Pretty Little Liars

Leia reviews e textos relacionados à Pretty Little Liars , a série baseada na obra de Sara Shepard, que é mais crocante entre todas no planeta, com mistérios sem fim, muita cretinice e que anda mudando a forma de se assistir à TV.

Teen Wolf

Leia reviews e textos relacionados à Teen Wolf , o maior fenômeno da MTV americana, com as histórias mais bizarras e com o maior número de sambadas por metro quadrado.

Falling Skies

Leia reviews e artigos relacionados ao Falling Skies , o sucesso da TNT que vem para responder se o Darth Vader é um aliado ou um inimigo? (Como se ninguém soubesse a resposta).

Under the Dome

Leia reviews e textos relacionados a maior aposta de verão da CBS, Under the Dome , baseada no livro homônimo do icônico Stephen King.

The Killing

Leia reviews e textos relacionados a série que foi cancelada, mas posteriormente descancelada pela AMC. Venham ver The Killing ! Agora com co-produção da Netflix.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Breakout Kings - 02x04 - Cruz Control

Em nome do pai, do filho e de Lloyd.

Um episódio com a cara de Breakout Kings, cômico em momentos precisos, tenso em momentos necessários e um entretenimento puro em uma espécie de microfilme de 40 minutos. Divertido é pouco quando se tem Lloyd em plena forma com quotes muito bons, como sempre.

Desta vez, gostei do episódio não pelo caso da semana, que caiu no clichê de quase todas as séries policiais, mas sim por aprofundarem a história de Jules, que precisa conversar com Lloyd e finalmente se abriu com isso. É importante ver que ela confiou nele e ele vai cumprir todas as suas promessas, principalmente quando for sobre ela.

Erica e Shane, por outro lado, mostraram que entenderam o espírito do episódio e fizeram um pacto de zelarem pela segurança do amado do outro uma vez que um deles cair, no sentido metafórico da palavra. Assim, se algo acontecer com Erica, Shane cuidará da filha, e se algo acontecer com ele, Erica cuidará de sua namorada.

O caso da semana ficou no clichê da redenção, explicar que o fugitivo, no caso, agia como forma de compensar os crimes do passado e buscar um espaço no céu, uma vez que lhe restava três ou quatro meses de vida por conta de um câncer no pulmão.

A resolução, no entanto, servirá para criar um pequeno atrito entre Lloyd e Ray Zancanelli, como bem já ocorreu em outras oportunidades. O tiro do Ray no fugitivo meio que foi contra a vontade do Lloyd uma vez que o próprio começava a se entregar.

Agora, a série vem prometendo o retorno do fugitivo do episódio de início de temporada, então, já fiquemos avisados caso ele retorne.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Breakout Kings - 02x03 - Double Down

Um ator burro para pegar um fugitivo internacional.

Neste terceiro episódio desta segunda temporada, Breakout Kings vai construindo melhor as características de cada um dos integrantes da força-tarefa. O alvo do episódio foi Julianne, que enfrentou uma barra pesada e vai tendo que lidar com problemas pessoais ainda não resolvidos.

Por falar no episódio, eu achei ele um pouco inferior aos dois anteriores, mas ver Serinda Swan naquele vestidinho preto já fez meu dia e o episódio já subiu no meu conceito. Aliás, Erica aproveitou todo o seu jogo de coxas e foi dar uma pernadas com o vizinho, se é que você me entende, mas só depois de já ter resolvido o caso da semana.

Aliás, as fugas este ano estão bastante simples, sem nada extremamente mirabolante e tudo dentro do possível, claro, se você considerar que deixar de comer para emagrecer e passar manteiga no seu corpo para poder passar entre a grade do esgoto for "dentro do possível e nada mirabolante".

Eu ri muito com Lloyd neste episódio, assim como no anterior, primeiro com seus golpes super-úteis, como o soco duplo, mas inutilizado pela dedada deliciosa de Jules. Jules buscando em Lloyd um ombro amigo com quem conversar dos seus problemas é só a retomada de uma história deixada em aberto entre os dois na temporada passada, e por isso eu louvo este episódio neste quesito.

Ray Zancanelli parece ter realmente assumido o comando da força-tarefa, mesmo ainda não sabendo lidar bem com os problemas internos sem comprometer o time, o que o finado Charles DuChamp fazia extremamente bem.

O fugitivo foi também bastante tolo no episódio, serviu mesmo para capturar um tiozinho procurado por todas as agências possíveis, indo de CIA e FBI, até a Interpol e os nossos queridos Reis da Fuga foram designados para abater esta lebre com um pequeno coelho na cartola.

O sequestro da Jules no ápice da investigação vai intensificar os problemas psicológicos da moça, e é aqui onde Lloyd deverá entrar, novamente. Shea, em compensação, ficou deslocado, servindo só como suporte na investigação, sem muito destaque de importância para a trama como um todo.

P.S.: Erica possuída, agora todos os episódios com uma arma diferente na mão.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Breakout Kings - 02x02 - Round Two

Shabba! Shabba! Shabba!

Eu comecei achando e crendo que este episódio iria ser bem abaixo do anterior e que as coisas não iriam fluir com a mesma naturalidade, ainda mais após a morte de Charlie, mas agora eu só posso dizer o quão legal foi esse episódio. Um lembrete de como a série pode ser tão engraçada quanto possuir momentos de tensão.

Os nossos Reis da Fuga seguem com a premissa e com a base procedural perseguindo fugitivos da cadeia, eu não sei se a série encorporou este formato, mas para esta temporada, não querendo generalizar, a trama vem pondo dois fugitivos a cada episódio.

Não sei se é proposital, se é pura coincidência ou se é algum misticismo dos produtores executivos (em The Good Wife, por exemplo, a quantidade de palavras no título varia conforme o número da temporada), mas a série trouxe novamente dois fugitivos, bom, eram três, mas um foi morto antes mesmo de conseguir fugir.

Por falar no caso de fuga do episódio, gostei bastante dele, apesar de que o twist que o cara era um federal infiltrado foi bastante óbvio, saquei a ideia bem antes dela sequer ser trabalhada. Mas não tira os méritos do episódio, que construiu bem a história, vagando-se e transpassando-se entre saber se o federal era leal ou se era corrupto.

