Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Mega News- 07/02/2013

Hey, e aqui estamos com mais um Mega News com Sabrina e Fábio.


O astro dos cinemas e da TV, John Corbett vai protagonizar o piloto da série derivada (ou spin-off) de NCIS: Los Angeles. O novo projeto ainda escalou mais um ator, Edwin Hodge, para fazer parte de seu elenco.A possível nova série acompanhará uma equipe móvel de agentes que vivem e trabalham juntos, enquanto atravessam por todo o país resolvendo crimes. Vamos ver se isso vai realmente engrenar e se realmente acontecer eu garanto,da frente da TV(ou da internet já que eu moro no Brasil) eu não vou sair.
E realmente fudeu tudo pra TVD (desculpem pela palavra) Nina Dobrev disse que ““Algo acontecerá em um futuro próximo, uma coisa bastante trágica e terrível, que vai mudar a série”. Além de afirmar que o tal acontecimento vai abalar a todos, ela completa dizendo que “Damon, Elena e Stefan são afetados de uma forma doida e um tanto quanto controversa”. Só espero que isso não piore a série,porque se isso acontecer, podem dar adeus a TVD.
O spin-off de Vampire Diaries acaba de adicionar mais um ator ao seu elenco principal. Charles Michael Davis (The Game) será Marcel, o diabólico ex-protegido de Klaus que comanda Nova Orleans, um local infestado de seres sobrenaturais. ( foi escrito pela Julie Plec,então não se animem muito)
E Game of Thrones ainda vai demorar para nos dar o ar da graça (substitui essa série por TVD então falarei dela bem empolgada) e já saiu a sinopse. Confiram e se preparem assim como eu: “Jon é levado até Mance Rayder, o Rei Além da Muralha (King Beyond the Wall), enquanto os sobreviventes da Patrulha da Noite (Night’s Watch) voltam para o sul. Em Porto Real (King’s Landing), Tyrion pede sua recompensa, Mindinho (Little Finger) oferece uma saída para Sansa, e Cersei recebe convidados em um jantar para a família real. Arya encontra, por acaso, a Irmandade Sem Estandartes (Brotherhood Without Banners). Dany veleja até a Baia dos Escravos (Slaver’s Bay).”
O Mega News fica por aqui. Até amanhã!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Game of Thrones - 02x10 - Valar Morghulis (Season Finale)


Winter is coming… and will always been coming.

Pois é, ainda não entendo como algo que deu tão certo o ano passado desandou desta maneira. Foi muita história para pouco tempo. Aliás, o que pareceu foi exatamente o contrário ao somar tudo o que esta temporada apresentou e colocar numa balança os bons e os maus momentos.

A adaptação televisiva foi falha em muitos pontos e não conseguiu transportar para a TV tudo o que George R.R. Martin fez em sua obra literária. Me junto ao time de quem achou este episódio um marasmo completo e um bom cliffhanger, assim como sua importância para o andamento da próxima temporada, não influenciam minha decisão.

Não são 30 segundos de episódio que vão compensar todo o sofrimento que foi ter de assistir ao episódio e ficar a cada cinco minutos olhando para o contador de tempo do vídeo para ver se não estava acabando.

Esta semana fiz até diferente. Deixei gravando no DVR da rede a cabo aqui de casa e optei por assistir num momento que eu realmente estivesse desocupado para me “entreter” com algo de uma suposta boa qualidade. A estratégia não funcionou e me entediei por muitos minutos de episódio.

Claro que tiveram alguns bons momentos, mas nada que justifique os 10 minutos a mais que o episódio ganhou em comparação com os anteriores. Ainda creio na falta de um planejamento correto para introduzir e comportar tantos personagens e tantas histórias desconexas em curto prazo.

De forma geral, analisando a temporada como um todo, esta season finale está entre os três melhores episódios. Mas estar neste Top 3 não é mérito grandioso. A temporada inteira não passou de mediana, com exceção ao excelente episódio anterior, “Blackwater” (2x09).

O problema do episódio, assim como durante a temporada inteira, esteve em Robb Stark, Jon Snow e Lady Catelyn Stark. Isso no que eu categorizo como “ruim por completo”. O probleminha da família Stark (e de seu bastardo) foi muita falação e pouca ação.

Robb esteve com a faca e o queijo para derrubar Rochedo Casterly, mas decidiu brincar de trepar na enfermeira avulsa e se casar com ela. Tudo para ganhar mais um inimigo em potencial e deixar mamãe brava. Mamãe que foi tão cretina a ponto de querer devolver Jamie Lannister achando que vai ter Sansa e Arya de volta.

Antes de falar das garotas Stark, ainda tenho de falar do bastardo, que passou a temporada andando por motivos que quem não leu os livros ainda não entende. Aliás, tem gente que leu e ainda não entende. Discutiu com uma selvagem sobre seu pênis e matou o “Meia Mão” só para tentar se infiltrar entre os selvagens. Dispensável, por ora.

O que fica na categoria “nem tão ruim, mas longe de ser bom” é o destino de toda a busca alucinógena de Stannis pelo Trono de Ferro, que matou o irmão, brincou nos portões de Porto Real (que sim, foi excelente esta parte) e se envolveu com Melisandre, que de papo é muito ruim e só sabe parir Monstro da Fumaça.

O que eu achei que “poderia ter sido muito melhor” é o que aconteceu em Winterfell, que até agora eu acho que é uma coisa e meus amigos que leram os livros garante que é outra. O discurso do Theon pra ver ele se lascando foi bom, mas não ficou claro quem ateou fogo em Winterfell. Eu tinha achado que havia sido os homens de Theon, mas meus amigos dizem que foi o bastardo vassalo de Robb que, por motivos não explicados, foi lá e ateou fogo.

O que é realmente bom das ações em Winterfell é o desenvolvimento de Osha, Hodor e dos garotos Stark. Não faço ideia do que os espera em direção ao Norte, ainda mais com o cliffhanger deixado, mas pode ser que seja muito bom.

Na categoria “foi ruim a temporada inteira, mas excelente na finale” temos toda a história da Daenerys. Uma perda de tempo que se resumia a “Visite a Casa dos Imortais” e ela respondendo “I’m the Mother of Dragons”. E a sua visita ao templo foi muito boa, mostrando toda a sua força.

Uma coisa boa foi ver o retorno de Khal Drogo com a criança, mesmo que momentaneamente tivemos um vislumbre do que seria a família da khaleesi, o melhor momento é ela falando pros seus cachorros, digo, dragões “Dracarys, pega!”. Ok, não foi bem isso que ela disse, mas teria sido muito engraçado se fosse.

O mais interessante para a nossa amada khaleesi é que aparentemente ela é a responsável por reintroduzir a mágica em Westeros e em todos os reinos além do mar. O nascimento de seus dragões deu poder ao mago de Qarth e ficou mais forte conforme ele chegasse mais próximo aos dragões. Esta é a dica de que, assim como em Once Upon a Time, #MagicIsComing.

