Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Séries à Trois: Apartment 23, Happy Endings e Raising Hope

Essa semana resolvemos nos divertir e trouxemos comédias um pouquinho subestimadas e que, mesmo assim, tem muita gente amando por aí. E como nós somos um bando de crianças felizes que adoram trollar os coleguinhas, trouxemos três séries que abordam exatamente isso, cada uma com seu propósito.

Por isso eu (Kelvin) falarei de vadias (Apartment 23), Nandinha falará de criancinha indefesa em família non-sense (Raising Hope) e o Jão João falará de história com um final feliz, ou que deveria ter, pelo menos (Happy Endings).

Don't Trust the B---- in Apartment 23
por Kelvin Bastos, indicação de João Gabriel
Nunca confie, eu disse nunquinha, na vadia do apartamento 23. Sabe aquele tipo de série que você acha que vai ser surpreendido e acaba esperando um pouquinho mais do que ela deveria dar? Pois bem, essa foi a minha relação com o piloto de Apartment 23.

Devido aos elogios acho que exagerei na expectativa e acabei um tanto decepcionado com a série. A série é excelente, tem um timing cômicos muito bom e a vadiazinha do apartamento 23 é tão amor, mas tão amor, que pra provar que está certa precisa transar com o noivo da coleguinha em cima do bolo de aniversário dela.

A série começa contando, sob a perspectiva da nova roommate de Chloe (Kristen Ritter), a situação como um todo e consegue divertir e cumprir o seu papel muito bem. June (Dreama Walker) está de mudanças pra Manhattan e já em seu primeiro dia de emprego o perde e, consequentemente, o apartamento que seria bancado pela empresa, já que ela estava sendo fechada.

Procurando por um lugar pra morar, June decide ir morar com Chloe que aterroriza todos os seus inquilinos e tenta ganhar dinheiro extra sobre eles. O desenvolvimento da história é ágil e algumas das piadas funcionam perfeitamente graças à agilidade do roteiro.

Um fator que contribui para o decorrer da história é que June não banca a caipira ingênua, ela, inclusive, bota suas garrinhas de fora e arma uma ou outra situação contra Chloe e a interação delas funciona bem por conta disso. Esse episódio apenas não é o suficiente para se tirar uma base bem definida sobre a série, seriam necessários pelo menos uns três. O episódio foi bom, mas aquém do que eu particularmente esperava.

Happy Endings
por João Gabriel, indicação de Kelvin Bastos
Até que a série é engraçadinha, mas não chega nem aos pés de muitas por ai.  Não foi difícil ver, de jeito nenhum, mas a série também não conquistou para ver novos episódios.

Happy Endings começa no casamento de Alex (Elisha Cuthbert) e Dave (Zachary Knighton), parece que estava indo tudo bem, mas do nada aparece um tiozim de patins e se declara para Alex e os dois fogem juntos. Assim Dave ficando inconsolável na igreja e os outros amigos pensando em como vai ser a relação depois disso.

As partes que eu consegui rir mesmo, foi a da Penny (Casey Wilson) malhando na academia e aquela do aniversário judeu de 26 anos. Outra pessoa que rouba a cena, é o amigo gay e gordo, Max (Adam Pally), que adora ser irônico.

A ideia da serie foi muito boa, mas parece que quando foram tirar do papel, não funcionou muito não. Mas eu acho que o que faltou foram melhores atuações. Sinceramente, eu não estou me sentido seguro dando minha opinião só com o piloto, talvez eu esteja enganado sobre a série, mas quem sabe um dia eu não resolvo ver se vale a pena ou não.

Raising Hope
por Ananda Dias, indicação de Kelvin Bastos
Alguém me explica como, COMO, COMO, COMO?! eu nunca assisti essa série? Foi, sem dúvida, a melhor comédia que eu vi esse ano se você não levar em conta Pretty Little Liars, claro. Eu passei os 24 minutos do episódio chorando de rir, e não podia rir alto porque assisti de madrugada engasguei várias vezes também.

Raising Hope é uma trollação do início ao fim no episódio, mas é uma série que foge totalmente aos clichês de séries de comédia. Uma pausa: o episódio começa com Jimmy e seu primo Mike (Skyler Stone) limpando uma piscina, quando do nada surge um cara e taca as folhas que eles tinham tirado todas de volta na piscina, já comecei a rir aí e não parei mais.

Uma palavra para definir Raising Hope é genial, o roteiro é muiro bem engajado e os personagens muito bem definidos.