A fuga foi uma das mais simples da trama desde seu início, mas acabou funcionando bem para o desenvolvimento dos demais arcos e das demais histórias. Brody, no fim das contas, foi descoberto pelo seu "parceiro de fuga" e quase rodou bonito.

Isso se não fosse por Ray quebrar uma das regras que o Charlie impôs logo no piloto: sem armas. Ele disse onde se localizava sua arma pessoal que ficou nas mãos de Erica e a nossa fofa interpretada por Serinda Swan ainda deu de brinde uma arma de pulsos elétricos para Lloyd, o que certamente fez meu dia.

Lloyd conseguiu ser um personagem completo neste episódio, dosando bem todas as suas cenas de teor cômico, com dancinha sexy no gramado de quem quer que seja, e até levando e dando choques elétricos. Mas o mais legal foi ver ele bancar o psicólogo para compreender como os seus parceiros de força-tarefa vêm lidando com a morte do seu superior em comando.

Shane foi com certeza o que mais ficou abalado, pelo menos o que mais demonstrou-se abalado. Ray ainda teve que tentar dosar o seu comando, mas poderia atrapalhar o desenvolvimento deles como equipe em breve, mas tudo se acerta numa cena bem legal para encerrar o episódio.
Muitos bons drinks e muitas outras boas fugas para Breakout Kings, que apesar de diminuir o ritmo em relação à premiere, o que era previsível, mostrou mesmo assim um bom episódio que começa a desenhar histórias interessantes.

Promo do próximo episódio me deixou um pouco aturdido, mas isso é só no próximo episódio. P.S.: Sigo querendo mais de Serinda Swan sensualizando lindamente em TODAS as cenas, se possível. Obrigado.

terça-feira, 6 de março de 2012

Breakout Kings - 02x01 - Un Unusual Death (Season Premiere)

Começando a temporada em grande estilo.

O ano passado quando Breakout Kings foi lançada, as comparações com Prison Break surgiram e por inúmeras vezes desmentidas a cada episódios. Um dos grandes problemas da temporada inicial da série parece ter sido resolvido, fazendo deste um episódio acima da média em relação aos episódios da primeira temporada.

A forma como foi contada foi interessante, servindo muito bem para dar início a temporada, que já começa mostrando que não tem medo e arrisca perdendo um membro do elenco regular já no episódio de estreia. O material promocional da temporada já mostrava que a série vinha diferente, apesar de manter a fórmula, e prometeu o que cumpriu: Um Rei ia cair, pois bem, caiu.

Eu particularmente pensei que a "queda" de um dos protagonistas seria uma espécie de mistério para os telespectadores lidarem, mas foi mais inteligente em não se agarrar-se apenas a isso para a construção da história, mas sim mostrá-la como consequência posterior a construção do enredo.

Este episódio teve uma das fugas mais engenhosas e ao mesmo tempo bastante simples, apesar de ter achado bastante fácil a forma como não só Damien fugiu, mas o seu parceiro também. Duas fugas em duas prisões relacionadas para encaminhar a história.

O episódio já começa com Charlie Duchamp, o comandante dos Reis da Fuga (como Shea os denominou), pensando numa proposta de promoção para deixar a sua força tarefa (criada pelo Ray Zancanelli, por sinal), o que irrita Ray, e deixa Erica, Shea e Lloyd bastante apreensivos em relação ao futuro da força tarefa.

Uma coisa muito boa neste episódio foi Jules, a garota voltou possuída e ainda mais gostosa do que antes (é verdade, em todos os sentidos da palavra). Ela abriu mão dos medicamentos prescritos pelo incrível Lloyd (que está tão incrível como no primeiro ano) e parece mais sólida como personagem dentro da equipe.

As investigações ocorrendo, sendo levadas a um galpão abandonado através do rastreador de GPS do relógio de corredora da sequestrada culminaram em boas cenas, que provaram ser o pior dia da vida do U.S. Marshal Charlie Duchamp, que depois de se lascar pra salvar a moça e balear um dos dois fugitivos, acabou sendo ele o baleado da vez por Damien.

Duas coisas, me surpreendi porque não esperava de verdade, até tomei um susto quando estava vendo porque estava meio desligado, achando que a cena seria cortada a qualquer instante para outro núcleo. E outra coisa, Damien entrou para ser o vilão que Breakout Kings nunca teve.

Acho que a ideia de vilão, ainda mais quando há relação com Lloyd e atiça sentimentos de vontade de vingança pela morte de Charlie que promete render boas cenas futuramente, quase certeza de que na season finale.

Por fim, mesmo com a morte de Charlie, a força-tarefa não será encerrada e nem sofrerá alterações, a pedido do pobre finado antes de morrer como uma condição para aceitar sua promoção, além de também ter pedido para que Ray assumisse seu posto de comandante e fosse reintegrado aos U.S. Marshals e recebesse seu distintivo de volta.

P.S.: Mais cenas de Serinda Swan envolta na toalha são bem-vindas.

terça-feira, 7 de junho de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x13 - Where in the World Is Carmen Vegas (Season Finale)

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Vamos à alguns fatos sobre a temporada de Breakout Kings antes de mais nada: Como não tinha expectativas, mesmo se tratando de uma produção de gente que esteve envolvido em Prison Break, a série não tinha que quebrar paradigmas, superar a antecessora e nada mais em relação a mim.

Fato é que gente que foi no intuito de ver uma série além de Prison Break deu de cara no muro logo nos episódios iniciais. Mais fato ainda é que a série se mostrou mais bacaninha até do que eu esperava. Em outras palavras: um procedural, onde até a trama dos personagens é procedural.

Claro, se você pensar que toda série deveria ter um centro, mesmo sendo a procedural que o raio que o parta, você vai dizer que a sério foi ruim, mas pra mim não foi tanto assim. Lloyd com a inteligência e as piadas non-sense são a alma da série, e a beleza da Serinda Swan, como a kick-ass Erica, supera muitas coisas.

Mas quem esperava relembrar ou ver geniais fugas à lá Scofield, ou então se mergulhar em histórias de Fox Rivers, caros amigos, vocês sim foram muito decepcionados. A série que terminou com um episódio muito bom, mas que no fim das contas teve no episódio de T-Bag, o melhor da temporada.

E pra não ficar na raiva possível sobre a temporada e todo o blá-blá-blá que muitos blogueiros maníacos por Fox Rivers estão fazendo agora a respeito de Breakout Kings, aos que gostam, fomos deliciados por um episódio mais inteligente, mesmo óbvio em certos momentos, mas superior a grande maioria.