Para Lorde Varys e Mindinho, só posso dizer que ainda não entendo bem quais são os planos de cada um deles. Varys disse ao Ned lá na primeira temporada que seu dever é proteger o reino (não importe quem governe) e sua relação com Tyrion e seus interesses na putinha de Mindinho (ele é eunuco, pow!) são totalmente desconhecidas para mim. Mindinho só se interessa em si mesmo. Não duvido nada em vê-lo tentar alguma coisa com a rejeitada Sansa, já que não conseguiu nada da mamãe Stark.

Aliás, deu dó de Sansa achar que se livrou de Joffrey. Mindinho fez bem o papel de avisar que o jovem Lannister (me recuso a nomeá-lo Baratheon) não é do tipo que se desfaz de seus brinquedinhos. Joffrey decidiu casar com Margaery assumindo o compromisso de unir a Casa Lannister com a Casa Tyrell.

Na categoria “só não foi a melhor da temporada porque ainda tem um anão”, Arya mostrou porque é a personagem mais simpática da série. Sua trajetória inteira durante a temporada foi bacana, desde a fuga de Porto Real até o tempo passado com Tywin Lannister em Harrenhal.

O melhor momento de sua trama foi enquanto esteve ao lado de Jaqen, que foi intrigante ao trocar de face na cara da Arya. Agora se ela precisar encontrar ele em Bravos, basta entregar a moedinha e dizer “Valar Marghulis”.

E agora o melhor momento da temporada, na categoria “só não foi mais foda por ser impossível”, temos o anão Tyrion Lannister. Como previsto, não ganhou nenhum lourinho da fama na vitória contra Stannis e ainda sofreu um golpe da própria irmã e do próprio pai. De tudo, ele agora só pode contar com Shae.

Por fim, o gancho para a próxima temporada: Os Caminhantes Brancos estão chegando e estão prontinhos para passar da Muralha rumo ao Sul. Os efeitos foram precisos e bem cuidados, adorei o chefe megaevil todo trabalhado no branco e a cara do Sam, cagando de medo. É isso o que me alimenta de esperanças por uma terceira temporada melhor.

domingo, 3 de junho de 2012

Game of Thrones - 02x09 - Blackwater

Nada do que ver muito sangue e sem lenga-lenga para ser um excelente episódio.

Mas antes de sair gritando que foi o melhor episódio da série pode ir parando por aí. Teve alguns problemas durante o início e uma certa previsibilidade até para quem não leu os livros durante os trechos de guerra, mas comparado a tudo o que foi mostrado nessa pífia temporada, Game of Thrones apresentou o seu melhor episódio.

Talvez o grande mérito do episódio foi ter nos poupado de mais meia hora interminável de andanças além da Muralha, bem como o "vá para o Templo dos Imortais" e o único quote de Daenerys ("I'm the Mother of Dragon"). Por mais importante que isso vai ser daqui a 50 episódios, é totalmente entediante e cansativo. Por sorte, trocaram estas coisas por um pouco de mutilação e sangue no estúdio.

Mas o mérito ficou com George R.R. Martin, autor dos livros e roteirista responsável por este episódio. Concertou as lambanças (televisivas) de algumas passagens de sua obra literária e entregou um roteiro medidamente preciso em diversos pontos. Comparações com Spartacus e sua violência são bem verdadeiras aqui.

Stannis chegou a Porto Real e o bicho comeu solto. Nada de Monstro da Fumaça parido pela Bruxa Má Melisandre para impedir sua derrota. Na verdade, se não fosse por papai Tywin Lannister, os Leões de Rochedo Casterly certamente estariam destronados e mortos, um por um, com sua cabecinha presa em uma lança em algum dos portões da cidade real.

O uso do fogovivo foi o lance mais bacana, mesmo sendo previsível e tido um grande anticlímax por conta da conversa de Tyrion com o piromaníaco alguns episódios atrás. As cenas de luta lideradas pelo Duende também foram muito boas, ainda mais depois de como ele teve de se tornar o líder da tropa com Joffrey correndo para a saia de Cersei.

Por falar em Cersei, a mulher provou sua insanidade como mãe ao conseguir um "calmante" que mata até um cavalo com Meistre Pycelle para dar para seu filho Tommem, caso a sua Casa perdesse a guerra pelo Trono de Ferro. Mas como já foi dito, Tywin chegou e evitou qualquer morte em família.

Tyrion, mais uma vez, foi a grande estrela do episódio. Aliás, desde a morte de Ned ele segue sendo a grande estrela da série. Peter Dinklage não só faz um excelente trabalho de atuação, mas também consegue incorporar as nuances do personagem e medir entre ser doce na cama em um instante, e no outro estar tirando as tripas de um soldado de Stannis.

Outro excelente ponto do episódio foi os diálogos e enfrentamentos entre Bronn e Sandor Clegane (o Cão). A forma como foi exposta a rixa, bem como as diferenças entre cada um no meio de uma batalha é de uma excelência incrível. Quando o Cão nota que está lutando por uma causa oposta a de seus interesses, manda o Rei ir se fuder e decide abandonar a batalha eu o aplaudi de pé.

Vi que muita gente não entendeu bem qual é a de Sansa em ficar em Porto Real, já que o Cão lhe ofereceu uma fuga segura até Winterfell, mas está claro que ela mesmo quer matar Joffrey com as próprias mãos e vingar a morte de seu pai, permanecendo para dar a apunhalada quando ele menos esperar.

Restando apenas o final de temporada, espero que os acontecimentos deste aqui não sirvam para criar um grande mimimi em seus minutos iniciais e que tudo ocorra para culminar em algo grandioso, estou curioso para saber se estes 10 minutos adicionais vão parecer 10 intermináveis horas de pura enrolação.

domingo, 27 de maio de 2012

Game of Thrones - 02x08 - The Prince of Winterfell

Um jogo... de paciência. E põe paciência nisso.

Essa semana, a demora da review esteve pelo fato de, primeiro, ter dormido durante a exibição pela HBO e, segundo, por termos corrido com algumas coisas, além de finales que eu tenho considerado muito mais importantes quando se é comparado ao momento ruim pela qual Game of Thrones tem passado.

Por sinal, mais um episódio com pouquíssima relevância aparente e muita lentidão, que tem se tornado a marca da temporada até aqui. Quem já leu os livros não tem gostado da adaptação, por cortes de momentos importantes e uma troca na cronologia, quem não os leu - meu caso - tem achado tudo muito lento e sem desenvolvimento, caminhando no marasmo e previsibilidades que são totalmente anticlímax para a série.

Por exemplo, quem não sabia que Theon tinha queimado qualquer pessoa, menos os garotos Stark? Pois então, a jogada foi tão mal executada que sequer surtiu um efeito de burburinho entre os telespectadores. O melhor momento da trama de Theon foi sua conversa com sua irmã avulsa, que o humilhou com sua burrice de querer tomar Winterfell.

