Só lhe digo uma
coisa: Preciso de Janinha renovada pra ontem!
E chegamos ao final
de temporada da série mais linda, mais fashion, mais bacana, mais fofa, mais
tudo de 2012. Jane by Design foi uma
aula de como utilizar clichês e saber trabalhar sobre eles, sobre história de
amizade e amor, e, acima de tudo, uma história sobre Jane.
É curioso como
Erica Dasher conseguiu conquistar, mesmo que aos poucos dos corações de pedra
(sim Ananda, falei de você), o coração de todos os telespectadores, como a
personagem cresceu com a série, como ela lida e sempre pensa no próximo ao
invés dela. De certa forma, esse episódio não foi o mais perfeito para os
simpatizantes de “Jilly”, muito pelo contrário, foi de cortar o coração, mas
conseguiu ser preciso ao dosar os momentos e nos fazer exasperar por uma
segunda temporada.
Gostei da forma
como resolveram a pendência da parceria Donovan Decker e Harrods, sem Jane
apelar pra meios controversos e simplesmente declarar sua amizade com Jeremy,
que pra minha surpresa, também foi superbacana ao ajudar a moça e correr pelas
ruas de Londres ao som de “What Makes You
Beautiful” para entregar a tempo os desenhos da coleção na sede da empresa
na capital de Inglaterra.
Claro que os louros
da fama são de Jane, que com toda a bondade de Gray Chandler Murray (quão
irônico foi essa cena?), recebeu um bônus de cinco mil doletas como mérito
pelos bons serviços prestados a Donovan Decker (leia-se: por ter salvado o rabo
da empresa inteira).
Achei fofíssimo
Ben, que não ficou bravo com a situação, nem com Jane, nem com a mãe, e achei
extremamente bonitinho a declaração dele pra Rita. Ele não quer saber de
baseball. Ele mudou. Tudo o que ele sonha ele já tem; Jane, o emprego dos sonhos
(professor de ensino médio? Preciso reformular os meus conceitos) e só faltava
uma coisa: Ritinha. #MORRI
E morri mais ainda
com Rita andando toda possuída e assumindo o casal em pleno campo de treino, na
frente dos alunos. So cute!
E como Jane ficou superpopular
dando uma festa que sequer esteve (com a desculpa de estar pegando um
universitário no banheiro), tivemos as consequências. Não só Ritinha querendo
ir morar com Jane, mas sim o figurino inteiro da festa destruído, dando a
desculpa que precisava pra doação de Jane e o adeus ao seu carro novo.
Jane ainda precisou
de ajuda do Eli e do Carter para consertar os modelitos e, bem, deu no que deu.
Como a doação de Jane foi em nome da Donovan Decker, Amandinha Clark (que
voltou dos Hamptons depois de uma sessão de aula de vingança com Nina, via Avenida Revenge) levou convites para
Gray, convidando-a para a peça, que arrastou Eli junto.
E esse é o
cliffhanger. Não é nem potente, mas é uma grande saia justa. Como Gray ficou
encantada com o figurino, ela precisou conhecer a estilista, ou seja, encontro
de Jane, Gray e Eli na coxia do teatro da escola. Qual será a desculpa dessa
vez?
Mas isso não foi
nem a parte mais importante desta finale. O que queríamos ver e aguardávamos
por ver era “Jilly” juntos. E o roteiro, apesar de não nos satisfazer, foi
preciso e extremamente conciso. Jane simplesmente ouviu de seus dois
pretendentes que eles dormiram com outra.
Eli com India.
Billy com Zoe. Foi de cortar o coração, repito, vê-la engolindo o choro pela
dignidade ao lado do Ben ouvindo, mesmo sendo o texto da peça, a repetição do “It’s you” do Billy para Zoe. A mesma
situação que estiveram no encerramento da primeira parte da temporada, no
décimo episódio.
E só pra falarem
que não esqueci, Billy assumiu o lugar do Nick na peça porque Harper (como eu
queria ver Lulu megaevil tendo feito a peça) conseguiu arrebentar um colar e
fazer o menino quebrar a perna, no sentido literal da palavra.
Indiazinha está de
volta e quer, ainda, derrubar Gray de qualquer forma. Tentou buscar a ajuda de
Jeremy em outra cena muito bonitinha entre eles no pub do outro lado do
Atlântico, mas parece que o rapaz está engajado em construir a sua própria
marca, ser seu próprio chefe.
Enfim, temporada
mais do que redondinha de Jane by Design.
A série não teve um episódio abaixo da média e por isso a amamos tanto, por nos
divertir, nos emocionar e fazer torcer por todos os personagens.
Agradeço aos que me
aturaram por este período enquanto substituía a linda da Raffa, saio de cena e
virarei mais um leitor em, se Deus quiser (e ele VAI TER DE QUERER, senão a gente sobre lá em cima e dá uns cascudos
nele), na segunda temporada de Janinha.
P.S.: O texto ficou
grande, malsaê, espero que vocês tenham gostado, de qualquer forma e comentem,
por favor, e sanem a minha carência.






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