A série conta a história de Jimmy Chance (Lucas Neff), um cara sem perspectiva de vida e que cansado disso resolveu mudar. A família de Jimmy é a mais louca possível, sua mãe Virgínia (Martha Plimpton) ficou grávida com 15 anos e trabalha como empregada para sustentar a família, seu pai (o cara retardado que joga as folhas na piscina) Burt (Garret Dillahunt) é incrivelmente divertido, e Mike é o primo mais porra louca que existe na face da Terra. Mas a integrante mais louca da família sem dúvida é a avó de Jimmy, Maw Maw (Cloris Leachman), ela tem Alzheimer e costuma andar sem a blusa. 

Tudo muda pra Jimmy quando ele conhece Lucy (Bijou Phillips), que estava fugindo de um cara e entra na van de Jimmy, daí eles se pegam, ele descobre que ela é uma fugitiva e ela vai presa. Mas a grande mudança mesmo é a gravidez de Lucy, que ia morrer na cadeira elétrica (e acaba morrendo) e deixa uma filha para Jimmy, Princess Beyoncé (diva!).

O piloto do episódio é excelente, eu não conseguia parar de rir e o Jimmy é tão lerdo, mas tão lerdo, que eu não conseguia parar de rir da cara dele. O final do piloto me matou de rir e vale muito a pena ver.

Para essa semana eu decidi trazer um pouco mais de cultura pra vida desses dois projetos de troll megaevil com um tema muito menos mainstream do que estávamos fazendo. Essa semana falaremos de séries sci-fi, ou seja, quanta coisa linda teremos por aqui! Enfim, mas não ache que revelarei assim o que cada um verá, pois como diz River Song, "spoiler, sweetie!".

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Séries à Trois: Dawson's Creek, One Tree Hill e Gilmore Girls

Depois de uma semana obrigados a assistir séries ruins que não mereceram nem uma temporada completa, merecendo algum descanso e alívio de tanta série ruim que a gente vê hoje em dia The Secret Circle mandou um beijo, fomos assistir séries antigas, seguindo o exemplo do Órfãos de Série, só que não.

Eu, gentilmente porque sou fofa falei para o João assistir One Tree Hill, João e eu obrigamos Kelvin a assistir Gilmore Girls, e pra escolher a minha foi a mais difícil, porque ninguém conseguia achar uma série para mim, por fim colocaram Dawson's Creek.

Dawson's Creek
por Ananda Dias, indicação de Kelvin Bastos
E lá fui eu ver a série que deu origem a tantas outras série teen, envolvendo sexo, drogas e rock'n roll. Cheguei cheia dos preconceitos, porque a série era velha demais, a imagem horrível, anyways. O piloto começa com os dois amigos de infância, Joey e Dawson, conversando na casa dele, quando a menina resolve que não pode dormir mais na casa dele porque já tem 15 anos, depois de muita discussão ela resolve ficar lá.

Daí já fica claro que ela gosta do Dawson, e isso foi o que me deu aversão de início, achei que ia ser mais uma história de "garota e garoto são amigos, ela começa a gostar dele, ele não corresponde, acaba amizade", mas não é assim, Dawson's Creek vai além disso, tudo bem que tem os clichês sempre presentes em séries teens, como o fato de nenhum deles ser popular e o Dawson gostar da loira misteriosa e ignorar Joey, mas fora isso a série é muito boa.

Um ponto forte da série são os diálogos, Joey tem falas muito adultas para a idade da sua personagem, e isso deixa a série mais adulta do que eu imaginei de início. Pacey, melhor amigo de Dawson, é o típico adolescente taradão que não pode ver uma mulher que quer dar creu sair com ela, ele se envolve com a sua professora, e eu acho isso extremamente cômico (e meio nojento), se você achava que Aria e Ezra que deram início a essa história professor/aluno, não, foram Sra. Jacobs e Pacey mesmo.

A loira dos sonhos de Dawson, Jen é extremamente irritante, não gostei dela, não achei a personagem cativante e quero que o Dawson jogue ela pro escanteio e fique com a Joey logo. E eu pasmei com os atores, Katie Holmes novinha, um bebê gente e já super talentosa, e o que dizer do Joshua Jackson (vulgo Peter Bishop), eu fiquei assistindo o piloto com a sensação, conheço essa pessoa, daí joguei no Google e voilá, eis que me aparece o Peter, morri.

Enfim, Dawson's Creek é uma série legal, os diálogo são bem feitos e tio Kevin Williamson fez um ótimo trabalho com ela, vale a pena assistir.

One Tree Hill
por João Gabriel, indicação de Ananda Dias
Primeiramente, queria falar que te odeio Nanda, por me mostrar outra série muito boa. Mas agora falando da série, One Tree Hill não me conquistou de começou, mas com o passar do piloto, eu fiquei louco pra saber quem vai ganhar a briga dos irmãos Scott.