No norte, além da Muralha, mais enrolação e muitas andanças que ninguém sabe pra onde vai dar. Tudo só para fazer de Jon Snow um infiltrado no bando dos Selvagens depois de ter sua vida poupada pela Selvagem a qual teve aquela conversa simpática sobre pênis e sexo no episódio anterior. Aliás,os leitores dos livros avisam: O vidro de dragão encontrado vai ser importante na quintagésima terceira temporada, provavelmente.

Voltando a falar de Stark, alguém me explica a necessidade de ouvir aquela conversa chatíssima da enfermeira avulsa falando da barra que foi perder o irmão? Não? Ela é a personagem que sequer existe nos livros (como muitos me falaram) e que sequer faz algo de relevante para a trama. Gasto de tempo com cena de sexo e só. Bom,é só isso que Game of Thrones tem sido ultimamente.

E isso depois de nosso querido Rei do Norte, Robb, ter mandado vigiar sua mãe por ela ter libertado Jamie Lannister para o plano mais inútil da história televisiva. Enfim, é a família mais inteligente dos Sete Reinos, só que não. Tirando Arya, absolutamente ninguém tem se salvado - com exceção de Sansa, a sonsa que aparece de vez em quando e tem uma história até que divertida de maus-tratos pelo Joffrey.

Falando em Joffrey, ri litros do coitado achando que se conseguirá sobreviver de um ataque de Stannis, bem que esse podia ser o acontecimento já do próximo episódio. O Monstro da Fumaça de Lost vindo para matar o projeto de Rei megaevil. Iria rir litros e aí a temporada teria alguma relevância.

Voltando à uma Stark, agora é vez e espaço para Arya. A garota mostrou o porquê é uma Stark, ela foi burra para esperar dias e dias, episódios e episódios, para pedir para Jaqen matar Tywin, e só depois que ele monta um cavalo e some é que ela pensa em nomeá-lo? Assim não, né Arya! A menina Stark conseguiu fugir com seus amiguinhos se esgueirando pela calada da noite após uma carnificina de Jaqen.

Ainda vimos Tyrion dando o maior golpe em Cersei, que acreditou ter encontrado a sua amada prostituta, mas mal imagina a coitada da Rainha Regente que ele sambou na cara dela e me fez rir horrores com os sorrisos de felicidade da coitada enganada da Cersei.

Tivemos Daenerys também, que tem uma trama que fica na mesmíssima coisa por inúmeras vezes: a sua única fala, "Eu sou a Mãe de Dragões", e o convite imortal de "Vamos para a Casa dos Imortais". Porra, se decide logo e chega de lenga-lenga, visita a merda do local e pronto. Lentidão, a gente vê por aqui.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Game of Thrones - 02x07 - A Man Without Honor


Nem com muita paciência foi "assistível".

Sim, o que falar sobre o episódio desta semana de Game of Thrones? A não ser xingá-lo de todas as maneiras possíveis, o sentimento que fica é de pouquíssimo desenvolvimento de seus arcos que poderiam muito bem ser resumidos em 15 minutos, no máximo, de episódio.

O episódio não passou de tedioso, cansativo e arrastado, onde não conseguiu cumprir com seu papel dentro da trama e apresenta um episódio praticamente com a marca registrada da concorrente AMC: pouca história, pouca ação, muita ladainha, muita chatice.

O problema não é da HBO, e sim do roteiro que não soube explorar o tempo do episódio, onde poderia muito bem reduzir e executar com muito mais qualidade tudo que foi exibido. Tanta coisa irrelevante que não sei bem por onde começar.

Primeiro vamos para além da Muralha, onde nada e menos ainda acontece. Muita encheção de linguiça, no sentido pleno da expressão, e conversas tolas sobre ereção, sexo e pinto, com alguma tensão sexual. Como se ninguém esperasse pela rasteira sorrateira da selvagem e que Snow seria capturado. Mais previsível impossível.

Meu segundo problema estava com Jamie Lannister, não sei por que tanto prolongamento com tamanha obviedade. Não era necessário ler livro nenhum para saber que ele ia aproveitar do infeliz companheiro de cela para tentar fugir e escapar de seu cárcere.

Mas infeliz foi o roteiro que sequer deu o trabalho de mostrar cenas de perseguição ao Lannister, bem como sua captura até o ponto em que todos queriam simplesmente enfiar a espada em seu pescoço. Por isso creio que as cenas de Lady Stark em seguida, depois de defender a vida dele, foram tão desnecessárias quanto ao projeto de cliffhanger que foi ela brandando uma espada em sua frente, pronta para o golpe de misericórdia.

Infelizmente, a aparição de Robb foi tão necessária – só que não – para o desenvolvimento da série que eu particularmente não sei por onde começar. Ou melhor, se tem alguma coisa para começar. Ele simplesmente largou tudo no meio da guerra para ir morro abaixo com a enfermeira que ele anda tendo sentimentos.

Eu não sabia se ria ou se chorava com a menstruação tardia de Sansa, a sonsa. O melhor, digo, o pior foi ver o esforço da sua criada (que, por sinal, é a prostituta amada de Tyrion) em guardar o segredo ser totalmente inútil, com o Cão parecendo que farejou o sangue da moça. Só isso explica a presença dele após segundos depois da criada deixar e voltar ao quarto da menina Stark.

De volta ao Norte, já nas terras de Winterfell, só posso apreciar – mais uma vez, só que não – os momentos de pseudo-crueldade de Theon, como se os corpos queimados apresentado aos cidadãos do vilarejo são dos meninos Stark. Demonstração de poder? Passo.

Por fim, os bons momentos do episódio, que mesmo que inúteis neste momento, são as únicas coisas realmente interessantes de se ver. A começar com Arya e Tywin, e seus diálogos com extrema tensão. Sempre dá agonia em ver a garota tendo de rebolar para sustentar a mentira de sua origem nobre, ou melhor, de sua origem dos Lobos de Winterfell.

Voltando para Porto Real, tenho gostado, como sempre, de Tyrion e suas conversas com Cersei, a escrupulosa mãe que ninguém ama e que todos odeiam. Achei muito interessante a conversa a respeito de Joffrey e se a sua formação genética tenha interferido em sua sanidade, como com os Targaryen.

E por fim, mas não menos importante, temos Danny, a Mãe de Dragões, que viu seus filhotes sendo roubados para que um reinado fosse instaurado por Xaro com o assassinato em massa do Conselho dos Treze. Cena esquisita e bastante interessante, o que boa parte deste episódio não foi.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Game of Thrones - 02x06 - The Old Gods and the New


Com bosta na cara e doido do cú.

Em outro episódio muito bom, Game of Thrones se mostra intensa e eletrizante, com cenas tensas e repletas de ação e diversão, afinal, quem não queria ver o mimado Joffrey Baratheon levando um monte bosta na cara?

Pouco antes, vimos a despedida de Myrcella, o amor da vida de Cersei, sua filha querida e que todos acreditam imensamente que ela a ama incondicionalmente como uma mãe convencional. Então tá.