Carmen Vegas, a super fodona narco-traficante colombiana, era a fugitiva da vez. Mandou matar o próprio filho por afundar com os "negócios da família", pra fugir da cadeia e reerguer seu império construído antes de ter ido parar no xadrez.

O momento óbvio e esperado ficou por conta mesmo da cena na igreja, quem não imaginou que ela ia meter bala em todo mundo? Mas enquanto isto foi óbvio, eles brincaram conosco e nos fez acreditar que Shea era quem estava trabalhando com a Carmen.

Tudo bem, a namoradinha mafiosa dele tinha sido raptada, ele estava disposto a mandar Erica e Lloyd pro inferno por conta do amor pela tal namora. Mas como em Breakout Kings acaba sempre em final digno de Disney, todos viveram felizes para sempre.

Julianne é uma das personagens que se superaram neste episódio, nunca espero nada que venha dela e às vezes, ocorre que ela nos surpreende. Shea e Ray nunca me surpreende, mas queimo minha língua a respeito do primeiro.

O dramalóide "a super narco-traficante fodona very crazy colombiana quer me fuder, raptou minha namorada e quer dar cebo nas canelas com minha ajuda" me fez acreditar mais no personagem, apesar de um season finale ser um pouco tardio.

Em relação à captura de Carmen, ou se preferir, para os íntimos, a "La Santa", foi aquela coisa broxante de sempre, nada muito brilhante, só aquelas reuniões, com direito a suicídio de oficial da polícia e Lloyd encabulado interrogando strippers.

O que muitos esperavam, a série não foi. O que eu sequer imaginei que a série fosse, ela foi. Afinal, quem esperava por uma big produção com direito à similaridades geniais a Prison Break, era claro que a FOX exibiria em sua prime-time, durante uma Fall Season da vida, e não numa mid-season em um de seus canais à cabo filiados.

Breakout Kings deverá ser renovada pelos números satisfatórios de audiência e esperaremos por histórias mais inteligentes, chocantes e imprevisíveis em sua segunda (possível) temporada. Quem sabe, até lá.

Atualização:
Em 06/07/11, a emissora americana A&E renovou oficialmente Breakout Kings para a segunda temporada. Sem previsão de estreia.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x12 - There Are Rules

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Se tem uma coisa que você aprende com a força-tarefa é nunca deixar seu parceiro para trás. Será? Os "Reis da Fuga" aprendem mais uma lição de amizade no que eu diria ter sido um dos melhores episódios da série.

A fuga em si não foi lá aquela coisa toda, achei muito óbvio e fácil demais enfiar um caminhão num muro, derrubá-lo e todos saírem correndo felizes. Em compensação, a trama toda em si foi bem construída, mesmo com mais um clichê do chefe malvado do chefe, se é que deu pra entender.

O cara foi tão esperto que só foi capturado porque temos Lloyd na turminha do bem. Enganou todos, foi deixando suas "bagagens" para trás uma a uma e puxou o gatilho pela primeira vez. Foi bem interessante.

Aliás, não foi só Lloyd com papel fundamental na história. Finalmente deram algo a Shea que se reencontrou com alguns amigos de seu passado. Mostrou como se faz, conseguiu arrancar as informações que queriam e ficou putinho da vida, com razão, com seus superiores policiais.

Policiais, digo, apenas o Charlie. Não é novidade nenhuma que Ray e Julianne não era mais um Marshall, mas o que pegou mesmo foi o tal chefe do chefe que nem sei o nome querer expulsar o Ray do time.

Charlie fez das palavras de uma discussão com o Shea, as dele. Há regras. Funcionou o título com o nexo com o episódio inteiro e vimos que eles vão ficar juntos e ter o seu happy endings. Mais uma vez pergunto: Será?

Breakout Kings há uma semana de encerrar uma temporada consistente e que tem funcionado pra mim. As histórias semanais são boas e essa foi além disso. Vamos ver o que está guardado para o final da saga dos "Reis da Fuga".

segunda-feira, 23 de maio de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x11 - Off the Beaten Path

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Um episódio que se resume no "ataque psicótico da filha do Prison Break". Sério, um episódio onde a motivação era passional ao extremo e que se levava por um louco preso num manicômio me deixou extremamente feliz com tudo que vi.

Sei lá pela minha fixação doentia eu tenha me identificado pelo fugitivo em questão (mentira! - já me chamam de louco, depois dessa fala vai ser pra pior), mas eu gostei bastante do episódio. Uma por ter se baseado no lance da confiança com o Charlie, e outra por terem usado e abusado da Erica.

Usado e abusado no bom sentido da coisa. Gostei de terem levado a história dela mais adiante, se aprofundado no drama de terem matado o pai dela, e ela teve de encarar o local onde ela praticou sua vingança para salvar uma bela moça.

Moça que na verdade é apresentadora de um programa infantil, como sou péssimo pra decorar certos detalhes, vamos nos recorrer à "Hora do Miau" - com um surto daquele cara, não tinha como esquecer. A fixação do Bennett só por conta de um "Boa Noite, Bennett" é algo assustador, sério, imagina você falar no programa um nome aleatório e o cara sair louco atrás de você pra fazer sei lá o quê.

Sei lá o quê, os cambau, por conta de um casamento vigente, o Sr. Bennett achou que sequestrá-la, fingir um ritual de casamento, estrupá-la e matá-la era a melhor e única opção, e o melhor de tudo, cronometradinho, no ar a partir da 8h.

Brincadeira à parte, foi aqui que a história da Erica ficou mais interessante. Primeiro, foi a mula do Ray preso por uma das armadilhas dos traficantes da região; segundo, a inteligência da tal apresentadora em utilizar um espelho pra fazer sinal (teste reconhecido pela NASA, melhor 1 espelho em punhos do que 100 garrafas d'água); terceiro, se "colocar" no lugar, para ser salva pelo Charlie.

Sério, momento tenso. Eu aqui me segurando e dizendo que se o desgraçado machucasse minha Serinda Swan eu matava ele. Obrigado, Charlie, pelo tiro certeiro (e esse "Obrigado, Charlie" me lembra a bomba que vem por aí, mas isso é assunto pra daqui meses...).