A série conta a história de Nathan e Luke Scott, dois "irmãos" por parte de pai, que não se falam, porque Luke é o filho bastardo que foi assumido e não foi. Eu sei é confuso, eu também to tentando entender essa bagaça.

Dai tinha que ter uma mina envolvida no meio, e ai surge Peyton, a namorada de Nathan, que por ironia do destino Luke parece gostar, e ainda numa cena que merecia beijo, ele se abre sobre seu pai não aceita-lo com filho. Ou seja pessoal, se vocês gostam de drama, essa é a série certa.

A historia gira a partir do momento que o tio de Luke, mostra para o treinador o quanto Luke é bom no basquete. Assim o treinador sendo obrigado à chama-lo e causando depois uma competição entre os dois irmãos. Que valia até a namorada.

Eu sinceramente não gosto muito de dramas, mas como se eu to na chuva é pra se molhar ou pegar gripe decidi que vou acompanhar essa bagaça, pelo menos por enquanto.

Gilmore Girls
por Kelvin Bastos, indicação de João Gabriel e Ananda Dias
Semana que vem farei os dois pagarem por ter me feito ver essa coisa linda, bem no meio de maratona de Battlestar Galactica. Gilmore Girls é lindo, é bem desenvolvido, é bem narrado, tem momentos de muita fofura com Lorelai e Lorelai (é, isso mesmo) e acho que não vou conseguir parar de ver essa coisa linda.

A série narra a vida de uma mãe  e uma filha sob os conflitos diários e se constrói sobre a relação entre elas. O legal da série é não se limitar muito aos clichês e explorar de forma inteligente os pontos da vida das duas como uma família e dos momentos e das barras que elas enfrentariam na sequência da série.

É uma série relativamente longa, são sete temporadas que estreou na extinta The WB (hoje CW) no início do novo milênio. A trilha sonora, mesmo naquela época, era um charme tão bom para os ouvidos que dá vontade de sair atrás das músicas que ali tocam.

Mas volto ao alicerce da trama, a relação de mãe e filha. A interação de amizade entre elas perceptíveis já no piloto faz com que você crie simpatia rapidamente pelas personagens, e as tomadas de humor leve e despretensioso, sem a obrigação de te fazer rir, afinal é um drama, também são bons elementos à série.

Lauren Graham (hoje em Parenthood) e Alexis Bledel (atualmente voltada ao cinema) conseguem te fazer torcer pelas personagens e é muito amor. <3 Só posso dizer que Melissa McCarthy (vencedora do ano passado do Emmy de melhor atriz de comédia por Mike & Molly) tem uma interpretação muito melhor do que na porcaria em que se encontra atualmente e te diverte com sua forma desastrada. Recomendação master top obrigatória para todo seriador. É sério.

Pois então, semana que vem veremos coisas para alegrar nossas vidas, afinal, a gente anda precisando mesmo. Comédias e, que supõe serem boas, comigo (Ananda) vendo Raising Hope, o João verá Happy Endings e o Kelvin vai ver Apartment 23. Até semana que vem.

domingo, 5 de agosto de 2012

Séries à Trois: The Cape, Man Up! e Work It

Essa semana o Séries à Trois foi de séries ruins, escolhidas lindamente pelo Kelvin ainda te mato. Todas as séries escolhidas não duraram nem uma temporada completa, para vocês verem a delícia que foi assistir 20 minutos de uma comédia que te faz rir pra não chorar, menos o João que teve que assistir 40 minutos de The Cape desculpa amg.

Hoje nós falaremos sobre o lixo entediante que é The Cape, a comédia sem noção, Man Up!, e a comédia mais vergonha alheia ever, Work It.

The Cape
por João Gabriel, indicação de Kelvin Bastos
Não sei se é porque eu sou o colaborador há menos tempo ou se eles me odeiam, só sei que me deixaram com o piloto mais chato e mais longo ever.

Quando me indicaram obrigaram a ver The Cape, pensei não pode ser tão ruim assim, porque tem super heróis, e eu sou louco por heróis (Eu sou nerd, problem?). Mas eu estava muito errado mesmo, o piloto não me convenceu em quase nada a continuar vendo a série.

The Cape conta a história de Vince, um policial certinho que acaba sem culpado injustamente e dado com morto. Foi encontrado por um circo de ladrões que ensinou a ele a arte de lutar e desaparecer no ar e assim ele se transformou no The Cape. A série não sai disso, nem preciso ir atrás de ver os outros 9 episódios lançados pra saber que ele vai querer vingança contra o verdadeiro Chess.

