Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pretty Little Liars - 04x10/11 - The Mirror Has Three Faces / Bring Down the Hoe

Vamos dar as mãos, um, dois, três; quem errar o passo perde a vez...

E nessa batidona sertaneja na poesia lindíssima proferida por Gian e Giovani, nada melhor do que por em dia nosso papo lindo sobre essa série que é tóxica de tão maravilhosa pelo nível que está. Não, pera. Vamos falar mesmo de nossas Pirulitas e essa entidade denominada Pretty Little Liars.

Confesso, agora, que eu deveria ter feito este texto a tanto tempo, mas a falta de vontade para com a série foi tamanha que toda vez que eu tentei assistir a qualquer um dos episódios aqui abordados foi tamanha que eu dormi em todas as tentativas. Única vez que não dormi foi quando eu fiquei sabendo que ia ter baladão sertanejo, Zoiudinha dançando e -A incorporando o espírito sayajin de Goku e se teletransportando do meio do feno. E tudo isso que narrei aqui neste parágrafo é a pura verdade, acredite.

"The Mirror Has Three Faces" vem no mesmo ritmo que os anteriores: quase parando. E, assim como os anteriores, elas passam o tempo todo se questionando onde, diabos, se enfiou a Cece. É mais fácil a Síria acabar com suas bombas químicas do que alguém em Rosewood encontrar o paradeiro da vadia loira que desapareceu a tanto tempo, mas que insiste em ficar nos lembrando de sua existência para todo o sempre.

De fato, alguém precisa preencher o tempo com informação aparentemente útil que se tornará inútil, e é assim que temos a aparição sempre pontual da Sra. DiLaurentis, com toda a história do passado envolvendo Cece e Alison, e da amizade maravilhosa que elas compartilhavam, amizade quase doentia de tão linda. Sra. Dilaurentis abriu o bico pra falar dos jogos e das brincadeiras que cercavam Cece e Alison, inclusive das trocas de personalidade que faziam delas mais ariscas do que o normal.

Mas como tudo pode ser uma grande balela (o que eu não duvido, tratando-se de titia King e cia.), vamos falar do que interessa: Wren é megaevil. Adeus Wrencer, adeus Wranna, adeus qualquer coisa que envolva shippers malditos com o ex-noivo de Melissa. Wren faz parte do Lado Escuro da Lua (para a alegria da Anna - e esse assunto é interno e peço desculpas a quem não entender) e tá com o Toba amarrado à -A.

Só que, portanto, porém, todavia, este episódio só serviu para mostrar uma única coisa: Ezra é corno manso e nem Malcolm é cria do moço com aquela outra moça (perdão pela minha memória de minhoca). Pois é, Ezra, melhor se juntar ao -A Team e botar terror mesmo, porque com essa expressão de traído que parece mais ter uma prisão de ventre (Paul Wesley curtiu isso), nem pra TCA você vai ser indicado novamente. E, de fato, Ian Harding teve uma atuação horrível de tão ruim nesse episódio.

Já "Bring Down the Hoe" veio crocante e saboroso com muito Michel Teló, Jorge & Mateus e aquele moço vesgo que eu não lembro o nome - e não vou procurar no Google porque meu tempo é precioso demais pra gastar com essas coisas. Este episódio cumpriu o que todo mundo já sabia: Cece é mesmo a Red Coat. Nota zero para a criatividade da equipe de produção dessa série.

Mas fomos introduzidos a ideia de que existem duas Red Coats, mais uma vez, todo mundo já havia deduzido isso há muito tempo, hein tia King, tio Goldstick e todos os outros tios envolvidos no projeto. Mais um zero para a capacidade criativa da produção da série.

Porém, este episódio tem a maior sambada de toda a temporada: Red Coat é descendente sayajin, parente perdida de Kakaroto (via Vegeta) e tem poderes que até Freeza ou Mandibu duvidam - consegue se teletransportar do meio do feno para sabe-se lá onde. Só que o problema não é nem esse, na verdade. E sim a concepção da cena inteira.

Voltemos ao ponto em que Spencer e Emily saem em fuga atrás de uma Red Coat que saiu correndo a pé, o que elas decidem fazer? Se enfiar em uma caminhonete para seguir a suspeita (?), caminhonete que tinha chave providencialmente no contato (??), que não funciona nem com macumba (???), mas que mesmo assim tem a Red Coat se enfiando no meio da carga (????), onde nossas duas Liars filhas de uma burra decidem descer do veículo para investigar (?????) e pegam um enxadão (??????) e começam a bater com a ferramenta no feno (??????????) onde Red Coat não se encontrava mais (???????????????). Desculpa, foi tanto absurdo em uma única cena que eu, de verdade, não sei o que falar mais.

Só sei que preciso falar da dança excelente (mas, hein?) de Zoiudinha com o seu novo macho, que intimida Ezra, mas que mesmo assim vê o tal moço pedófilo querer se lamentar com nossa Zoiudinha por ser um corno manso e ninguém mais querer beber de sua fonte. Pobre Ezra. Er... não.

Ainda nesse baladão sertanejo, temos de falar do único macho-alfa de verdade dessa série: Paige. Que pelo visto viu a jiripoca piar durante a noite já que finalmente fez as pazes com Emily. Sra.-Pam-Fields-Pra-Você vai ouvir muito cola-velcro essa noite, e tenho dito.

P.S.: Referências neste texto à Dragon Ball e a nossa excelente - só que não - música sertaneja, porque cultura inútil é preciso ser difundida pelo mundo, não é mesmo Michel Teló?
P.S.: Cota de inutilidade vai para Tobias, porque ninguém mais aguenta plot da Maria Catarrão e não pago internet pra isso.
P.S.: Cota de macho-fêmea: quando Caleb vai dar adeus pra Hanna pra ir pra Ravenswood (e pra eu ser finalmente feliz para toda a eternidade)?
P.S.: Cota sou bandida: -A enfiou o sapato de Ashley Marin no meio dos destroços da sala de estar de Emily, qual a possibilidade de fuder mais ainda as coisas pra Sra.-Pam-Fields-Pra-Você?

domingo, 25 de agosto de 2013

Pretty Little Liars - 04x09 - Into the Deep

Porque a cegueira never ends.

Podem falar o que for a respeito da qualidade dúbia de Pretty Little Liars, mas não há no mundo uma série que consegue ser tão trollada, tão odiada e tão amada ao mesmo tempo. Aqui, a zoeira never ends, assim como a falta de sentido, que também nunca chega ao fim e sempre somos colocados em meio a uma roda de ação subjetiva em que temos uma vilã sem face querendo derrubar nossas heroínas super-poderosas.

Mas diferentemente de Lindinha, Florzinha e Docinho, nossas pequenas quengas em ascensão só conseguem fazer uma coisa: caras e bocas. Alguém avisa a tia King que falta o elemento "X" pra que essas moças consigam ir além de nomes avulsos e cenas escrotas, por favor?

Desta vez, entretanto, não podemos alegar que o episódio foi ruim. Porque não foi. Houve momentos divertidíssimos que passaram pela perversão das Liars e crises de ciúmes, um término que não foi término e tudo isso para chegarmos... a o quê mesmo? Esquece, nunca saberemos quais foram os sentidos das coisas aqui, de qualquer maneira.

Começaremos a narrativa deste episódio por Emily, a aniversariante do dia. Psicopaige, de tramoia com as Liars, quis fazer uma festa surpresa para ela e deu, de presente, uma passagem de ida pro inferno. Não, pera. Uma passagem para ver um dos melhores preparadores de nadadores da América, um tal de Domenic.

Pausa neste instante, e retornaremos ao momento em que Paige lhe dá a caixinha com o cartão. Reparem que elas estão andando no mato e Paige dá uma sugerida básica de irem curtir a noite na casa de uma tia que a tal tia não estava. Até aí tudo bem, provável que elas fossem colar o velcro. Nem ligo. Mas daí me surge a caixa e quando a Ems abre, eu quase tive a certeza de ser uma camisinha. Pois é. Nível de toxinas aqui ultrapassaram a escala Hebert Richers. Não, pera.

De volta a narrativa, Ems conta sobre sua lesão, vê sua esperança de entrar em Stanford no próximo ano ser reduzidas a pó e volta chamando Psicopaige na xinxa, só que foi surpreendida pelo "surprise!" básico. Esse povo sem noção, perderam a chance de ficarem quietos e assistirem uma DR ao vivo. Se bem que, né, quem quer ver essas duas discutindo o relacionamento mesmo?

Mudando o foco pra Zoiudinha, que de boba só tem a cara, praticamente engoliu o moço Jake com aquelas duas órbitas do tamanho de Júpiter. O level de safadeza dela falando com Spencer pelo telefone chega a ser até depravado. Cadê a Parents Television Council uma hora dessas, hein Brasil? Eu não pago internet pra ver essas coisas não.

Mas o caso aqui é que ela ultrapassa até a linha aceitável de ciúmes e demonstra isso claramente, já que o moço foi pra festinha da Ems com uma avulsa alheia, enquanto Aria lhe disse que ficaria em casa com papai que estava voltando de Syracuse. Carrie mandou um beijo pra ele. E ninguém entendeu essa referência. Ah, who cares?

Enquanto Ezra fica em mesas com a mulher que fornicou pra nascer o imbecil do Malcolm, que tomou do mesmo chá de menino Mike e sumiu pro bem da humanidade, vendo Aria se esfregando em bofe alheio, que inclusive pegou na sala de casa, pode ter seu filho mandado pra Washington. Só que ele recorreu a Veronica Hastings, esse poço de humildade e sabedoria que lhe indicou um advogado pra ganhar a guarda da cria. Mas esse plot é igual a minha referência à Unforgettable no parágrafo de cima: ninguém sabe pra quê existe.