Agora o que ocorreu, a mula do chefão dos "Reis da Fuga" deixou o relógio do pai dele em cima do porta-papel do banheiro, deu a louca e soltou a franga. Culpou tudo e todos e ameaçou até a mãe (tá, não foi tanto assim). Mas a lição de confiança serve pra ele, mas o respeito por ele vai ficar abalado.

Breakout Kings faz uma temporada interessante. Gosto quando por detrás de uma fuga, exista uma história envolvendo um dos Breakout Kings. Ainda acho que o Shea vai aprontar alguma pela frente, Erica simplesmente hot, como sempre, e Lloyd, como o maluco pensativo. Vamos ver o que virá pela frente.

P.S.1: Referente ao teste da NASA, é sério isso, dêem uma procurada no Google que vocês devem achar, algo de um avião que cai no deserto, é bem legal o teste;
P.S.2: Referente ao  "Obrigado, Charlie", quem lembra de Drew Berrimore, Cameron Diaz e Lucy Liu em cena em  "Charlie's Angels" sabe o que estou falando, se preparem para a bomba que estreiará na Fall. (é bomba, mas podem contar com as minhas reviews canalhas :D)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x10 - Paid in Full

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
As verdades ateadas na cara dos prisioneiros. Um episódio que eu gostei como há tempos não o vinha fazendo. O drama clichê da A&E vai funcionando e tenho realmente gostado de Lloyd e Erica numa temporada perfeita de ambos.

Primeiro, perfeita mesmo é a Serinda Swan, se ela ficar parada na tela eu fico admirando pelos quarenta e tantos minutos que forem precisos. Segundo, gostei de abrirem o jogo do que aconteceu com o Lloyd, e terceiro, Shea em versão bitch? Sério, só rindo.

Outra coisa a se deixar clara é a frieza do Mark Pellegrino no episódio. Depois de ter feito um vampiro sem escrúpulos na versão americana de Being Human e aquele cara lá de Lost, acho que ele usufruiu dessa qualidade de bom ator que é.

Um fugitivo que fugiu sem um ideal pra si, a princípio. Um matador contratado, um assassino de aluguel. Confesso que achei bem legal essa história. Foi muito bacana ver que eles pensaram em tudo quanto ao estupro envolvia.

A Genevive é a mais away de tudo, não tem mãe e acaba sendo obcecada pelo pai, que contratou o tal matador pra assassinar aqueles que foram julgados pelo atentado à sua filha. Um padrão: três tiros no peito.

Enquanto tudo isso ocorre, Ray sendo desafiado pelos seus subordinados e o chilique dele pra cima do Lloyd numa explosão de emoções e sentimentos nunca antes visto. Pelo crime do Lloyd eu esperava mais, mas até quue enfim todos sabem a verdade dos outros.

A fuga não foi lá genial, muito menos a perseguição eletrizante dos Marshals atrás do Mark Pellegrino, mas quem disse que isso mudou o que achei do episódio. Mais um episódio legal e bom. A&E com seu herdeiro do Prison Break mostrando que é capaz de se fazer outras séries do gênero.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x09 - One for the Money

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Fui só eu ou mais alguém achou que foi a pior trama dos episódios procedurais de Breakout Kings? Sério, fuga muito tosca, história toda idiota e que só se salvou graças a uma pitada de inteligência seguida pelos discípulos de Lloyd.

Erica ainda é a melhor da série ao lado do Lloyd e pelo jeito, o próximo a fugir será o Shea Danniels. Aliás, ele já deu uma fugidinha nesse episódio, não é Michel Teló? Sério, mesmo onde não existe, a série sempre consegue me fazer achar alguma ligação com alguma música. Péssimo sinal.

Dos males, o menos pior. Finalmente conhecemos a família do Shea. Ele sempre disse que tinha mulher e tudo mais e nunca ninguém provou isso. Ainda bem que eles se prezaram no mínimo à isso.

O episódio em si não foi dos piores, mas nem a trama pessoal de cada personagem avançou. Achei realmente desnecessário ver Erica e Julianne discutindo sobre o tamanho do joystick do cara que bancou o fugitivo-gatão. Mas como tudo nesta série é motivo para rir de vez enquando, Lloyd e seu interesse no tamanho do brinquedinho do fugitivo foi muito engraçado.
© A&E / Reprodução
Fugitivo, que por sinal, vem a se chamar por Andre Brennan. Um cara esnobe, imbecil, patético, que só quer saber de fuder garotas e alimentar esse vício com dinheiro roubado.

De certa forma foi até inteligente a trama e tudo mais, só que eu esperava uma resolução mais criativa. Um lenço com um rastreador não é lá uma grande ideia, apenas funcional. Às vezes é bom quando uma série se deixa de levar pelo óbvio e cria algo novo. O que até agora, poucas vezes foram mostradas em Breakout Kings.

Esperava mais desse episódio, ele foi bem okzinho e nada mais. Vamos ver quando um vampiro recém-morto na versão americana de Being Human vier para assustá-los e botar pânico entre os 'Reis da Fuga'. A verdade é que Mark Pellegrino (Lost) vem aí e o bicho vai pegar, pelo menos é o que eu espero.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x08 - Steaks

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Alguém aí afim de um bife? Seguindo a história de que a comida da prisão, assim como a do hospital, é pior do que ração de cachorro, uma competição é instaurada dentro dos "Reis da Fuga" e dessa vez, em vez de um, eles terão de parar e recapturar dois fugitivos.

Com direito a abuso emocional e sexual, com intrigas, complexo da culpa, amargura, vingança, ódio e muita enganação, Breakout Kings apresentou um episódio que vai certamente pra minha lista de preferidos da série.

A fuga, como sempre, não é o mais atrativo, mas a história do porquê fugiram dessa vez foi mais interessante até do que os dramas que circundam os policiais e seus ajudantes marginais. Breakout Kings foi inteligente, assim como Lloyd e depois de muito tempo me colocou na vibe dos episódios iniciais.

Shea, Lloyd e Erica querendo vencer a competição, Ray e Charlie em busca dos fugitivos com a seriedade de sempre e Julianne ajudando por detrás da tela de um computador e/ou detrás de uma linha telefônica.

Conhecendo os fugitivos e a história de cada detento, descobrimos o abuso sofrido pelo Day, a tentativa de comando do McCann sobre o Day, que na verdade era o contrário num golpe em busca de uma vingança à um ex-detento que dividiu a cela com Day por anos e que na verdade o dividia por cigarro e comida com outros amiguinhos.