Os efeitos especiais foram até que bons, mas não serviu muito, já que a história não ajudou. Gostei da interpretação do líder dos ladrões que foi até que engraçada. A única coisa que gostaria de descobrir é quem é a muiezinha que ajudou ele quase no final do episódio.

E como o piloto tinha que piorar até o ultimo segundo, nem preciso comentar aquele finalzinho quando ele luta com os ladrões da loja e conversa sobre o seu nome com o vendedor.

Resumindo, The Cape foi pior do que eu imaginava e não aconselho ninguém em sã conciencia a ver essa bagaça que humilha o termo Super Heróis.

Man Up!

por Ananda Dias, indicação de Kelvin Bastos
Não sei nem o que dizer de Man Up!, é o clássico caso de rir pra não chorar, com 10 minutos de série (basicamente a metade do episódio) eu já odiava o Kelvin mais do que o normal por ter me feito assistir esse lixo.

Man Up! conta a história de três amigos fracassados que tem que lidar com seus problemas, o gordinho da foto, Kenny Hayden, tem que aturar a sua ex mulher, que é melhor amiga da esposa de Will Keen e irmã de Kenny, Theresa Keen Hayden. Enquanto isso, Craig Griffith está sofrendo por sua ex namorada estar se casando com outro.

O piloto mostra a festa de aniversário do filho (que eu esqueci o nome) de Will e Theresa, que como era de se esperar, sai um fracasso. Isso tudo porque Craig resolve ir se declarar para a sua ex, no meio do casamento dela.

Eu achei o piloto extremamente fraco, é uma sitcom que não tem risadas no fundo, PODE ISSO GENTE?! Em compensação da falta de risadas possui diálogos fraquíssimos, que fazem qualquer um ter vontade de chorar, quando a intenção era fazer rir. O final do episódio até que me arrancou um esboço de sorriso, mas nada além disso.

Enfim, existe realmente um motivo para Man Up! não ter conseguido nem uma temporada completa: a série é uma verdadeira porcaria. Se algum dia me perguntarem qual a pior série de comédia que eu já assisti, vocês já sabem a resposta.

Work It
por Kelvin Bastos
Pois então, né, e eu consegui me trollar sozinho, me fazer assistir uma das comédias mais "vergonha alheia" que já vi e nem saber o que expressar aqui. A minha consolação foi que foram 20 minutos de muita coisa esquisita, cenas toscas e com o roteiro querendo que eu risse de tudo.

Pra começar, odeio essas risadas automáticas que eles embutem nas comédias. É tão forçado que é como se eles ficassem lembrando pra você onde você tem que rir e achar uma maravilha. Mas esse nem é o problema, o problema é a premissa inteira e as cenas vergonhosas que eles querem que você compre.

A série começa com o plot delicioso de um cara (pra você ver como eu gostei tanto, não decorei nome de ninguém) que está desempregado há mais de um ano e que, numa visita ao proctologista (o tiozinho da dedada do exame de próstata), ouve que uma empresa tem uma vaga de trabalho.

Até aí tudo bem, mas sabe "Vovó... Zona"? Pois bem. A vaga é exclusiva para mulheres, então ele com seus 2 metros de altura, montado na roupa da esposa de 1,65m (é sério, me pergunto como ele se enfiou na roupa), com uma peruca vergonhosa decide tentar a vaga. O curioso é ninguém desconfiar que "ela" é "ele".

O negócio fica mais feio quando ele decide contar pro amigo e tentar garantir uma vaga pra ele. Sério, o cara rebolando ao som de "Bootylicious", de Beyoncé, é vergonhoso, mais ainda do que a cena da festa ao som de "Low", do Flo-Rida.

O episódio piloto não é ruim, por incrível que pareça. É um amontoado de clichês (o que não é hoje em dia?) que você só consegue sentir muita vergonha alheia da proposta e ficar imaginando como eles chegaram a essa ideia descabida. Eu estava preparado pra odiar tudo, e obviamente odiei, e espero que quem se meteu a isso tenha fugido o mais rápido possível, como eu right now.

Na próxima semana, como estamos todos fugindo de séries ruins por um bom tempo, veremos séries antigas. Eu (Ananda) vou ver Dawson's Creek, João vai ver One Tree Hill (muito amor, muito drama <3) e Kelvin vai ver Gilmore Girls. Até semana que vem!

domingo, 29 de julho de 2012

Séries à Trois: Once Upon a Time, Revenge e American Horror Story

Mágico, vingativo e assustador.

Como ninguém respeita o regulamento desse troço e como nós definimos as coisas meio que de forma apressada, o Séries à Trois dessa semana não teve um tema definido e muito menos seguiu a lógica proposta na semana passada de rodízios.