Na sequência, temos Spencer e o arco da psicocega. Sim, Jenna está de volta e cega novamente. O que não faz sentido nenhum, mesmo porque a cirurgia havia sido totalmente bem sucedida. Coerência passou longe de busão e não desceu nesse ponto. Só que o lance aqui era fazer de Jenna a cega de novo pra que pudessem acertar a cabeça dela, quase matá-la afogada e ser salva por Emily. Mas esse não era o parágrafo pra falar sobre Spencer, você se pergunta. E era, só que a utilidade dela neste episódio foi tão importante quanto a aparição de sua mãe: pra porra nenhuma.

Quer dizer, podemos fazer ligação dela com a história de Shana e Jenna, mas nem pra isso ela serviu, quer dizer, só pra aparecer no hospital e perguntar pra Shana do Toba (er... como?) e receber o nome "Cece Drake" de brinde. E, novamente, o nome de Cece está na boca do sapo. Veremos o que acontecerá no futuro.

Porque Hanna, graças a confissão de Mona, poderia ter Mamãe Marin de volta a sua casa. Mas pra isso precisaria pagar a bagatela de um milhão de doletas, ou ao menos 10% da quantia. Reparem agora como este plot tem menos sentido que qualquer outra coisa no planeta: a família está quebrada desde o piloto, mas o pai é ryco. Calébe descobriu que tem berço de ouro e também tem a família ryca. No entanto, Hanna estava desesperada pra conseguir as doleta. E quem dá o dinheiro? O Pastor Louva-a-Deus. Sumir uma nota de 10 dólares do caixa da igreja já foi um escândalo, mas sumir 100 mil tá valendo, né?

Mas o que vale mesmo a pena são as duas últimas sequências. Primeiro, Mona retornando ao lugar que sempre quis estar, o Radley Sanatorium. A cara de satisfação dela é quase a mesma de ter um orgasmo. A moça só falta começar a pular e dançar "segura o tchan". E, segundo, Vadia de Vermelho se enfiando em buracos alheios. Não foi em Toba e não foi em Shana, que fique claro. Ao que me pareceu, a tal Red Coat entrou na casa dos DiLaurentis, pelo menos foi o que me pareceu.

Enquanto vamos bebendo vinho e ouvindo boa música com -A nos créditos finais, eu acho muito justo ver você compartilhar sua opinião sobre o suculento aniversário de Emily Field. Aniversário que a família sequer foi convidada. Acho justo.

Pretty Little Liars - 04x07/08 - Crash and Burn, Girl! / The Guilty Girl's Handbook

Como salvar um episódio, por Janel Parrish.

Eu não morri. -A não me fez nenhuma surpresinha de má gosto. Não fui atacado por abelhas megaeveis do mal. Nenhum carro entrou pela sala da minha casa - por mais que meu pai quase faça isso quando vai guardar o carro. Me retirei pro Recanto da Paz e Saúde para habilitar a minha mente fértil e me livrar dos pecados cometidos pela equipe de roteiro dessa naba chamada Pretty Little Liars.

Quer dizer... mentira. Adianto estes meus sinceros pedidos de desculpa por atrasar em quase uma vida e meia os nossos crocantíssimos textos por falta única e exclusivamente de tempo mesmo. Quando tudo decide dar certo e errado ao mesmo tempo acontece alguns conflitos na agenda e, já sabem, sempre acaba saindo tudo fora do esperado.

Mas a verdade é que se o caso de Pirulitolaiars fosse em uma situação melhor, eu teria trocado algumas horas de sono para dissecar essa pérola da televisão americana. Mas não é o caso. E estes dois episódios meio que comprovam a minha teoria maluca de que nem os próprios roteiristas sabem o que querem pra esta temporada.

Marlene King, Oliver Goldstick, Bob Levy, Lisa Cochran-Neilan e Leslie Morgstein perderam o fio da meada completamente, apresentando dois episódios que são salvos por ocasiões inusitadas e incrivelmente forçadas. Em um, pela união inesperada entre Caleb e Toby, no outro pelo samba level Rainha da Sapucaí de Mona.

Porém, todavia, entretanto, eles já deveriam saber que isso não é suficiente para segurar uma trama que já vinha capengando e tombando, quase virando uma Torre de Pisa, toda torta e que ainda tem gente que se dá o trabalho de visitar. Pois é.

Em "Crash and Burn, Girl!", por exemplo, nos focamos ao simples fato de dedicar um episódio inteiro à Emily e a carros voadores pela sala alheia. Aliás, -A anda se superando nos ataques às mães de nossas quengas preferidas. Ashley Marin usando laranja. Hot Mamma sendo estuprada por abelhas assassinas. E Sra.-Pam-Fields-Pra-Você quase sendo atropelada dentro de sua própria sala de estar. Única quenga que se salva é Veronica Hastings, mas essa tem pacto com o diabo e acontecer alguma coisa com ela só será, no máximo, uma unha quebrada. E olhe lá.

E vamos esquecer os dramas alheios e focar no que interessa hoje aqui, vamos falar do estabelecimento de união estável entre o Toba e Calébe. Félix está se roendo neste momento por ver os dois boys magia das Liars se pegando e arquitetando visitas à -A em apês alheios. Qual a probabilidade de baixar o Latino ali e rolar um bundalelê? Calébe aprova essa ideia. Basta ver o que ele e Ashley Benson andam fazendo em seus momentos de intimidade (clique no link para ver o gif: http://24.media.tumblr.com/a749f55cc085f1b5bfb9a230ee14a04e/tumblr_mq048a3Pcp1rf8ctgo7_r1_250.gif).

Eles chegam a encontrar o piloto que foi o mestre de cerimônias da Vadia de Vermelho (cansei de chamar de Tia, agora é Vadia, enquanto não for revelada a face dela) na finale da temporada passada, temos informações de envolvimento de Cece Drake, mas trazer "who?" avulsa pra trama não é lá muito uma boa ideia. Falando em avulsa, Ems encontrou uma nova Shana pra se escorar (Shana com pedigree de Bruce Willis e Demi Moore), mas vamos esquecer isso.

Porque em "The Guilty Girl's Handbook", vemos Mona mostrar como sambar na cara da sociedade, mas como eu sempre acho que ela sabe muito mais do que conta e conta muito menos do que sabe, é bem óbvio que isso tem um bom interesse por trás de suas ações.

Agora, falando das outras duas Liars que pouquíssimo contribuíram para o desenvolvimento destes dois episódios, Aria agora vai tendo de lidar com os possíveis problemas que o pequeno ato de vandalismo de menino Mike pode lhe causar. Mas Ezra, como bom puritano (que de puro não tem nada e queria mergulhar no redondo de Zoiudinha), salva a pátria e menino Mike.

E Spencer, bem, como há indícios de menino Toba estar firmando seu relacionamento com Calébe, decidiu sensualizar pro estagiário de Mamãe Hastings pra pegar uma ficha alheia, pra motivos avulsos e para chegar a um ponto que interessa menos ainda. Mas sabe como é, é Pretty Little Liars, então daqui a pouco esquecemos mesmo isso e todo o outro resto da trama.

P.S.: Agora falando sério, estou completamente sem tempo até pra respirar, peço um pouquinho de paciência que daqui a pouco estamos em dia. 2bjs no Toba. Não, pera.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pretty Little Liars - 04x06 - Under the Gun

Bem-vindos à Ravenswood.

No novo episódio desta quarta famigerada temporada, chegamos a conclusão que fica a cada dia mais difícil torcer pela personagem que só se ferra no fim das contas. Não, não é ser chamada de vadia pelo time de lacrosse que faz de Aria a dona do posto - bem longe disso, diga-se. Estou falando de Hanna, mas isto é assunto para outrora.

Já sei que tem gente que amou, como tem gente que odiou o episódio, mas, para mim, o ponto dele não foi necessariamente desenvolver as tramas, mas sim introduzir Ravenswood e todo o misticismo da cidade que abrigará o spin-off de Pretty Little Liars. Por mais que, de fato, o episódio não tenha apresentado nada de concreto, fomos apresentados a um novo mundo bem ao lado de Rosewood.

Para alegria geral da nação, tivemos o retorno poderoso de Mona, que, segundo Emily, pode não ser "-A", mas continua sendo uma "-B", e foi buscar desvendar os mistérios de "quem roubou o trailer dela?". Nós já sabemos que foi Tobias, como os motivos de ir atrás da verdade sobre a morte de Maria Catarrão, mas Mona atira isso no colo das outras Liars para semear essa linha tênue de amor e ódio que Spencer e Emily andam vivendo.

Quase se atracaram em Cicero, e não foi do jeito que Ems gostaria. A verdade é que quanto mais as próprias Liars ficarem omitindo a verdade das amiga, menos ajudará as amiga a descobrir quem é "-A". Enquanto elas não descobrem essas fórmula mágica que pode ajudar em seus problemas, Spencer tem a brilhante ideia de ir atrás da tal da Carla Grunwald.

E como Tobias está desocupado e o moço Lambido não disse nada sobre a loira que visitou Maria Catarrão, nada melhor do que embarcar na Spencer e se mandarem para a cidade vizinha. E vamos falar de Ravenswood e a primeira impressão que tive foi: The Killing, é você? Fotografia em tons de cinza e pastéis, com belas tomadas de cena, mesmo que a única coisa que realmente conhecemos da cidade é uma única rua. E o cabeleireiro da cidade.

Porque é arrumando a juba que vemos o monstrinho chamado Sra. Grunwald, toda possuída nos bobes, que se faz de sonsa e diz que não conhece Alison e nunca viu mais morta essa moça. Mas poderíamos ter parado a brincadeira por aí, mas não, porque o casal Spoby lança tendências em perseguição em alta velocidade, só faltou sair do lugar que estava estacionado mesmo.

Vamos entender, do nada, começa a tocar uma música pelos alto-falantes da cidade. Pra ficar mais estranho ainda, começa uma ventania do nada e, mais do nada ainda, todo mundo segue para ficar encarando uma estátua avulsa segurando um buquê - a coisa mais colorida de toda a cidade, registra-se. O melhor ainda estava por vir: do nada, mostram a Shana. Espera, isso saiu errado. 