E mostrando o seu lado sentimental – que eu pensei que não existia – através do diálogo com seu irmão, Tyrion, mostra que o foco em conseguir o que deseja e atropelar e passar por cima das outras pessoas como bem deseja, faz com que este lado fique omisso, mas nem se ela refizer essa cena 100 vezes vou simpatizar com a personagem.

Voltando pro Castelo, no caminho, temos um tumulto causado principalmente pela má gestão dos Sete Reinos pelo despreparado e mimado Joffrey, que mereceu tomar uma cagalhada na cara e ser o motivo da minha alegria pelo resto da semana.

O fato dele pouco se importar com o bem-estar do reino é, sem dúvidas, um dos precursores do motim, ele se preocupa única e exclusivamente com o seu bem-estar e a sua palavra e como se fosse uma palavra divina, onde todos, absolutamente todos, têm de respeitar calado, passar fome e sofrer uma vida miserável.

A chacina, caso prefira chamar assim o evento, só aconteceu pela forma como respondeu a ação do povo, exigindo a morte de todos. O que foi, para Sansa, um trauma completo, quase sendo violada e estuprada, mas salva pelo Cão, depois de uma extrema preocupação de Tyrion pelo sumiço da garota Stark.

Cersei disse no início do episódio sobre “true love”, e a cada episódio, o relacionamento entre Sansa Stark e Tyrion Lannister parece se aproximar e se desenvolver a um caso de amor, principalmente pelo lado da Mão do Rei.

Enquanto isso, Winterfell foi invadida e tomada por Theon Greyjoy, que se denomina Príncipe agora e não conseguiu ser levado a sério nem pelo menino Bran, que menosprezou seu pedido e não acreditava que o rapaz criado entre sua família pudesse apunhalar Robb em meio à guerra.

A morte de Sor Rodrik, repercutida rapidamente até o acampamento de Robb, é praticamente como pedir para ser morto. Osha, a selvagem amiga e servente de Bran, jogou (como se ninguém esperasse algo diferente) com Theon, levou-o a cama e aproveitou o descuidado dele e fugiu com os irmãos Stark e Hodor a tiracolo.

Robb que, além de ordenar que trouxessem Theon e recuperem Winterfell, ficou vidrado em arranjar alguma coisa com Talisa, mas sua mãe, Lady Starks sempre muito prestativa, já quis cortar suas asinhas e lembra-lo de que ele já está prometido.

Ao norte da Muralha, por onde o inverno está vindo, mas que nunca chega, Jon também tratou de arranjar um rabo de saia. Viu-se diante de uma selvagem, não conseguiu matá-la, se perdeu do bandinho de “corvos” e acabou dormindo de conchinha com a moça. O melhor disso tudo? Foi ver Fantasma vagando estranhamente se perdendo e se camuflando no meio da neve.

Ainda tivemos Arya Stark com uma das cenas mais tensas da temporada, com ela tendo de servir Tywin enquanto Mindinho decidiu fazer uma visita e trazer informações sobre a guerra. Quase foi reconhecida e desmascarada por ele.

O roubo da carta por ela foi um ato desesperado de burrice que lhe custou mais uma morte à Jaqen H’ghar, que foi extremamente eficiente e matou rapidamente o segundo alvo dito pela garota Stark. Ele caindo em frente ao Tywin foi sensacional.

Depois de ter pedidos negados por todos em Qarth, Danny Targaryen ainda tem um prejuízo enorme ao ver que seus dragões foram roubados. Quem leu os livros, diz que o arco de Daenerys é completamente diferente e morno, então tenho de elogiar a HBO em ser ousada e dar sentido ao arco da garota Targaryen, que soltou fumaça pelos olhos.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Game of Thrones - 02x05 - The Ghost of Harrenhal


Um rei a menos na busca pelo Trono de Ferro.

Depois de plantar algumas dúvidas com o episódio passado, Game of Thrones apresenta um episódio relativamente bom, apesar de gasto excessivo de tempo com diálogos e cenas não-funcionais neste momento da série.

A grande dúvida que assombrou a todos com o Monstro das Sombras gerado por Melisandre não foi resolvida ou explicada, mas a primeira vítima da criatura já foi feita, o que dá um ganho para as forças de Stannis.

O bichinho decidiu ir lá e matar Renly Baratheon, o irmão caçula de Stannis e do finado Robert, em frente à Brienne e Catelyn Stark. Uma coisa que ainda não entendo é o que impede de Melisandre mandar o monstro assassinar todos os aspirantes ao Trono, claro, porque não foi apresentado nenhuma limitação ou impedimento para tal.

O problema ficou para Robb, que viu uma proposta de acordo ir por água abaixo, logo após Renly concordar que ele tenha o controle das terras do norte e ostente o título de Rei do Norte, desde que ele fique com o Trono de Ferro, caso vençam a guerra.

O gigantesco exército de Renly se uniu à Stannis, com exceção da Casa Tyrell, que saiu a francesa por creditar a morte de Renly ao irmão, e Brienne, assim como Catelyn tiveram também seu nome envolvido como possível assassina do Baratheon.

Brienne se juramentando à Lady Stark foi uma cena muito bacana e com forte carga emocional, gosto da interação das duas e é uma grande adição para Catelyn ter uma guarda-costas como Brienne, agora com as duas voltando para Winterfell e um ataque eminente a caminho.

Bran e Rickon, mesmo com todos os homens de Winterfell ali juntos, não conseguirão parar e defender os portões da cidade por um ataque de Theon Greyjoy, que está mais preocupado em mostrar serventia a seu pai com um bando de carniceiros indo atacar uma casa defendida pelos Stark.

Uma coisa a ficar atenta é a expressão de preocupação que Osha faz ao ouvir o sonho de Bran, narrando a inundação da cidade e mais uma vez o tal corvo dos três olhos.

A melhor cena do episódio, como rotina, ficou com Tyrion Lannister, a Mão do Rei, que tentou arrancar informações de seu primo que anda fazendo sexo com Cersei, sua irmã, e protagonizou um momento hilário em Porto Real ao perceber que o “macaco demoníaco” escrachado em praça pública era uma metáfora a ele.

Tyrion tem mesmo de ficar receoso com o povo, uma vez que eles acreditam que é a Mão quem manipula as ações inconsequentes e descabidas de Joffrey. Agora, ele também está ciente da produção de “fogovivo” (wildfire) a mando de Cersei e já fez o favor de tomar as rédeas da produção para si, uma vez que uma faísca pode provocar a queima da cidade inteira.

Outra que anda dispensando elogios é Arya, a selvagem garota Stark é puro amor, mesmo enfrentando Tywin Lannister. A cena em que o seu senhorio e a garota dialogam a respeito da origem dela foi intensa e muito boa, aqui sim um diálogo proveitoso.