Nós nos comprometemos semana passada em assistir três séries que estrearam ano passado e que são, apesar de tudo, um sucesso de crítica e de audiência. Hoje, nós falaremos sobre a série épica
Once Upon a Time, o novelão Avenida Brasil Revenge e mais uma criação sem noção de titia Ryan Murphy, American Horror Story.



Once Upon a Time
por João Gabriel, indicação de Ananda Dias
Eu sempre tive vontade de ver Once Upon a Time, mas não sei qual os motivos de não ter visto o piloto dessa coisa linda antes. Agora só não sei se agradeço ou xingo as duas pessoinhas que me mostraram OUAT, porque agora tenho mais uma série pra me atualizar.

Se você sempre quis saber o que acontece depois do "... e viveram felizes para sempre" essa série é a certa. Gostei do jeito que os personagens viram pessoas normais não lembrando de seu passado.

A série traz a história de Emma, a filha de Branca de Neve com o Príncipe Encantado que foi mandada pro mundo real, para que quando ela completasse 28 anos voltasse para salvar eles de uma maldição que a Bruxa Má os lançou.

Falando da Bruxa Má, tenho que dar parabéns para a interpretação de Lana Parrilla, porque simplesmente adorei a sua interpretação da Bruxa Má/Prefeita/Mãe do mal. Ri muito, quando ela ofereceu bebida de maça pra Emma.

A série me deixou com a sensação de quero mais, com uma vontade de descobrir como os personagens serão adaptados ao mundo real e se o filho de Emma é ou não algum personagem das histórias clássicas.

Agora o que me resta fazer é correr atras do prejuízo e me atualizar nessa coisa de louco, nem que eu tenha que ver durante as aulas, igual eu fiz com Teen Wolf (Mãe, minhas notas ruins, serão culpa  do Kelvin e da Ananda). 


Revenge
por Ananda Dias, indicação de Kelvin Bastos
Essa não é uma história de perdão, é uma história de vingança e de como eu vou me vingar desses dois trolls que me fizeram assistir Revenge e, consequentemente, me apaixonar pela série.

Eu sempre tive curiosidade por Revenge mas sabe-se-lá porque, nunca assisti. Morro de amores por Emily VanCamp desde quando ela trabalhou em Everwood (e eu não sou velha gente) e mais uma vez a moça mostrou que sabe dar um show em atuação.

Revenge te prende desde o início com a busca de Emily Thorne (que já se chamou Ananda Amanda Clarke) por vingança contra aqueles que destruíram sua família (vulgo, seu pai). Passando o verão nos Hamptons, ela logo se aproxima da realeza família toda poderosa, os Graysons. A rainha chifruda Victoria fica desconfiada com as atitudes da menina e coloca o capanga assistente do seu marido atrás dela. Mas de nada adianta e ela não acha absolutamente nada.

Já no piloto Emily causa confusão com a antiga moradora de sua casa, e faz com que ela seja "exilada" dos Hamptons. Revenge é uma série boa, tem a dosagem certa de suspense (mas não me assusta nada) e é bom ver a Nina Emily/Amanda se vingando da Carminha Victoria e de todos os outros que fizeram a moça sofrer.

Às vezes me lembra um pouco um dramalhão mexicano mas a série consegue sair dessa e se tornar muito boa de assistir. Ressalto mais uma vez a atuação impecável de Emily VanCamp, que é o que de início não me fez desistir da série.

Mas a série conseguiu me deixar com vontade de saber o resto da história, principalmente com o ápice da série já no início do piloto, que é o que com certeza fez muita gente continuar assistindo pra saber como e por quê aconteceu aquilo e eu como sou troll não vou falar nadinha do que é.

Como eu tô de férias em greve na faculdade, eu tenho tempo de sobra pra assistir essa bagaça, então eu vou terminar de assistir (ao contrário do Kelvin xD). E eu recomendo Revenge pra quem quer mistério e suspense, na dose certa.

American Horror Story
por Kelvin Bastos, indicação de João Gabriel
E lá fui eu ver o piloto dessa coisa. Ainda não sei bem o que pensar e se foi suficiente para me fazer assistir a primeira temporada. No contexto geral é uma série que lembra uma mistura de muitos filmes de terror e, apesar de tudo, tenta ser impactante e o meu maior susto durante todos os minutos foi ver Bianca Lawson, que parece me perseguir, pior do que o cara “tostado” correndo atrás do Ben.