Shaninha, que agora frequentará Rosewood High e a equipe de natação da escola para o desespero de Ems, que ainda toca no violino com uma precisão absurda, sai do lugar e embarca no carro de Jenna, pilotado por alguém não mostrado, e parte toda fugitiva. O problema é que Spencer e Toby, em vez de partirem pra perseguição, eles partem é pra fora do carro pra ver um pássaro morto. Ok, então.

Mas mudando de foco e focando em Zoiudinha, a pequena grande anã da turma foi querer bancar a boa samaritana, acabou tomando no Toba, quase que literalmente. Foi ajudar menino Connor, um avulso que trabalha com a Ems e faz parte do time de lacrosse de menino Mike, teve um beijo roubado e ficou com fama de vadia. Mesmo sem ter feito absolutamente nada.

Coitada de Zoiudinha, mas engana-se que não teria troco. E o troco veio daquele mesmo que a acusou de só querer brincar de escolinha com Ezra. Claro que eu já estou fazendo suposições óbvias, porque é claro que quem destruiu o carro de Connor foi Mike, que, além de vândalo e ladrão, herdou a burrice da irmã, porque foi com o casaco do time da escola. Inteligência, definitivamente, a gente não vê por aqui.

Mas vamos falar de coisa boa, vamos falar de Hanna. Depois do brilhantismo de se cavar com um caneco e querer enterrar uma possível evidência, ela começou a pagar pelas suas burradas. Primeiro foi a fiança pra poder tirar seu rabinho da cadeia. Depois foi ver seu pai agindo como empata-foda e não permitindo Calébs de vê-la. E, o esperado, ter de ver sua mãe ser presa.

No fim das contas, Ashley Marin vai encarar o macacão laranja e ver o Sol nascer quadrado porque suas digitais foram encontradas naquele mesmo revólver .38 que Hanna tentava enterrar, que, claro, teve seu exame de balística batendo como a arma do crime do Detetive Avulso, sendo assim, levada em custódia acusada de assassinato. Pobre Hanna, pobre Mamãe Marin.

Só que Emily estava disposta a ajudar, pra não ficar mais inútil do que o usual no episódio. E, claro, ela tem a brilhante ideia de pegar as gravações que mostravam Shana e Jenna tirando Wilden da estrada após seu atropelamento e entregar para a polícia, porque assim, no mínimo, teríamos duas novas suspeitas para a polícia. Adivinha o que aconteceu?

Merda, porque é a única coisa que acontece para as nossas Liars. O DVD que estava o vídeo foi trocado e em vez das tais gravações, o que tivemos foi uma Tia de Vermelho montada com a máscara de Ems, a mesma fabricada pelo tal Hector. Ou seja, fodeu de vez. E a tendência é só foder mais ainda até a próxima semana, enquanto teremos "-A" roubando carros avulsos durante a noite. Seguiremos acompanhando.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pretty Little Liars - 04x05 - Gamma Zeta Die!

Hanna fazendo Hannices, como sempre.

Como fazer para não amar Hanna? Como fazer para não rir da situação que nossa musa inspiradora se enfia a cada episódio? E, o melhor, como fazer para não rir de tanta cretinice? Esse é o resumo do episódio desta semana de Pretty Little Liars, em que até mesmo "-A" se rende a novos métodos de tentativa de assassinato e temos a busca, finalmente, pelo boy magya de bermudas.

Mas o grande destaque do episódio, no entanto, é o retorno mais aguardado da história dos Sete Reinos (uma referência à pequena referência de menina Troian durante o episódio, chegaremos daqui a pouco a isto): Menino Michelangelo Montgomery. E o melhor é que, mesmo sem aparecer, o menino quer fazer da viagem de Hot Mamma um Titanic e afundá-lo antes mesmo de sarpar do porto de Rosewood.

Menino Mike, em toda sua essência bandida de jogador recordista de Candy Crush, que invade casas a noite só pra roubar uma vassoura ou um penico (via Departamento de Polícia de Rosewood), usa de todo seu egocentrismo para praticamente proibir que Hot Mamma vá para Viena com o moço padeiro, porque teme que sua mãe game na bengala dele e não tenha mais tempo para os caprichos dele.

Só que Elle, o ex-marido da Ella, a mando e ordens de Zoiudinha - que finalmente mostra quem é o homem da Casa Montgomery -, deve ter aplicado um corretivo em Menino Mike, que desapareceu voltando ao limbo do esquecimento, e tentando convencer Hot Mamma a não desistir da baguete do padeiro. Quem sabe ele ganha um desconto no pão francês na próxima compra?

Mas o que Hot Mamma não esperava, muito menos Zoiudinha, é que "-A" tentaria intimidar a mãe mais sensual de Rosewood (sob os olhos de quem mesmo?) praticando uma tentativa de assassinato com um enxame de abelhas. Hot Mamma pode não ter um Camaro amarelo, mas ela deveria estar doce, doce, doce para as abelhas atacarem ela daquele jeito.

Enquanto isso, Emily e Spencer foram se dedicar a caçada do boy magya de bermudas em faculdades alheias. Mas para Ems não era só pra isso. Depois de ter suas chances reduzidas miseravelmente para Stanford com seu afastamento das piscinas por ordens médicas, ela foi realmente curtir o final de semana colegiado para conhecer o lugar e, de quebra, fez o seu conselheiro ficar caidinho por ela.

Ems, no entanto, colocou todas as cartas na mesa. Disse pro bofe que tinha "alguém". Que esse "alguém" era "ela" (ela no sentido de mulher, não Ella de mãe da Aria), mas acabou esquecendo de falar que essa "ela" por quem ela fica molhadinha é a mesma que tentou a matar uma vez, tem cara mais de homem que Calébe e recebeu o carinhoso apelido de Psicopaige, a psicopata das piscinas.

Só que, no entanto, esta busca precisava resultar em algo. E por isso a Casa Hastings deveria reinar em Porto Real e mandar a execução da Casa Fields. Esta referência, mais uma, ao mundo de Westeros e de Game of Thrones é brilhantemente apontado por Spencer em um dos quotes mais geniais da temporada, porque, assim como os Hastings, um Lannister sempre paga as suas dívidas.

Só que o caso não é esse, e sim que a filha pródiga dos Hastings (já que a prodígio está em Londres curtindo seu estágio e o frio londrino) fez jus à caçada pelos mistérios do boy magya de bermudas e encontrou o local em que o número que a periquita da defunta da Alison ficava repetindo. Uma espécie de "quarto do pânico".

Posso estar tremendamente enganado com o que eu vou dizer agora, mas ainda sim vou fazer minhas apostas: tudo parece estar ligado à Cece ou, de alguma forma, deve estar conectado à Cece. Ao que me lembro, antes de ela ter sido expulsa da primeira universidade em que frequentou, ela esteve em uma irmandade, o que faria bastante sentido se fosse em Cícero.

Porém, o que chama atenção é a cena final de "-A" tomando seus bons drinks com uma foto, da mesma irmandade do episódio, a Gama Zeta Chi (ΓΖΧ), dando enfoque ao nome de Carla Grunwald, a "house mother" da irmandade (foto abaixo). Seguiremos acompanhando para entender que rumos tomaremos nesse arco.
Clique na imagem para ampliá-la.
Porque, afinal de contas, o episódio foi dela. Sim, menina Hanna, mais uma vez, mostrando toda sua cretinice, audácia e inteligência ao tentar fazer de tudo para encontrar provas do envolvimento de Mamãe Marin com o assassinato do Detetive Avulso e dar um fim a estas tais provas. E por isso invade closets e encontra a possível pistola roubada de Papai Marin, que pode ser a possível arma do assassinato do Detetive Avulso.

Mamãe Marin, no entanto, foi buscar ajuda de Mamãe Hastings (só faltou a Sra.-Pam-Fields-Pra-Você pra completar a orgia das mães das quengas), essa advogada que, aparentemente, encontrou alguma coisa sobre Ashley Marin. Só que também é o seguinte, dizer que Veronica Hastings encontrou alguma coisa não significava que era sobre o assassinato. Mamãe Marin tem tanto podre escondido no armário que quando todos saírem já vai dar pra lotar a Av. Paulista na próxima Parada Gay.

Só que Hanna, esse poço de esperteza, parte para a região de York em busca de Spencer e Emily para saber como lidar com a pistola do papai, e mesmo ao ouvir de Spencer para ela não se mexer e não fazer nenhuma Hannice, lá foi ela com um caneco na mão e começar a cavar para sumir com a prova. Resultado: "-A" mandou um beijo na bunda.

Como sempre, nossa vilã do mal megaevil invisível e onipresente, está a uns 30 passos a frente de nossas Liars. Enviou o Departamento de Polícia atrás de Hanna e, a menina loira, foi presa com a pistola na mão. Não, pera. Isso soou completamente errado. Com este gancho, ficaremos esperando pela próxima semana e pelo próximo episódio, pela primeira vez na temporada, com um gostinho de quero mais. Manhê, tia King finalmente fez um episódio bom! CHOQUEI!

P.S.: A volta de Menino Mike só foi válida por ver ele sambando em Zoiudinha falando que ela só quer ver Hot Mamma longe pra poder dar comidinha livremente pro Ezra.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pretty Little Liars - 04x04 - Face Time

A cara da esperteza, não... pera.

Em um episódio que não chega a ser tão doloroso de tão ruim como o antecessor, esta semana em Pretty Little Liars temos respostas - se alguém acreditar em alguma coisa que saia da boca de Melissa Hastings - para parte das perguntas, criação de ganchos esperados e continuação com desenvolvimento de coisa que ninguém mais aguenta.

Porém, fica evidente um problema de saturação de história e fica mais claro ainda que eu não ando lá muito paciente para tamanha enrolação e pouco desenvolvimento da trama central da série. Só que, entretanto, contrariando a minha contrária colocação, as respostas podem - eu disse que podem, dado o fato de que vindo desta série, tudo pode ser uma grande lorota e muita mentira - dar um desenvolvimento que não foi visto ainda nesta temporada.