Outra cena interessante de Arya é com Jaqen H’ghar, que lhe ofereceu a oportunidade de dizer três nomes para a morte, por ter salvado a vida de três homens. Ele diz: “O Deus Vermelho pega o que é dele, garota adorável. E só a morte pode pagar pela vida. Você salvou a mim e aos outros dois. Roubou 3 mortes do Deus Vermelho. Precisamos devolvê-las”.

O primeiro a morrer é Cócegas, àquele que era responsável pelas torturas em Harrenhal. A minha única ressalva é por quem Arya tem escolhido para morrer, acho que ela poderia muito bem dizer nomes que sejam de importância durante esse jogo pelo Trono.

Daenerys finalmente conseguiu fazer os seus bichinhos de estimação comerem, gostei de ver a coisa finalmente acontecendo e Dargarys, um de seus dragões, comendo. Agora, Danny vai precisar ficar atenta, serão muitos interessados em seus dragões e Xaro Xhoan Daxos é certamente um destes.

Ele a pediu em casamento para garantir o Trono de Fogo para ela, e consequentemente Westeros inteira para ele, como Rei. Melhor momento em Qarth? Ver Sor Jorah tentar impedir os dothraki de roubar as coisas da cidade. Ri litros com isto.

E a parte menos importante porque nada acontece: Snow e companhia, além da Muralha. É desperdiçada boa parte do episódio com diálogos e cenas cansativas e sem propósito prático dentro da trama da série, por mais que falem que um dia isto será importante, não consigo comprar o fato ou entender por que eu tenho de aturar tanta lentidão com um arco tão chato. Se não fosse por isto, talvez aí sim eu pudesse considerar que Game of Thrones é a melhor série de todos os tempos.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Game of Thrones - 02x04 - Garden of Bones


A cada episódio, mais repugnante.

Game of Thrones mantém o ritmo e deleita-se de um belo crescimento conforme a temporada vai caminhando. Depois de dois episódios relativamente mornos e outro muito bom, a série nos apresenta esta semana um episódio excelente.

Roteiro ácido, inteligente e intrigante, entregue ao telespectador com excelentes atuações e sequências espetaculares através seus diálogos. Há quem diga que a série peca em cenas de ação, não discordo em certo ponto, mas a grandiosidade de Game of Thrones mora nos diálogos e nos conflitos dos personagens.

A começar por Joffrey, que consegue aumentar o ódio de todos com uma sequência cruel e bárbara contra a moça prometida como sua esposa e age de forma ainda mais agressiva contra as prostitutas contratadas por seu tio, e sua Mão interina, que deu-lhe um presentinho para “relaxar” a criança.

O poder subiu a cabeça do pequeno príncipe mimado que assumiu o Trono de Ferro de forma despreparada e, que mesmo sendo por muito tempo um fantoche nas mãos de Cersei, consegue imprimir o seu estilo impetuoso de governo.

O único com mão de ferro, sem trocadilhos, para colocar a criança em seu devido lugar é Tyrion, que é de longe o melhor personagem da série e segue com atuações incríveis e louváveis de Peter Dinklage.

O anão segue mostrando sua astúcia e perspicácia em Porto Real, afinal, qualquer passo em falso pode lhe custar a cabeça, literalmente falando. E agora vai usar do sobrinho – molestado pela querida irmã Cersei, em suas palavras – para vigiar a Rainha Regente, em troca de seu silêncio sobre o “casinho” entre eles.

Um grande ganho que este episódio teve foi o fato de trazer de volta nossa menina-dragão. Ou melhor, a Mãe dos Dragões. Agora ela chegou a Qarth e foi muito boa a sequência dela enfrentando Os Treze como uma verdadeira Targaryen, mesmo depois de encarar fome e sede no deserto. Muito amor essa menina Daenerys.

Outra menina, digo menino, digo... ah, é de Arya que vou falar. Gostei muito de sua estadia em Harrenhal, ainda mais agora como uma serviçal de Tywin Lanniester, que mal sabe que tem dois trunfos preciosíssimos nesta guerra: a garota selvagem da Casa Stark; e a prova contra o falso Baratheon e o bastardo de Robert, Gendry.

Robb Stark, o Rei do Norte, mostra seu pequeno poder e arsenal de diversidade de possíveis ataques com seu pequenino lobo atacando na linha de frente contra uma parte do exército Lannister, mas a dica aqui foi só para seu futuro romance com a moça que lhe enfrentou e questionou seus motivos sobre a guerra.

Mas o grande ápice do episódio esteve não só no embate fútil entre os dois herdeiros legítimos ao Trono, Stannis e Renly Baratheon, que deverão travar uma guerra boba entre eles quando se têm um inimigo em comum. Boa a comida de rabo de Lady Stark.

Lady Stark, a senhora de Winterfell recebeu o corpo de seu marido através de Mindinho, que estava muito mais interessado em enfiar o seu “mindinho” entre as pernas da viúva de Ned.

Mas não era exatamente disto que eu estava falando, e sim do parto de Melissandre, que apesar de ter sido bastante, digamos, curiosa a cena e ao mesmo tempo intrigante, a criatura das sombras parece ser a arma de Stannis na guerra. Muito curioso para saber o que vai acontecer a partir daqui.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Game of Thrones - 02x03 - What Is Dead May Never Die


A esperteza através do leão de Lannister.

Game of Thrones é feita por momentos que se definem em poucos detalhes e dá uma aula a outras séries, apesar de ter os seus próprios problemas, diante da qualidade de roteiro, de ambientação e de elenco, os problemas foram minimizados neste episódio.

Pra falar bastante a verdade, este é, sem dúvidas, o melhor e mais consistente episódio de Game of Thrones desde “Baelor” (1x09), quando Ned Stark teve sua cabeça decepada a mando de Joffrey como traidor à Coroa.

O personagem que mais cresceu na série e mais ganhou com a morte de Ned foi Tyrion Lannister. O anão é a figura mais sensacional da série e é sagaz ao tentar descobrir onde as outras Mãos erraram em confiar em quem não devia e que lhes custaram a vida por isso.

Despejou diferentes informações a respeito de falsas alianças por casamento da pequena princesa Myrcella aos integrantes do Conselho Real, nas costas da Rainha Regente, para descobrir quem abriria o bico a ela.

Na verdade, a sequência por si só foi um show a parte, as piadas ditadas pelo excelente roteiro, com quotes épicos deram um excelente tom de humor característico ao personagem mais cretino de Westeros.

Outra personagem que ganhou destaque com este episódio foi Arya, muito mais por conta da sequência final do episódio que colocou o comboio que estava sendo levado para o Norte contra alguns guardas Lannister que seguiam na busca de Gendry, o bastardo de Robert Baratheon e que serve de prova do incesto de Cersei.

Por falar em Cersei, é prazeroso ver suas expressões de satisfação a cada vez que põe Sansa numa posição delicada e tenta arrancar uma frase onde a garota tem que denegrir a imagem e a honra de sua família.

Enquanto isso, Lady Stark foi visitar Renly, o irmão mais novo de Robert que também se proclama Rei de algum lugar e sem direitos de fato, mas que tem mais de 100 mil homens a disposição e que é de interesse para Robb juntar forças para derrubar Porto Real.