Eu, particularmente, não sou dos fãs mais árduos do gênero, mas também sou indiferente quanto ao mesmo. American Horror Story tenta, pelo menos, passar uma imagem de mirabolante e o que me passava pela cabeça era “quando vão arrancar os olhos esbugalhados da Connie Britton?”.

Gosto do trabalho da atriz desde Friday Night Lights e ela é um dos motivos de eu querer ver Nashville (mentira, motivo principal: Hayden Panettiere), mas tenho de concordar que eu achei ela melhor aqui, lidando com o pitoresco, do que assumindo seu trabalho com o dramão. O diálogo dela com o marido que termina em sexo foi bom, mas eu prefiro ela com o homem-látex.

E eu não sabia se ria ou se chorava com a situação. O piloto acontece muitas coisas e de forma muito rápida, e me senti meio que perdido no meio dos pensamentos de Titio Ryan Murphy, co-criador de American Horror Story com Brian Falchuk (que também divide a produção executiva de Glee ao lado de Murphy).

A experiência não é das mais difíceis, aliás, o piloto da série é ousado em alguns pontos, e único na atual conjuntura da televisão mundial, mas ainda achei fraco pelo hype criado entre o círculo de seriadores (e da encheção de saco do João), esperava algo um pouco mais creepy, um pouco menos previsível.

Entretanto, fiquei curioso pra saber um pouco mais da história, mas ainda não tenho a certeza absoluta de conferir a série como um todo. Ainda mais neste momento. Estou em maratona de Battlestar Galactica e tenho que me atualizar em algumas séries a qual assisto, mas um dia, num futuro nem tão distante, descubro o que acontece nessa naba.



Para a próxima semana a coluna será uma sambada na cara de todos nós colaboradores, não satisfeito em ver grandes produções ou séries de qualidade, o requisito mínimo para a semana que vem é ser uma série cancelada com menos de uma temporada completa. Ou seja, só coisa ruim.

Eu (João) irei ver a porcaria de The Cape, Ananda irá ver a merda de Man Up! e Kelvin irá ver o lixo de Work It. Esperamos, como sempre, a sua colaboração com seu comentário e, claro, dicas saborosas do que vermos futuramente. Então, até semana que vem, com muita bomba!

domingo, 22 de julho de 2012

Séries à Trois: Piloto (Awkward, Teen Wolf e Jane by Design)

Um troca-troca daqueles.

Você deve estar se perguntando que raios é essa coluna ou o que deu na gente durante esse período incessante de reuniões de pauta e criação de conteúdo para o blog, e bem, não é nada disso que você está pensando – e não é da bicicleta que eu estou falando.

A nova coluna do Megastore Series, Séries à Trois é, na verdade, uma grande brincadeira feita por nós, colaboradores do blog, que depois de conversar e pedir educadamente (leia-se: “obrigar com ameaça de morte”) para que o nosso amiguinho do lado (isso soou muito emo) assistisse uma série a nossa escolha.

A partir disso, eu (Kelvin Bastos), Ananda Dias e João Gabriel viremos aqui, semanalmente, para dar – muita calma nessa hora – a nossa opinião de merda sobre o que achou da “dica” que o amiguinho sorteado der.

Claro que vale trollar. Aliás, eu estava pensando em mandar a Ananda ver Ringer... Bem, deixa quieto. Agora, a opinião de vocês é muito importante, assim como em todas as colunas novas do blog, só que nesta aqui será mais importante ainda. Vocês, meus queridos leitores, podem também sugerir séries para que nós assistamos, e em breve, esta coluna terá uma edição apenas com as opiniões de vocês.

E pra ficar mais divertido, nós selecionaremos a série por rodízio onde cada um escolhe para outro a cada semana. Eu escolhi a série para a Ananda, a Ananda escolheu para o João e o João escolheu para mim. Simples assim. 


Então, vamos dar uma conferida nas opiniões abaixo e, se me permitem, um pouquinho de merchandising: Deem uma passada no blog da Ananda, Entrelinhas Casuais, e confiram o seu conteúdo, principalmente a resenha de “Equinócio - A Primavera” e em breve tem entrevista com L.J. Smith, a autora das séries de livros que deram origem às séries The Vampire Diaries e The Secret Circle.

Awkward
por Kelvin Bastos, indicação de João Gabriel
A única coisa estranha nisso foi eu nunca tê-la assistido. Pois é, tanta série pra me fazerem assistir e me dão uma comédia da MTV. E o pior de tudo é que eu odeio o João por ter me apresentado a essa coisa linda, porque agora não consigo parar de assistir. #COMOFAS?