Mas claro que, para um episódio de 40 minutos em uma temporada de 24 episódios, é necessário que aconteça muita avulsidade e que sejamos enrolados. Essa é a graça, inclusive, de thrillers que brincam com pistas e cria falsos suspeitos. Mas o problema é que nunca, em todos os seus anos de exibição, Pretty Little Liars conseguiu fazer isso, porque nem pistas confiáveis nós sequer recebemos durante este período.

Novamente, porém, pondo estas minhas completas ressalvas, Melissa acabou sendo a melhor coisa para o  episódio desta semana. Com quase um ultimato de Hanna, Spencer quis plantar uma isca no maior estilo Velma de Scooby-Doo (e não é aquela maldita luta do menino Jacó de alguns episódios atrás) para que Melissa lhe desse informações ou entrasse em contato com seu timinho do mal.

A ideia de colocar o molde da máscara dela na mala (imagina a cara da mala na mala da mala, que coisa genial essa sutileza de titia King em suas mensagens subliminares) acaba que leva Melissa ao tal tio que confeccionou as máscaras da Ali e da própria Melissoca. Acompanhada de Zoiudinha, que ficou de olho em Hector (sério, até o roteiro zoa a nossa Zoiudinha pra ficar de olho, gzuiz), enquanto nosso projeto de detetive tentava lhe arrancar informações, enquanto Melissa destruía réplicas de seu rosto e jogava-as ao lago.

E, surpreendentemente, Melissoca abriu a boquinha. E sim, ela confirmou que esteve no trem durante a maldita festa do Halloween e que teria sido Wilden quem tentou assassinar Aria e Spencer naquele fatídico dia, assim como ela só estava tentando proteger Spencer nessa história inteira. Bom, se você acredita em Papai Noel, essa história foi feita pra você.

Mas, calma, se você acredita em Coelho da Páscoa, as coisas só tendem a melhorar quando Melissa ainda diz que Jenna e Shana estavam na cabana da última finale e que viram Wilden atear fogo, mas que "alguém" as salvou. Só que muita calma aí, Melissa ainda crê que Alison está viva (o que não chega a ser nenhum absurdo, se tratando dessa série e do que nós já conhecemos) e que, aparentemente, ela pode estar envolvida na morte do Detetive Avulso.

E pra selar isso tudo, pra lhe induzir a crer mais ainda nisso tudo, "-A" manda uma mensagem dizendo que Melissa não faz parte do bando. Uhum, e eu acredito muito nisso.

Enquanto Spencer arrancava estas informações, Aria conseguiu fazer o tal do Hector falar que ele devia dinheiro para Alison e quando "alguém" lhe pagasse, ele pagaria ela. O que fica claro é que o dinheiro é da produção de máscaras com a face de Ali, mas quem teria feito o pedido e quem é a pessoa que pagou por elas segue como incógnita. O que sabemos, no entanto, é que Ali pegou o dinheiro que o moço mantinha na carteira, embarcou em um carro preto e se mandou acompanhada por alguém. E nunca mais voltou.

Zoiudinha, porém, não satisfeita, quis mais algum destaque, afinal, se todo mundo pode ter uma barra, ela também queria a própria. E nada melhor do que ter aquela mula ambulante de Malcolm, o filho inútil de Ezra, para aparecer quase como um empata-foda entre Jacó e Zoiudinha. Aria contou-lhe toda a verdade que ela se meteu - e foi metida, é claro - com o professor de inglês e, Jacó, sempre muito esperto, lhe lançou uma metáfora complicadíssima para o cérebro de Zoiudinha. Mas, bem, durante as aulas Aria nunca esteve muito ligada em metáforas, e sim no conteúdo da aula. Se é que alguém compreendeu.

Já Emily segue deslocada com o dramalhão digno de novela mexicana com o retorno de seu pai, que nos brinda com uma discussão e segue a acusação de que Ems sofre de violência doméstica por Sra.-Pam-Fields-Pra-Você. Mas Ems não consegue lidar com barraco, o lance dela é ir ficar molhadinha com Psicopaige, mas quando volta, a polícia faz uma visitinha para a família. Seguiremos acompanhando. Aliás, neste ritmo, o lance é esperar pra ver Casos de Família baixar por lá.

Mas quem tem a melhor história é Hanna, sempre. Aliás, Hanna é um poço de genialidade. E, desta vez, não uso de nenhuma ironia. Porque chegar a falar que o Detetive Avulso fazia parte de uma máfia russa só pode ser definido como genialidade. E, sim, Hanna é genial. Só que como todos viram que o Detetive Hollaback Girl não conseguiria dar conta do recado, eles foram chamar alguém que consiga. Por isso Tentente Tanner nos dá o ar da graça (e de sua feiura, é claro).

Hanna, porém, graças ao protótipo mal-sucedido de macho do Calébe, parece crer que Mamãe Marin tem rabo preso na morte do Detetive Avulso, e que "-A" sabe disso. Ainda mais após ver o conteúdo da caixa de Wilden no banco em que Ashley Marin trabalha durante inspeção da dupla Hollabcak Girl e Tanner. Novamente, não acho que Ashley Marin tenha feito alguma coisa, o segredo dela vai ser algo tremendamente podre e daqui a pouco todos vão esquecê-la novamente. É sempre assim.

Mas quem achou que o episódio não tocaria no assunto de Maria Catarrão se enganou. E pra fazer você achar que está tudo ocorrendo de forma incrível e amarrada, eles criam uma possível ligação da morte de Maria Catarrão com Alison. Quer dizer, com uma garota loira. Segundo o tal médico esquecível, em visita de Zé Tobias, aparentemente estamos vendo o "Quem matou Maria Catarrão?" porque tem uma ligação com Alison. Ligação forçadíssima e que só mostra o desespero da equipe de roteiristas em fazer tudo ter alguma ligação com essa vadia.

No fim das contas, agora que Melissoca foi embora e levou consigo boa parte das respostas, só posso os levar a reflexão e me explicarem ao que ela dizia com "quando isso tudo começou a acontecer". Teria sido quando Ali desapareceu? Quando o corpo dela foi encontrado - e conhecemos "-A"? Quando o clube privê que tudo vê (lê-se: NAT Club) virou alvo? Enfim, até semana que vem.

P.S.: Episódio sem Mona. Inaceitável. Preciso de doses de Janel Parrish pra alegrar minha vida, porque se depender só de Pretty Little Liars eu morro depressivo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Pretty Little Liars - 04x03 - Cat's Cradle

Lento, devagar, quase parando.

Episódio tão movimentado quanto um episódio inteiro vendo Jon Snow caminhando no meio da neve em Game of Thrones. Com tantas reviravoltas quanto uma investigação de Sarah Linden em The Killing. Tão surpreendente quanto um episódio de Steven Moffat que se baseie na "timey-wimey wibbly-wobbly" variável. Isso é o resumo básico deste episódio: Nada brilhante, nada surpreendente, nada dinâmico e tudo extremamente previsível e parado, como dito na frase que abre o texto, quase parando.

Só que, diferentemente de todas as referências utilizadas no parágrafo acima, isso não chega a ser bom. Nem legal. Nem divertido. Diferentemente de Game of Thrones, não há um banho de sangue que lave a alma com uma sambada épica na sua cara. Diferentemente de The Killing, não há a complexidade de personalidade e profundidade de interpretação de diversos personagens. Diferentemente de Doctor Who, bem, aqui este episódio não chega nem na sujeira sob o dedo mindinho do pé esquerdo de Jenna-Louise Coleman e do brilhante Matt Smith.

Em um episódio em que as mamães piranhonas ganharam destaque, quem brilha é a falta de agilidade em condução da história e o fraco desenvolvimento, após um excelente episódio na semana passada. Fato que volta a nos atormentar, depois daquela premiere horrível de tão ruim. Só que os méritos da causa negativa é mesmo da equipe de roteiristas, que não empolga e não consegue ditar um bom ritmo as coisas.

Olhando de forma geral, o episódio até poderia ter sido bom. Mas só ficou no "poderia" mesmo.

Seguimos Spencer deslocada das outras Liars, já que decidiu seu ofício de Nancy Drew (via Hanna) ajudando Toba a encontrar os orifícios da janela que Mamãe Maria Catarrão poderia utilizar para ter se jogado. Acho incrível como eles conseguem entrar e sair de um manicômio com total tranquilidade, bem como investigar os quartos a procura de uma janela em específico. Mas ok, finjamos que comprei a ideia, ainda não consigo entender a necessidade de termos esse arco para o Zé Tobias.

Tobinha é um personagem útil, sempre foi, pros interesses da série. Seria mais útil ainda agora que poderia ser peça ativa na ajuda das Liars em busca de -A, Tia de Vermelho ou Tia do Véu, mas não, vamos acompanhar sua jornada em busca do pseudo-suicídio de Maria Catarrão, porque é mais melhor de bom ver isso. Só que nunca.

Voltando à estória de Toby, ele, junto à Spencer, descobriu que não há como sua mãe ter se suicidado pulando da janela do quarto ao leste do Radley Sanitarium, digo, Sanatorium, seja lá qual for esta janela. Há uma espécie de parte do teto que obstrui a passagem física do corpo até o chão, e me surpreende a polícia chegar a conclusão dos autos do processo acreditando em suicídio com esta informação. Isto mostra que 1) a polícia de Rosewood é a pior polícia do planeta, consegue ser pior do que o BOPE em operações de contenção no Rio de Janeiro, ou 2) a polícia tem o rabo preso com alguém.

Mudando de assunto, quem retorna dos mortos é Hot Mamma, que segue tentando pegar na baguete do padeiro que é primo do Stifler. (Eu uso tanta referência sem noção que acho que um dia eu vou dar curto-circuito em quem lê esses textos). Só que a baguete do moço está de mudanças, ele foi convidado para demonstrar seus dotes em Viena e quer que Mamãe Montgomery vá com ele, só que ela precisa ficar de olho em Zoiudinha.

