criativa abusando da sensualidade alheia pra distrair as fãs.
O lance do treino é fazer que Jeremy vire um caçador, no mínimo, decente. Mas sabemos como Klaus é, não é mesmo, vai querer botar o menino pra matar um bando inteiro. Isso vai ser interessante... Agora, enquanto Klaus tem a espada e Damon tem o caçador, Stefan (quem nem a Elena mais tem) e Rebekah juntam-se pra ver quem ficará com a cura. E isso só o futuro irá dizer.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
The Vampire Diaries - 04x08/09 - We’ll Always Have Bourbon Street / O Come, All Ye Faithful
Contando tijolos, contando histórias e mais flashbacks.
Com episódios recheados com explicações (?) de ligações alheias (?), morte aos híbridos avulsos e histórias sem propósito, acho que é hora de ligar o pisca-alerta e começar a encher de indignação os posts alheios ao nome de Julie Plec, a responsável pela descaracterização e criatura mor responsável por essa fase da série.
Aos desavisados, Kevin Williamson está dedicado plenamente à The Following (drama procedural policial para a Fox, estrelada por Kevin Bacon), fazendo com que sua parceira tenha total controle e responsabilidade sobre o que está acontecendo com a série.
Este episódio, mesmo sendo imensamente superior em qualidade comparado ao anterior, evidencia o principal problema da série: a exaltação do triângulo principal como arco central. Nunca que The Vampire Diaries foi sobre ser #TeamDelena ou ser sobre #TeamStelena.
Nunca The Vampire Diaries se apegou ao triângulo para sustentar alguma história. Mesmo que sempre temos que ver que as coisas são feitas por e para Elena. Comparando este ano com o anterior, é clara e nítida como água límpida, a superioridade em nível de roteiro e de desenvolvimento de história.
Naquela época, já havíamos conhecido a história dos Originais, sabíamos quais eram os planos de Klaus e como o arco central seria desenvolvido. E o que dizer sobre este ano? Bem, sabemos de quê exatamente?
A série que reinventou o termo “plot-twist” e dava mortais carpados na cara da sociedade semanalmente não nos alimenta do mesmo ritmo, e a culpa pelo crescimento do tom de descrença ao enredo é por parte da fragilidade e da cautela iminente em um roteiro plenamente fraco e nem um pouco ousado.
Ousadia. Palavra que falta em The Vampire Diaries desde a última temporada. É triste, de verdade, ver que a série se tornou... nisso. A começar, sim, com a história de ligação da Elena com o Damon, que causou o término com Stefan e a ladainha corriqueira.
Eu, sinceramente, tento entender e me apegar a esta história que tem sido permeada como o arco central da temporada, mas simplesmente não consigo. Tudo bem mostrarem reflexos da ligação com uma tal Charlotte perdida em New Orleans, entender toda a questão da força dessa ligação, mas o mais importante, entender que ela apenas existe por que Elena já nutria de sentimentos por Damon e coisas do tipo.
Por um lado, claro, fica a certeza (ou a quase certeza) de que esse lance da Elena não é apenas por causa da ligação. As suas emoções foram intensificadas com seu vampirismo e acho (e espero) que ela deva tentar provar que seus sentimentos são, no mínimo, verdadeiros.
Falando em Elena, quem diria que o outro Gilbert seria tão mais interessante que a nossa sempre muito carismática (oi?) protagonista? Jeremy é o personagem que mais cresceu nesta temporada. E isto é fato. Cada tentativa dele em querer e tentar matar a Elena é mais um motivo pra eu gostar mais ainda desse personagem.
Só que aí entramos em uma questão delicada. A reaproximação dele com a Bonnie. Entendo a utilidade da personagem de Kat Graham para a série, afinal, ela é a única bruxa dessa naba, mas ela não tem caráter e força pra sustentar mais o Jeremy como personagem (quem diria que eu falaria isso um dia).
Bonnie é uma personagem sim fundamental, porque ela é única, afinal, quem salvará a pele dos amiguinhos quando Elena estiver correndo risco de vida. Aliás, esse é outro ponto. Tudo em prol da Elena, pra felicidade da Elena, mas sequer perguntar se é isso que ela quer. Todos agem por ela, em nome dela, mas é isso mesmo que ela quer? É algo que realmente não faz sentido.
No meio desse tiroteio, temos Shane, história dos híbridos, Hayley e a busca pelas informações do pen-drive megaevil (e eu achando que isso era plot ruim e exclusivo de Revolution). E o pior, é isso o arco central. Regado a Klaus e a cura, são esses os temas que permearão até o final da temporada a série.
Lembro que lá no começo da temporada cheguei a dizer que este era o arco mais complexo de todos os quatro anos da série. E não estava enganado. Mas eu queria estar enganado. Porque isso também mostra a falta de segurança do roteiro em que joga tudo em um segundo plano e age sempre numa profunda ausência destes temas, com exceção ao último episódio exibido.
Parando para analisar, vimos uma preparação durante quase todos os outros episódios anteriores, uma explicação avulsa sobre uma pedra e um tal de Silas, para o que ocorreria neste episódio. Certo? Bom, eu achei que sim, afinal, temporada passada esse foi o marco em que tudo mudou, foi exatamente no nono episódio que Mikael morreu, foi quando vimos o “kaboom” épico da Katherine... Pois é, e antes de qualquer coisa, só estou exigindo o que eu sei que Vampire Diaries pode me dar. E eu ainda não vi isso essa temporada.
A morte dos 12 híbridos também é significativa. Afinal, temos a demonstração da realeza da série. Klaus em sua plena forma assassinando cruelmente todos eles. Melhor cena da temporada até aqui. E, sejamos sinceros, ele é o único personagem que passa ileso das alterações do roteiro. Klaus carrega a série em seu pior momento nas costas.
E por falar no principal Original, porque não falar sobre Rebekah. Eu realmente sinto falta do sotaque lindo, da beleza triunfante e do poder de sedução de Claire Holt, aguardava seu retorno e não sei bem o que esperar sobre o que está para acontecer com a moça, ainda mais para acabar com o mimimi eterno de April vagando pelas ruas de Mystic Falls falando “cadê Becca?”, “você viu Becca?”, “onde está Wall-e?”, “Scooby-Doo, cadê você meu filho?”... Pois é. Esse loop infinito de perguntas e a tal pulseira de verbena vão tirar essa quenga do escuro. Finalmente, já não suportava mais.
Tenho que prestar minhas condolências ao Tyler. O último Lockwood vivo. Bem, isso porque “a personagem que conhecemos desde a primeira temporada e que foi morta” era sua mãe. A prefeita avulsa que ninguém sentirá falta. Mas o que quero falar de Tyler é seu também crescimento, mas que não se deve por Hayley e seu arco ridículo.
O que vimos foi como ele conseguiu formar sua alcateia, ser um alpha e quem acompanha as histórias de lobisomens entende bem a importância para ele ter a sua própria matilha, mas Klaus acabou rapidinho com isso e estou curioso pra ver sua reação ao descobrir a morte de suas cadelinhas e de mamãe.
Por fim, espero de verdade que Shane cumpra o que a série tem tanto criado para ele. Quero ver nele um vilão grandioso e não esse passivo que caminha por trás de outros personagens e fique apenas na promessa. Chega de mimimi sobre mágica mais afrodescendente que a própria magia negra, quero ver ação... E não quero me decepcionar com a série... novamente.
P.S.: Desculpe-me pela demora com este texto, esperando que em 2013 tenhamos dias melhores para TVD (e pra mim também).