Deu até pra sentir dó do Oliver Day, dessa vez. O cara foi preso por querer se divertir aos 18 anos e foi abusado todos os dias durante eternos 5 anos, é uma coisa difícil de se aguentar. Dê uma de empático e ponha-se no lugar do garoto, é compreensível os motivos, mas é lógico que é incabível.

O desenvolvimento e o interesse de todos por conta de comer carne num restaurante foi o prato principal para todo o desenvolvimento da história. Lloyd descobrindo os códigos pra entender quem foi Stackhouse, Shea correndo atrás de um maconheiro na cena mais divertida do episódio com direito á Ray com medo de um cachorrinho, e Erica, como sempre, metendo uma de macho alfa e correndo para tentar cobrir a saída dos fundos.

O desfecho da história carregada de melancolia dramática não é bem a identidade da série, mas exatamente isso que fez o episódio mais interessante. McCann enganado, preso e com seus sonhos destruídos por um bom tempo e Day lidando com o seu problema, além de entregar as atrocidades cometidas pelo Stackhouse para a noiva dele foi muito interessante.

Mas nada foi melhor do que a cena final rotineira, Ray dizendo que o vencedor do bilhete era... Erica, mas o mehor é ver ela dizendo que é vegetariana, que entrou na competição por que ela gosta de ganhar e rasgar o cupom na frente do Lloyd e do Shea.

Claro, ainda teve tempo de bang-bang dentro de uma farmácia, ataque cardíaco no capitão da trupe, Charlie, e ele ainda baleado. A preocupação do Ray por ele num ato fraternal, Charlie encarando os fatos e também sentindo dó do garoto fugitivo e o desenvolvimento psicológico da Julianne foram algo que acrescentou ao episódio.

Episódio excelente, um dos melhores, se não o melhor. Breakout Kings foi divertida na medida certa, com um pouco de ação, afinal é o teor central da série e com muito drama para quem gosta. Esperaremos pelo próximo, com mais uma fuga e um novo fugitivo a ser capturado.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x07 - Fun with Chemistry

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Com um título que se encaixava bem melhor no episódio passado do que neste, Breakout Kings cuida um poucos das relações amorosas dentro do QG dos "Reis da Fuga". Diferentemente dos episódios anteriores, Erica ficou, de certa forma, apagada, mas nada que tire o brilho de Serinda Swan.

Como quase uma promessa de falar bem da Serinda já foi cumprida, vamos ao episódio em si. Antes da referência musical do episódio (a mais subjetiva de todos os episódios até aqui), vamos dedicar algumas palavras ao Shea.

Disse em algumas reviews de que ele era sempre ele mesmo e que eu torcia por algo melhor, e foi só neste episódio que vimos o potencial dele dentro de toda a equipe. Dessa vez ele tirou o traseiro do lugar e foi mostrar que tem seu valor, correu atrás de suspeito quando necessário e ainda mostrou um pouco de sua sabedoria criminal para descobrir por onde os fugitivos se escondiam.

Isso mesmo, fugitivos. Na verdade era um fugitivo e sua acompanhante, mas que no final das contas, quem era o "macho alfa" da história era a tal acompanhante. Mars matou sua mãe e pegou uma "refém" para fugir da cadeia e bato na mesma tecla de sempre: fuga nada criativa.

A verdade é que a refém fazia parte do esquema (eu descobri isso assim que ele a pegou como refém) e que ela gostava de matar, pois só quem mata tem o direito de viver. Profundo, não? Agora vou olhar pros dois lados da calçada, vai que uma louca dessa tromba comigo.
© A&E / Reprodução
Brincadeiras a parte, foi inteligente o mostrar o Ray indo ao seu passado ter umas liçõeszinhas com o cara que teria ensinado Mars enganar tudo e a todos. Na real, foi a única parte inteligente do episódio, estabelecer uma rotina e depois quebrá-la para enganar os tiras.

Aquele draminha todo dentro da casa dos riquinhos foi broxante, aliás, esse Bonnie & Clyde do episódio parecia aquelas meninas de 14 anos em seu primeiro relacionamento, meloso, nojento e totalmente desnecessário.

Já que falei em Bonnie & Clyde, eis a referência musical (mais uma depois de Britney e Ke$ha), Bonnie & Clyde '03 teria sido o single que desencadiou o casamento de Beyoncé e Jay-Z, aliás, música muito boa, numa parceria que virou um enlace matrimonial.

Voltando ao foco, o Ray usar o Lloyd foi inteligente para parecer real, mas o Lloyd reagiu mal à tudo. Aliás, esse não foi o episódio do Lloyd. Achei ele bem mais arrogante e racista neste do que em qualquer outro e mais, o deslumbramento dele com Julianne serviu a que mesmo?

Eles tapearam o casal do crime e pegaram um fugitivo e uma criminosa em potencial. O episódio em si foi dentro do padrão da série, os dramas por detrás dos casos estão melhores e eu continuo torcendo para aquele episódio no qual seremos surpreendidos em tudo. Resta esperar se serei ouvido.

terça-feira, 19 de abril de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x06 - Like Father, Like Son

© A&E / Reprodução
Fazia muito tempo que eu não me divertia com Breakout Kings. Você deve estar falando que não é cômico, mas eu morri de rir com algumas coisas. Pra falar a verdade, foi o melhor caso da semana para a força-tarefa e eles estrapolaram tudo o que eu imaginei. Foi engraçado, sério, dramático e excelente.

Com um fugitivo que estava disposto a explodir tudo, bem como a dona Ke$ha (estou ficando com medo de tantas referências musicais nas entrelinhas), ainda intensificado pela seu patriotismo anti-govermentalista, um racismo extra e a tentativa de vingança por conta da morte de sua mãe, sobrou até pra esposa do Charlie.

Fiquei muito mais apreensivo e com medo aqui do que com a bomba no QG do fugitivo. Afinal, aquela sequência no meio do nada foi mesmo para deixar Erica mostrar como faz, para ver como Shea só quer saber de si mesmo, pra mostrar que o Lloyd é uma negação física e que o Charlie é bom com piadinhas de filmes.

Cansei de elogiar Serinda Swan, mas é que ela é tão espetacular que não dá pra deixar de dediicar algumas palavras à ela. Erica é a melhor arma da US Marshals porque se depender de Lloyd e Shea, eles estão altamente fudidos.