O mais bacana aqui é a forma como mostraram e introduziram este núcleo como um todo. O real envolvimento de Loras Tyrell, o Cavaleiro das flores; com Renly, que já era de conhecimento, mas que é de interesse da família Tyrell, uma vez que a irmã de Loras é a mulher de Renly e é a aspirante a Rainha também. Muitas intrigas deverão partir daqui.

Outro que recebeu atenção foi Theon Greyjoy. Apesar da obviedade da traição de Theon perante Robb, como bem Cathelyn avisou, a coisa fluiu bem e deverá de ser importante para os próximos episódios, uma vez que tem a pretensão de atacar o Norte enquanto o exército nortenho está com as atenções voltadas para Porto Real.

O desenvolvimento do cliffhanger deixado pelo episódio anterior foi bom, mas a coisa ainda é arrastada de qualquer maneira. Da mesma forma como é ver massivamente Bran em foco com sonhos esquisitos. No mais, só senti falta da menina dragão.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Game of Thrones - 02x02 - The Night Lands

Um encontro nas Ilhas de Ferro.

Com o episódio de Game of Thrones tendo sua exibição "vazada" dias após a sua estreia da temporada, com o intuito básico de criar maior promoção e comoção pela premiere com índices de audiência elevadíssimos, a série apresenta um episódio bastante bacana e superior ao que foi apresentado pelo primeiro.

As coisas se condensaram basicamente por nos introduzir a Balon Greyjoy e ao antigo reino das Ilhas de Ferro (Pyke), levando o seu filho arrogante e prepotente Theon a dentro de seus aposentos com uma das sambadas mais bacanas da série, com a revelação de que Theon estava bolinando sua própria irmã.

Aliás, reunião de família sem embates e confrontos de ego não é reunião de família, e a  série conseguiu expressar muito bem em todas as suas linhas de roteiro a contrastar com a obsessão de George R.R. Martin por incestos, pois só isto pode explicar a utilização múltipla dos casos entre irmãos (no caso, na tentativa de sedução de Theon por sua irmã).

O que este arco deixa claro e evidencia ainda mais é a fragmentação de Westeros, com os antigos reinos querendo se levantar e brigar por sua independência de Porto Real. Winterfel e o Reino do Norte foram os primeiros a declarar guerra à coroa Lannister (travestida de Baratheon) e os Greyjoy não serão os únicos a acompanhar a tentativa de independência e busca por novos territórios. Literalmente uma partida de War (isso mesmo, o jogo da Estrela, de preferência em edição limitada com o formato dos soldadinhos e dos tanques).

Ruminando às Muralhas, Arry, a versão masculina nada convincente de Arya, nos proporcionou bons momentos com sua interação com Gendre, o bastardo do rei morto, Robert Baratheon. Arya pode se esforçar ao máximo para se fingir de homem, mas será sem sucesso.

Mas quem anda se fudendo na série, não no sentido literal, porque ele é juramentado ao preto, mas enfim, já deu pra entender. Seu irmão bastardo Jon Snow é quem também está sambando na corda-bamba e como já diria o ditado, a curiosidade mata, e ele está bem perto desta resolução (só que não).

Ele acabou descobrindo o fado dos filhos nascidos do sexo masculino na orgia que é a família de Craston e acabou vendo a cria ser entregue a um Caminhante Branco, creio eu (repetindo que não li uma página sequer do segundo livro) como forma de pagamento para que os Caminhantes Brancos lhe permita habitar esta região além da Muralha.

Mas o Jon também só toma ferro por conta de Samwell, que sabe que não pode nem olhar para as mulheres de Craston e mesmo assim se deixa se envolver com uma, grávida e receosa se a cria dor um menino e ainda envolve Jon. É, alguém precisa avisar ao Jon que ele precisa de um amigo melhor.

Daenerys segue sem um arco forte e isto não deve mudar em muito tempo, os seus filhotes de dragão precisam crescer para que ela queira brigar pelo Trono de Ferro. Achei bastante aleatória a cena de sexo no puteiro do Mindinho, uma vez que o interessante era mostrar o seu diálogo com uma de suas prostitutas.

A única coisa que me incomoda é o que ocorre na Pedra do Dragão (Dragonstone), com Stannis e Melisandre. Ainda não entendi bem a concepção de Melisandre dentro da série e quem não possui as referências do livro certamente segue perdido como eu, tanto é que eu acho que o nome dela sequer foi citado em uma única cena em dois episódios (mas que o IMDb ajuda a exemplificar e alguns amigos que saibam e que leram a obra literária também).

Mas esta frente é de extrema importância, até um cego enxerga isto. Ainda mais quando lhes apresentam um pirata que quer invadir Porto Real para fuder a Rainha Regente Cercei Lannister. Mas Melisandre ainda é o centro das atenções, ela possui inúmeras segundas intenções com Stannis e é astuta e esperta para passar todo mundo para trás.

Por fim, Tyrion segue como a estrela-mor da série. É o protagonista e não há ninguém para reclamar do título. Seus comentários e sua conversa com Cersei é de uma canalhice única que não há forma de não idolatrar o personagem. Ele parece ser o mais ciente do conselho junto com o eunuco e os únicos a aclamar por paz aos sete reinos, mas a sua falta de força e poder como Mão do Rei, muito por conta de Cersei, lhe prejudicam na missão.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Game of Thrones - 02x01 - The North Remembers (Season Premiere)

Quem quer ser o Rei de Westeros?

Finalmente chegou a esperada segunda temporada da aclamada nova série da HBO, Game of Thrones, como eu fiz maratona há pouco tempo, a saudade nem foi tão forte assim, mas a curiosidade sobre como a série encaminharia sua história é sobressalente a qualquer outro sentimento.

Como disse no texto de recapitulação de temporada, prometi que daria um tempo e não leria as sequências literárias ao primeiro livro, até que a temporada, pelo menos, esteja encerrada. Prefiro assim acompanhar tudo no escuro e aguardando o próximo passo da batalha pelo poder do continente e da briga entre as Casas da série.

Este episódio, apesar de ser excelente, como bem a série é basicamente em todos os episódios, foi basicamente introdutório, não sei se pelo fato de que a série precisa de um personagem para ocupar a posição de destaque que era de Sean Bean, o Eddard Stark, ou se foi para atrair novos telespectadores. Creio que um pouco de ambos.

O episódio se inicia com as festividades do Dia do Nome do atual Rei, Joffrey Baratheon, mostrando que segue sendo um personagem de tamanha repugnância e completamente prepotente e irritante. E é exatamente isso que Joffrey é, um adolescente mimado sentado no Trono de Ferro dando ordens da forma que for de seu interesse.

Sansa Stark continua tentando meio que lidar com a morte de seu pai e esperar o momento oportuno para se vingar de Joffrey, com seu irmão semeando uma guerra de dimensões gigantescas para destronar o pequeno Rei, mesmo parecendo uma "prometida" ao pseudo-Baratheon, ela é na verdade uma refém e moeda de troca para Cersei ver seu irmão gêmeo/amante incestuoso de volta.