Gostei bastante do que vi no piloto e apesar de seus exageros, Awkward consegue mais do que tudo cumprir seu papel como comédia: entreter e nos divertir por 22 minutos. Ri litros com Jenna sendo “acusada” de tentativa de suicídio por conta da carta que escreveu antes de se, hilariamente, quebrar toda num tombo épico no banheiro da casa dela.

A série tem outros bons elementos, principalmente seu elenco de apoio. As amigas Tamara e Ming são boas companheiras de Jenna, e Sadie – a líder de torcida rechonchuda (pra não cometer bullying chamando-a de gorda) – e a conselheira psicológica Valerie – que fuça bolsas alheias e, mesmo assim é um amor de pessoa – também integram bem como personagens adicionais.

E como toda série adolescente, é preciso ter um interesse romântico, mas se você tiver um triângulo já vira clichê. E apesar dessa dúvida que a personagem entra – e nos arrasta junto –, ambos os seus “candidatos” são pessoas merecedoras do coração da menina.

Pra fechar com chave de ouro, Awkward tem dedinho de Marlene King quando alguém manda uma carta anônima para a Jenna, dizendo dicas de como a fazer ser “enxergada” pelos outros. As passagens narrativas como os textos do blog da protagonista dão um charme a parte para o bom roteiro da série.

É isso, se você procura por uma comédia pra passar o tempo e não se sentir nem um pouco incomodado por produções que abordam a temática mais jovem, Awkward pode acabar saindo como uma excelente pedida.

Teen Wolf
Por João Gabriel, indicação de Ananda Dias
Preconceito é a palavra que descreve o porquê de eu não ter assistido Teen Wolf antes, eu pensava que era só mais uma historinha adolescente pra eles colocarem lobisomens sem camisa, para meninas gritarem iguais loucas (eu peguei trauma, quando fui ver Eclipse no cinema). E graças à Ananda eu descobri que é bem mais que isso.

Eu adorei historia logo no inicio: personagem fracassado na historia se apaixona pela menina nova da escola que fez amizade com a mais popular que namora o capitão do time. Alguém viu algum clichê até ai?

A parte que muda essa historinha é que na verdade ele é um lobisomem recém-transformado, e ainda não sabe disso (sério, João?). Com a ajuda de seu melhor amigo (que o deixou na floresta sozinho, com um provável assassino a solta) descobre finalmente que é um lobisomem e tals.

Mas, em minha opinião, Teen Wolf veio mesmo pra mostrar para o mundo, como se fazer uma boa história como lobisomens, mas com uma pitada de clichê adolescente, sem cair em idiotices que já vi muito por ai.

Jane by Design
Por Ananda Dias, indicação de Kelvin Bastos
Sabe aquelas séries que você vê e torce o nariz, por causa de pré-conceitos? Com Jane By Design foi exatamente assim. Ouvi vários comentários positivos sobre a série e mesmo assim eu nunca tive vontade de assisti-la. Pois bem, todas as séries que eu assistia entraram em hiato, e eu fui pedir indicação do que assistir para o Kelvin (te odeio Kelvin), eis que ele (gentilmente) me apresentou Jane By Design.

Fui assistir o piloto, e de início ainda achava a série cheia de clichês (além de ficar repetindo que era uma cópia de “O Diabo Veste Prada”), mas ao fim do piloto, eu fiquei com vontade de ver os outros episódios, e a partir daí me viciei na série.

É impossível você não se envolver com a história de Jane, a pobre órfã (só que não), criada pelo irmão e que passa a viver duas vidas, tudo isso pra sustentar a casa. Adorei todo o contexto da série, envolvendo o mundo da moda, uma chefe megaevil e a escola com todos os seus problemas.

Os outros personagens são ótimos também, como o Billy, melhor amigo da Jane (o qual eu passei o piloto inteiro falando que eles deveriam ficar juntos) e o irmão dela, Ben. No núcleo escolar tem o clichê das panelinhas, e o populares, liderados por Nick Fadden, paixão eterna de Jane. A conselheira escolar, Rita Shaw é severa, mas eu não consigo deixar de achá-la uma fofura.

Já no trabalho de Jane, onde todos acham que ela é adulta, temos a chefe megaevil (ou nem tanto) Gray Chandler Murray e a bitch aprendiz India. O designer Jeremy, com seu sotaque super tosco, achando que tá arrasando também é uma comédia.

Janinha, como diz Kelvin, consegue se desdobrar muito bem, tendo o melhor dos dois mundos (e não sendo a Hannah Montana). Jane by Design é uma série que vale a pena ser assistida, é leve, divertida e (apesar dos clichês) consegue prender a atenção.