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Gostei de se preocuparem com o lado social ao falar sobre o racismo, afinal, é algo que está na série desde o piloto. O Lloyd alegando que não é racista, mas que só faz comentários de fatos raciais foi de profundo fundamento, o problema dele não é ser racista, e sim ser uma negação nas relações interpessoais.

Mas tem que levar em conta aqui o desenvolvimento do lance entre Lloyd e Julianne. Algo que é recípocro e que nenhum deles se aproveita disso. Aliás, foi Julianne quem acabou descobrindo onde Lars Lowery, pai do Lloyd anda vivendo sua vida e isso já abalou o mundinho do psicólogo.

Todo o plot de patriotismo e rejeição ao governo fez nos lembrar da Ku Klux Klan com toda certeza. Mas falando no episódio, explodir era com ele mesmo, porém, bem que eu queria que ele fosse explodido. Fiquei torcendo pelo Charlie pra ele meter bala nos miolos do cara que me deu raiva de ficar ouvindo o Ray ao fundo gritando "não!".

Enfim, num episódio que valeu muito mais pelas piadas e pelo crescimento da força-tarefa como um todo, não tinha como acabar em outra coisa que não fosse em pizza. A verdade é que com esse episódio eu fico mais animado com o futuro de Breakout Kings e torço por mais bons episódios como esse.

Nota: Como as referências musicais já está virando marco da série, dessa vez a referência foi à Blow, música da cantora americana de pop-dance, Ke$ha.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x05 - Queen of Hearts

© A&E / Reprodução
Por @kelvinbastos
Começo a me preocupar com a baixa qualidade dos casos da semana de Breakout Kings, afinal, não teve nada de muito brilhante nas fugas da série, mas algumas supriram uma parte disso e outras, como a desse episódio, não chegou nem perto de ser aceitável. Porém, tenho que adimitir, só de ter a Christina Cole passando a todo momento na tela é algo realmente a se adimirar.

Ela foi Lilah Tompkins no episódio e com um decote, um blefe e uma roupa de professora sexy, ela enganou um dos seus amantes e partiu portão afora. Fácil, não? E totalmente ruim. E também digo que não gostei do estilo Britney Spears, ops!, femme fatale imposto à ela no episódio. Clichê demais e história de menos.

Deixando um pouco isso de lado, vamos ao que mais surpreende em Breakout Kings: os personagens. Olhando para o piloto o crescimento é monstruoso. Gosto da relação entre eles e gosto muito da maneira que os roteiristas buscam para expressar ao máximo a personalidade deles.

A começar pelo Lloyd, sempre acho que ele consegue se superar episódio, após episódio, e quando se junta à Erica, pode ter certeza que é conflito na certa e cenas memoráveis. O mais estranho é ainda não sabermos o que o "garoto prodígio" da equipe do Zacanelli fez para ter pego 25 anos de prisão. Não acho que tenha sido algo da jogatina não, penso eu que tenha haver com a mãe dele, ainda mais sabendo que ela é uma nóia, como se diria em São Paulo (leia-se: drogada).

Quanto a Erica, acho que Serinda Swan dispensa qualquer comentário e suas atuações são realmente aplaudíveis. Digo também o quão feliz estou eu com o seu desenvolvimento, chegou no segundo episódio após a reprovação da Philly e realmente chegou para ficar. Adorei ela dominando o interrogado para conseguir o que queria e tudo isso por conta de uma calcinha tamanho extra grande e a bota da Julianne.
© A&E / Reprodução
Por falar em Julianne, gosto muito dela na série e do seu passado de expulsão da corporação. Quanto ao Ray e ao Charlie, são os de sempre e pouco muda, apesar de eu achá-los interessante aqui neste episódio, ainda mais com Teresa, filha do Ray, dando uma passadinha no episódio. E também tem Shea, que por algum milagre de Deus, se envolveu com a dívida do Lloyd e nos apresentou a hilária cena final.

Voltando à Lilah, era óbvio que ela ia atrás do Taylor, o filho dela. Acho que o mais estúpido policial brasileiro ia saber disso e nem o mais babaca policial americano ia ficar fazendo a guarda de um adolescente e deixá-lo fugir pela janela do quarto. Enfim, emoções no trailer a parte, ela se matou e fim de história, nada mais a declarar.

Pra ser bem sincero, a minha preocupação que é monstruosa. O elenco é muito bom, os personagens são bem construídos e os seus arcos individuais são interessantes, o que me deixa feliz, mas olhar para a série e não me convencer com uma fuga ou uma história, como a do T-Bag, me deixa com uma sensação de ter ficado um vazio imenso.

E finalmente, mas não menos importante, os louros de ouro do episódio que, sem dúvidas alguma tem de ir para o Lloyd: Ele conseguiu dever para um assassino convertido (amém!), tentar apostar com garotos e numa loja de jogos e ainda ter o quote mais sensacional há muito tempos (desculpe Brittany, de Glee, mas ele te superou dessa vez). Ele falando que a mãe dele colocava luvas nas mãos dele para ele não se masturbar foi muito foda (desculpe, não achei outra palavra), o mais sensacional é que ele fala depois que não funcionava. Enfim, é por isso e outras que eu ainda continuo assistindo Breakout Kings, até a próxima.

Nota: aos leigos e a quem não sabe, Femme Fatale é o título do novo álbum da ex-princesinha do pop, Britney Spears.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x04 - Out of the Mouth of Babes

© A&E / Reprodução
Mesmo sendo o episódio mais fraco até aqui, não vejo o motivo para tanto desespero ou desilusão. Breakout Kings, em relação ao arco central - ou seja, a história dos personagens -, melhorou muito desde o último episódio. O que ocorreu foi: ou eles mostravam mais um caso semanal impactante e surpreendente, ou então eles cuidavam um pouco com o que tem de relação aos personagens.

Na minha singela opinião, decisão acertada para que os próximos episódios possam ser mais amplos. Ainda na teoria do privilégio aos personagens, digo também que em vez dos personagens se desenvolverem do caso, o caso desenvolveu os personagens, vide a exemplo Erica e Duchamp ou Julianne e Lloyd.