Apesar do roteiro não ter se apegado a nenhuma história, foi evidente a tentativa de fazer Tyrion Lannister o "novo protagonista" do seriado. Até Peter Dinklage aparece creditado antes de qualquer um do elenco da série durante a sequência de abertura.

Como "Mão do Rei", mesmo de forma interina enquanto seu pai, Tywin, está em guerra, Tyrion foi sensacional na sua poética cena do anúncio de que seu pai lhe nomeara que a canalhice foi tamanha que eu não contive o riso. Assim como foi com a conversa entre ele e Cersei.

Por falar em Cersei, eu achei que Joffrey seria muito mais ardiloso com sua própria mãe após ela ter-lhe dado um belo tabefe em público no salão do trono. E apesar do roteiro soar como se fosse Joffrey o assassino dos bastardos, o correto, ao que me parece, é que é Cersei "destruindo provas" de que Robert Baratheon não é o pai verdadeiro de seus filhos, gerados pelo incesto entre Cersei e Jamie.

No norte, mas ao sul, mais precisamente em Winterfel, Bran segue tendo aqueles sonhos que sempre trazem alguma coisa implícita, como não li os livros, não tenho ideia do que está para ocorrer. O legal também aqui foram os diálogos dele com a Osha, aliás tenho criado simpatia pela personagem e pelo fato de achar que algo maior está a espreita de Bran.

Em guerra, Robb Stark começa tentar arquitetar novas estratégias, mandando sua mãe, após um pequeno conflito de interesses,  para firmar aliança com Renly Baratheon, herdeiro legítimo do Trono de Ferro e Senhor da Pedra do Dragão. Gostei da sua introdução, o personagem é interessante e deverá ser decisivo para a sequência da série.

Voltando a falar de Robb, o embate entre ele e Jamie Lannister foi empolgante, mostrar que o garoto não é bobo, mostrando um tremendo amadurecimento e notório controle do agora Senhor de Winterfel e Rei do Norte, segundo seus seguidores.

Atravessando o oceano, Daenerys e seu arco em si me pareceram confusos, não sei quanto e como ocorre as coisas nos livros, mas algo parecia fora do lugar e incoerente com o que George R.R. Martin originalmente propôs. O cometa vermelho tem relevância para a história dela, mas a série fez pouco caso em explicitar.

No mais, ela agora tem problemas para alimentar seus três bichinhos, os dragões que são símbolo da sua Casa e só eu fiquei esperando por ela amamentar  os bichinhos? Afinal, ela perdeu o bebê há pouco tempo, na cronologia da série, seria plausível e nojento, mas who cares?

Além da muralha, vimos Jon e seus companheiros de Patrulha da Noite chegando às terras de Craster, com direito a explicações sobre onde foram parar as outras pessoas e um pouquinho de intrigas e conflitos sendo criados para que nenhum homem juramentado ao preto tocasse em nenhuma de suas filhas/esposas.

Agora temos Joffrey para defender o trono, Renly Baratheon querendo-o a força, assim como Robb Stark, além de termos Daenerys, que na teoria é a dona do trono antes de qualquer Usurpador, e o herdeiro de direito, Stannis Baratheon, caso a linhagem de Robert seja seguida como referência. Como as coisas vão ficar? Nem esta temporada será capaz de dizer.

Game of Thrones - 1ª Temporada

A mais épica série de todos os tempos.

Estreando um ano atrás, vimos, sem dúvidas, uma das séries com maior qualidade técnica em roteiro, atuações e história, claro que estas devidas ao grandiosíssimo e excelente trabalho empregado por George R.R. Martin, o autor da saga "A Song of Ice and Fire" (As Crônicas de Gelo e Fogo), que servem de base para a série de televisão.

É de conhecimento mútuo que os livros se tornaram bestsellers por todo mundo, alavancando novamente o gênero épico e elevando o nível de Martin a comparações com o eterno excelente autor britânico, J.R.R. Tolkien, autor da trilogia "The Lord of the Rings" (O Senhor dos Anéis).

O grande lance para a série era encontrar a essência apresentada nos livros e exibir em tela, abordar com toda a qualidade possível o mundo de Westeros e seus continentes além, e transmitir um belíssimo jogo de espadas, tronos e coroas.

Isso é Game of Thrones, uma série ousada, arrojada e fenomenal, capaz de atrair todos os olhares e te hipnotizar com perfeições cinematográficas, com locações grandiosas e um elenco que faz jus ao que lhes é exigido.

O piloto de Game of Thrones é simplesmente perfeito, sem tirar ou pôr em nada, é inteligente, apresenta a história em toda sua dimensão e faz uma adaptação fiel e basicamente idêntica ao que é proposto por George R.R. Martin em seus primeiros capítulos (além do prólogo, é claro) de seu primeiro livro.

"Winter Is Coming" te apresenta ao mundo medieval da série e lhe apresenta com maestria as Casas pela qual torceremos, vibraremos e xingaremos durante o decorrer de sua infinidade (afinal, os livros lhe permitem inúmeras histórias e inúmeras temporadas), trazendo o Veado Coroado da Casa Baratheon regida pelo Rei de Westeros, governante de Porto Real, o Rei Robert Baratheon; acompanhado da Casa de sua esposa, Cersei, os Leões da Casa Lannister, governantes do Rochedo Casterly; a Casa com quem todos se identificaram pela pureza bárbara, os Lobos Gigantes de Winterfel, a Casa Stark; e os Dragões destronados e banidos da Casa Targaryen, o inescrupuloso e repugnante Viserys e sua irmã, Daenerys.

A série conseguiu passar seus principais conflitos durante a primeira temporada, sem apegar-se a detalhes precisos e aflorar inteligentemente bem os rumos que só deverão ser tomados há duas ou três temporadas. O interessante é a capacidade da série ser fiel ao que Martin expõe, principalmente em seus momentos mais controversos.

A exemplo disto, temos o brilhante episódio "Baelor", que não se repudiou e não teve medo algum ao decapitar o personagem mais carismático e querido da série, Eddard Stark, o até então Mão do Rei, sendo apenas a faísca do fogo que pairará sobre todo o planeta.

Como o elenco é gigantesco, é muito difícil você gostar especificamente de um personagem, o universo da série é muito grande e você nunca sabe o que pode acontecer a eles. Em relação a seus intérpretes, estou por amores com Emilia Clarke, a intérprete de Daenerys Targaryen.

É realmente incrível como ela consegue expressar exatamente o que sua personagem tem de sentir, além de ser uma das personagens mais fortes da série e que terá papel fundamental a desempenhar durante os próximos episódios da série.

Assim como sua primeira temporada, esta contará com mais 10 episódios, com exibição simultânea nos EUA e no Brasil. O marketing para a próxima temporada foi intensivo, magistral e enorme, o que leva a expectativa às alturas. Quem sentará no Trono de Ferro? Como as coisas correrão? Resta esperar para ver.