O que me deixa meio confuso, porque a desgraçada sequer mora sob o mesmo teto de Zoiudinha. O que faz da vida é dar pro padeiro e aulas no Rosewood High, e como sabemos, o salário de professor não é lá essas coisas. E isso meio que faz Zoiudinha tentar convencer a moça a seguir com a paixonite, acho justo, já que, assim, Hot Mamma ficará longe do radar de -A.

Por falar em Zoiudinha, nossa pequena grande anã em crescimento (oi?) já começa a receber o tal do Jake em casa e me pergunto: Se Elle (o ex-marido da Ella, pai de Aria) já armou barraco porque menina Zoiudinha deu umas bitocas em Ezra, ele já recebe menino Jacó assim em casa? Não faz sentido nenhum. A não ser que ele estava ocupado demais pegando alguma aluna na faculdade e se o menino Mike (sdds Michelangelo) andou arrombando outros buracos por aí e não estava em casa.

Mas a mãe que merece todo o destaque possível nesse episódio não é Mamãe Marin, mas sim Sra.-Pam-Fields-Pra-Você. A mãe de Emily segue mostrando todo o seu domínio utilizando, segundo consta, de violência doméstica para com a sua filha. Que absurdo. E mais absurdo é ver que alguém na escola liga pro Conselho Tutelar e Ems logo diz que foi -A. Isso é obsessão, no mínimo.

Falando sério, Pam Fields é supostamente creditada como a possível responsável pelo machucado no ombro de Emily, como a pessoa que teria a indicado a usar de analgésicos, culpada da úlcera causada pelo creme megaevil de -A e, claro, utilizar de força bruta com a moça. Desculpinha aê, galere, mas eu ri. Muito. Porque nada faz sentido, se bem que a desculpa que ela levou um capote de bicicleta seja tão ridículo quanto.

Mas o forte em inteligência nunca foi de Emily, muito menos de Hanna. Mas, às vezes, nossa loira em ascensão tem uns lapsos e acaba sendo a mais inteligente das quatro. E foi o caso do episódio. Hanna segue com um pé atrás a respeito de Mamãe Marin e, com o retorno de seu macho (onde?), Calébe (via Bumerangue Boomerang), eles dividiram as buscas, já que menina Hanna precisou liderar as buscas com outras duas coleguinhas.

Caleb, com toda sua desenvoltura de macho-alfa (só faltou o macho mesmo), foi atrás de Papai Marin (e eu achando que o véio tinha morrido ou sido esquecido no limbo) e começou a questioná-lo sobre sua ausência da vida de Hanna e, o que ganhamos? O fato de que Mamãe Marin nunca saiu de Rosewood e de que a pistola dele foi roubada. Mais um plot repetido, pistola caída de velho sendo levada de escritório avulso. Papai Hastings não curtiu isso.

Como eu sigo os meus pensamentos de que acho provavelmente improvável que Ashley Marin possa ter matado o Detetive Avulso, vamos falar da outra Marin, a que realmente interessa. Como Spencer estava envolvida no Toba, Hanna juntou Aria e Emily e partiram em busca do suposto local onde as máscara da Alison foram feitas, já que Mamãe DiLaurentis (eu falei que as mamães estavam em alta na série) deu uma caixa cheia de itens mais avulsos que o Detetive Avulso, incluindo uma máscara sobre a tal máscara da Alison.

Ao chegar no local, Hanna partiu em investigação enquanto Emily recebia seu banho de lama de brinde e Zoiudinha ficava de olho aberto e fazendo perguntas aleatórias pra enganar o moço. Hanna, esse luxo de esperteza, que toma sustos com seu próprio reflexo (isso porque Ash Benson é uma linda, imagina se fosse o projeto de traveco da Psicopaige!), encontrou os moldes de possível máscara da Melissa. Que também ressurgiu do limbo - ou teria sido do véu dos mortos (via The Vampire Diaries).

Já que não tivemos novidades do boy magya de bermudas e do telefone cantado pela periquita da Alison, nada melhor do que nos brindarmos no retorno cheio de glamour de Torrey DeVitto, que já foi bater ponto na delegacia, sustentando a minha tese de que Melissa tem fetiche por homem de farda, detetive ou médico - ou bandidão mesmo, vide Ian Thomas e Shana, er... espera.

Mas o bom de Melissa é que mesmo inútil ela é útil, já que protagoniza cenas cheia de duplo sentido com sua irmã e dá à Hanna motivos de ir parar na delegacia para encontrar a única coisa que realmente se salva deste episódio: o mural de investigação do Detetive Hollaback Girl (via Gwen Stefani). E como eu sou um lindo, amo vocês e tenho que fazer meu trabalho direitinho senão serei demitido (não sei por quem já que sou eu quem mando nessa porra toda), vou deixá-los com as fotinhas do painel, enquanto espero por um novo episódio que me faça esquecer desse péssimo episódio. Aidels, preciso de aumento. Até semana que vem, little liars.
Imagens em alta definição daqui a pouco, mas, ainda assim, 
se quiser vê-las em tamanho maior até lá, basta clicar nas imagens e ser feliz, 2bjs.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Pretty Little Liars - 04x02 - Turn of the Shoe

Piu-piu-piô. Piu-piu-piô.

Agora sim podemos encher a boca e dizer que Pirulitolaiars está de volta, em sua boa forma, com direito ao que há de melhor na série. Com um episódio bem mais dinâmico, divertido e completamente cretino, titia Marlene King se absolve dos crimes cometidos naquela premiere bisonha e se redime, nem que seja um pouco, de um duplo fracasso neste início de temporada.

Uma coisa que sempre esteve presente em nossos textos é a inteligência das moças. Confiar ou deixar de confiar em Mona parece botar em cheque a inteligência dessas meninas. Eu, na mesma posição, teria os mesmíssimos motivos para desconfiar da Monanão, mas a situação ainda lhe permitiria o caso de trazê-la pra mais perto ainda. Como o ditado, "mantenha seus amigos perto, mas seus inimigos mais perto ainda".

Mas, cara, às vezes eu tenho que louvar a inteligência dessas meninas, porque só com muita reza e boa macumba online pra tanta estupidez. Ou azar. Não sei o que definir a capacidade absurda e extremamente certeira de Ems enfiar o - muita calma nessa hora - ombro em uma pedra no chão. Tem que ser muito azarada mesmo pra isso. É como diria o ilustre Carlos Drummond de Andrade, no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do meu capote. Pobre Emily.

Isso acontece após as Liars, em comboio - porque pra que a necessidade de três veículos para ir no meio do mato levando cinco raparigas? -, decidirem ir até o A-móvel, que foi roubado por Tobinha que ainda segue em busca de saber o que andou rolando com mamãe Maria Catarrão para ter se suicidado, e vê que o dito cujo tinha sumido.

Óbvio que a culpa seria de Mona, quem mais saberia que o trailer estaria ali? Mais óbvio ainda que essas meninas não aprendem nada com o tempo, e que -A está em tudo quanto é lugar. Até mesmo em bancos traseiros, sufocando Monanão e tentando atropelar Zoiudinha, a própria Monanão e Emily, o que nos leva ao caso do "no meio do caminho tinha uma pedra".

Mas Emily é ainda mais azarada que o usual, ela toma doses cavalares de analgésico para poder competir e seguir sonhando em passar o resto da vida - ou o tempo da faculdade - dividindo um quarto com Psicopaige  em Stanford, porque, segundo consta, Shana está com os orifícios arregalados de olho na vaguinha. Isso faz com que Ems se dope tanto que perde noção de distância (?), bata a cabeça na parede da piscina (??) e perdesse a consciência (???). E eu só posso terminar este parágrafo com: Oi?

Enquanto a Emily segue nessa barra pós-capote-na-pedra e se drogando pra competições molhadas com a Shana alheia, Aria também entra no mood de querer virar a Formiga Atômica por conta do derradeiro acontecimento que iniciou este episódio. Querendo se auto-defender, menina Zoiudinha buscou ajuda com o instrutor de luta do Holden, um tal de Jake (Ryan Guzman, Step Up Revolution).

A cena é ainda mais divertida do que a proposta, já que todos sabemos que quando Zoiudinha vê um bofe mais velho dando sopa, ela quer logo enfiar o canudinho nele todo. Tanto é que o interesse dela nem é muito por auto-defesa, mas sim por ataques pela traseira. Achei tendência a arte de ensinar Scooby-Doo como luta para proteger o Toba, oh wait... Ninguém mandou ela fazer uma luta chamada Tang So Doo e se preocupar com casos de pessoas a atacarem por trás.

A preocupação é tanta que a relação estabelecida entre o treinador e a treinada deve ser de confiança, só que a confiança exala tanto pelos poros da pele que basta uma meia dúzia de encoxadas e chegadas pelo Toba de Zoiudinha que rola até uma extensão da aula com direito até a beijoquinha. Aria, abiga, você não perde tempo, hein. E o coleguinha Jacó também não, até visitinha noturna andou fazendo. Todos prevendo um reboot de Ezria agora com Jacóbria (com Zoiudinha de olho na cóbria, tudumpá - piada ruim, há quatro anos, a gente vê por aqui). Só curtirei se rolar gente sendo presa de verdade, e tenho dito. Reparem que Zoiudinha é tão porquinha que recebe o moço em casa sem ter tomado banho depois de uma aula de artes marciais. Senti o cheiro daqui.

Enquanto isso, Hanna - que segue mais um episódio sem Caleb, mas quem liga? - segue sendo a única Liar com medo de nada, porque né, a loira acusa e enfia o dedo na Shana no meio da rua, falando sobre o fato de Jenna e ela terem tirado o Wilden da rua quando o mesmo foi atropelado por Mamãe Marin e fica se fazendo de desentendida por não ter ido ao velório de seu "amiguinho".