Mas falando no episódio, a fuga poderia ter sido mais criativa, não? Achei muito fácil como os roteiristas queriam mostrar como o fugitivo sai pela porta da frente de uma penitenciária. Mas, pensando melhor e analisando o fugitivo, ele não teria uma mente tão excepcional para construir um plano mirabolante de fuga.

E de pontos extremos da linha cronológica, a série, que tratou semana passada de abusos à uma idosa deficiente, nesta, preferiu mostrar um caso de pedofilia, um não, cinco para ser bem exato. Não foi nada muito complexo de se entender, até achei bem óbvio em o fugitivo ser inocente dessa vez, mas não por isso que não foi ruim.

Gostei bastante de todo o desenvolvimento, deles chegando cada vez mais perto, de como o Lloyd, mais uma vez, desvendou o caso e da participação de Julianne, que, cá entre nós, além de muita areia pro caminhãozinho do Lloyd, está bem mais interessante que Shea e Ray juntos. Talvez sejam os transtornos psicológicos ou as fobias que ela tem, e olha que são muitas.
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Nada de muita enrolação, assim que descobriram onde o tal fugitivo, Joe, por sinal, estava em um posto de serviços (leia-se: posto de gasosa), os agentes da US Marshal foi logo atrás, enquanto Lloyd e Julianne tentavam arrancar uma confissão da Tess, uma das menininhas vítimas de pedofilia.

E eu me pergunto: como um pedófilo e/ou criminoso fugitivo fugiria com a família (mulher e filhos) de bagagem? Não é Sr. Duchamp? Mas como a ignorância e a insensibilidade para tentar ajudar um inocente não influenciou a tomada de decisão no chefe jackass dos Marshals, Joe foi levado preso.

E não é que a tentativa de Julianne e Lloyd funcionaram, a Tess acabou contando a verdade e eis que o verdadeiro criminoso, o pai da Tess, acabou indo para a prisão. Agora você me pergunta "onde estão os outros quatro casos?", fácil. Da mesma forma que um pai fez sua filha incriminar um conselheiro escolar, os outros fizeram o mesmo como forma convencional para se livrar da culpa, como disse o Lloyd: "Pais bem intencionados, porém histéricos [...]".

Resumindo, gostei do episódio pela preocupação com o lado dos personagens, mas não gostei do caso da semana. O arco principal de desenvolvimento dos personagens é o mais importante, mais cabia um caso melhorzinho do que esse, não? Continuarei acompanhando a série e torcendo por dias melhores.

E antes de encerrar, tenho que lembrar a cena que precede os créditos. Duchamp e o fluffy moment. Ele indo até a casa do pai da filha da Erica e praticamente intimar o cara a deixar a mãe da menina vê-la foi um dos marcos do episódio, uma pena, porque acabou o rótulo de insensível que eu coloquei nele aí em cima. (¬¬')

segunda-feira, 28 de março de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x03 - The Bag Man

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E ao efeito nostálgico, Breakout Kings mostra a que veio e louva um episódio a sua série-mãe, Prison Break. E diante de tudo isso, o famoso "teste dos 3 episódio" foi tarefa fácil a ser batida pelo brilhante, ou quase isso, início de temporada dessa série. T-Bag está de volta, em versão atualizada, prestes a vingar atos hediondos contra sua mamãezinha.

Piadas sexuais à parte, a série volta a apresentar um episódio brilhante, sem muita firula na hora da fuga e se procupa com todo o arco que será desenvolvido no caso semanal. Quanto ao todo, a única história que andou foi a da Erica, mal entrou na série e parece que os roteiristas se preocuparam apenas com ela. Na verdade, o que andou foi bem exdrúxulo e descartável. Pra ela não importa a regressão de pena, o que ela quer mesmo é ver a filha dela.

Quanto ao resto, tirando mesmo a piada sexual referente ao "T-Bag", só as discussões de boxe foram interessantes entre Zacanelli e Shea, um pouquinho de compaixão de Zacanelli e Duchamp perante à situação da família Bagwell e mais uma brilhante atuação de Lloyd (adorei vê-lo encarando o complexo Theodore, a "máquina defeituosa"). E antes que eu me esqueça, parabéns pela rolada gordinha que surgiu no episódio para apenas ter um anel roubado e rolar.

Quanto ao rooteiro, cabe destacar o detalhismo e as decisões acertadas pelos produtores. Não bastava expor Theodore "T-Bag" Bagwell em um quase spin-off sem realmente mostrar a complexidade psicológica do personagem incrivelmente interpretado pelo Robert Knepper. A profundidade que eles buscaram para mostrar a motivação da fuga do T-Bag foi realmente sensacional.
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Enquanto todos acreditavam que ele estava indo atrás de mulheres, na verdade ele estava era indo atrás de homens. Antes de você pensar "iiihhh", eu explico. Na verdade dois homens em especial. A explicação de tal fato é por conta desses dois homens terem molestado a mãe do T-Bag, que, além de idosa, sofre de problemas mentais.

Quando descobrimos o que realmente aconteceu com a Sra. Bagwell, me veio um sentimento de repulsão, ódio e nojo ao mesmo tempo que é algo inexplicável. E masmo depois do Zacanelli ficar chateado com a morte dele eu falei "Bem feito, filho da puta! Vai comer a tua avó!" e aí que eu não fiquei com nenhuma dó dele (bem que poderiam mostrar ele virando sopa de sangue no triturador de pedras).

E tenho que lembrar ainda em como foi bom ver o outro carinha virar um canivete suíço. Além disso, nada como um começo do episódio mostrando a eterna Fox River sob a trilha sonora de Prison Break. Achei digno deixarem o T-Bag ficar nem que fosse por dois segundos com a mãe dele e ainda conseguimos acho que talvez o melhor quote até aqui: "Não vou te ver no Céu, mas aproveite por nós dois".

Enfim, resumindo em outras palavras: profundo, psicológico, perfeito, penetrante e perspicaz (alguma outra palavra com a letra P que designe o episódio?). Essa semana, após um piloto sensacional e um segundo episódio abaixo das minhas expectativas, Breakout Kings me deixou mais do que feliz por ter gasto meus 40 minutos. Esperando pelos próximos (yn).

sábado, 19 de março de 2011

[Review] Breakout Kings - 01x02 - Collected

© A&E / Reprodução
Apesar de toda a criatividade dos roteiristas nesse episódio, tenho que ser bem sincero, gostei mais do piloto. Não que esse tenha sido ruim, muito pelo contrário, por sinal, foi excelente, mas eu achei o piloto mais interessante e divertido. Achei sem noção tirar a Philly da série sem mais, sem menos, mas isso nos provou que depois de um piloto até a confirmação da temporada, a série modifica seu rumo em alguns pontos.