P.S.1: Sei que já deveria ter comentado há tempos sobre a excelente Game of Thrones, sei que devia tê-la assistido há tempos, mas onde fica o tempo? Agora que pintou um tempo livre, a partir da segunda temporada, acompanharemos semanalmente todos os 10 episódios emocionantes e vibrantes dessa perfeição.
P.S.2: Por opção para poder acompanhar a série sem spoilers, resolvi abrir mão da leitura dos livros, tenho todos os livros já lançados, mas só li o primeiro, então, o que vier da próxima temporada será surpresa para mim!

terça-feira, 22 de março de 2011

As futuras séries do Megastore Series e do FullSeries

A partir de abril, o ciclo das séries de primavera invadem a tela da televisão americana e as reviews e os assuntos ligados à algumas delas, vocês conferem aqui, no Megastore Series e outras no FullSeries.

Camelot
A história tem início com a morte do Rei Uther, fato que coloca a Grã-Bretanha em um estado de caos. As visões de Merlin o fazem temer pelo futuro do país. Assim, ele consegue fazer com que Arthur suba ao trono. Filho ilegítimo, desconhecido dos súditos, Arthur foi criado como plebeu. Inconformada, Morgana, meia-irmã de Arthur, decide lutar pelo trono. Para tanto, convoca as forças sobrenaturais para ajudá-la. Inserido em um ambiente desconhecido, cercado por pessoas em quem não pode confiar, confrontado por decisões morais, desafiado a unir um reino dividido pela guerra e pelo sentimento de decepção, Arthur se apoia em Guinevere, por quem se apaixona.

A review de Camelot será feita por Igor Carvalho e será postada exclusivamente no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 1° de abril.

The Killing
Na história original da série dinamarquesa temos uma detetive da polícia de Copenhagen que planeja mudar-se para a Suécia com o namorado quando ocorre o estupro e o assassinato de uma jovem de 19 anos. Durante as investigações, um político local que concorre à prefeito da cidade torna-se o principal suspeito do crime. Enquanto a polícia tenta descobrir se as pistas que levam ao político são reais ou plantadas pelo verdadeiro criminoso, os pais da vítima buscam a ajuda dos amigos para tentarem lidar com a dor da perda.

A review de The Killing será feita por Kelvin Bastos e será postada no Megastore Series e, simultaneamente, no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 03 de abril.

Breaking In
Na história, uma equipe de hackers, sob o comando do ex-militar Oz (Slater), trabalha para uma empresa de segurança digital. Com um elenco formado por Slater, Trevor Moore, Alphonso McAuley, Bret Harrison (Reaper) e Odette Yustman (October Road), a sitcom passou por poucas e boas antes mesmo da encomenda do seu piloto. Rebatizada duas vezes, Breaking In entra para ocupar o lugar da também sitcom Running Wild.

A review de Breaking In será feita por Ramon Felipe e será postada exclusivamente no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 06 de abril.

Game of Thrones
A produção da HBO, tem como base quatro livros de George R.R. Martin, que servirão de base para cada temporada planejada. Adaptada por David Benioff e Dan Weiss, a primeira temporada, com dez episódios encomendados, terá como base o livro “A Song of Ice and Fire”, que gira em torno da luta pelo poder do reino de Westeros.

A review de Game of Thrones será feita por Ramon Felipe e será postada exclusivamente no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 17 de abril.


The Voice
O novo reality musical da NBC, deverá ser o competidor do American Idol. Num formato parecido, eles terão de encontrar "A Voz" dos EUA através de Blind Auditions, ou seja, eles ficarão de costas para o candidato enquanto eles apenas irão ouvi-los. Dentre os jurados do programa, destaque para a ganhadora de  quatro Grammys, Christina Aguilera, e ao cantor do sucesso Fuck You! (Forget You!, na versão censurada), Cee Loo Green.

A review de The Voice será feita por Kelvin Bastos e será postada no Megastore Series e, simultaneamente, no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 26 de abril.

The Grat State of Georgia
A comédia com produção da ABC Studios, será estrelada por Raven-Symoné (That's So Raven), que é Georgia, uma aspirante a atriz com um ego enorme. Tentando fazer carreira em Nova Iorque, ela vai morar em um apartamento alugado por sua Tia Honey (Meagen Fay). Passando por diferentes situações, algumas engraçadas, outras constrangedoras, ela pode sempre contar com a ajuda de sua melhor amiga Jo (Majandra Delfino, de “Roswell”), uma adolescente nerd. No elenco também está Brock Cuchna, como o namorado de Georgia que tenta convencê-la a voltar para o interior.

A review de The Great State of Georgia será feita por Kelvin Bastos e será postada no Megastore Series e, simultaneamente, no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 29 de junho.

Wilfred
Trata-se de uma versão americana da série australiana de mesmo título. A história narra a relação entre um homem e um cão. Wilfred apresenta Ryan (Elijah Wood), um jovem tímido que luta para conseguir fazer parte de um ambiente social e ser feliz. Então ele conhece Wilfred (James Gann), o cachorro da vizinha Jenna (Fiona Gublemann), descrito como um vira-lata: mistura de labrador com a ‘personalidade de Russell Crowe’. O mundo vê o cachorro como um animal, mas Ryan o vê como um homem vestido com roupa de cachorro. Rapidamente ele se torna seu alter ego, forçando Ryan a sair de sua ‘concha’.

A review de Wilfred será feita por Ramon Felipe e será postada exclusivamente no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia em junho.

The Lying Game
Apostando na fórmula de sucesso de Pretty Little Liars, The Lying Game será uma outra adaptação da ABC Family de livros da autora Sara Shepard. Emma é uma menina que vive em orfanato. Um dia ela conhece Sutton, uma menina que foi adotada por uma família rica. Acontece que Sutton é sua irmã gêmea, que Emma não sabia ter. Quando as duas se conhecem, Sutton propõe trocar de lugar com a irmã durante alguns dias. Percebendo que poderá utilizar os recursos financeiros da família da irmã, Emma aceita fazer a troca. Seu objetivo é localizar sua mãe biológica. Mas, passados alguns dias, Sutton não retorna para destrocar de lugar. Agora Emma precisa decidir se revela a verdade para os pais adotivos da irmã ou tenta localizá-la sozinha.

A review de The Lying Game será feita por Kelvin Bastos e será postada no Megastore Series e, simultaneamente, no nosso portal de reviews no FullSeries. A série estreia dia 15 de agosto.

---------- Outras séries que deverão ter reviews no Megastore Series e/ou FullSeries ----------
  • Acting Out por Kelvin Bastos
  • Charlie's Angels por Kelvin Bastos
  • Terra Nova por Igor Carvalho
  • The Secret Circle por Kelvin Bastos
  • The X Factor US por Kelvin Bastos
Textos de Fernanda Furquim da coluna Nova Temporada da Veja. Todos os direitos reservados.