Hanna, inclusive, viu Mamãe Marin retornar dos mortos, com o sapatão enfiado na lama e com todas as pistas indicarem e tentarem incriminar a senhorita Ashley Marin. Como sempre, eu duvido muito que Mamãe Marin tenha matado o detetive avulso lá, mas aposto que deve ter tido um encontro no meio do mato. Esse povo adora se encontrar de noite no meio do nada, parece hobby, então não seria nada absurdo.

Absurdo é Mamãe DiLaurentis aparecer no meio do nada pra entregar e oferecer periquitos cinza pra primeira que aparecesse na frente dela. Aliás, não é só um perequito, é a periquita de Alison. A canalhice desse pássaro é tamanha que não seria justo não abrir este texto sem referenciá-lo. Mais injusto ainda é as pessoas não entenderem a sutileza da interpretação do pássaro, mais expressivo do que Shay Mitchel em quatro temporadas (Shay, te amo, mas né...). O papagaio (ou periquito, se bem que parecia apenas um pombo, não importa) nos trouxe uma pista, inútil até então, do barulho de um provável número que Alison teria ligado - o boy magya de bermudas (via Hugo Gloss).

O pássaro, coitado, foi raptado por -A, que nos brindou com uma cena final suculenta, fazendo periquita assada (só não sei de quem, hm) e oferecendo essa suculência à periquita de Alison. Acho inovador liberar comidinha para periquitas de defuntas. Isso não seria necrofilia?

Por fim, mas não menos importante, nos resta Spencer e Zé Tobias, com seus dilemas cheio de profundidade e complexos demais para serem exibidos na ABC Family, como não ser aceita na Universidade da Pensilvânia ou não conseguir ler os prontuários médicos de Mamãe Finada Maria Catarrão.

Achei legal darem, primeiro, este tipo de enfoque para a trama de Spencer, é justo ela ter uma trama "normal" de vez em quando, mas eu estaria mentindo se eu falasse que fiquei sentido com sua rejeição, manchando o histórico da família Hastings. Mentiria, porque eu ri, na verdade. Já para Tobias, essa morte de Mamãe Mary Cavanaugh é cheia de enigmas e coisas obscuras, mais que um Toba e uma Shana juntos. Mas, pra mim, não faz sentido nenhum pro contexto atual da série, afinal, esqueceram que -A e Alison são os únicos motes e arcos que realmente importam?

No mais, resta dizer que Ezra, desocupado em sua sua solteirice, agora está aconselhando moças rejeitadas em Universidades alheias e só. Ah, e que semana que vem tem mais dessa delícia suprema chamada Pretty Little Liars. Até lá.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Pretty Little Liars - 04x01 - A Is for A-L-I-V-E (Season Premiere)

E começa tudo de novo, e de novo, e de novo, e de novo.

Tã-dã. Senhores passageiros do voo 401 com destino à Rosewood, embarque no portão do inferno porque vocês serão enganados por mais uma temporada inteira e enrolados como se não houvesse amanhã com repetição de histórias já vistas, com pegadinhas da Marlene e arcos ainda mais bizarros do que já vimos nessas três temporadas anteriores. Tã-dã.

Sabe, eu sempre defendi Pirulitolaiars com todas as minhas forças e esperanças, mesmo quando o episódio era bem ruim, eu tentava transformá-lo num mar de rosas fazendo piadas cretinas e usar todo tipo de metalinguagem existente de forma idiota, mas essa semana eu realmente quero fazer as coisas diferentes porque eu, não sei quanto a vocês, cansei de ser feito de idiota.

Não vou comprar mais a mesma história pela terceira vez seguida e achar que tudo está maravilhoso e que Pretty Little Liars é a melhor série da minha vida. Longe disso. Esta premiere remonta arcos que já estamos saturados de ver e já é hora de Marlene King, Oliver Goldstick e Lisa Cochran-Neilan pararem de encher a história de pontas soltas e não amarrar absolutamente nada, além disto, parar de reciclar trama, porque ninguém aqui é imbecil pra ficar vendo a mesma coisa repetidas vezes.

Analisando de forma fria este episódio de estreia de temporada, tivemos um episódio legal, introdutório e extremamente similar à premiere da terceira temporada, por exemplo. E este, talvez, seja o maior problema. Não é que o episódio tenha sido ruim, ele não foi, apenas foi desenvolvido com um amontoado de coisas já utilizadas pela série, diferenciando em um ou outro detalhe, adicionando ou retirando uma ou outra coisa.

Faltou um fator de originalidade. Faltou um fator de ousadia.

Quer dizer, único fator de ousadia que vimos foi o tamanho da cretinice da produção durante a resolução do mistério sobre o que estava dentro do porta-malas da viatura do Wilden: um porco. Não, não o porco do Wilden, e sim um porco de verdade, mortinho, só pra aparecer na tela quase em letras garrafais: PEGADINHA DA MARLENE. IÉ IÉ. Sérgio Mallandro curtiu esta cena.

Para quem se perguntava a relação da Mona e suas ações como "-A", no entanto, foi recompensado com uma bela sabatina. A respeito do carro do Wilden, não foi ela quem o tirou do lago, mas foi ela quem o colocou na garagem das Martin. Sobre orifícios escuros e a relação com a Psicocega, Shana já conhecia Jenna antes de chegar à Rosewood, e está apaixonada pela ex-cegueta, com ambas alimentando um medo por Melissa. Cece visitou Mona em Radley, mas o assunto da conversa foi esquecido por conveniência, é claro. Lucas foi quem fez aquela massagem em Emily, faz tanto tempo que eu duvide que alguém considere esta informação importante. Tobias foi recrutado assim que conseguiu o emprego fora da cidade, mas isso todos já sabiam, ou deveriam saber. E não foi ela quem empurrou Ian na Torre do Sino na Igreja.

Mas a informação mais importante, no entanto, é quando começamos a falar sobre a noite do Trem Assombrado. Mona estava lá, foi ela quem utilizou a máscara com o rosto de Ali e que quase beijou Hanna (diálogo cretiníssimo este), mas ela não tinha nenhuma relação com a Rainha de Copas. Eram duas, na verdade. Wilden e Melissa. Vimos e confirmamos a identidade de Wilden, mas quando veríamos se era realmente Melissa, o computador teve uma pane, patrocinada por "-A" e seus trojans malditos.

E se você estava esperando por algum morto nesta premiere, bem, você foi premiado. Assim como o caso do Ian. Assim como o caso do Garrett, agora temos o caso de Darren Wilden. O ex-detetive de Rosewood foi baleado, segundo os jornais locais apontam, por diversas vezes em um local diferente onde o corpo foi encontrado. E quem vai investigar o crime? Mais um detetive avulso. O tal Oficial Holbrook (Sean Faris) está no cargo das investigações. Desculpa, mas só eu tive uma sensação tremenda de déjà vu e plot requentado? Acho que não.

Só que a vida das Liars não é só esse glamour de velório (com direito a mais uma pegadinha de "-A", plantando o celular de Mamãe Marin no caixão do defunto) e investigação policial, elas têm os seus bofes (Caleb não incluso - não se encaixa na categoria 'macho por definição') sobre o olho do tornado, com exceção de Emily.

Nossa nadadora parece cada vez mais firme e forte com Paige (essa é mais macho que o Caleb em todos os requisitos mínimos necessários), com direito a trocas de "eu te amo" para esquentar esse frio dia dos namorados (para nós, elas estão pouco se fudendo pra esta data, na verdade) e se acertando para tentarem a Universidade de Stanford. Claro que "-A" vai melar com os planos de vida conjugal delas, mas vamos curtindo - só que não - esse momento das duas.

Porque Zoiudinha tem motivos pra ficar com as orbes ainda mais arregaladas agora que não tem mais Ezra e um vice-diretor carrancudo com os olhos dele sobre a Zoiudinha. Quão irônico. Aliás, a melhor cena do episódio foi um sonho. Me senti vendo Breaking Dawn de novo, quando o melhor não acontece de verdade. Ezra sendo preso seria o melhor momento dos quatro anos, até fiquei na pontinha do sofá esperando pra ver este momento célebre. Mas foi pura ilusão. Mais uma pegadinha da Marlene. Insira o "ié ié" novamente, por favor.

Já Hanna, na ausência de seu quase-macho, tentou passar o episódio ajudando Mona e bancando a "BFF" perfeita. Mas era uma amizade com interesses. Ela queria o HD que Mona roubou da antiga viatura do Wilden antes de partirem fugidas da cena do crime, HD que continha o vídeo de Mamãe Marin atropelando Wilden como se ele fosse um boneco de Olinda. Só que Mona é esperta. Acho que já deve ter feito cópia e enviado até pro Alasca como backup. Só por isso devolveu à sua falsa-amiga.

O destaque maior, como usual, é de Spencer. Afinal, uma Hastings agora é suspeitíssima de ser "-A" ou ter relações com "-A", e Zé Tobinha só toma no Toba e "-A" vai utilizá-lo como marionete até a sua vontade passar. O que só Deus sabe quando. "-A" tem informações sobre a morte da mãe de Toby, que parecia ter desenvolvido algum tipo de doença durante um flashback, e só daria se Tobinha levasse o covil de Mona para "-A", coisa que ele faz no fim do episódio.

Por fim, tenho que falar da mulher misteriosa vestindo um véu sobre a cabeça e, ainda assim, usando a máscara de Ali. Parece que a Tia do Casaco Vermelho cansou da cor e mudou pra Tia do Véu, só que este plot já veio de Sinhá Moça, produção.

Mais uma vez, de forma geral, foi um episódio bom, mas ainda muito abaixo do esperado e da expectativa. A série utiliza-se de arcos repetidos para segurar a trama e acaba se saturando e ficando repetitiva ao longo do tempo. Espero que este quarto ano traga respostas de verdade e sólidas, além de episódios geniais. Faz tempo que não temos um episódio com marca mór de genialidade.