Mas mesmo sem a beleza da Philly, pudemos ter a cota de mulheres gostosas preenchidas na série pela excelente Erica, que por sinal, é muito mais interessante que a própria Philly e, ainda digo, foi belissimamente interpretada pela  Serinda Swan. A sua história é macabra e sensacional! Ah, não me leve a mal, ela pode ser uma assassina, mas ela só matou aqueles que mataram o seu pai. Eu continuo curioso para saber quais são os "poderes" que ela manteve ocultos nesse episódio.

Se é pra dar méritos à alguém, que seja para o Lloyd. O seu estilo nerd, meio canastrão, pensando no próximo passo do fugitivo do episódio e inteligentíssimo é uma coisa que realmente faz bem a série, mesmo sendo um puta clichê.

Quanto aos outros? Bem... foram eles mesmos. As mesmas histórias, os mesmos problemas, e apenas descobrimos que o criador da força-tarefa, Ray, tem alguns podres ocultos quanto ao seu passado nas ruas como um policial.
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Agora falando no enredo do episódio, primeiro, que fuga criativa, segundo, que história excelente. Sério, o cara finge ser um pai de família pra fazer atrocidades com prostitutas? Você pode falar que "ah, são só prostitutas", mas e se fosse uma parente sua, ou sua mãe? Você não ia gostar. Do começo ao fim foi realmente tudo muito bom.

O pior de tudo não era que ele apenas abusava das três meninas, ele, literalmente, colecionava-as como se fossem bonequinhas da Barbie. Ele as trancavam no porão de casas que a sua igreja - que mundo é esse que vivemos? - financiava e ficava em sua rota de trabalho.

Mas o que mais intrigavam os bandidos do bem, é que faltava quase nada para ele cumprir a pena dele, então pra que fugir? Ele queria mesmo é se "purificar" do que fez, então ia atrás das mulheres, ateava fogo (pois era com fogo que ele achava que ia se purificar, pois foi assim que sua mãe morreu) e depois matava a donzela em perigo.

Sorte de duas delas, já que uma foi encontrada antes do psicopata/semi-gênio chegar e a outra quase foi pro beleléu. Achei interessante como o Lloyd pensou e como a Erica ajudou, mesmo algemada por ter dado, calma meu povo, ela só deu uns tapinhas no Lloyd.

Enfim, excelente episódio, mesmo não me interessando quanto o piloto, mas foi criativo, diferente e original, mesmo tão estigmatizada como a nova Prison Break. Vamos então esperar pelos próximos episódios.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Breakout Kings - 01x01 - Pilot (There are Rules)

© A&E / Divulgação
Por @kelvinbastos
Começamos logo de cara que estamos diante de uma das maiores salada de clichês da história da televisão mundial. Mas se isso é bom, eu respondo: sim, é muito bom. Breakout Kings pode ter até sido muito com "quero-ser-Prison-Break", mas é de longe um bom entretenimento para se assistir em suas horas vagas. Eu diria que é sim um entretenimento completo, pois além de drama e ação, que são o ponto forte da série, Breakout Kings brinca com o uso do sarcasmo e de piadas prontas e nos fazem ir ao delírio com plots semanais tão bem produzidos.

Digamos que a série teve seus marcos de clichê: tivemos desde Lie to Me com a inteligência absurda de um dos prisioneiros, Lloyd; passamos ainda por Chase e a análise do próximo passo do criminoso; uma escapulida indo até à mais clara referência, à White Collar, com a utilização de prisioneiros para pegar outros prisioneiros; e claro, pela própria Prison Break e suas estratégias de fuga. Com tantos bons clichês, tinha como flopar? Bem, tinha, mas não foi o que aconteceu.

Antes de assistir ao episódio eu disse a mim mesmo: "se me prender por 10 minutos eu vou assistir o piloto por inteiro e ver se vale apena dar uma chance à série", e surpreendentemente, quando fui ver quanto tempo já tinha passado, já tinha se passado 19 (bons!) minutos e sem dúvidas ganhou o meu respeito.

Apresentando os heróis (se é que criminosos podem virar heróis de uma trama) da história temos: o agente federal e comandante das operações Charlie Duchamp (Laz Alonso), aquele típico mocinho que segue a risca todas as regras e todas as ordens da corporação; por outro lado, temos o policial problemático, de passado nebuloso e idealizador da força-tarefa Ray Zancanelli (Domenick Lombardozzi), que está disposto a quebrar todas e quaiquer regras para salvar o dia; ainda no lado dos policiais, temos a agente Julianne (Brooke Nevin) que dá todo o suporte e serve de base de operações para os casos da equipe, porém sofre de depressão e tem medo de sair da tal base.

Indo para o lado escuro da operação e apresentando aqueles que realmente são interessantes temos: o inteligentíssimo Lloyd Lowery (Jimmi Simpson), que é especialista em comportamento humano, mas é um racista de mão cheia e um excelente conselheiro grátis; a golpista Philomena 'Philly' Rotchliffer (Nicole Steinwedell), que é pura sedução (e muito hot); e o "empreendedor" Sean 'Shea' Daniels (Malcolm Goodwin), que é brilhante no que faz.
© A&E / Reprodução
Equipe apresentada, vamos ao plot do episódio. A cada semana, a equipe liderada pelo agente Duchamp terá de prender um fugitivo e nesse, vimos uma brilhante fuga e como ela foi milimetricamente planejada. August Tillman fugiu e agora estava atrás do dinheiro que ele e seus amigos roubaram em conjunto com um funcionário de um banco.

Achei muito simples como eles encerraram a história do tal Tillman, poderia ter sido melhor explorada o fato dele ter colocado uma bomba na filha do cara. Independentemente disso, toda a trama e essa apresentação da série pode ter sido realmente muito boa por se tratar apenas de um piloto.

Agora resta saber se a série passará no teste dos 3 episódios, como foi apenas piloto, tem muito a crescer, pelo menos é o que esperamos. Sem dúvida alguma, vale apena dar não só uma, mas várias chances dos clichês de Breakout Kings te atingir e te prender semanalmente na frente da TV.