Na próxima semana, eu escolherei para o João, o João para a Ananda e a Ananda para mim. O João terá a tarefa mais saborosa da semana e assistirá o hit da temporada, Once Upon a Time. Nandinha vai ter a tarefa cretiníssima de assistir o novelão Avenida Brasil Revenge, e pra mim, resta-me o fado de ter que ver o piloto de American Horror Story (why? why esse povo me dá outra bomba assinada por titio Ryan Murphy?). Então, nos vemos lá.

Não se esqueçam de deixar a sua opinião, é muito importante para o desenvolvimento da coluna e deixem as suas ideias de séries, vai que um dia os surpreendemos e assistimos a sua ideia? Até semana que vem - ou em qualquer outro post feito por mim, de qualquer maneira.

sábado, 21 de julho de 2012

Novidades: Novas Colunas

Porque só textos reviews não bastam para saciar toda a nossa cretinice.

Essa é, na verdade, uma ideia sempre muito existente nos bastidores do Megastore Series e, finalmente, chegou o dia de anunciar que o blog trará algumas novidades. Já deu pra ver que tudo começou com o Megastore Choice Awards, em sua primeira edição e que você poderá votar clicando no banner no final desta postagem, mas queremos diversificar o nosso conteúdo e aqui estamos com novos projetos.

Todos os dias um texto especial. Todos os dias, uma coluna diferente com conteúdo diferente e pouquíssimo informativo, mas o principal é fazer você, leitor, se divertir e curtir todas as novidades. Então, sem mais delongas, lhes apresento as novas colunas do Megastore Series, além de seus autores e seu dia de postagem.

Domingo: Séries à Trois
Com textos de Kelvin Bastos, Ananda Dias e João Gabriel.
A coluna Séries à Trois é uma grande brincadeira feita entre nós três, cabeçudos, que não têm o que fazer e decide, assim, de uma hora para outra, pelo Twitter, o que o outro deverá assistir. A intenção da coluna não é só apresentar novas séries para o companheiro de blog, mas também para diversão própria, e você, leitor, poderá participar do nosso troca-troca, digo, da nossa brincadeira.

Segunda: Órfãos de Série
Com textos de Ananda Dias.
Pros seriadores saudosistas, nada mais justo do que dedicar uma coluna inteira para relembrar os tempos passados, os anos de ouro, as séries eternas, os personagens inesquecíveis e sua essência única e exclusiva. Sim, esta coluna contará com textos especiais para relembrar séries que já se foram, mas que sempre existirão nos corações dos fãs.

Terça: Eu Sei o Que Você Fez no Verão Passado
Com textos de João Gabriel.
Muita calma nessa hora, porque não, isso não é continuação ou reboot dos filmes de terror de titio Kevin Williamson (The Vampire Diaries). A coluna Eu Sei o Que Você Fez no Verão Passado é mais uma coluna de homenagens, mas para os astros e estrelas propriamente ditos. Estamos falando de textos mais biográficos sobre um ator ou atriz em especial.

Quarta: Looks em Série
Com textos de Ananda Dias e Raffaela Lopes.
Uma coluna com um nome auto-explicativo. Aqui, Nanda e Raffa falarão sobre os looks das personagens das séries, com comentários divertidos e dando seu aval de aprovação ou de rejeição. Como será que as personagens sairão sobre o olhar atento de nossas colaboradoras?

Quinta: Termômetro
Com textos de Kelvin Bastos.
Com a minha opinião sempre séria e respeitada, só que ao contrário, a coluna Termômetro do Megastore Series sempre tratará uma série e uma análise mais focada em aspectos técnicos, como os detalhes da produção, a efetivação da qualidade do roteiro, atuações, análise de funcionalidade dos arcos e etc. Aqui o mais importante é a qualidade como um todo, e para isso, a coluna trará a "temperatura" da série.

Sexta: Playlist
Com textos de Ananda Dias e Kelvin Bastos.
Sexta-feira chegando e é sinônimo de diversão. Certo? Rebecca Black quem o diga. E nada melhor do que animar a sua sexta-feira do que vir ouvir a nossa seleção de músicas que tocaram em séries, sempre abordando um tema nem tão pertinente e, principalmente, com muito FUN! FUN! FUN!

Sábado: Audiência
Com textos de Kelvin Bastos.
Trazendo os números da semana e informação sobre as séries que melhoraram ou caíram em audiência, a coluna Audiência virá semanalmente com os números das principais séries e das principais emissoras, da programação aberta a programação a cabo.

Então é isso aí galera, a partir de amanhã começaremos as publicações semanais e, além da publicação da coluna Séries à Trois, teremos uma publicação extra, com os números desta semana na coluna Audiência. Fiquem ligados. Abaixo, um calendário em imagem com os dias da semana e a publicação do dia.