P.S.: Review desta semana sem a comum tirada de sarro, precisei ser mais crítico que o usual. Retornaremos a nossa antiga programação em breve (ou quando eu quiser, 2bjs).
P.S.: Jenna aparecendo toda misteriosa e com uma marca de queimadura. Onde será que ela queimou aquilo? Será que foi quando ela e a Shana estavam colando o velcro no meio do mato ou quando ela queimava a rosca com o Noah? Pergunta difícil.
P.S.: Mamãe DiLaurentis está de volta. E mais suspeita do que nunca. Até o quarto da filha ela decorou do jeitinho que estava antes. #MEDO

quarta-feira, 20 de março de 2013

Pretty Little Liars - 03x24 - A dAngerous gAme (Season Finale)

Calma, amgs, não foram só vocês que ficaram chocadas.

Uma coisa eu tenho que dizer, eu esperava qualquer coisa dessa finale e boa parte das ações tomadas foram previsíveis, mas tia King reinventou a teoria de sambada na cara e pisou, com muita força e vontade, na alma do coleguinha que estava vendo a essa crocância expelida em tela. Sim, o episódio final de temporada de Pretty Little Liars é imensamente superior aos seus três ou quatro antecessores, muito mais cretino, com um roteiro bacana e com ações que realmente mexem na estrutura central da trama, e não em histórias de caciques e indiozinhas perdidas, porque né.

Nossas Liars não tiveram aqueles arcos separados de forma mais específica, embora todas elas tenham desempenhado um papel diferente dentro da finale até a derradeira conclusão. A começar com Emily, a menos útil, se pararmos para analisar, que teve a tarefa de descobrir e nos contar um encontro bafônico entre Melissoca no Toba Hastings, Shana e Psicocega. Pausa... Oi?

O maior choque do episódio não esteve em um ou outro arco definido, em algum plot twist miraculoso de titia King, não, que isso! O maior choque foi além do retorno de Jenna, a Psicocega. Nunca que imaginaria ver que Psicocega voltaria já dando uns pegas em Shana. Parece que o ditado prevaleceu, quem não tem Toba, caça com Shana, ou qualquer coisa assim; não é mesmo, Jenna?

Falando em Shana, tadinha de Hanna, que ficou #xatiada porque a Shana se abre pra todo mundo, menos pra ela. E agora que não tem menina Tainá ou a Mamãe Marin pra tomar conta, tá carente, precisando da Shana alheia, decidiu ir contra todas as palavras de Zoiudinha e se ofereceu pra tomar conta de Malcolm, o filho quase inútil do Ezra, e ver se a criatura confirmaria quem foi a garota que o sequestrou no episódio anterior.

E me surpreende a sagacidade de Hanna, esperta em tantos momentos, e tão burra em outros. O Malcolmvulso precisou de 3 horas repetindo a mesma coisa pra que Hanna entendesse o que ele estava falando. Amiga, acho que você anda precisando da tecla SAP aí, hein. Mas enfim, depois do lapso comum de burrice, Hanna voltou possuída e pegou Spencer no pulo, com direito até referência à Nikita.

Ah, Spencer, foi querer seguir a Tia de Vermelho e bateu com a cara na parede. Aliás, era claro que a foto divulgada do confronto era uma baita trollada de tia King, aliás, tão trollada quanto a cena típica de na sequência anterior termos dúzias e mais dúzias de gente vestido com um casaco vermelho. É por isso que eu amo Marlene King.

Enfim, confrontada, Spencer falou. E falou. Disse que ela se infiltrou no time e contou como Mona chegou até ela no Radley e que, podem pular com as mãoszinhas pro alto pessoas, Zé Tobias e sua hemorroida não jaz em seu túmulo e está mais vivo do que nunca. Aliás, Zé Tobias sempre foi um Toba limpinho e só estava infiltrado no -A Team (ou será que era o -A Team infiltrado no Toba? Agora não sei...), pra proteger Spencer, tipo Psicopaige e Tainá querendo se meter na história, lembram? E como Spencer andava muito mal comida, foi só encontrar um motel pra eles começarem a se comer. Pois é, Spencer não perdeu tempo e logo liberou o Toba pro Toba.

Agora, vamos falar de coisa boa. Quer dizer. É bom sim, afinal, Ezria nevermore! Desculpa os fãs do casal, mas eu me nutro na desgraça alheia. E me nutro mais ainda quando alguém faz uma cachoeira brotar nos olhos esbugalados de Zoiudinha. Não deu.

Ezra foi contatado e recebeu o convite para voltar a lecionar na Rosewood High, mas ele pediu um tempo pra pensar e omitiu o convite de Aria, deixando nossa pequena anã (redundante, não?) doida do Toba e com aquele feeling de traída. Tadinha de Zoiudinha. Com direito de beijo de "até logo" - não duvido muito da separação definitiva, então -, vamos vendo tudo voltar a estaca zero e Aria voltar a ser a mal comida da primeira temporada, enquanto Mr. Fitz escreve seu nome e quer falar de transpor a inocência alheia. Sei.

E apesar de tanta coisa acontecendo paralelamente (só se for em um universo paralelo, né Kelvin), o grande clímax do episódio foi o possível encontro das Liars, do -A Team e a Líder Suprema, a Diva dos Sete Mares, a Rainha de Westeros, a Potranca do Capão Redondo... Sim, nossa Tia de Vermelho.

Em um encontro patrocinado pela Família Hastings, "a sua conta bancária é o nosso troco de carteira", com Mona achando que estava abalando na night, e Zé Tobias bancando o espertalhão e dando rasteira na pobre coitada, vemos nossas Liars acurralarem Mona e se acurralarem, enquanto Zé Tobias e Spencer iam passear na floresta, enquanto o Seu Lobo a Tia de Vermelho não vinha.

Quando chega o avião pousando no meio do nada me veio inúmeros pensamentos randômicos, dentre eles: "Uai, mas a quenga da Tia de Vermelho não estava em Roseira City? Como ela pegou um avião e quase desceu dando uma de Narcisa e gritando 'Eike Badalo'?". Pois é, ou temos duas Tias de Vermelho, ou tia King se esqueceu desse detalhezinho ou... sei lá, eu que tô badalando o Tico e o Teco por aqui.

Voltando às três lesadas mais a Mona, uma das -As sambou na cara das quatro e quis fazer do casebre de chuva pra música da Adele, ateando fogo. Mas, sacomé, Tia de Vermelho pode ser uma vadia mor que todos acham que é a Alison, mas ainda assim salvou todo mundo da morte.

E você achou que era só isso? Claro que não. E eu preciso falar: eu sabia que ia rolar plot de The Killing. Primeiro, além de empurrar o carro pra dentro lago, era claro que ele ia surgir do nada e alguma coisa estaria dentro do porta-malas. Ou alguém, possivelmente. Mas não foi só isso, na sequência do vídeo em que Mamãe Marin faz de Wilden bonecão de posto e faz ele voar, quem o leva e o resgata são Psicocega e Shana. Pois é, Melissoca, Jenna, Shana e Wilden. Olha aí o seu -A Team de verdade.

No mais, esse episódio foi um prato cheio para quem é realmente fã, se atentou aos detalhes do que era apresentado e conseguiu pegar diversas referências utilizadas lá no piloto da série. Pois é, diálogo com frases da famigerada premiere, mesma tomada de cena entre Aria e Ezra nas escadas, dentre outras de outros episódios, como a surpresinha no porta-malas de algum veículo.

Pra você, caro leitor, que aguentou todas as insanidades casuais e minha ladainha semana após semana, aqui fica um muito obrigado e um até logo. Eu, em nome da equipe de todo o blog, agradeço a sua prazerosa companhia e quero ver a todos vocês no dia 11 de Junho, no retorno triunfante dessa coisa saborosa que tem nome de Pirulitolaiars. E para aqueles que ainda me aguentarão em outros textos: #tamujunto. 2bjs.

P.S.: Liars mandando Mona tentar ligar pelo celular que havia acabado de usar e que fica sem sinal milagrosamente com a desculpa: "É ela [a Tia de Vermelho]! Ela está em todos os lugares e em nenhum lugar!". E eu que achava que a Mona era onipresente.
P.S.: Mãozinha que surgiu no episódio "This Is a Dark Ride" (3x13), apareceu de novo. E não era cena da Família Adams, mas sim com outra pessoa a segurando e puxando-a pra tirar, literalmente, do buraco. Alguém tem dúvidas de que ela está viva?

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pretty Little Liars - 03x23 - I'm Your Puppet

"Gata, acho que o preto valoriza a minha pele". - Hastings, Spencer.

Mesmo que não tenha lá atendido a todas as expectativas, o episódio desta semana de Pretty Little Liars vem mais recheado e saboroso do que seus dois antecessores, com burrices rolando por todo o lado, gente desobediente e, claro, gente mais louca do que o usual, além de alguma cretinice por aqui e por ali.

Começamos a pauta dessa semana falando sobre Aria e a perspicácia de nossa querida Zoiudinha, que vê o projeto de filho de Ezra ser raptado por -A e ainda assim não aciona a polícia. Imagine, se fizeram um escândalo porque ela se desligou por 2.3 segundos e o menino caiu de boca no chão, por que não chamar até a SWAT e o FBI pra ir atrás do garoto?

Mas não, ela entende a mensagem de -A como um convite pra ir visitar um circo itinerante nos arredores deste fim de mundo. O que é muito sábio, só que não, sair correndo atrás de um ser encapuzado e tentar por si só recuperar a cria. Sorte dela de que -A só quis dar um susto. Susto que nos rende um motivo de briga por Zoiudinha, que prefere ser a quem toma no Toba na história, e abre mão do relacionamento já conturbado com o professor pedófilo.

Ems, no entanto, decide ser quem realmente é importante nessa brincadeira, indo atrás de corpos mascarados em necrotérios e olhar o corpo nu do povo emprateleirado, além de pedir pra mamãe Sra.-Pam-Fields-Pra-Você algumas informações sobre o caso do Zé Ninguém encontrado no meio da floresta.

Confesso que ri a sequência inteira, com Emily e Hanna querendo tirar uma foto do defunto, enquanto Aria vigiava a porta (escolha sensata, afinal, o olho biônico da moça captou a Tia de Vermelho saindo fugida pelo elevador). E ri mais ainda com o fato de mamãe Sra.-Pam-Fields-Pra-Você ter dito expressamente "guarde a porra desse segredo", enquanto ela corria pra contar pra Hanna e Aria.

"E que segredo é esse, tio?", você pergunta, e eu respondo, o corpo no meio do mato a qual Spencer se referia foi encontrado e, como toda tomada de cena tem de ser providencial e um pouquinho clichê, a tatuagem foi novamente mostrada. Quer dizer, a tatuagem estava saindo, manchada, deixando claro de que o defunto não é Zé Tobias, fortalecendo a ideia de que possa ser Jason. E como o tio aqui é bonzinho, eis a foto:
Clique na imagem para ampliá-la.
Enquanto isso, Hanna parece desenvolver as teorias absurdas sobre papai de Tainá ser megaevil, mas eu já falei que o cacique nessa tribo foi tapeado pelo homem branco, não disse? Era óbvio desde o instante que a tal nota com os dados desenhados apareceu de que Hanna começaria a levantar falsas suspeitas dele e que tudo não se passava de um mal entendido.

Um mal entendido liderado, arquitetado e planejado por -A, que parece que agora anda roubando sinos de igrejas pra ficar balangando aquele treco por motivos obscuros. Não sei o que -A ganha ao querer brincar com caciques e pais avulsos, nem pra que precisaria de um sino, mas o resultado foi Caleb que foi atrás de papai Jaiminho, o mendigo, que também deu linha na pipa e #partiu de Rosewood.

Por fim, quem ultimamente tem sido relevante nesse playground gigante patrocinado por "tamancos by Tia King, sua sambada com estilo e salto alto na cara da sociedade", nossa pequena Spencer se juntou ao clube. Seguiu os conselhos de Maria Gadú e da Mona, repetiu o comercial da Nextel, e foi recebida de braços abertos com um cartaz escrito "bem-vinda ao clube".

O que vemos no Radley são algumas sequências de Spencer seguindo sua investigação e confirmando as suspeitas de que agora também veste preto. Mas fica claro o desconforto entre Eddie Lambida e Doutor Wren, com algumas trocas de olhares significativas, umas frases soltas e, claro, uma evidente irritação de um pelo outro. Aliás, Wren mostrou um outro comportamento, mais parecido com -A, creio que é apenas para criar suspeitas, mas enfim, deixo registrado o sentimento de dúvida idealizado pelo roteiro.

O que importou, no fim das contas, é de que, aparentemente, quem sequestrou Malcolm foi Spencer, a serviço de -A, e de que em uma viajada básica da pequena Hastings, com direito a alucinação com Alison, ela encontrou a "estrela" do mapa de Mona, que levava a uma pequena pilha de souvenirs, com direito a fantasia de enfermeira de sexshop e crachá de identificação de visitante da Cece Drake, que deu o ar de sua graça no Radley em visita à Mona a pedido de Melissoca no Toba Hastings e autorizada por Wren. Pois é, se o seu cérebro entrou em curto no final desse parágrafo, significa que você entendeu exatamente o que aconteceu: um baita "WTF?" gigante. Cece... Melissa... Mona... Só eu acho que esse fubá está vencido? Digo, só eu sinto cheiro de que algo mais anda rolando entre as três. E não é um ménage, essa lesbian sensation fica pra Psicopaige, Ems e Shana.

E com o próximo episódio já sendo o final de temporada, eis que titia King nos brindou com mais um flashback rolando, desta vez com uma semana de antecedência ao sumiço de Ali, com a própria chegando tarde da noite na casa de Spencer com a cara esbofetada por alguém e sendo vista por mamãe Veronica Hastings. Engraçado é que a pequena Spencer indagou a suposta alucinação de Ali e ela respondeu dizendo que havia sido uma mulher sua agressora. Como Spencer estava mais pra lá de Bagdá do que qualquer outra coisa, pergunto: devemos levar isso a sério?

Enfim, agora estamos próximos do grande final proposto por tia King e devemos preparar as nossas lindas faces com o creme especial "Sapucaí", aquele que te deixa com a cara parecendo uma passarela do samba. Enquanto isso, eu acho que você deveria fazer um reviewer feliz e comentar isso aqui. Ou senão eu faço greve. Ou não.

P.S.: Emily anda muito ocupada com a Shana alheia, Psicopaige quando voltar virá mais psico que antes e doida no jiraiya, pronta pra dar um kaioken e finalizar com um hadouken. Acho que eu confundi as referências. Never mind. Pelo menos foi melhor do que o "Ex and the City", não é Zoiudinha...
P.S.: Antes de você sair googlando as coisas por aí, parágrafo anterior com referências a Jiraiya, Dragon Ball e Street Fighter. 2bjs.
P.S.: Enfermeiro do posto de saúde do bairro sobre minha sanidade mental: "Teste de drogas feito antes da publicação deste texto confirma que o indivíduo não estava embriagado". Acho que era ele o drogado. Até semana que vem.
P.S.: Ah, antes que eu esqueça, especial com teorias atualizado após este episódio, e, claro, você pode conferir aqui: http://bit.ly/JMkMaZ

quarta-feira, 6 de março de 2013

Pretty Little Liars - 03x22 - Will the Circle Be Unbroken?

Será que a rodinha é indestrutível?

Está aí a pergunta que não quer calar, pergunta que nem Sarajane, em sua profunda poesia, literalmente, saberia explicar, afinal, abrir a roda e enlarguecer é fácil, quero ver se o -A Team será capaz de destruir esse laço de amizade inexplicável, que é mais forte que ligação de sangue, sire-bonding ou pacto com o diabo.

Pois é, negada, no episódio dessa semana de Pirulitolaiars, a insanidade vem em um prato suculento de pura avulsidade, pairamos o nada e beiramos o morbidismo, em um episódio mais parado do que lesma e que nada aconteceu, coisa que tem se tornado muito comum por aqui em Rosewood e me preocupa, afinal, depois deste episódio, restarão apenas mais dois para o fim da temporada.

E daí exigimos uma série de coisas. A começar por explicações. Por ações. Por querer entender as motivações. Por querer ver cabeças rolarem. E, claro, descobrir quem afinal é a Tia de Vermelho que comanda essa naba chamada de -A Team, que ultimamente nem maldades tem feito e fica dormindo em trailers ou coisa do tipo nas ruas desérticas da minúscula cidade no fim do cú do mundo na Filadélfia.

Aria não há muito do que reclamar, mas tem de ouvir o mimimi básico de Ezra, que anda ultimamente na pindaíba desde que largou as aulas - por motivos de: Elle (Byron) ia dedurá-lo - e por isso vai atrás de papai Montgomery pedir por ajuda e, como ele é muito prestativo - sinta a ironia, por favor -, decidiu ajudar o genrinho, afinal, é pra isso que serve os sogros, não é mesmo?

Mas entenda a ajudinha de papai Montgomery, cheia de segundas intenções embutidas, que quer mesmo é que, assim, Aria se afaste de Ezra de uma forma bizarra (gente, se o homem vai dar aula pra ela, como eles vão se afastar?), e assim surge o diretor da Rosewood High providencialmente, questionando as relações sociais de Zoiudinha, se o negócio que ela tinha com o Sr. Fitzgerald era apenas amizade, ou é algo tipo olho no olho, se é que você entendeu.

Mas Hanna segue expondo sua capacidade mental absurda, mostrando que o amendoim dela evoluiu para algo que é ainda maior que os olhos de Lucy Hale. Mas que só funciona para trollar a amiguinha baixinha, afinal, quando é pra se ajudar e ajudar a própria mãe começa a agir de forma eloquente e displicente, mandando a mãe fugir pra Nova Iorque enquanto resolve as coisas por si mesma.

Além disso, ela também usa seu amendoim para marcar encontro de mamãe Marin com Pastor Louva-a-Deus, recebendo a presença ilustre e amistosa de Detetive Darren Wilden, que ressurgiu do nada, com a desculpa de que foi pescar e querendo saber onde está o carro afogado que Hanna mandou rio abaixo, literalmente.

Emily, porém, é a única que aparenta lá alguma preocupação aparente com o sumiço de Spencer, e fica atrás de Dra. Sullivan para obter informações a respeito da amiga, mas não é muito útil. Aliás, inútil é o que podemos chamar a excelente atuação de Missy Franklin, nadadora multi-medalhista olímpica, que veio pra deixar a Shana de Emily molhadinha. Pois é.

E com todos os holofotes concentrados nela, mais uma vez, quem segura esse episódio nas costas é Troian, a nossa pequena Spencer, que quis desistir de ser uma Hastings por algumas horas e bancar um "João Ninguém", omitindo sua identidade, se escondendo no Radley e interagindo com E. Lamb. Eddie Lamb é, na verdade, o enfermeiro que cuida da Spencer e dos outros pacientes, e com o crachá dele, Toby, supostamente, entrava e saia do Radley sem grandes problemas.

O que mais nos interessa é, no entanto, o confronto de Mona e Spencer, uma questionando a sanidade da outra, mas todos sabemos que ambas são tão espertas quanto. O que vemos é que Mona diz que Alison não estava grávida, ela achou que estava e enlouqueceu, mas não. Só que vindo da Mona, todos sabemos que a informação não é lá muito confiável.

E enquanto Melissa vai se fazendo de irmã coitadinha que não sabe cuidar do que estava sob sua responsabilidade e Ezra conversa avulsamente com o papai Montgomery, vamos ficar no aguardo de que o penúltimo episódio desta temporada finalmente engrene e nos dê um pouquinho de ação. Podemos não ser o Daniel, mas queremos ver a jiripoca piar! E pra você, honeypie, deixe a sua opinião o que esse episódio de Pretty Little Liars aí nos comentários e o quão bom ele foi. Só que não.

P.S.: Não era o Wilden o corpo do morto na floresta, tia Nanda postou uma foto comparando a cicatriz aparente do "morto" com a do Jason... Apostas em Jason?